The Poison Smoother

25 Capítulo 25 - Goodbye To My Dance.


Notas iniciais
Oi gente...
And This Is The End.
Gostaria de agradecer à todos, por cada review, cada palavra de apoio, a tudo que fizeram e fazem. Vocês são ótimos, não trocaria o carinho de vocês por nada. Se eu estou aqui, é por vocês. Você me aguentam, me acompanham, e olha que sou bem chatinha! Mas no fundo no fundo sou gente fina!
Mais um casal se encerra... Élis e Duff, Jullie e Axl, e agora... Marjorie e Slash.
Espero que a próxima ideia hilária saia logo! Vocês me conhecem, boa coisa não está por vir...
Hoje estarei marcando meus reviews favoritos à cada capítulo. Não o fiz antes, pois tem muitas pessoas dispersas no meio da fanfic.
Como puderam ver, a capa da fanfic foi mudada. Mas é temporário, talvez fique aí por uma semana. Essa capa é apenas para ilustrar o ultimo capítulo da fanfic, sendo assim, coloquei um aviso sobre isso nas notas oficiais (Disclaimer) da fanfic.
Bem... De todo o coração, desejo à vocês uma boa leitura!

Falando essas palavras Marjorie desmaiou. Do seu olho esquerdo caiu uma lágrima.

Mittchel – Essa menina nunca chora... Tira isso dela! Tira isso dela agora!

Mayla obedeceu e tirou o aparelho do braço de Marjorie.

Mittchel – Marjorie, acorda! Marjorie!

Mayla – Enfermeira – grita.

Duas enfermeiras chegaram ao quarto.

Mayla – Levem a para o quarto ao lado e chamem algum médico. Agora!

As enfermeiras fizeram isso.

Mayla – Mittchel, me dá seu braço.

Mittchel deu o braço a ela e ela passou o aparelho para ele.

Mayla – Ele precisa de mais um pouco do seu sangue, se não o esforço da Marjorie vai ter sido em vão.

Mittchel assentiu.

Mayla – Aguarda um pouquinho aqui que eu vou chamar algum médico pra terminar aqui com vocês. Tenho que ver se o bebê e Marjorie estão bem.

Mittchel – Tá.

Mayla foi correndo até o outro quarto, tinha que examinar Marjorie.

Sete horas depois...

Slash acordou.

Slash – Cadê a Marjorie?

Mayla explicou toda a situação pra ele. Ele tentou se levantar.

Mayla – Você não pode se levantar.

Slash – Mas eu tenho que ver ela!

Mayla – Ela está inconsciente.

Slash – O bebê está bem?

Mayla – Os sinais vitais estão fracos, por enquanto não dá pra dizer...

Slash – Droga.

Mayla – Vamos ter que aguardar. E você vai ficar bem logo.

Slash – Do que adianta se eles não ficarem?

Mayla não se pronunciou à respeito.

Dia seguinte...

Mayla levou Slash até o quarto de Marjorie. Depois de os deixar um tempo a sós, ela entrou no quarto novamente. Foi com o aparelho de ultrassom para tentar identificar algum movimento do bebê.

Mayla – Slash, eu preciso que você converse com o bebê pra ver se ele faz algum movimento.

Slash – Ah eu? Porque não você?

Mayla – A criança sabe que você é parente dela.

Slash começou a falar e Mayla ia mexendo pela barriga dela.

Slash – Então... É... Oi bebê, eu sou o Slash... Na verdade meu nome é Saul... Mas isso não importa...

Mayla continuava a mexer.

Slash – Sua mãe é estranha. E eu sinto falta dela, mas ela não acorda nunca... Dá uns chutes nela aí por mim.

Mayla – Não adianta, ele não se move.

Slash – Que droga!

Mayla – Você quer saber o sexo do bebê? Já consigo ver.

Slash – Não, só quando a Marjorie acordar!

Mayla – Tudo bem.

Mais um dia se passou...

Mayla levou Slash para ver Marjorie como fez no dia anterior. Ele conversou um pouco com ela, um pouco com o bebê e nenhum dos dois dava algum sinal.

Nesse mesmo dia Mittchel foi vê-la.

Mittchel – Nem sinal?

Mayla – Não.

Mittchel – Se eu tivesse chegado um pouco mais cedo...

Mayla – Não Mittch, ela estava decidida.

No terceiro dia...

Slash já estava desolado. Não sabia mais o que dizer ou fazer. Mayla estava empurrando sua cadeira de rodas para o levar de volta ao quarto. Quando saiam pela porta...

- Putz, que calça ridícula essa que me colocaram...

Ao ouvir a voz de Marjorie, Slash deu um pulo da cadeira e ficou ao lado de Marjorie.

Slash – Marjorie!

Marjorie – Slash, que bom que está bem...

Slash – Eu que digo isso, que bom que vocês estão bem.

Marjorie – Vocês? Quer dizer que... – ela colocou a mão na barriga – ele está bem?

Mayla – Vamos descobrir agora.

Enquanto Mayla pegava o equipamento de ultrassom...

Slash – Você não precisava fazer o que fez...

Marjorie – Se eu não fizesse você poderia morrer.

Slash – E compensa pagar duas vidas por uma?

Marjorie – Não, mas...

Slash – Shhh.

Slash a beijou lentamente, aproveitando cada segundo daquele beijo. Uma de suas mãos acariciavam os fios negros dela. Mayla raspou a garganta, eles cortaram o beijo.

Mayla – Vocês vão ter tempo de matar a saudade, precisamos primeiro ver se o bebê está bem.

Eles assentiram. Slash ficou do lado esquerdo de Marjorie, enquanto Mayla estava ao lado direito com o aparelho de ultrassom. Começou a passa-lo na barriga de Marjorie. Ficou assim por alguns segundos.

Marjorie – E então?

Mayla – Ele ainda não se mexe...

Marjorie – Ele é bem quietinho mesmo. Busca uma garrafa de Jack Daniel’s.

Mayla – Pra quê? Marjorie, você não pode beber.

Marjorie – Faz o que eu estou falando.

Mayla – Vou ter que mandar buscar.

Marjorie – Não precisa, minha bolsa está no hospital?

Mayla – Está.

Marjorie – Então pega ela.

Mayla saiu do quarto. Em poucos minutos voltou com a bolsa e a entregou à Marjorie. Ela abriu e pegou a mini garrafa. Ela bebeu uma quantidade bem pequena.

Marjorie – Coloca o aparelho na minha barriga e fica observando ele.

Mayla o fez.

Mayla – Nada de novo...

Marjorie – Espera...

E em alguns minutos...

Mayla – Ele mexeu a perninha esquerda!

Marjorie suspirou.

Slash – Que bom! – alívio.

Mayla tirou o aparelho.

Mayla – Os dois estão bem.

Marjorie – Mayla, obrigada pelo que tem feito por nós.

Mayla – Nada mais que minha obrigação.

Os três sorriam.

Mayla – Mas e então, vocês vão querer saber o que é o bebê ou não?

Eles se entreolharam.

Marjorie – Vamos.

Mayla – Bem... Tenho a honra de dizer, que vocês terão um... Como posso abreviar o nome dele?

Slash – Mini Slashie.

Marjorie – Por quê?

Slash – Marjorie, Slash... Slashie.

Mayla – Então tenho a honra de dizer que vai seu um mini drunk Slashie.

Slash – Isso quer dizer que...

Mayla – É um menino.

Uma lágrima saiu do olho esquerdo de Marjorie.

Marjorie – Só pra constar, são os hormônios que me fizeram fazer isso.

Slash – Aham, sei.

Mayla – Vai gostar de saber que enquanto estava dormindo, resolvi seu problema e agora você vai engordar como toda e qualquer grávida.

Marjorie sorriu.

Mayla – Vou ali chamar seu irmão, ele está doido pra te ver.

Mayla saiu e logo voltou com o Mittchel.

Mittchel – Como está maninha?

Marjorie – Bem melhor...

Mittchel – Que susto que você nos deu. E meu sobrinho?

Marjorie – Está bem também.

Ele sorriu.

Marjorie – Quem é você e o que fez meu irmão? Você está lindo! Deram um trato hein você hein?

Mittchel riu.

Mittchel vestia uma calça de couro preta, tinha blusa preta gola v e um colete aberto. Algumas pulseiras pelo braço.

Enquanto conversavam, os outros rapazes chegaram invadindo a sala. Todos queriam ver Marjorie. Se não fosse por Mayla, entraria um de cada vez.

Todos conversaram por um longo período de tempo.

Uma semana depois, Slash e Marjorie foram liberados. A primeira coisa que Marjorie fez, foi passar em Ofidi’s e buscar Mikah, Mikken e Mike. Ficaram sob os cuidados deles durante o tempo que ela e Slash estavam no hospital.

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Duas semanas se passaram desde então. O casamento de Duff e Maressa chegou, e tudo estava muito corrido devido à isso. Mayla seria madrinha de Maressa, Marjorie se recusou a tal papel. Estaria lá, mas não gostava desse tipo de coisa que chamava a atenção.

O casamento seria feito na praia de Malibu e teria uma pequena festa logo depois em um salão de frente para a praia mesmo. O vestido de Maressa era branco e curto, devido ao local que seria feito o casamento. A areia entraria no vestido se fosse grande.

O vestido tinha alça única na transversal, que passava pelo ombro direito dela. Os fios castanhos enrolados dela, caiam sobre seu ombro. Estavam soltos, usava apenas um arco.

A roupa de Duff era um terno branco leve, o casamento seria realizado de dia, e o sol, bem... Deixava qualquer um desconfortável se tratando de roupa.

A roupa de Mayla, era um vestido tomara que caia salmão. Ela fez um rabo alto no cabelo, e fez cachos. Seu cabelo ruivo era muito liso, custou a pegar, mas ficou.

Marjorie colocou um vestido verde, no tom de seus olhos e um cinto preto em volta da barriga, que já se destacava um pouco. Foi uma cerimônia simples.

Padre – Se tem alguém aqui presente que é contra esse casamento, fale agora ou cale-se para sempre...

Slash se levantou e todos se assustaram.

Slash – Bem, eu não achei ocasião mais sensata pra isso.

Todos o olhavam assustados.

Slash – Calma, não quero estragar o casamento deles... Pelo contrário, quero dar início ao meu.

Marjorie – O que está fazendo Slash?

Slash – Minha história com a Marjorie se baseia em um desafio de 12 copos de Jack Daniel’s... 12 segundos de sexo (Meu filho está aqui – aponta pra barriga dela – pra comprovar isso) e agora... Um noivado com 12 pessoas em pé. Levantem-se por favor.

Todas as pessoas se levantaram e Slash se ajoelhou.

Slash – Quer se casar comigo?

Marjorie – Posso levar 12 segundos pra pensar?

Slash – Fique à vontade.

Os 12 segundos se passaram...

Marjorie – É claro que eu quero!

Slash colocou o anel em seu dedo, se levantou e a beijou. Todos aplaudiram.

Maressa – Podemos continuar com meu casamento agora Slash?

Slash – Fiquem à vontade!

O casamento continuou e Slash e Marjorie saíram de fininho, até que chegassem ao carro.

Marjorie – Pra onde nós vamos?

Slash – Agora eu tenho o mesmo sangue que você. Claro que vamos disputar com algumas doses de Jack Daniel’s para comemorar.

Marjorie sorriu e eles entraram no carro. Foram até o Rainbow. Entraram e pediram o Jack Daniel’s. Se assentaram em uma mesa e começaram a beber.

Após 12 doses...

Slash – Droga...

Marjorie – O que foi?

Slash – Eu não aguento mais!

Marjorie começou a gargalhar.

Slash – Que foi?

Marjorie – Você tem o meu sangue, mas ninguém disse que isso o faria imune a Jack Daniel’s.

Slash – Engraçadinha.

Continuaram conversando um pouco.

Slash – Shh. Silêncio.

Marjorie – Que foi? — sussurra

Slash – Não está escutando?

Marjorie – Não... O quê?

Slash – Tem um bebê chorando.

Marjorie – Sim, eu escuto. E...?

Slash – Marjorie, vem da sua barriga!

E esse seria o início de mais uma longa, longa história...

Notas finais
Ninguém lidera sozinho. Um grande trabalho se faz com uma boa equipe. E ninguém melhor do que vocês pessoal!
Meus agradecimentos à QueenOfBeers, Nessa Poison, Anna_McKagan, Babi Uchiha, Lolita_Pepper, Blondie, AmandaPaiva, LilianSd, SayYesToLennon, Mariana, PingPongRose, Degel, Stephanye, Brandon, Annyta, SteveRawr, Weslaine, YabadabaCrue, Malhadaa_, Isacoast, Priscilinhaah_, Alyy, NatháliaPrados, FelipeFerjan, JulietaGuns, BrunaCullen, ErickCanêdo, Luiza Valdez, Jhenifer_jr, JessYK, Anne, Catarina Ferreira, Milla Hudson, ManuelaSusin, Gabi Hudson, Millena_Freitas e sua amiga Mel, Bárbara McKagan, Izza Stradlin, Sweet Child e Inaecarol (Quarenta e um. Uau!).
Agradeço aos da moita também.
Nos vemos por aí pessoal!
Até breve :)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!