Notas iniciais
Antes de tudo, queria agradecer muuuuuuuuuuiiiiiiiiitíssimo à todos que estão lendo e comentando na minha Fanfic.
É sério, eu amo reviews e é bom ver que ao menos alguém gosta, rs.
Bem, obrigada aos meus leitores lindos e maravilhosos, amo vocês ♥
Weeeeeeeeeeell, esse capítulo foi inspirado numa fic que eu li, ou seja, não é IGUAL, é BEEEEEEM diferente, mas, vamos ler para ver no que vai dar, certo?

Malu's POV

Acordei de repente, depois de um pesadelo, que logo após acordar, já nem me lembrava mais.

- Bom dia. — disse cutucando todos.

Eles resmungaram até o café da manhã, coisas do tipo: "Meu sono estava incompleto." "Vou dormir quando estiver dirigindo." "Vai acordar tua vó cedo.".

Gabbe teve que sair para ir trabalhar — ela era vendedora de uma loja de surf que Ryan frequentava, lá que eles se conheceram.

Dei um mergulho demorado na piscina até ver o carro do meu pai estacionando na frente da casa:

- PAAAAAAI! — gritei indo abraçá-lo. — Que saudades! — não nos víamos desde o enterro.

- Vamos, entre no carro. — ele falou ríspidamente.

- O quê? — perguntei pegando uma toalha para me secar.

- Nós vamos embora daqui! E você vai comigo!

- Ah, mas não vou mesmo! — disse me livrando de sua mão que apertava muito forte meu braço.

- Você vai sim! Foi por culpa sua que a Marília morreu, e agora você me deve isso! Não vou ficar sozinho para o resto da vida. — ele cuspiu as palavras na minha cara.

Senti uma dor tremenda.

Ele tinha razão.

A culpa de tudo aquilo era minha.

Comecei a chorar, não conseguia controlar. Ele estava frio. Desde a morte da mamãe... ele se tornou frio, por culpa minha.

- Por favor, papai, não! — sussurrei.

- Você vai ir! — ele disse alto, muito alto.

Continuei chorando.

- Não, ela não vai. — disse uma voz forte, firme, atrás de mim. — A culpa não é dela se havia uma psicopata perto de nós! A culpa definitivamente não é dela. Se afasta, por favor.

Minha respiração acelerou. Era óbvio que ele não me deixaria ir.

Fiquei tão grata, mas tão grata, que me esqueci de respirar, admirando seus olhos amendoados.

- Desculpa minha filha. — ele disse olhando nos meus olhos. — Não quis dizer aquilo era só... para te convencer a ir. — virei o rosto para não olhar mais em seus olhos azuis claros. — Eu vou, mas volto para te ver, está bem? — ele beijou minha testa.

- Sim, papai. — concordei.

Meu pai era um grande diretor de filmes, de muitos países, mas principalmente daqui de Wood.

- Vamos, querida. — disse papai, virando-se para o lado.

- Quem, pai?

- Eu. — e Jessica saiu do carro dele, sorrindo para mim.

Droga.

- Que dedo podre pra mulher, hein pai?! — resmunguei bem alto.

- Ãh? Vocês se conhecem?!

- Argh. — resmunguei. — Ela me chama de vadia toooda hora, tentou namorar o Bruno, tentou colocar ele contra mim, ontem brigamos... Hum, acho que nos conhecemos sim!

Papai engoliu em seco.

- Desculpa querida, mas estamos juntos agora. — ele disse.

- Vou adorar ser sua madrasta. — disse Jessica, acenando falsamente para mim.

- NÃO! Não vou conviver com ela! Que filme ela tá fazendo agora, mais algum pornô?! — gritei.

- Por favor Isabella, você já é grandinha!

- SIM, PAPAI, SOU! Gradinha o suficiente para saber que eu não vou te visitar e nem te ver enquanto estiver junto com ela! E não venha me procurar! EU TE JURO QUE NÃO VAMOS NOS VER ATÉ VOCÊS TERMINAREM! — gritei mais alto.

- Não liga, querido, isso logo passa.

Olhei furiosamente para ela.

- Você vai sofrer a partir de agora... Se sua vida já era um inferno antes, prepare-se para o que virá agora. Você vai preferir morrer do que continuar perto de nós. — respirei fundo. — Eu te juro.

Notas finais
õ/
Looh
@looh_reis