Notas iniciais
:] Caliente
Como eu disse que não falava palavrão, os símbolos vão nos palavrões do Bruno ;p

Acompanhei-os até a delegacia e, em uma sala escura e toda revestida o policial começou:

– Tudo foi arquitetado... Muito bem feito. — Mary suspirou nesse momento, achando tudo aquilo entediante. — Ela calculou tudo... Acho que ela pode explicar melhor que eu. — disse Steve se atropelando nas palavras.

– Antes de vocês virem para o Havaí eu planejei tudo, calculei quantos graus deveria girar o carro, qual era o segundo exato para acelerar, quando vocês saíriam de casa... Tudo. Coloquei o plano em prática conquistando ainda mais a confiança da sua família... O plano inicial era colocá-la contra vocês, mas vi que não daria muito certo. Então decidi matá-la. — ela falou com extrema frieza e não sentindo nenhum remorso ou culpa.

Me levantei e bati a mão na mesa.

Steve teve de me segurar para não fazer uma loucura.

– Você vai pagar sua louca! — gritei alto.

Ela olhou no fundo dos meus olhos e riu.

– Posso até ser presa, mas tudo foi extremamente calculado Bruno. Dessa cirurgia ela não passa. Vou presa, mas você não vai ficar com ela. — ela gargalhou e chupou um pirulito que estava jogado na mesa. — Você perderá mais que eu. — ela piscou para mim.

– Você vai pagar p#rr@! — gritei mais alto ainda. — Você vai se f#d*r nessa prisão! — disse me controlando para não chorar de ódio.

– Tanto faz. — ela sorriu. — Mais conhecido como F##D@-S*! — ela gargalhou e falou diretamente para Steve: — Podemos sair daqui agora?

Sai da sala e fiquei totalmente atordoado com o que aquela psicopata tinha falado.

Voltei para o hospital, a cirurgia havia sido bem sucedida.

Jean — o pai de Malu — veio falar comigo:

– Ãh... Oi Bruno. — ele sorriu apertando minha mão.

– Oi. — me limitei a dizer isso. Como alguém poderia trair uma pessoa tão doce como Dona Marília? — ... Jean. — completei.

– É... Acho que não sou odiado ainda por você. — ele disse sorrindo.

– Claro que não... Eu só... — me calei.

– Você só...?

– Esquece. — disse. Ele olhou para mim querendo saber a verdade. — Como pode trair a Marília?

Ele gaguejou.

Olhei para o chão e vi o Doutor Conrad saindo da sala.

– E então? — perguntei apreensivo.

– Ela está chamando seu nome Bruno... — sorri de ponta à ponta, correndo para a sala no mesmo instante.

– Malu! — disse bem alto.

– Meu amor. — ela sorriu.

Fiquei tão feliz, vai para a lista de "momentos mais felizes da minha vida".

Inclinei meu corpo para beijá-la, e tentando não depositar todo meu peso nela, apoiei-me no travesseiro e demorei em nosso beijo.

– Que saudades de você. — sorri quase não me contendo de felicidade.

– E eu também... Eu ouvia cada coisa... Até já abri os olhos em uma noite enquanto você dormia, mas de repente tudo voltou a ficar preto... Meus sentidos foram aguçados e eu formava imagens na minha mente, imaginando o que se passava já que não conseguia abrir os olhos. — ela sorriu.

Depois de três dias de observação, levei-a para o hotel que tinha escolhido para nos instalarmos, para recuperação dela e nossa privacidade.

Carreguei-a no colo até dentro de casa.

– No sofá por favor. — ela disse sorrindo.

– Sim madame. — brinquei.

Deitei-a no sofá e arrumei as almofadas para que ela ficasse mais confortável.

Beijei-a levemente e ela tirou minha jaqueta.

– Foi fiel? — ela perguntou descontraídamente.

– Sim. — eu ri. — E você?

Ela gargalhou e me beijou.

– Ei, ei, vai com calma. — eu disse observando seus olhos brilhantes que me ansiavam.

Eu necessitava do mesmo, mas tinha medo de machucá-la.

– Não! Agora. — ela disse diretamente e mordendo meu pescoço.

Beijei-a e caí no chão, ela caiu sobre mim.

Gargalhei e ela junto.

Ela pegou minha mão e colocou em sua coxa, e por mais cedo que seja, ela já me deixava animado.

Ela sentiu minha carrot roçando sua perna, rígidamente, e riu.

Eu já estava sem camiseta e ela também, estávamos quase nus quando ela alisou meu corpo.

– Vamos logo com isso? — perguntei querendo que a tortura acabasse.

Com ela toda experiência era diferente, era mágica, inovadora, mais gostosa de se viver.

Ela assentiu e então coloquei minha carrot vagarosamente, temendo machucá-la por conta do acidente.

Ela parecia mais viva que nunca, então fiz movimentos mais rápidos.

– Se... — pausa para respirar. — Eu te machucar me diz, por favor. — falei já ofegante.

É óbvio que ela não diria.

Beijei seus peitos, lentamente, ouvindo seus gemidos que me levavam à loucura.

Seu corpo bem definido... Senti saudades daquele corpo perfeito.

Ela cravou as unhas em minhas costas e arranhou. Eu gemi alto.

Chegamos ao nosso ápice e ela gritou:

– GOSTOSO! — eu ri.

– GOSTOSA! — eu disse gargalhando.

Distribui beijos por sua barriga e a carreguei para o quarto.

Deitei-me junto à ela e falei para ela descansar.

– Vamos dormir? — ela perguntou. — Precisava de um banho beeeeeeeem gelado para apagar esse fogo. — ela gargalhou.

Eu ri.

– Vamos sim, pode aproveitar de mim enquanto durmo. — ela riu e balançou a cabeça.

Beijei sua boca demoradamente e aninhei-a em meu peito.

– Eu te amo. — ela sussurrou.

Eu te amo. — e acabamos dormindo.

Notas finais
xoxo
Looh
@looh_reis