The Poison
3 Love In Coma
Juliet desligou a Ferrari, batendo a porta no momento em que ela saiu do carro. Sua arma estava na mão, seus olhos completamente pegando fogo de raiva.
Thomas estava entre a vida e a morte. E embora Noelani estivesse correndo contra o próprio tempo para encontrar um antídoto para Thomas, ela queria sentir sua vingança ser realizada.
Olhando para o segurança do clube onde as principais gangues de Oahu se reuniam, ela bateu nele, não querendo conversa desnecessária sobre portar uma arma. Ela chutou a porta, fazendo a música parar subitamente e todos os homens olharem para ela.
— Vai começar o combate. – Ela apertou a mão envolta na arma em seu punho.
Thomas abraçou Nuzo, sentindo a falta desses momentos. Ele sabia que algo havia acontecido de pior e talvez ele nem pudesse desfazer, mas ele queria relembrar o tempo entre eles.
— Deus, eu senti sua falta, Nuzo. – Thomas o abraçou. – Você não faz a mínima noção de quanto.
— Na verdade, acho que sei. – Sebastian sorriu. – Apesar de que essa não era exatamente a forma que isso deveria ser feito.
— Eu estou morto? – Thomas quis saber antes de qualquer outra coisa.
— Ainda não, TM. – Nuzo o levou para um tronco naquele paraíso. – Você está entre a vida e a morte.
— E porque estou aqui e não lá? – Thomas olhou para o mar e podia muito bem as ondas formarem os rostos dos amigos. – Quero dizer, eu acho que não estou pronto para deixar aquele mundo.
— Ninguém pode te julgar, mas você tem coisas a resolver aqui antes. – Ele se levantou e estendeu a mão para ele. – Vamos, temos bastante coisa para fazer.
Gordon saiu do carro, correndo atrás de Juliet no bar dos mafiosos. Ele sempre soube que ela era apaixonada por Magnum, mas não queria que ela se machucasse. Ela era como sua irmã.
— Ei, moça, eu acho que está em um lugar errado aqui. – Um dos frequentadores disse para Juliet. – Mas podemos apreciar sua visita.
Ela deu um passo e bateu na cabeça do homem com a arma e o restante dos homens decidiram não mexer com ela novamente.
— Foda-se para isso. – Ela engatilhou a arma. – Estou aqui para fazer uma busca. Eu quero o cretino que envenenou meu.... Amigo.
Katsumoto correu para protegeu Juliet e mostrou sua credencial.
— Osi Shima. – Ele literalmente disse. – Queremos Osi Shima.
— Shima não frequenta esse bar desde que seu filho foi sequestrado. – O barman decidiu intervir. – Eles o acharam, mas o jovem está machucado demais para qualquer visita.
Juliet deu um passo mais perto da cortina e a puxou, fazendo um grande ruído e apontou a arma.
Shima olhou para Juliet com a cara de culpado, mas de surpresa ao mesmo tempo.
— Eu reconsideraria seu plano, Sr Shima. – Gordon segurou o homem e o algemou. – Seu filho, Koda.
— Ele está bem. – Shima olhou para Juliet. – Já o seu amigo, não.
Pegando o bandido, Juliet o jogou sobre o balcão, arrastando o homem pelo balcão, fazendo com que várias garrafas quebrassem.
Ela pulou sobre Shima, que estava chorando de medo. Colocando uma arma na cabeça dela, ela viu os olhos do homem.
— Não pense em momento nenhum que eu não apertaria esse gatilho. – Ela o jogou no chão. – O nome do seu envenenador agora.
— Tudo bem, apenas não me mate. – Osi olhou para Gordon que estava ao celular com a HPD. – Matthew Santos.
Gordon logo assumiu a custódia do homem enquanto Juliet se dirigia para fora. Alguns homens cercaram a britânica que apenas apertou a palma da mão e se preparou.
Rick olhou para o amigo ainda em estado crítico. Ele tocou o cabelo de Thomas no momento em que uma voz fina de garota foi ouvida.
— Oh, Thomas. – Pen deixou a bolsa sobre a cadeira do quarto e foi para perto do primo. – Rick, como ele está?
— Um pouco melhor. – Rick ofereceu seu lugar para que Pen pudesse sentar. – Noelani e TC estão atrás do antidoto. Veneno de mamona.
— Não acredito que Thomas acabou assim de novo. – Ela viu Luke entrar e a abraçar. – Meu tio veio para ajudar em qualquer coisa. Falei com Callen, se não se importa.
— Nesse momento, tudo é bem-vindo. – Rick falou, mas logo em seguida o monitor cardíaco de Thomas começou a ficar cada vez mais descontrolado.
Thomas olhou para longe e percebeu que Nuzo havia sumido. Ele viu uma senhora de cabelos loiros vindo em sua direção.
Mãe! – Ele correu e tropeçou na areia, mas logo a mulher o encontrou e o ajudou a se levantar. – Mamãe, é você mesma.
— Claro, querido. – Ela deu um beijo na testa dele. – Eu senti tanto sua falta.
— Não tanto quanto eu senti a sua, mamãe. – Thomas a abraçou chorando.
Enquanto isso, Gordon estava como carona na Ferrari de Juliet, apenas olhando a mulher dirigir por Oahu em busca da casa do Matthew Santos.
— Então, quer conversar sobre o que aconteceu no bar? – Gordie apenas perguntou. – Quero dizer, você literalmente jogou o homem no balcão do bar.
— Ele me subestimou. – Juliet foi direta. – E ele fez uma coisa muito ruim. Eu teria matado ele se você não me tirasse de lá.
— Você chutou aqueles caras na saída. – Gordon não a estava censurando. – E acertou uma garrafa na cabeça de um homem.
Juliet sorriu com aquela lembrança em particular.
Alguns minutos atrás...
Juliet olhou para o homem bloqueando sua saída pela frente e deu um sorriso de orgulho. Pegando a vassoura perto da porta, ela a bateu contra os tornozelos do homem e o fez cair, pegando a arma e dando um giro, chutando dois homens.
Gordie pegou uma cadeira e deu uma cadeira em um dos presentes que veio sobre ele.
No jukebox, Circus da Britney Spears dava a trilha perfeita para a briga. Pegando a garrafa sobre a mesa, Juliet bateu na cabeça de Shima, que havia se levantado.
O homem caiu desacordado e Juliet se sentiu perfeita enquanto a HPD observava os dois saindo e indo direto para o carro esportivo. Todos ali eram criminosos então não aconteceria nada aos dois pés de caratê.
— Precisamos de espaço. – A enfermeira disse e Rick puxou Penelope para longe de Thomas. – 5 Miligramas de atropina.
Luke segurou Penelope enquanto ela chorava com medo pelo primo. Rick olhou para a porta e viu Noelani e TC chegando. Eles não conseguiam se mexer vendo a corrida dos médicos em direção ao quarto de Thomas.
A porta foi fechada e todos apenas podiam ouvir o som dos bipes no quarto do homem.
Juliet parou na frente da casa de Matthew e ouviu o celular receber várias mensagens. Desbloqueando, ela deixou o aparelho cair e se sentou no chão. Segundos se passaram e a tristeza se transformou em raiva, com Juliet pegando a arma e literalmente chutando a porta do homem.
Matt até tentou fugir, mas ela o encurralou e logo o prendeu na parede, o braço na garganta dele, sem dó nenhuma.
Ele não sabia o que havia despertado em Juliet.
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