The Partner
18 Às vezes cometemos erros
Notas iniciais
Quero agradecer por todos os review e estou muito contente com o rumo que a fic tem andado.
E gostaria de pedir as leitoras fantasmas que apareçam, pois pelo que consta aqui, são quase 70 leitores fantasmas... Gente isso é muito, pois temos bastante leitores e 70 deles são fantasmas, mais dos que mandam reviews... Só um recadinho para os fantasmas: Eu não mordo (só se quiserem :9).
Bom, é isso. E ah... Recomendações são bem vindas ahahaha
Espero que gostem do capítulo, mesmo eu achando que ele deveria ter ficado melhor.
Madeline’s POV
O que eu posso dizer sobre a situação em que me encontrava?
Bem, não era nada legal encarar um homem alto, ainda mais quando você está agachada. Antes que eu ou o Jason pudesse fazer alguma coisa, quatro seguranças vieram em nossa direção e segurou nossos braços. Poderíamos até lutar com aqueles caras, se não tivesse mais de trezentas pessoas a nossa volta prontas para nos atacar a qualquer movimento brusco nosso.
O homem de terno passou na frente e os seguranças que nos seguravam o seguiram, até sermos levados a uma sala, ou melhor, escritório e então nos colocaram em uma cadeira cada, mas ao invés de nos amarrarem, nos prenderam com algemas. Uma coisa quase que impossível de se soltar.
— Vou fazer perguntas e espero respostas. — O homem de terno deu a volta pela sala e parou de frente para as cadeiras onde eu e o Jason estávamos presos.
Até nossos pés foram algemados na cadeira.
Os seguranças ficaram na porta e então o homem de terno chamou um deles e o posicionou ao lado do Jason dando-lhe um soco na cara. Surpreso pelo ataque do segurança, Jason piscou os olhos várias vezes até conseguir voltar a consciência.
— Olha só — O homem de terno deu a volta pela minha cadeira e então se abaixou a minha frente com as mãos imundas nas minhas pernas. —, se você não cooperar, seu amigo irá sofrer as consequências. — Ele fez um sinal com a mão e novamente o segurança deu outro soco no rosto do Jason.
— Para! — Disse agoniada ao vê-lo cuspir sangue.
— Então vamos as perguntas. — Disse o homem de terno sorrindo com escárnio. — Quais são os seus nomes?
— Isabel e Michael Johnson. — Assim que disse isso, Jason recebeu outro soco. Olhei para o seu rosto e nos seus olhos eu vi que ele aguentaria, que eu não precisava dizer a verdade se dependesse dele. Só que vê seu olho roxo e seus lábios cheios de sangue, me fez entrar em desespero e me perguntei se minha mãe já passou por essa situação. Nem ao menos conseguimos entrar em contato com alguém do FBI, então não sei quanto tempo vamos ficar aqui e também não sei do que esse homem é capaz. Ele pode até matar o Jason.
— Vou repetir minha pergunta e eu quero a verdade. — Ele apertou minha coxa e perguntou novamente. — Quais são os seus nomes?
— MadelineMcPherson e Jason McCann. — Respondi rapidamente.
— Certo — Ele tirou suas mãos da minha perna e colocou uma delas no meu rosto. O virei imediatamente tentando evitar sua mão, mas ele segurou meu queixo com força e então colocou uma mexa do meu cabelo atrás da orelha. — Por que atacaram dois dos meus seguranças para entrar aqui?
— Não é meio óbvio? — Disse irônica.
Ele mais uma vez fez o sinal com as mãos e dessa vez, Jason recebeu um soco no estomago. Ouvi seu gemido de dor e quando a respiração dele estava descompassada. As vezes ele piscava os olhos como se tivesse acabado de acordar, e eu sabia que faltava pouco para ele ficar inconsciente.
— Sem ironias, minha linda. Ou seu namorado vai sofrer.
Até pensei em protestar sobre o Jason não ser o meu namorado. Só que fiquei calada.
— Próxima pergunta: Como descobriram esse lugar?
— Pelo Google. É fácil. — Disse então rapidamente acrescentei. — Não é mentira e nem ironia.
— E como descobriu nosso negócio?
— O trafico? Bom, só de olhar para cá já dá pra perceber que tem algo de errado aqui.
Ele se levantou e então olhou para o Jason. Pensei que ele mesmo fosse bater no Jason, mas aconteceu o contrário. Na verdade ele se virou rapidamente e me deu um tapa no rosto. Com o impacto, meu rosto subitamente foi para o lado. Minha bochecha começou a formigar e então começou a arder.
— Somos agentes do FBI. — Disse Jason com dificuldade.
Olhei para ele incrédula. Mesmo estando a ponto de desmaiar com a boca cheia de sangue ele não queria que o mesmo acontecesse comigo.
— Vocês? Tão novos? Nossa, realmente eles estão decaindo nas escolhas. — Ironizou o homem de terno.
–
N 3ª Pessoa
— O QUÊ? — Pattie gritou no telefone ao ouvir o que Nicholas disse.
— Liguei para o Jason e ele não retornou a ligação. — Repetiu.
— Tá, isso eu entendi. Mas você tem certeza de que ele está correndo perigo?
— Bom, se juntar todas as peças, sim. Pois Madeline ligou pedindo para desligar os localizadores dos apetrechos. Ela não disse muita coisa, mas pelo que parece eles foram descobertos e então tentei ligar para os dois novamente para perguntar com quais apetrechos eles estavam, assim esses seriam exceção, mas não consegui falar com nenhum dos dois. O que resulta em...
— Perigo. — Completou Pattie sentando-se no sofá com a mão no rosto.
— Bom, a sorte é que eu consegui localizar o celular deles.
— E o que você está esperando? Manda os agentes da California para ajudá-los. — Pattie disse desesperada.
— Não posso mandá-los sem uma confirmação. Irei falar com o que estiver mais próximo do local e então quando receber uma confirmação, os outros irão. Por enquanto temos que esperar.
— Já ligou para os pais da Madeline?
— Bom, disseram que eles estão em uma missão importante e eu decidi não atrapalhá-los. Antes do dia clarear, nos vamos resolver isso. Só liguei avisando, caso a senhora soubesse de outra coisa a respeito dos dois.
— Não, eu não sei nada... E Nicholas.
— Sim?
— Se isso não se resolver até as cinco da manhã, me liga. Vou direto para a Califórnia.
— Mas Pattie...
— Me liga. — Disse e então desligou.
—•—
Daniel estava analisando todas as informações que imprimiu do computador de seu pai enquanto Christina dirigia o carro naquela estrada confusa e quase impossível de se ver por causa do nevoeiro.
— Eles trabalham para a policia. — Disse Christina. — Tenho certeza. Por que mais mentiriam sobre seus nomes?
— Ainda não consigo acreditar nisso.
Mas ele já tinha ligado os fatos. Desde que viu Madeline, soube que ela não era uma garota que trabalha no Starbucks, que ela não ia ficar apenas nos cursos. Já o Jason, bom, ele nunca deu indícios de ser diferente do que aparentava, todo confiante de si e ao mesmo tempo com aquela cara de que prefere ser sustentado pelos outros.
E o que nunca esperou saber é que sua melhor amiga é uma traficante. Não havia muito tempo que Christina tinha explicado tudo sobre seu envolvimento no tráfico. Nunca gostou do pai dela, mas jamais lhe veio a cabeça que ele pudesse ser um homem tão sujo a ponto de forçar a filha entrar nesse negócio.
— O que a gente faz quando chegar lá? — Perguntou Daniel.
— Vou tentar dar um jeito de comprovar minhas suspeitas. Você ficará no carro.
— Mas...
— Você ficará no carro para, caso, eles estejam lá, você esteja os esperando aqui no carro para cantar pneu por esta estrada.
— E você?
— Vou ficar bem. Sem mim o tráfico não vai pra frente. — Christina disse dando um sorriso de lado.
— Eles podem te machucar.
— Não vão me machucar. Temos um trato. E se tudo der certo, eles nem vão saber que eu estou envolvida na fuga dos dois.
— E se eles não estiverem lá?
— Finjo que fui até lá para saber da produção. Posso arranjar outra desculpa quanto ao horário.
—•—
Ben estava em um canto do bar, pronto para dar o bote. Era isso, só seduzir a garota e então quando conseguisse fazê-la beber até não aguentar mais a faria falar coisas que jamais pensaria em revelar a um espião do FBI.
Lucas estava contornando a borda do seu copo com o dedo, não virou nem uma só vez o pouco de tequila que tinha.
Ben sorriu para a garota morena a sua frente e ela retribui. Então pegou seu copo e o virou mordendo o lábio inferior sem tirar os olhos da garota.
Até que um barulho o faz desviar o olhar. Sua calça começou a tremer. Então ele tateou a mão no bolso até achar o celular.
— Nicholas, aconteceu alguma coisa? — Perguntou frustrado por ele ter atrapalhado sua chance de começar uma ótima missão no nível intermediário.
— MadelineMcPherson e Jason McCann necessitam de ajuda.
— Fala a localização. — Ben disse tenso enquanto tirava um papel amassado no bolso e uma caneta com a tinta um pouco fraca, mas enquanto escrevia com força sobre o papel, ficava a marca de suas letras, mesmo que a tinta não pegasse em algumas palavras, tudo estava legível. — Isso é tudo? — Perguntou depois de anotar o endereço.
— Bom, só quero que você confirme se os dois estão mesmo em perigo. E se estiverem, manda um sinal imediatamente para que outros agentes vão ajudá-los.
— Ok.
Ben guardou seu celular no bolso e então se virou para Lucas que parecia entediado.
— Cara, tua mina está em perigo.
Lucas soube imediatamente de quem seu parceiro se referia, e não esperou mais nenhum segundo para sair daquela espelunca, desistindo de uma missão que poderia ser a melhor daquele mês para eles.
–
Jason’s POV
Estou a ponto de desmaiar.
Mas eu estou lutando contra a inconsciência. Não vou ser derrotado tão fácil. E o pior de tudo, não vou ficar inconsciente a ponto de não saber o que eles podem fazer com a Madeline.
Ela está ao meu lado, um pouco longe, mas mesmo assim eu consigo ver seu rosto. Ela estava lutando para não falar a verdade e eu queria que ela não dissesse absolutamente nada, nem que eu morra espancado, mas ela não deveria ter dito tudo que confessou. Só que eu acabei sendo mais fraco que ela, acabei contando a parte principal só por ver aquele desgraçado acertar o rosto dela. Foi pior do que todos os socos que recebi.
O homem de terno estava conversando com um dos seguranças na porta da sala. Eles cochichavam e como não estava tão lúcido, não fiz esforços para tentar escutar. Até que o homem volta com um sorrisinho e diz:
— Amarrem um pano na boca deles, vou resolver um negócio e já volto. — Falou saindo da sala.
Os seguranças amarram um pano em nossas bocas, a ponto de fazer meus ferimentos doer ainda mais. Fiz muito esforço para não demonstrar fraqueza e por isso aguentei a dor calado, sem nenhum gemido, sem nenhuma reclamação.
Eu e Madeline ficamos sozinhos na sala assim que nossos panos foram verificados estarem bem amarrados. Olhei para ela e ela tentava se soltar das algemas, seus pulsos já estavam quase sangrando e eu queria dizer para ela parar de fazer aquilo, mas a bosta daquele pano não deixava. Sabia o quanto aquele esforço dela seria em vão, talvez até ela saiba disso,mas não quer pensar que não tentou.
Fiquei me perguntando até que horas ficaríamos ali. Até quando o socorro viria, até porque eu não mandei o sinal para o Nicholas. Só espero que eles percebam que estamos em perigo antes que nos matem. O que eu não duvido, já que o homem teve coragem de bater na Madeline.
Madeline parou de se mexer na cadeira derrotada e quando olhei para os seus pulsos, vi sangue escorrer por suas mãos até o tapete da sala. Ela devia ter parado assim que sentiu seu sangue deslizar pela pele. Só que ela não conseguia ver o quanto a situação estava precária. Assim como eu não conseguia ver o meu rosto, mas sabia que estava horrível e cheio de sangue. Estava sendo obrigado a quase engolir o sangue da minha boca por causa daquele pano, que com certeza já não estava mais branco e sim vermelho.
Fiquei pensando em alguma coisa. Algo para nos tirar daqui. Só que tudo que eu pensava havia uma falha. E pra piorar tudo, o plano sempre começa pelas as algemas o que complica muito por ser quase impossível de nos soltar delas sem cortar nossas mãos.
Fui tirado dos meus devaneios quando ouvi a porta sendo aberta. Duas pessoas entraram pelo que vi nas sombras que se projetavam no chão. Respirei fundo me preparando para mais alguns minutos de perguntas e tortura, quando ouvi uma voz familiar.
— Não faz barulho. — Sussurrou.
Claro que se eu não estivesse com o pano na boca ia gritar que nem louco. Só que tudo que fiz foi esperar eles se aproximarem para ter uma confirmação das minhas suspeitas.
E sim, era o Lucas e o Ben.
Lucas estava procurando as chaves das algemas nas gavetas da mesa e de uma estante ao lado. Ben foi mais prático e tirou os panos de nossas bocas.
— Está em baixo do tapete. — Disse Madeline.
Não me pergunte como ela sabe, só sei que o Lucas achou as chaves e rapidamente nos soltou.
Ben me ajudou, colocando meu braço sobre seus ombros e fazendo-me apoiar nele. Minhas pernas não estavam ruim, mas estava a ponto de desmaiar.
Assim que Madeline se soltou da cadeira, ela veio em minha direção com o pano que estava amarrado na minha boca e começou a limpar meu rosto.
— Você está horrível. — Disse enquanto limpava com cuidado para não me machucar mais.
— Temos que ir agora, Christina não vai segurá-lo por muito tempo. — Lucas disse olhando entre a fresta da porta.
— Christina? — Madeline perguntou confusa.
— Parece que ela já descobriu tudo. Na verdade, o seu falso namorado Madeline.
É claro. Sabíamos que os dois já sabia. Só não esperávamos que Christina ia nos ajudar, já que ela está envolvida nisso e minhas suspeitas era de que ela mandou irem atrás da gente no restaurante.
— Vamos logo. — Ben disse me puxando em direção a porta.
Não tinha nenhum funcionário por perto, o que eu deduzir ser algum feito da Christina junto do Lucas e o Ben. Rapidamente subimos as escadas e então fui puxado para a saída.
Assim que estávamos do lado de fora, senti um vento gelado vir em meu rosto e isso só piorou meus machucados.
— Jason — Madeline disse vindo até mim e passou meu outro braço sobre seu ombro assim que ouviu meu gemido de dor. —, vai ficar tudo bem.
Lucas passou na frente e depois de algum tempo paramos em frente a um carro. O carro do pai do Daniel, me lembro de tê-lo visto na garagem. E ele estava no volante.
Madeline e Ben ficaram um de cada lado no banco traseiro, e eu no meio. Lucas entrou no carro também e Daniel deu partida no carro em alta velocidade.
— E a Christina, ela não ajudou vocês? — Madeline perguntou.
— Ela disse que vai ficar bem. — Lucas disse enquanto limpava o vidro do carro que já estava começando a embaçar por causa da névoa.
Tudo que eu conseguia fazer era observá-los conversar. Mexer minha boca causaria muita dor.
— Ligamos para os policiais. Em pouco tempo eles estarão ai. Christina vai escapar com o Corsa de vocês. — Ben explicou.
— Como...? — Madeline começou a perguntar mas foi interrompida pelo Ben.
— Ligação. A garota é boa nisso.
Assim como eu fui quando segui ela e o homem de terno.
–
Madeline’s POV
Lucas não parava de encarar meus pulsos. É claro que ele não estava gostando do sangue em minhas mãos. Desde que ele abriu as algemas, percebi o quanto ficou irado ao ver o quanto eu e o Jason estavamos machucados. Mas não podíamos fazer nada, fugir era melhor por enquanto. Até porque os policiais cuidariam deles.
— Jason precisa ir para o hospital. — Disse Daniel. — Vou dirigir até lá.
Percebi pelo tom de voz, que Daniel não estava a vontade falando o nome do Jason. Então comecei com o meu interrogatório.
— Como descobriu? — Perguntei.
— Recebi uma carta anônima com as informações de vocês e da Christina. Vocês sabiam que ela estava envolvida no tráfico.
Não foi uma pergunta. Disso eu tenho certeza.
Lucas e Ben olharam apreensivos para mim. É claro que quando alguém desconhecido sabe sobre você, significa um grande risco.
— Tem certeza que não tinha um remetente? — Insisti.
— Não minto como vocês.
Certo, essa doeu.
Fiquei calada, minhas perguntas se foram junto com a gentileza do Daniel. Claro que eu nunca pensei que ele fosse me tratar assim, bom, talvez eu fizesse a mesma coisa se descobrisse que todos havia mentindo para mim. Desconfiava que Christina mentia para o Daniel, só que quando o Jason disse sobre o que descobriu no computador do escritório da casa dele, fiquei em dúvida. Só que agora eu tinha certeza.
Tentei me concentrar no remetente misterioso. Quem quer que seja, não deve ser uma pessoa que quer nos ajudar. Com certeza tem algum espião dentro do FBI. Só que quem? Quem teria coragem suficiente para trair o FBI?
— Jason está começando a ficar inconsciente. — Alertou Ben.
Olhei rapidamente para o Jason e vi que ele estava prestes a fechar os olhos. Ele não podia dormir, não podia.
— Jason, fique acordado até chegarmos ao hospital. Não está muito longe. — Disse já vendo alguns outdoors da cidade.
— Vamos cara, fique lúcido. — Ben disse dando apertos leves em seu braço.
Jason mexeu os lábios com dificuldade e abriu os olhos um pouco mais. Era horrível vê-lo naquele estado e só poder dizer para ele não dormir.
Em poucos minutos, Daniel estacionou o carro e Ben saiu apressadamente com o Jason nos ombros. Entramos no hospital e na sala de espera muitos olharam para nós chocados. Até porque eu deveria estar um horror, meu vestido amassado, meu cabelo desgrenhado e meus pulsos sangrando.
Daniel fez questão de passar o nome do Jason na frente de algumas pessoas, já que ele estava a ponto de desmaiar e isso poderia ser fatal no caso que ele se encontra. Fui recomendada ao um médico também, mas diferente do Jason que já foi atendido e levado para a sala, tive que ficar na sala de espera com Daniel me encarando com uma cara nada bonita, Lucas tentando me encorajar com sorrisos forçados e Ben segurando minhas mãos sem ter nojo do sangue enquanto murmurava palavras incentivadoras que as vezes entravam por um ouvido e saía pelo outro, já que tudo que eu conseguia pensar nesse momento é no Jason.
Sinto repulsa só de pensar no que eu poderia ter feito e não fiz.
Olha só que bela agente eu me tornei. Sou uma vergonha para os McPherson.
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