The Past

5 Não o que sinto, é tudo muito confuso.


Notas iniciais
Hello babys ! Belezinha com vocês? Ai está outro capitulo :)

Eu não sabia por um exato o que dizer para aquele garoto, que um dia eu tanto amei e que não sei se ainda amo, ele me abandonou e eu segui em frente. Agora ele volta e faz com que milhares de emoções passem pela minha mente.

- Não, eu não gosto. Você é apenas... — tentei responder, porém não consegui as palavras não saiam.

- Eu sou apenas? — ele perguntou esperando a resposta que eu mesma queria saber.

- Viu o que você faz Christofer? Que saco, você me irrita. -falei lendo a ficha dele, quem sabe assim eu párava de olhar para seus olhos que me secavam.

- Eu não fiz nada, você que fica nervosa de uma hora pra outra. — ele disse mostrando a língua pra mim, que retruquei. -O outro médico falou que eu vou receber alta e o meu caso não foi tão grave, que nem outra doutora metida a besta falou.

- Essa pessoa a quem você se refere sou eu? — perguntei e ele balançou a cabeça com um sinal de sim. — Primeiro eu não falei sobre seu caso apenas pedi pra você tomar cuidado, segundo eu não sou metida besta...

- É sim e sempre foi! — ele me atrapalhou rindo.

- Eu estou falando, posso continuar? — ele fez sinal de sim com a cabeça. — Terceiro eu sou uma profissional e me importo com a saúde e bem estar dos meus pacientes, antes que você comece a falar besteira.

- Eu não disse nada. — ele falou com aquela cara de santo.

- Mas pensou, tenho certeza. — disse sentando na ponta da cama.

- Você anda lendo pensamentos pra saber? Acho que não então fica quieta.

- Você esta mandando eu cala a boca? — perguntei indignada e de boca aberta.

- Não exatamente, mas mudando de assunto você quer sair pra tomar um sorvete comigo quando eu receber alta? — ele disse todo cheio das esperanças.

- Sorvete? Err... não sei se é uma boa idéia. -falei lavantando da cama.

- Aos velhos tempos . — Chris disse me segurando pelo braço.

- O passado pode não ser tão bom, de um certo ponto de vista. — respondi soltando meu braço. -Ele pode deixar marcas que não se apagam e fazem você sofrer.

- A Santo Deus, Chris meu filho! — Nancy, mãe de Chris, apareceu do nada pela porta, atrapalhando nossa conversa.

- Mãe? O quê a senhora esta fazendo aqui? — Christofer perguntou meio assustado, vendo sua mãe um tanto quanto preucupada.

- Seu inreponsável, nem pra avisar sua mãe.- ela disse dando um tapa no braço dele, mas logo acariciou seu rosto. — Você esta bem? Como isso aconteceu?

- Calma mãe, depois eu conto tudo certinho. — ele falou segurando a mão de sua mãe, eu tó me sentindo um peixe fora da água aqui. — Você veio sozinha?

- Seu irmão e sua irmã estão lá fora. — ela respondeu e logo virou seu rosto para mim, no mesmo estante um enfermeiro apareceu no quarto.

- A senhora pode se retirar? Isso é invasão, o horário de visita acabou senhora. — o enfermeiro puxava Nancy para fora.

- Não, Tom pode deixar. — falei tentando abafar risada, por conta da situação em que os dois se encontravam tentando um matar o outro. — Ela é a mãe, do pasciênte.

- Mas doutora Beker...

- Sem mas, eu autorizo. — disse abrindo a porta e dando caminho para que ele saisse e assim ele fez.

- Eu conheço você de algum lugar, só não me lembro de onde. — ela falou com a mão no queixo e pensativa. — Esse sobrenome me lembra alguém...você é a Jolie? — ela perguntou surpresa.

- Bom eu não mudei tanto assim, mudei? — perguntei rindo, dela que estava mexendo em mim.

- Olha só aquela menina pequeninha que brincava com o Chris e subia nas árvores... — ela dizia rindo, fazendo eu lembrar de cada coisa. — Eu lembro que você é o Chris pareciam dois macacos pulando no sofá e agora aqui esta aquela menina.

- Vou deixar vocês convesarem, tenho que trabalhar se meu chefe me pega aqui tó frita. — falei me despidindo. — Foi bom te ver Nancy.

- Jolie e então você aceita? — Chris perguntou quando eu abria a porta, sua mãe ficou um tanto confusa sem entender mas não interrompeu.

- Com uma condição, prometa se comportar e eu penso no seu caso.

- Sendo assim tudo bem, eu prometo. — ele disse sorrindo, eu acenei e fechei a porta do quarto 202.

Por que tudo aquilo comigo? Por que ele voltou e me faz sentir assim? Por que tantas perguntas sem respostas? Eu só queria poder encontrar uma razão, um real motivo para tudo isso, tudo o que sinto não pode ser normal.

Aquela foi apenas mais uma noite fria em que eu passei sentada em minha sala pensando e tomando meu café e vendo pessoas chegarem e partirem, mas no andar de cima estava aquele cara que me fazia sentir coisas que nunca senti com mais ninguém, será que ainda o amo?

Notas finais
Reviews? please !
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.