The Poison Smoother

16 Capítulo 16 - Nothing happened... Let's go!


Notas iniciais
Oi pessoal!
Novas surpresas no capítulo de hoje.
Bem, espero que não estejam achando as novas coisas que estão surgindo na fic meio nada a ver. Acontece que estou tentando inovar e sair daquilo que chamamos de padrão.
Cá pra nós, algumas coisas aqui, são coisas que ninguém pensaria.
Espero mesmo que não pensem assim!
Boa leitura o/

Marjorie – Mittch, tudo o que disse é verdade?

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Mittchel – É sim.

Marjorie – E porque você não me disse antes?

Mittchel – Não sei, talvez te proteger disso.

Marjorie – Você me conhece muito bem. Eu mesma poderia ter machucado alguém.

Mittchel – Eu sei, me desculpa.

Marjorie – Como ficou sabendo disso?

Mittchel – Em um dia que fui pra nossa casa, achei alguns papéis antigos na gaveta do papai. Por coincidência, um deles dizia sobre uma mutação nas nossas células sanguíneas. Eu perguntei a mãe e ela me contou a história. E o papai não sabe de nada.

Marjorie – E o que aconteceu?

Mittchel – Ela disse que quando nós éramos pequenos, uma das cobras que estava em fase de testes em nossa casa saiu da gaiola e atacou nós dois. Como estava em fase de testes ainda não sabiam o que poderiam acontecer com agente. Nos levaram para o médico e resumindo a história, estamos vivos e com essa mutação.

Marjorie – Caramba... Como tiveram coragem de esconder isso da gente assim?

Mittchel – Por isso que não queriam que saíssemos de casa e sempre tivemos tudo que queremos.

Marjorie – Nem consigo pensar direito.

Mittchel – Um detalhe importante, é que só os doutores Macedo que sabem lidar com qualquer doença que tivermos.

Marjorie – Macedo... De onde conheço esse nome?

Mittchel – Conhece algum?

Marjorie – Estou tentando lembrar... Ei! A Mayla é Macedo. E ela me disse que é médica.

Mittchel – Aquela garota que saiu daqui a pouco?

Marjorie – É.

Mittchel – Somos cercados por essas coincidências inexplicáveis.

Eles riram e Marjorie terminou de ajudar Mittchel com o ferimento.

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Depois que Marjorie terminou com Mittchel, ele foi para casa e ela entrou na casa da banda. Sentou no sofá, fechou os olhos e bufou. Slash apareceu em sua frente.

Slash – Quer que eu te leve pra casa?

Marjorie assentiu.

Slash estendeu a mão e a puxou.

Quando passaram pela porta...

Marjorie – E a Maressa?

Slash – Eles já estão no quarto.

Eles riram e seguiram para o carro.

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Chegaram ao apartamento de Marjorie.

Marjorie trocou de roupa, colocou uma regata e um short curto, Slash observava.

Marjorie – Amor... Ops... Slash, se importa se não transarmos hoje?

Slash – Tudo bem.

Marjorie – Então deita aqui comigo.

Slash tirou sua camisa e se deitou junto com Marjorie. Deitaram de conchinha. Slash passou seu braço pela cintura dela e ela colocou seu braço sobre o dele.

Marjorie – Você não se importa mesmo?

Slash – Não...

Marjorie – Bem, namo... namo...

Slash – Rados.

Marjorie – Isso... Também dão apoio quando o outro precisa.

Slash riu.

Marjorie – Porque é tão difícil pra gente pronunciar essa palavra?

Slash – Eu realmente não sei...

Marjorie sorriu.

Marjorie – O que o Mittchel disse é verdade e eu sou igual a ele.

Slash – Então você tem veneno de cobra em seu sangue?

Marjorie – Tenho.

Slash – E qual é o problema nisso?

Marjorie – Posso machucar você.

Slash riu.

Slash – Pelo menos não vai me deixar preso em uma cama.

Marjorie riu e virou-se ficando de frente pra ele.

Marjorie – Não me tenta que eu faço isso de novo.

Slash – Se conseguir – malícia.

Slash a puxou para um beijo.

Slash – Boa noite.

Marjorie – Boa noite.

Ajeitaram-se e foram dormir.

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No dia seguinte...

Alguns ruídos batendo na parede ao lado da sua, fez com que Marjorie acordasse. Assim que ela mexeu seu braço, Slash acordou também.

Slash – Bom dia!

Marjorie – Shhhhh.

Slash – Que foi? – sussurra.

Marjorie – Escuta.

Os dois ficaram em silêncio e ouviram os ruídos.

Slash – Quer que eu vá lá ver?

Marjorie – Não, fica aqui. Eu vou.

Marjorie se levantou e foi andando pé ante pé até chegar na porta ao lado do seu quarto. Abriu devagar e...

Marjorie – Que bom, são só vocês dois – bufa.

Maressa – Marjorie!

Maressa estava em cima de Duff e pegou um lençol para se cobrir.

Marjorie – Fica tranquila, não tem nada aí que eu já não tenha visto.

Marjorie foi saindo e antes de fechar a porta...

Marjorie – Comprem outra cama, concertem essa ou vão para o sofá, se não fossem tão bruscos ela não estaria fazendo esse barulho e eu não teria acordado tão cedo.

Ela fechou a porta e saiu.

Duff – Ela não muda.

Maressa – Nem vai.

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Marjorie entrou em seu quarto novamente, deitou na cama ao lado de Slash e bufou.

Marjorie – É a Maressa e o Duff fazendo a cama ranger.

Slash – Dá um desconto, eles voltaram ontem.

Marjorie revirou os olhos.

Slash – Porque que a gente – vira-se – não aproveita – fica por cima – como eles também? – beija.

Marjorie – Boa pergunta!

Ela virou e ficou por cima dele retribuindo o beijo vorazmente. Quando cortou o beijo se assentou em cima dele. Quando olhou para o relógio viu que já eram 09:30h.

Marjorie – Caramba, eu to atrasada!

Slash – Como assim, atrasada pra quê?

Marjorie – Eu tenho que trabalhar!

Ela tentou levantar, mas Slash segurou a cintura dela pressionando-a para baixo.

Marjorie – Slash, eu tenho que ir.

Slash – Só mais alguns minutos...

Marjorie – Eu prometo que de noite a gente sai.

Slash – Vai ter que pensar em algo muito bom pra compensar.

Marjorie fechou os olhos por alguns segundos e abriu de novo.

Slash – Que foi?

Marjorie – Já pensei. Posso ir agora?

Slash a soltou e ela se levantou, foi correndo em direção ao banheiro.

Slash ficou a observando.

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Marjorie chegou correndo em Ofidi’s. Seu horário era 09:00h, chegou 10:00h. Quando entrou pôde notar seu pai ao que parecia, discutindo com Mittchel. Chegou mais perto.

- Mittchel, você não vai me contar o que houve com seu rosto?

- Porque você quer saber? Tem medo que alguma coisa tenha acontecido?

- Sou seu pai, tenho direito de saber.

- Até parece que eu tenho alguma doença em meu sangue.

Ele saiu andando.

- E você? Porque chegou atrasada?

- Perdi a hora.

- Então acho melhor se organizar melhor.

Ele deu de costas e saiu andando. Marjorie correu um pouco até alcançar Mittchel.

Marjorie – Oi Mittch.

Mittchel – Oi.

Marjorie – Se controla, o pai não pode saber que sabemos sobre o veneno.

Mittchel – Mas ele me deixou nervoso.

Marjorie – Eu sei, mas tenta não contar... Por enquanto. Já pensou se ele descobre sobre o Jack Daniel’s? É capaz de fazer vários protótipos de Marjorie e Mittchel para “AJUDAR NA MEDICINA”. Não é assim que ele diz?

Mittchel riu.

Mittchel – Só você pra me fazer rir.

Marjorie sorriu.

Mittchel – Mas e você, está bem? E a Maressa?

Marjorie – Eu estou bem. E a Maressa... Ótima – disse ironicamente.

Mittchel – Porque da ironia?

Marjorie – Esquece. E você, como está?

Mittchel – Eu estou bem.

Marjorie – E o que aconteceu com Melissa?

Mittchel – Não sei e nem me interessa muito. Só sei que ela foi lá em casa de manhã, pegou as coisas dela e se mandou.

Marjorie – Que bom.

Mittchel assentiu.

- Marjorie, Mittchel!

Mittchel – Merda, lá vem ele de novo.

Marjorie – E vem acompanhado... Ei, aquela não é a...

- Marjorie, Mittchel... Quero que vocês conheçam a nova residente médica daqui. O nome dela é Mayla, ela é da família dos Macedos, estão com a gente há um tempo.

Marjorie e Mittchel – Mayla?

Notas finais
E então? rsrs.
Sobre o hentai mais pesado, ele realmente vai acontecer.
Agradeço pela opinião de vocês!
E tenho um Spoiler... Vai ter hospital.
Em nenhuma das minhas fics consegui escapar de escrever sobre hospitais, é como que contradição pra pra mim...
Até amanhã!
Confissões ao pé do altar:
1 - Ouça "Yesterdays". No refrão, eu escuto "E este gay... Esganado por mim". Sim, isso é uma coisa assombrosa. Mas escuto. Coloquem no minuto 01:28 (Live Era) e aproveitem.
2 - Ouça Welcome to the Jungle. No minuto 01:35 (Live Era) ao invés de Feel My, eu escuto Vilma. Welcome to the Jungle Vilma. É sério isso .-.