The Partner

25 Isso está certo?


Notas iniciais
Bom, a pedido de uma leitora que diz ler a fic pelo celular, vou deixar meus lindos recadinhos nas notas finais para não complicar a vida de demais leitores que leem pelo celular ;)

Madeline’s POV

Estávamos os dois sentados no banco de trás do carro nos beijando com muita intensidade. Tanto que é, que novamente fui parar sentada no colo dele e dessa vez não tinha nenhum volante para machucar minhas costas. Minhas pernas estavam em volta de sua cintura enquanto ele segurava firme minhas costas durante o beijo.

O som do filme ecoava pelo carro, mas nós dois estávamos mais concentrados em outra coisa.

— Você está me fazendo perder o filme — Sussurrei em seu ouvido depois de parti o beijo.

— É por um bom motivo — Disse ele sorrindo e levantando minha blusa.

Ergui os braços o ajudando a tirá-la e então jogar em um canto do carro. Meus lábios procuraram os dele novamente e lá estávamos mais uma vez naquela batalha de língua enquanto um tentava tirar a roupa do outro. Partimos o beijo e ele tirou a camiseta jogando junto com a minha blusa e então começou a distribuir beijos entre meus seios, enquanto suas mãos buscavam o feixe do meu sutiã nas costas. Assim que o encontrou, tirou meu sutiã com uma rapidez que pensei por um momento que ele tivesse rasgado alguma alça, mas não fiquei muito tempo pensando nisso quando novamente voltamos a nos beijar.

Minha respiração já estava descompassada e durante o beijo às vezes arfava por sentir as mãos dele acariciando meus seios de um jeito muito bom.

Desci minhas mãos pelo seu abdômen até o zíper de sua calça. Descansei minha mão ali quando os lábios dele desceram de encontro aos meus seios. Involuntariamente soltei um gemido enquanto a língua dele fazia movimentos circulares me deixando cada vez mais excitada. Sinceramente eu não queria que ele parasse, mas estávamos dentro do carro durante uma exibição de um filme num drive in, então tínhamos que sermos rápidos.

Com cuidado, Jason me deitou no banco do carro e ficou por cima de mim. É claro que estávamos um pouco desconfortáveis por não tem muito espaço, mas isso é a nossa última preocupação agora.

Jason abaixou sua calça e a jogou no chão do carro. Fiz a mesma coisa com o meu shorts e então ele voltou a me beijar. As mãos dele eram ágeis e em poucos minutos um delas estavam tocando as rendas laterais da minha calcinha. Me arrepiei toda com o seu toque, e Jason percebeu isso, pois sorriu durante o beijo e abaixou mais sua mão colocando-a dentro da minha calcinha e tocando minha intimidade com os dedos. Novamente gemi baixinho com o toque dele em meu clitóris. A mão dele sabia exatamente o que fazer para me deixar mais excitada a cada segundo. Primeiro começou com toques suaves, depois aos poucos ele foi me penetrando com seu dedo fazendo um movimento devagar. Eu estava nas nuvens com o seu toque.

— Isso é maravilhoso — Murmurei passando minha mão pelo seu cabelo e puxando seus lábios para mim.

O áudio do filme ainda estava ecoando no carro, e isso com certeza abafava o barulho dos meus gemidos. Fora que os beijos do Jason estavam me deixando sem fôlego. Então seu dedo começou a se movimentar mais rápido e eu me contorci por baixo do seu corpo arranhando suas costas com força, com certeza ficaria marcas. Jason parou por um momento e só não reclamei porque ele parou para tirar a minha calcinha por completo.

Nos sentamos no banco e então eu me ajoelhei no chão do carro e fui tirando a cueca box dele tendo a visão completa do seu membro ereto.

Rapidamente pulei em seu colo e voltei a beijá-lo. Durante o beijo rebolei em cima do seu membro e ele apertou minha cintura com força gemendo entre o beijo. Mordi seu lábio inferior e então levantei-me de seu colo me inclinando entre o vão dos dois bancos da frente e esticando minha mão até o porta-luvas. Jason estava tendo uma visão perfeita visão do meu bumbum, tanto é que me deu um tapa e eu sorri. Esse gesto com certeza me deixou corada, mas eu levei em conta pela situação em que estávamos. Tirei um pacote de camisinha do porta-luvas e voltei minha atenção para o Jason.

Depois de colocar a camisinha nele, ergui-me com cuidado no carro e então segurei seu pênis em minha mão enquanto o encaixava dentro de mim. Jason segurou minha cintura, ajudando-me, então quando estava sentada novamente em seu colo, comecei a me movimentar. Aquela era a primeira vez que ficávamos naquela posição. Eu até gostei de estar no controle.

"Não faço ideia de onde está no mundo, John. Mas sei que perdi...”

Savannah foi interrompida pelo meu gemido. O filme ainda rolava, mas estava longe de prender a minha atenção. Tudo que eu consegui ver era a intensidade nos olhos do Jason cada vez que eu me movia em seu colo. Seu corpo se contraindo e sua respiração se misturando com a minha junto com o barulho dos nossos corpos se chocando. Rezei mentalmente para que no exterior do carro, não percebessem nada, que o carro não estivesse balançando.

Bom, quer saber de uma coisa? Que se dane. Agora é tarde demais para pensar nisso.

Fui aumentando o ritmo e as mãos do Jason apertavam minha cintura me ajudando com os movimentos. Agarrei o cabelo dele enquanto me movimentava, juntos nossos gemidos foram ficando mais frequentes e eu sentia que já estava chegando ao meu máximo. Acelerei mais os movimentos e agora o barulho dos nossos corpos se chocando eram cada vez mais altos, só que o áudio do filme conseguia abafar os sons. Automaticamente dei uma mordida no ombro do Jason quando senti todo o meu corpo se contorcer em prazer. Estava satisfeita, mas o Jason ainda não havia chegado lá. Continuei com os movimentos e então em poucos segundos ele se contorceu por baixo do meu corpo e soltou seu último suspiro.

Voltamos a nos beijar e eu sentia seu peito move-se acelerado, assim como eu estava. Partimos o beijo ofegante e eu sai de cima dele.

Juntos, ficamos deitados encolhidos no banco de trás do carro. Jason estava com seu braço ao redor dos meus ombros enquanto o outro me segurava pela cintura.

— Está ficando cada vez melhor — Sussurrou no meu ouvido.

— Eu sei — Sorri convencida.

Ficamos algum tempo em silêncio, apenas ouvindo as falas dos personagens do filme.

— Sobre a conversa com o seu pai... Qual foi a sua decisão? — Perguntou Jason de repente.

— Quando saímos da sua casa, ele estava muito nervoso no carro — Disse me aconchegando em seu peito. —, ele ficou dizendo um monte de coisas, mas quando ele tocou no assunto de que não queria que fossemos uma dupla, eu intervi — Ergui minha cabeça para encarar o Jason — Disse que há poucos dias ia fazer dezoito anos e que já sabia me defender muito bem, falei que não queria que ele nos separasse só porque ele não queria nós dois juntos. Isso é uma decisão minha e eu escolho você como parceiro.

— Bom, por tocar nesse assunto de mudança de parceiro — Ele tocou meu cabelo gentilmente. — Disse ao Lucas sobre o erro, mas disse que você não sabia.

— Por quê? — Perguntei intrigada.

— Ele pareceu chateado, e eu sei que ele realmente gosta de você e não quero atrapalhar isso. Vocês dois ainda se gostam.

— Ele me deu quatro anos — Comentei.

— Eu sei, ele falou isso. E disse que eu tinha quatro anos para continuar sendo seu parceiro. Disse que se até lá você ainda gostar dele, ele vai atrás para fazer vocês dois serem parceiros.

— Sinto que está faltando uma parte desse acordo entre vocês.

Jason respirou fundo e continuou:

— Ele disse que se você começasse a gostar de mim, nós dois poderíamos continuar a ser uma dupla.

Me ergui um pouco para encará-lo.

— Você acha que eu gosto de você? — Perguntei erguendo a sobrancelha.

— Olha — Ele me segurou pelos ombros me ajudando a levantar e se sentou no banco e eu me sentei ao seu lado. —, você tem que gostar de alguém que pode te fazer feliz. Lucas é perfeito para isso. Eu sou um viciado por sexo, como você sempre diz e eu não sou capaz de amar você como o Lucas te ama.

Fiquei algum tempo em silêncio, sem saber ao certo o que dizer. Era só sexo entre a gente e mais nada, não é?

Então porque eu me senti mal quando supus pelas palavras do Jason que nunca gostaríamos um do outro e que no final, eu acabaria sendo parceira do Lucas?

N. 3ª Pessoa

— Como eu vou olhar para ele quando o ver na rua? — Perguntou Chaz a sua mãe.

Os dois estavam sentados na mesa da cozinha, enquanto o pai de Chaz checava cada canto da casa, procurando algo que o FBI poderia ter levado. É claro que eles não levariam nada, caso levassem devolveriam rapidamente, porque isso seria roubo e eles não vão querer ter esse problema com a CIA.

— Olha, não sabíamos que a família do Jason descendia de toda aquela besteira do FBI. Ele com certeza está nervoso com você, mas se são amigos de verdade... No fim, talvez dê tudo certo.

— É, talvez — Repetiu Chaz com ironia.

O Sr. Summers entrou na cozinha e notou o quanto seu filho estava triste.

— Não é fácil, eu sei, mas com um tempo você se acostuma — Disse ele na esperança de animar o filho.

— Quero um tempo para pensar. Não quero mais me envolver com o FBI.

— Podemos colocar você para o nível de Pequenas Causas — Sr. Summers disse se sentando ao lado do filho.

— Não quero isso — Chaz se levantou da mesa. — Quero ir para faculdade e ser um garoto normal. Não quero me envolver mais com esses negócios. Já fiz a primeira missão ao qual fui designado e não quero mais fazer outras. Acho que eu tenho o direito de escolher, não é?

A mãe suspirou cansada.

— Você precisa de um...

— Não mãe. Eu já fiz minhas escolhas e eu quero ir para faculdade, mesmo que vocês prefiram que eu vá trabalhar para a CIA.

— E depois da faculdade? Você não vai ter como fugir Chaz. Você será perseguido, como eu e seu pai somos, sua família correrá riscos e você não vai poder sempre estar ao lado deles.

— Eu posso morar em outro país, mas eu não vou fazer a besteira de trabalhar para a CIA — Chaz apoiou as mãos na mesa encarando sua mãe e depois seu pai. — Isso é loucura, eles mandam vocês fazerem o trabalho pesado, todo o trabalho sujo e vocês nem percebem isso.

— Chaz...

— Não. Está decidido. Não tentem me convencer do contrário.

Chaz saiu da cozinha e seguiu diretamente para o seu quarto.

Nunca pensou que fosse desistir de trabalhar para a CIA. Isso no começo pareceu tão legal. Saber que seus pais são super agentes secretos da CIA, e que desde pequeno você foi treinado sem saber. Parecia aqueles filmes de espionagem, só que após a primeira missão ele percebeu que não era assim tão legal como pensava. Onde já se viu sequestrar uma garota para dizer que um é melhor que o outro? Chaz não gostava da CIA e tão pouco do FBI. Jason nunca disse para ele que era um agente do FBI, isso no começo foi o que o motivou a seguir em frente, pois Chaz teria dito se soubesse que estava sendo treinado para trabalhar para CIA, eles sempre foram melhores amigos e nunca pensou que o Jason poderia esconder um segredo tão sujo. Bom, poderia ser pior, mas a questão era que ele não confiava no Chaz e saber que seu melhor amigo não confia em você, sinceramente não é ruim, é horrível.

Chaz pegou sua câmera da gaveta e foi passando as fotos que havia tirado da Madeline durante sua estadia na Califórnia.

Ele não sabia dizer ao certo o que estava sentindo agora, mas sabia que a garota mexia com ele de um jeito muito forte. Ele não queria isso, de jeito nenhum, ela é uma agente do FBI. A última pessoa a qual ele pensaria em se interessar era ela, pois ele mesmo disse que queria ter uma vida normal, não iria se envolver com mais nada relacionado a CIA ou FBI. Só que a gente não manda no coração, e mesmo que ainda insistimos em fazer isso, no final descobrimos que não tem como ele obedecer o que a gente diz.

Jason’s POV

Você já disse uma coisa que não queria dizer? Na verdade, uma coisa totalmente distorcida, porque você se sente inseguro de contar o que realmente é. Eu acabei de fazer isso e sinto um grande peso nas costas. Só que com o tempo isso passa, as pessoas vivem e tudo vai ficar bem. Pelo menos é assim que eu tento deixar claro na minha cabeça para não voltar atrás.

— Acho melhor avisar ao seu pai que você chegará tarde, antes que ele dê um ataque e comece a nos procurar. Ai vai ser pior — Disse enquanto dirigia em direção ao Dom’s Bar.

Ela pegou o celular no bolso do shorts e ligou para o seu pai. Ouvi atentamente o que ela falava enquanto dirigia. A relação entre o pai dela não parecia estar indo muito bem. Isso tudo, graças a mim. O que me faz continuar com a ilusão de que o que eu disse a poucos minutos era o certo.

E é o melhor para a Madeline. Ela e o Lucas foram feitos um para o outro. Sou apenas uma pedra no caminho deles e que logo depois ficarei para trás. Minha vida vai se resumir apenas em casos passageiros, não fui feito para ficar muito tempo com uma garota. Só quatro anos, apenas quatro anos para eu continuar privando meus sentimentos quanto a tudo que eu passo com a Madeline. Quatro anos passa rápido... Mas por que estou com uma sensação de que serão os anos mais complicados da minha vida?

— Acho que ele não vai dar um ataque dessa vez — Madeline disse guardando seu celular.

— Acho que podíamos chamar o Lucas e o Bem — Comentei.

— É, eles vão adorar o Dom’s Bar — Disse ela revirando os olhos.

— Manda uma mensagem.

Ela pegou novamente seu celular e começou a digitar uma mensagem de texto.

Chegamos ao Dom’s Bar e ao sair do carro, notei que estava começando a ficar frio, e o sol já estava se pondo.

Olhei para as pernas da Madeline e sabia que ela sentiria frio quando saíssemos de lá.

— Ei, para de ser tarado — Falou ela me dando um tapa no braço e seguindo em direção ao estabelecimento.

Havia muitos carros estacionados em volta, e eu ainda não consigo acreditar em como um lugar afastado da cidade consegue tantos clientes em uma só noite. Talvez por que tenha as melhores dançarinas? Ou por que as bebidas são mais baratas? É, com certeza esse dois itens estão incluídos.

Passei a mão pela cintura da Madeline assim que entramos no local. Isso é para afastar alguns olhares maldosos. Passei meus olhos pelo local até encontrar uma mesa vazia, guiei Madeline até ela e peguei dois tacos, jogando um para ela. Enquanto preparávamos nossas “armas” fiz um pedido para uma garçonete que estava passando. Pra começar, apenas uma dose pequena de On The Rocks.

— Está pronto para perder dessa vez? — Perguntou ela com um sorriso desafiador.

— Perder? Não conheço essa palavra — Falei fazendo uma cara de desentendido.

Ela riu e então eu arrumei as bolas na mesa, preparando para começar o jogo. Nossas bebidas chegaram depois da minha segunda tacada. Com o decorrer do jogo, percebi que Madeline estava melhor que da última vez.

— Andou praticando? — Perguntei.

— Não. Só que quando eu faço uma coisa pela primeira vez e me sinto desafiada a fazer e novo, vou com tudo até conseguir fazer certo.

— Estou com medo agora. — Disse ao ver uma das bolas ao qual ela mirou entrar diretamente no buraco.

Quando ia fazer uma tacada de mestre, uma pessoa bateu nas minhas costas fazendo minha tacada ir por água a baixo.

— Jason, você está ganhando? — Perguntou Ben na maior cara de pau.

— Como ousa atrapalhar a minha taca... — Interrompi quando o vi pegar meu copo. Rapidamente o tirei da mão dele. — E ainda por cima bebe a minha bebida. Cara, da próxima vez não te chamo pra vir.

— Ah qual é, vamos reiniciar isso — Ben passou as mãos pela mesa recolhendo todas as bolas. —, agora o mestre vai jogar.

Juro que se eu estivesse bêbado, batia meu taco na cabeça dele sem dó e depois colocaria a culpa no álcool, mas eu ainda estava sóbrio, então vou deixar isso pra depois, quem sabe.

— Então, o que estão bebendo? — Lucas perguntou pegando o copo da Madeline e tomando um gole.

— On the Rocks — Respondeu ela.

— Nossa, isso é muito gelado — Reclamou ele.

— Dãr... On The Rocks seu lerdo — Ben disse — Tá aprendendo a ser assim comigo?

— É, acho que você não está me fazendo muito bem. Você enche o saco e ainda me deixa mais burro. — Lucas comentou e Madeline riu.

— Eu sei que esse é o seu jeito de dizer que me ama.

— Credo, seu gay. — Disse dando um empurrão nele quando ele se afastou para pegar um taco para ele e para o Lucas.

Então Ben se virou e jogou um beijo na minha direção.

Madeline estava tendo um ataque de risos enquanto eu pensava seriamente sobre bater o meu taco na cabeça vazia do Ben.

Assim que ele chegou com os tacos, Madeline apoiou as mãos na mesa depois de esvaziar seu copo.

— Sabe, que tal jogarmos um strip sinuca? — Perguntou com um olhar desafiador para nós três.

— Strip sinuca? — Ben perguntou confuso.

— É como strip poker, só que na sinuca — Explicou Madeline.

— Acho que o álcool já está fazendo efeito — Disse Lucas.

— Não, eu lembro uma vez que vim aqui e uma mulher sugeriu isso.

— Você estava bêbada, pensei que não se lembrasse de nada. Você nem se lembrou...

— Mas eu lembrei disso — Falou ela com impaciência me interrompendo. — Então, topam?

Claro que o Ben topou na hora e eu fiquei com um pé atrás, assim como Lucas. Nossa mesa era num canto, afastada, assim como as outras são para dar um pouco de privacidade aos seus jogadores, e o lugar estava com uma luz baixa, ninguém ficaria notando só a nossa mesa, porque havia muitas outras pessoas tirando as roupas durante o jogo. Mas isso era novo para mim.

— Eu topo — Disse.

— Ah... Tá, eu topo também — Lucas falou.

— É isso ae — Madeline disse fazendo um toque com o Ben.

Ben e Lucas pediram uma dose de tequila e eu pedi mais uma dose de On The Rocks para mim e a Madeline.

Acho que essa noite ficará interessante, então é melhor começar aos poucos com o álcool. Principalmente a Madeline que já parecia animada demais.

Notas finais
Bom, queria agradecer de coração a todos os review... Sei que disse que ia postar na sexta, mas houve algumas complicações e tal... Então só deu pra postar hoje mesmo.
Quero agradecer aos leitores que favoritaram a história e aqueles que devem estar pensando em mandar recomendação. Isso é muito bom e eu estou super entusiasmada com a história graças à vocês que dão muita atenção para mim. Mesmo tendo leitores fantasmas, sei que os leitores que aparecem são os melhores do site, porque eu adoro todos os comentários de vocês *----*
Então, tudo que eu tenho a pedir é que continuem sendo esses leitores maravilhosos e continuem a mandar reviews divos (e ignorar meus erros de ortografia ahahahah) :)
Ahhh quase me esqueci... O blog já foi criado, então vou deixar o link pra vocês já poderem seguir, assim eu vou saber se vou ter leitores para a segunda temporada. Pois ainda não decidi se vou continuar com a ideia do blog... Mas qualquer coisa, ai está o link:
http://writtenbycupcake.blogspot.com.br/