The Other Side
18 Vamos Enlouquecer
Notas iniciais
Bruno colocou a mão em minha nuca e me beijou docemente. Senti o gosto de seu beijo e imaginei que já estava viciada nele. Não queria me afastar de seus lábios.
Ele puxou minha perna e a colocou em seu quadril, ainda segurando-a.
A água quente caiu por sobre suas costas e ele me prensou na parede gelada.
O choque na parede me deu arrepios e Bruno gostou disso, ficou rindo enquanto me beijava.
Quando ele estava quase terminando de me 'enlouquecer' para partir para a ação a campainha trocou.
- P#t@ que p@ri#! — disse Bruno bem alto e irritado. Porém, só me puxou para mais perto de si. — F#d@-se, você vai ficar aqui comigo. — disse beijando meu pescoço.
Sinceramente, eu não queria sair dali, só esperava ficar lá com Bruno sem ter ninguém para atrapalhar.
Coloquei a mão em seu pescoço e puxei-o para mim, sentindo sua respiração ofegante e quente.
- Concordo. — eu ri. Não sou muito das que fala palavrão, mas foi necessário. — F#d@-se. — repeti rindo alto.
Ele riu comigo.
A campainha tornou a tocar, só que repetidas vezes.
- Merda. — resmunguei, desligando o chuveiro.
- Ah, que p#rr@, não liga pra eles, fica aqui. — disse Bruno tentando ligar o chuveiro de novo.
- E se for a polícia?! Vai ser pior se invadirem. — peguei a toalha.
Escolhi qualquer roupa que encontrei, um shorts jeans e uma camiseta branca larga.
Bruno abriu a porta — pois é, ele incrivelmente tinha se trocado mais rápido que eu.
- Olá, em que posso ajudar? — Bruno educado mode on.
- Olá Bruno. — disse o policial esticando a mão. Apareci pouco atrás de Bruno. — Isabella, queremos seu depoimento.
Contei tudo como aconteceu, ainda aflita, lembrando de como era ficar longe de Bruno, vê-lo sofrer.
Juan tinha sido preso e diagnosticado com problemas psiquiátricos — sempre desconfiei.
Quando os policiais foram embora já era noite, bem tarde.
Decidi me deitar enquanto Bruno acompanhava os policiais, desta vez com uma camisola leve, branca, justa na parte que ampararia os seios e solto no resto, curta.
Me deitei, com a intenção de realmente provocar o Bruno — sou do mal — e me cobri com o lençol fino.
Era uma típica noite quente em L.A..
Bruno voltou e eu fingi que estava dormindo.
- Malu? — perguntou baixinho. Depois um pouco mais alto. — Malu, você tá acordada, amor?
Como não respondi ele pensou que eu estava dormindo. Ok.
Quando estava só com sua cueca boxer, levantou o lençol e me viu com aquela camisola disse baixinho:
- Ai meu Deus. — ele respirou fundo. — Malu, não é possível que você tá dormindo. — ele disse me cutucando. — Maldade isso.
Comecei a rir e ele me fez cócegas.
- Pegadinha do Malandro. — falei.
- Hein? — ah é, ele não conhece o Sérgio Malandro. — Ok, agora você é minha. — e pulou sobre mim.
Arrancou a camisola em dois tempos e já estava sem a sua cueca e, digamos, 'pronto', com todas as devidas precauções.
Quando Bruno começou com os movimentos eu inverti de posição e fiquei por cima dele, alisando seu peito e beijando sua boca, pescoço e tórax também.
- Malu, sua louca. — ele dizia com cada toque meu.
Quando chegamos ao nosso ápice Bruno falou que íriamos fazer um jogo.
- Que tipo de jogo. — ele lambeu os lábios.
- Advinhe. Quer um picolé de cenoura? — ele perguntou rindo.
Olhei com um pouco de medo, insegurança e safadeza.
- Por favor. — eu disse rindo.
Notas finais
Como eu disse, nos palavrões sempre usarei: @!#$¨%& e etc.
Bjs
Looh
@looh_reis
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