The Partner

15 O medo foi superado


Notas iniciais
Amores, acho que vocês já devem estar casadas de lerem as notas iniciais que estão ficando cada vez maiores ahahaha. Vou tentar resumir bastante para não deixar vocês cansadas...
Bom, consegui terminar um capítulo hoje e ai está, amanhã posto outro. Não sei se vou continuar postando todos os dias agora, pois já estou com dois trabalhos para fazer. Então se eu ficar sem postar um dia, não fiquem tristes vou estar fazendo o possível para postar outro rapidamente. Please, não me pressionem, pois vou me sentir muito culpada por deixar vocês esperando e eu preciso mesmo fazer esses trabalhos, já que são das matérias que eu estou tendo dificuldade e esses trabalhos vão aumentar a minha nota *---*
Bom, adorei todos os reviews. Sério, estou impressionada com a quantidade que ando recebendo por capítulos. OBRIGADA SUAS LINDAS.
Espero que gostem desse capítulo. Não deu para deixá-lo maior, por ter chegado tarde hoje em casa. Então foi o máximo que eu consegui.
Boa leitura :)

Madeline’s POV

Por baixo da toca, pude ver seu sorrisinho. Ele veio em minha direção e não fiz nada para impedi-lo.

— Veja só, parece que o seu namoradinho não está aqui para defendê-la.

— Ele é meu irmão. — Disse de acordo com a nossa Lenda e soando bem mais firme do que parecia estar.

— Bom, fala para o seu irmão que eu não me esqueci do que ele fez com os meus amigos — Ele se aproximou de mim e disse bem baixo no meu ouvido. — E não me esqueci do que você fez.

Fiz menção de me afastar, mas ele segurou meu braço e colocou sua arma no meu pescoço. Todos nos encaravam. Os clientes horrorizados, Armando e Samantha estavam aos prantos e eu não sabia qual era a expressão de seus companheiros com toucas pretas, mas eles nos fitavam com todos os pertences em mãos.

— Vamos, cara. Já pegamos tudo. — Disse um deles.

— Mudança de planos. Vamos levar um brinquedinho. — Ele apertou sua mão com mais força no meu braço.

Bom, eu já tinha um plano em mente. Não disse nada enquanto ele me puxava até a saída.

— Por favor — Ouvi a voz do Armando. — Pegue o que mais quiser, mas não a leve. — Ele olhou para mim e murmurou em silêncio “Mi corazón, ficará tudo bem”.

— Não vai dar. — Ele afundou a arma com mais força no meu pescoço. — Ela tem contas para acertar comigo.

— Armando, vai ficar tudo bem. — Disse.

Então de fundo ouvimos o barulho de sirenes. Os garotos ficaram tensos e correram para fora indo em direção à uma mini van. Mas o que apontava a arma para mim, fez um caminho diferente. Abriu a porta de um Logan prata e me jogou dentro entrando logo em seguida.

— Somos namorados, caso alguém pergunte. — Disse tirando a touca, sem deixar de apontar a arma para minha cintura.

De noite, não consegui ver seu rosto direito, mas agora eu pude notar o quanto ele era diferente do que eu sempre imaginei em minha mente. Ele não tem aquela cara de quem realmente assalta Starbucks, e nem de quem encurrala garotas indefesas em becos escuros para abusá-las.

— Que foi? Por que está encarando? — Perguntou nervoso.

Não respondi.

— Se você fugir eu atiro, e dessa vez não vou deixar que fuja, e nem que se aproveite de algum erro meu. Porque eu não vou errar — Ele ligou o carro e vi duas viaturas da polícia passar, eu não podia gritar, e mesmo assim isso não faz parte do meu plano. — Fiquei horas passando aquela cena, ninguém nunca conseguiu escapar da minha arma. Você foi esperta e me pergunto como conseguiu me machucar daquela forma. Não acreditei em nada no que você disse. É filha de um policial? — Fiquei em silêncio. — Responda! — Ele apertou a arma contra o meu corpo enquanto tentava prestar atenção nas ruas ao dirigir.

— Não.

Ele sorriu e então olhou para as ruas.

— Onde está o seu irmão agora?

Bom, não precisei responder essa pergunta. A uma distancia de quatro carros, pelo espelho retrovisor vi o Corsa.

É claro que ele não percebeu. Estava concentrado em apontar a arma para mim e dirigir ao mesmo tempo. E mesmo assim não ia conseguir perceber que estava sendo perseguido, Jason sabia como despistar caso ele desconfie.

— Só espero que aqueles idiotas não sejam pegos. — Comentou se referindo aos seus companheiros.

Então, quando nos afastamos das ruas movimentadas, ele parou em frente a um prédio melhor do que onde estou morando. Ele saiu do carro e abriu a porta para mim. Sua arma estava no bolso da sua blusa, ele me abraçou pela cintura e a apertou novamente contra o meu corpo.

— Já sabe o que dizer, né? — Assenti.

Entramos no prédio e ele seguiu por um corredor vazio. No fundo do corredor, abriu uma porta e então vi uma escada. Ele me empurrou na frente para descer, aos poucos fui vendo um armazém abandonado, com a iluminação fraca. Tinha pilhas de caixas de papelão velhas, parecia que se eu batesse minha mão em uma, sairia pó até umas horas.

— Vamos nos divertir muito. — Disse com um sorrisinho malicioso. — Sabe que eu também fiquei pensando em como seria seu corpo nu? Quando toquei em seus seios, senti uma necessidade de tocar todo o resto. Você é...

— Cala a boca. — Falei com nojo de suas palavras.

Se não fosse um psicopata, eu até poderia admitir que ele tinha um grande potencial para me atrair. Não era feio. Mas eu sentia nojo de tudo nele, desde o beco.

— Olha só, decidiu reagir agora? — Ele levantou sua arma. — Saiba que eu posso te controlar.

— Olha só — Disse debochada. — Você só consegue vantagem por ter uma arma em mãos. Nem consegue ganhar numa luta com uma garota. Sério, você é uma vergonha para o sexo masculino.

Percebi que toquei em um ponto fraco quando percebi que sua postura ficou rígida.

— Por que não tenta me controlar sem essa sua arma? Ou tem medo de enfrentar uma garota com metade dos seus músculos.

— Não provoque.

— Vamos! Vem, tenta me bater, tenta me prender com a força dos seus braços. Se consegui, posso até ser legal com você, deixo fazer o que quiser comigo e não vou resistir.

Ele olhou para mim. Estava pensando. Relutante, foi dando passos para trás e colocou sua arma em cima de uma das pilhas de caixa, auto o suficiente só para ele alcançar.

— Se eu ganhar, vai mesmo cumprir o que disse? Não vai resistir? — Perguntou ainda em duvida.

— Eu prometo. — Falei confiante.

Rapidamente, o vi vir em minha direção, ele correu para me prender na parede, mas eu me desviei quase o fazendo bater a cabeça na parede. Ele não desistiu, veio em minha direção e quando estava bem próximo ergui meu punho e nem precisei me movimentar, ele não conseguiu parar e bateu com a cabeça com tudo em minhas mãos fechadas. Acertei sua testa e ele quase caiu, mas se recuperou rapidamente.

— O que é você?

— Uma garota. — Respondi como se fosse óbvio e ri.

Ele se aproximou mais uma vez e eu agarrei em seu cabelo e o puxei em direção ao chão o fazer bater a cabeça com tudo. Isso ainda não foi o suficiente para fazê-lo desmaiar. Ele se levantou e piscou os olhos várias vezes até ter uma visão melhor. Não sai do lugar, só esperei ele avançar. E foi o que fez. Veio em minha direção novamente pronto para acertar o meu rosto, mas eu me abaixei e lhe dei uma rasteira. Ele não esperava por isso e acabou caindo novamente e antes que pudesse se levantar, agarrei seu cabelo novamente e bati sua cabeça no chão até perceber que estava inconsciente.

Claro, eu deveria tê-lo enfrentado quando ele apontava uma arma para mim, era pra isso que o Jason estava me ajudando. Mas eu percebi que ficaríamos a sós, ele ia querer uma doce vingança, e a ideia maluca de contrariar uma mente machista me veio a cabeça.

— Madeline! — Ouvi a voz do Jason.

Ele desceu as escadas correndo e estava com a arma apontada para todos os cantos do local.

— Não tem mais ninguém aqui. — Assegurei.

Ben e Lucas vieram logo atrás também segurando revólveres.

— Você fez isso com o cara? — Perguntou Ben se aproximando. — Nossa, agora estou com medo de você.

Ri para ele e então fiquei na ponta dos pés para alcançar a arma em cima da pilha. Pude sentir o cheiro de pó e quando passei minha mão por cima da caixa, senti a poeira acumulada ali, mas consegui pegar a arma.

— Apague a memória dele. Espero que não se lembre mais de mim. — Disse para o Jason.

(...)

Ben e Lucas voltaram para Georgia. Os dois ficaram mais um dia depois do assalto no Starbucks. Os comparsas do garoto do beco foram presos e toda as coisas de valores que pegaram foram devolvidas. Armando disse ter rezado umas cem vezes para eu ficar bem. Ficou horas e horas me perguntando como eu estava e me deu folga quando fui trabalhar no dia seguinte.

— Acho que agora podemos partir para armas de verdade. — Jason disse enquanto dirigia o carro.

Nossos treinos foram adiados por alguns acontecimentos. Como a visita do meu pai (o que na verdade era para ser a noite em que eu e o Jason iríamos ficar sozinhos fazendo tudo o que não presta) e a chegada do Ben e do Lucas.

Agora, estávamos só nós dois novamente. Os treinos voltaram, principalmente agora que revelei ao Jason ter feito o garoto colocar a arma de lado para lutar comigo.

— Estou com dois coletes. — Disse.

— Onde esteve hoje de tarde? — Perguntei refletindo.

Já faz uma semana que voltei ao trabalho, e quando cheguei no apartamento hoje, Jason chegou minutos depois.

— Estava na casa da Christina.

— Procurando alguma prova?

— Não. Ela me convidou.

Certo, ele não disse mais nada, o que confirma a minha teoria do que eles realmente estavam fazendo lá. É meio que óbvio, pois quando uma garota convida um “quase namorado” para sua casa quando está sozinha, é sinal de que quer algo a mais do que só beijá-lo.

Jason pigarreou já sabendo a qual conclusão eu cheguei.

— Pegaram o Wilson Davenue. — Disse. — Ele disse informações valiosas.

— Sério? — Perguntei surpresa. — Por que não me disse antes?

— Você está tão cansada ultimamente, que eu não queria interromper o seu descanso ao chegar do trabalho.

— Acho que obrigada. — Falei indecisa.

— Amanhã, vamos sair.

— Vamos sair? — Perguntei sorrindo. — Como um encontro?

— Quase. Passei por um restaurante e vi que o especial de amanhã é massa de todo o tipo. Sabe que eu amo massa, e ainda vou poder escolher qual comer. Vai ser um sonho.

— Como você consegue comer tanto e ser tão magro? — Perguntei e ele sorriu abrindo a boca para responder, até que eu adivinhei qual seria sua respostar e falei rapidamente: — Ok, não precisa entrar em detalhes. Já dá pra deduzir como você perde calorias.

— E você me ajuda de vez em quando. — Disse piscando.

— Deixa de ser metido. — Falei dando um tapa em seu braço.

Então ele se ajeitou no banco e percebi ficar tenso.

— Falando em sexo. Você e o Daniel...

— Não, ainda não. — Respondi.

Ele parou o carro no meio da estrada e eu segui com a lanterna em mãos até a entrada subterrânea.

Bom, fiquei pensando sobre o que o Jason estava prestes a perguntar. O que eu não entendo, é que não está saindo tudo conforme planejei. Pensei que assim que perdesse a virgindade, fosse conseguir experiência, esquecer o garoto do beco e transar com quantos garotos quisesse sem problema algum. Mas ai, quando novamente eu e o Daniel estávamos perto de acontecer alguma coisa, eu hesitei. Ele disse ser paciente, mas eu vi a frustração em seu rosto, talvez até pense que ainda sou virgem. Não sei ao certo o que me fez hesitar nessa outra oportunidade, mas não consegui, alguma voz no meu subconsciente me disse “não faz isso” e eu não fiz.

— Está nervosa por causa das armas? — Jason perguntou aparecendo por trás de mim enquanto carregava dois coletes.

— Um pouco.

Ele sorriu e me entregou um dos coletes.

— Vai ter que tirar a blusa para colocar. — Então piscou. — Não se preocupe em sentir vergonha, não vai tirar o sutiã e mesmo assim, eu já vi tudo que você tem.

— Não quero animar o Jerry. — Disse provocando e ele riu.

— É, o Jerry adora você.

— Pena que ele não me atrai muito. — Disse tirando minha blusa.

— E isso é o que mais faz o Jerry gostar de você. — Sussurrou próximo ao meu ouvido antes de seguir até a mala cheia de revólveres.

N 3ª Pessoa

Charlie Doyle levantou-se meio atordoado. Sua cabeça doía e tentava se lembrar exatamente onde estava. Não se lembrava exatamente das coisas claramente, sua ultima lembrança era ter ganhado um jogo de pôquer com os amigos, e nem se lembrava se Clovis havia pagado a ele. Bom, isso agora não era tão importante, até porque sentia que algo estava vazio em sua mente, faltava um detalhe importante que talvez tenha deixado escapar. Olhou para os lados e percebeu que estava num quarto de hotel.

Espera... Como chegou lá?

Então a porta se abriu e uma mulher bonita com aparência de ter entre vinte cinco e trinca e cinco entrou sorrindo para ele.

— Onde estou? — Foi a primeira pergunta que conseguiu formular enquanto fitava a mulher se sentar na cama ao seu lado.

Ele não sabia se tinha dormindo com ela, mas tinha quase certeza que não. Dificilmente uma mulher daquela idade daria trela para ele, se bem que ele não é de se jogar fora.

— Bom, você perdeu sua memória recentemente. — Explicou. — O encontrei jogado perto de um lixão, então o trouxe para cá.

— Como fui parar lá?

— Não sei, talvez tenha bebido e depois batido a cabeça com força. — A mulher ergueu a mão e afagou carinhosamente o cabelo do garoto.

— Isso explica a dor de cabeça. — Disse.

— Você se lembra de uma vez que estava andando pelas ruas com seus amigos e encontrou uma garota sozinha no beco?

— Não. Mas, como você sabe?

— Com o tempo você vai descobrir. — Ela sorriu e então se aproximou mais do garoto e sussurrou. — Você está tenso.

É claro que ele estava. Um mulherão daqueles estava dando mole pra ele. Uma coisa é sair com garotas da sua idade ou até mais novas para se aproveitar. Outra é uma mulher mais velha querer se aproveitar dele num quarto de hotel. Se bem que ele estava adorando.

— Impressão sua. — Ele sorriu e colocou suas duas mãos na cintura da mulher.

Ela sorriu para ele e deu a entender de que queria que ele continuasse. E ele continuou, não hesitou em um só momento. Ele já não era um garotinho de dezessete anos, estava próximo dos vinte e indo transar com uma mulher mais velha o fez se sentir mais velho e independente. Mais seguro de sua maturidade. Uma mulher madura o desejava, na verdade, estava quase se jogando aos seus pés. Ele gostava disso, ainda mais por ver o quanto ela era atraente. Melhor do que todas as garotinhas que já peguei — Pensou consigo quando a viu totalmente nua na sua frente o chamando.

A mulher conseguiu fazê-lo não pensar em quanto tempo estava inconsciente. E posso garantir que foi mais do que cinco dias.

Jason's POV

Madeline estava indo bem. Ela estava atirando e sua mira estava certa. Sempre no peito. Abaixei sobre um dos alvos e então uma bala passou de raspão pela minha cabeça. Corri para o outro canto e então senti a bala exatamente no meu peito. Cai com o impacto e ela veio em minha direção preocupada.

— Está tudo bem? — Perguntou se ajoelhando e me ajudando a tirar o colete.

— Está. — Sentei-me e terminei de tirar o colete por completo.

— Fui bem?

— Claro — Sorri. — Conseguiu desviar dos meus tiros e ainda conseguiu ser bem precisa enquanto atirava. Acho que superou mesmo esse medo por armas de fogo.

— Então, nada mais de treino?

— É, acho que nada mais de treino. — Concordei.

Ela tirou seu colete e se sentou ao meu lado. Tentei não fitar muito seus seios cobertos apenas por um sutiã vermelho de renda. Adoro lingerie vermelha... Ah e preta, são as que mais destacam.

— Obrigada.

— Hum... De nada. — Disse.

— Sabe, acho que ser sua parceira tem lá suas vantagens.

— Como se aproveitar do Jerry?

— Para de falar no Jerry. — Ela riu. — Não consegue ficar um segundo sem tirar vantagem?

— Ok, parei. — Disse erguendo minhas mãos em sinal de rendição.

— E pare de encarar meus seios.

— O quê? — Perguntei fingindo-me de inocente. — Não estou encarando.

— Claro. — Disse ironicamente.

Me inclinei um pouco para o lado e a puxei pela cintura e fazendo ficar no meu colo. Então comecei a distribuir beijos por sua clavícula.

— O que você está fazendo comigo? — Perguntei.

Eu mesmo não tinha uma resposta exata para a minha pergunta. Ela mexia comigo de um jeito que eu não sabia explicar. Estava gostando dela? Talvez. Ela me atrai? Muito. Isso é certo? Não, e é a parte que mais me excita. Saber o quanto isso vai contra toda a conduta do Manual das Mil Famílias.

— Na verdade — Ela segurou meu rosto e encostou sua testa na minha. — O que você está fazendo comigo?

— Acho que nenhum dos dois tem a resposta para essa pergunta. — Disse sorrindo.

Ela sorriu e eu acabei com o espaço entre nós. Seus beijos eram como drogas, sua língua me deixa entorpecido. Quando a beijo, me sinto no céu. Essa sensação é normal? É eu sei que não é, já beijei muitas garotas antes e com nenhuma delas eu senti isso. Com a Madeline, eu não sei ao certo se é só sexo, mas eu gosto muito, é tão maravilhoso e com certeza tira toda a tensão, tudo da minha mente e só me faz focar nela.

— Vai querer deixar uma ultima lembrança ao nosso local de treinamento? — Perguntei rindo e ela me deu um tapa no braço.

— Engraçadinho.

Adoro quando ela fala isso. É exatamente o que eu mais gosto de ouvir.

— Isso quer dizer que aceita fazer coisas impróprias? — Perguntei sorrindo maliciosamente enquanto a deitava no chão e ficava por cima dela tomando todo o cuidado para não machucá-la.

— Vamos fazer coisas impróprias. — Concordou sorrindo e voltando a me beijar.

Passei minhas mãos por suas costas e abri o feixe do seu sutiã o jogando para longe. Estava sem camisa e pude sentir seu corpo quente bem próximo ao meu. Sua pele macia me deixa louco.

Contornei seu corpo com uma de minhas mãos e então alcancei sua calça legging. Parti o beijo e fui descendo sua calça até tirá-la. Ela fez a mesma coisa com a minha calça de moletom.

E por mais nojento e clichê eu achar que nos livros e nos filmes a frase “fazer amor” fosse, acho que não consegui encontrar outro termo para explicar o que realmente estavamos fazendo neste exato momento. Transar me pareceu incorreto, como fazer sexo. Então, eu e Madeline “fizemos amor”.

Notas finais
Me deixem dorgadona com seus reviews *-*