Notas iniciais
Essa é a minha primeira fic de Revenge peguem leve.

É feriado e a família Grayson não podia passar esse dia sem dar uma de suas grandes festas, mas a festa não seria na mansão. Conrad estava meio estressado por conta do trabalho, então decidiu uma alugar mansão na nova Zelândia, a família toda estava convocada para ir, mesmo não querendo Daniel teve que ir.

– Eu não quero ir – Daniel falava com Emily ao celular.

– Não faça birras Daniel, vá, ele é seu pai, e mesmo você não gostando, você faz parte dessa família.

– Você também vai não é ?

– Desculpe querido, mas acho que isso é um programa em família.

– Você é a minha namorada, faz parte da família agora.

– Mas eu e sua mãe... digamos que não temos uma certa amizade.

– Ah qual é Emmy... – Daniel resmunga.

– Olha tudo bem, eu vou.

– Isso ! – o rapaz comemorou – beleza, te vejo em casa... vá preparando as malas.

– Tchau beijo. É essa viagem vai ser um inferno.

Emily sabia que essa viagem iria lhe custar muito caro, só pelo fato dela ver a cara de sua rival já era uma tortura para ela, e Victória também não fazia questão de ter Emily a sua volta, principalmente dormindo sobre o mesmo teto. Minutos depois o celular de Emily vibra, é uma mensagem de Daniel.

“ Hey amor, mudanças de plano, eu e Charlotte vamos na frente com meu pai, parece que ele quer ir agora ele quer nos fazer uma surpresa ¬¬' você vai ir no jatinho particular com a minha mãe, por favor tente não mata — la ...brincadeira te amo, o seu voou sai as 17:00 boa sorte, tchau, te amo, beijo.”

– ótimo, agora é só eu e Victoria, espero não ter que me adiantar e ter que mata-la antes da hora – Ela joga o celular na cama e começa a arrumar as malas.

Enquanto isso na mansão Grayson...

– Mas Conrad... por que você não pode ir comigo ?

– Não insista Victória, preciso de um tempo para Daniel e Charlotte, preciso salva o resto que sobra desta família, já que isso você fez direito.

Conrad é bem ignorante com Victória, vive dizendo que tudo que dá de errado na família é culpa de sua esposa que não soube como encarrilhar a família.

– Custa me esperar ? – ela fala enquanto segura seu colar.

– Custa, e depois você vai com Emily, vai ter bastante tempo para conhecer a sua querida nora.

– Com ela ? Você sabe que essa menina não me desce...

– Não é para descer e nem para subir, você escolhe vem depois com ela ou prefere ficar sozinha em casa ?

– Victória respira fundo – tudo bem, eu vou com ela, até mais Conr... – ele desligou o celular.

Secando algumas lagrimas que insistiam em cair de seu rosto Victória começa a arrumar a mala, ela ama seu marido, Conrad sabe muito bem que ele a tem em suas mãos, e parece que quanto mais ele tem certeza disso, mais ele maltrata sua mulher. Depois de arrumar as mala, Victória se vê obrigada a ligar ama Emily, pois o piloto já estava a espera.

– Emily ?

– Quem gostaria ?

– É Victória, estou ligando para pedir que venha agora para minha casa pois o piloto do jatinho já está esperando.

– Já estou indo Victória, deixe eu só...

– Sem demoras Emily, não temos o dia todo – Victória desliga o celular.

– Vai ser uma longa viagem – Emily diz enquanto tranca a porta.

Depois de chegar na mansão o motorista as levou para o aeroporto onde o piloto esperava, o tempo estava meio fechado, mas o piloto garantiu que era seguro viajar, e assim fizeram, os três entraram no jatinho e sobrevoaram uma grande parte do caminho, tudo estava indo bem até que uma grande nuvem se formou no céu, a ventania fez com que o jatinho passasse por uma serie de turbulência.

– Senhoras passageiras peço que permaneçam sentada e coloquem os cintos, tudo está bem é só uma pequena serie de turbulência, já chegaremos em nosso destino, o meu nome é Tom e vocês viajam com segurança. – disse o piloto na intenção de acalmar os ânimos de Victória e Emily.

– Pequena serie de turbulências ? Onde ele está com a cabeça ? Este jatinho está balançando demais – Emily fala.

– Está com medo Emily ? – Victória pergunta.

– Nenhum pouco.

Segundos depois escuta-se um barulho e o piloto.

– Senhoras coloquem o paraquedas imediatamente, repito imediatamente.

– O que está acontecendo ? – Victória pergunta confusa – e por que o avião está balançando deste jeito.

– Anda Victória, não faça perguntas coloque o paraquedas – Emily pega o paraquedas e dá para a mulher.

As duas são jogadas de um lado para outro dentro do avião, o barulho é insuportável, as coisas caindo do bagageiro, uma taça acertou o rosto de Victória, Emily segura a agarra pela cintura e a leva para perto da porta de escape de emergência.

– Tom ? Tom ?! O que faremos ? – Emily grita. – a cara … ele desmaiou.

– E agora ? – Victória grita.

– Você vai ter que confiar em mim, nem que seja desta vez, tudo bem – Emily pergunta, Victória balança a cabeça positivamente. – certo, quanto eu abrir essa porta, eu e você vamos pular... juntas.

– Tudo bem.

– Deixe eu dar uma ultima checada no paraquedas – Emily checa as coisas por cima mesmo, ela tenta agarrar Tom os três Pulam do jatinho.

Eles caem em uma ilha, e o pior, Tom o piloto acaba escorregando das mãos de Emily, ele cai entre algumas arvores, Victória e Emily caem em um lugar um pouco mais distante, o estado da morena é um pouco grave, ela tem um galho de arvore atravessado na perna, a loira tem alguns ferimentos no rosto e no abdômen, durante alguns segundos Emily ficou acordada, mas depois sua visão começou a ficar borrada e tudo em sua volta escureceu.