The Originals - Ressurreição
18 Capítulo 18: A Humanidade dentro de cada um.
Notas iniciais
Caroline estava dentro do velho armazén dos Fell, na sua quarta vítima morta. Ela não tinha tanta culpa assim. Estava faminta. Mas mesmo assim, tinha culpa. Mas ela não podia sentir tal culpa.
– Caroline? – Chamou Klaus. – O que você está fazendo?
– Ora, to comendo. – Disse a vampira friamente.
– Filha? – Disse Liz Forbes, aparecendo do outro lado do armazém. — Não faça isso com si mesma.
– Fazer o que Sheriff? Eu sou uma vampira!
– Eu sei. E eu ainda amo você do mesmo jeito. – Disse Liz.
– E eu também te amo. – Despejou Klaus.
– Vocês me amam mesmo eu sendo assim? – Por um momento os olhos de Caroline ficaram mais úmidos do que o normal. Liz e Klaus assentiram, respondendo a pergunta dela. – Dane-se. – Disse Caroline rindo. – Eu não amo mais ninguém, e eu gosto.
– Já chega! – Gritou Liz. – Liga essa droga de Humanidade, ou mato o Klaus e logo em seguida você morre. Assim como Damon, Stefan, Elena e a mãe da Bonnie.
– Mate, não estou ne aí pra ele. – Rosnou Caroline. – E a Elena já morreu. Não me importo com o Damon, ou a mãe da Bonnie. E vai ser uma pena perder o Stefan. É tão bonito.
– A Elena não morreu! – Gritou Klaus. – Quem Silas matou foi a Tatia.
– É mentira. – Rebateu Caroline.
– Eu vou matar o Klaus se você não ligar. – Ameaçou Liz com a Estaca do Carvalho Branco já em cima do peito de Klaus.
– Você não vai matar. – Disse Caroline.
*** Mansão dos Mikaelson...
– O que vai acontecer no armazén dos Fell? – Perguntou Henrik a Rebekah, enquanto estavam na sala da mansão assistindo a TV.
– Vão tentar jogar emoções na Caroline. – Explicou Rebekah. – E se ela não reagir, vão tentar usar o mesmo método que os irmãos Salvatore usaram com a Elena.
– Como assim? – Perguntou Henrik, confuso.
– Ver uma pessoa que ela ama, matando outra pessoa que ela ama. – Disse Rebekah.
***Armazén dos Fell...
– Ai, cansei de você. – Disse Caroline, e foi para cima de sua mãe. Ela a pegou pelo pescoço e a jogou para o outro lado do armazén.
Naquele momento, Kol apareceu atrás de Caroline e a segurou pelos braços.
– Não é bonito tratar a sua mãe assim. – Disse ele.
– É. Bonito de uma pessoa que foi quase assassinada pelos pais umas cem vezes.
– Quieta. – Disse uma pessoas que Caroline conhecia muito bem.
– Tyler? Ora, se não é o Híbrido favorito do Klaus. – Disse ela com desdém.
– Já que você não liga pra mais nada, eu acho que não liga de morrer também. – Disse Tyler pegando a Estaca de Carvalho Branco de Liz, jogando Klaus para o outro lado do armazém e cravando a Estaca em seu coração.
Klaus gritou e sua pele ficou pálida, depois ficou totalmente ressecado e seu corpo pegou fogo em seguida.
– Não!!! – Berrou Caroline, conseguindo se livrar dos braços de Kol, e com lágrimas descendo de seu rosto.
Ela foi até o corpo em chamas de Klaus e chorou vendo aquela cena.
– Deu certo! Ela ligou! – Comemoraram Tyler e Liz ao mesmo tempo.
– Como pôde fazer isso? – Disse Caroline jogando Tyler contra a parede e, enfiando a mão no seu peito. Ela podia sentir o coração dele.
– Eu não matei o Klaus. – Disse Tyler apavorado.
– Pare Caroline. Ele está falando a verdade. – Implorou Liz.
Kol a agarrou outra vez pelos braços. E dessa vez ele estava segurando mais forte.
– Filha. – Aproximou-se Liz. – Na noite em que Savannah Bennett derrubou o Véu, Qetsiyah fundiu um anel da Luz do Dia com um anel Gilbert.
– E daí? – Perguntou Caroline, furiosa.
– O anel pode proteger qualquer vampiro do sol e da morte. Ele é como se fosse o Silas com o anel. E o Klaus está usando ele. – Explicou Liz. – Daqui a pouco ele volta à vida.
Ao ouvir aquilo, Caroline sente o alívio chegando. E aos poucos ela sentiu todas as suas emoções voltando.
Ela se desculpou com Liz e Tyler pelo que tinha feito, enquanto Kol enterrava os corpos das vítimas da Barbie vampira.
E depois que tudo havia passado, o corpo carbonizado de Klaus voltou ao normal e Tyler retirou a estaca do lugar e ele acordou.
***Uma semana depois.
Os Mikaelson e Caroline estavam na sala da mansão, quando Elijah entrou rapidamente.
– Irmãos. Temo que devo dar a vocês uma má notícia. – Disse ele aflito.
– O que é agora? – Perguntou Klaus.
– O Imortal Silas está com muitos vampiros sob seu controle em Mystic Falls. Ele está com a intenção de derrubar o Véu.
– Outra vez não. – Disse Caroline.
– Mas como ele pode? – Perguntou Kol.
– Ele é um Bruxo poderoso o suficiente para derrubar o Véu agora. – Respondeu Elijah.
– Então o que fazemos? – Perguntou Henrik.
– Ele tem os dele. Nós também devemos ter os nossos. – Disse Eleijah.
– Por que devemos defender essa cidade? Nem moramos mais aqui. – Disse Rebekah.
– É aqui que minha mãe e meus amigos moram. Inclusive o Matt. – Disse Caroline irritada. – E é claro que vocês não querem a sobrinha de vocês vivendo em um mundo cheio de fantasmas sobrenaturais, com sede de vingança. Inclusive os avós malucos, não é?
– Claro que não, e é por isso que vamos defender Mystic Falls de Silas e sua trupe. – Disse Elijah.
– Mas vamos precisar de ajuda. – Disse Kol.
– Damon, Stefan, Elena, Nadia e o Tyler. Talvez eles possam ajudar. – Disse Caroline.
– Claro. – Disse Klaus. – Mas se tivéssemos meus híbridos.
– Tem o Kyle. Amigo da Savannah. – Disse Tyler, entrando na sala. – Ele conhece uma matilha.
– Que deixou você entrar? – Perguntou Kol.
– Eu. – Disse Elijah. E naquele momento, todos ficaram quietos.
– Mas do que me adiantam lobisomens, sem o sangue da Dulic... – Klaus parou no meio da frase.
– Niklaus... Não. – Disse Elijah, já adivinhando.
– Ah, Elijah, por favor. Sim. – Disse Klaus sorrindo. – Vá buscar a Katerina.
– Não. – Disse Elijah.
– Não vamos matá-la. – Disse Klaus. – Só queremos um pouco do sangue dela emprestado. Daí curamos, e mandamos para casa novamente.
– Você me dá sua palavra Niklaus? – Disse Eliajh.
– Claro, irmão. – Prometeu Klaus.
Dizendo isso, Elijah usou sua velocidade de vampiro e foi para a mansão Salvatore.
– Por favor, Tyler. Vamos encontrar esse tal de Kyle. – Disse Klaus.
– Mas e nós? – Perguntaram os outros Originais e Caroline juntos.
– Vocês ficam aqui. – Disse Klaus, e então ele chamou Caroline para uma conversa particular.
– O que foi? – Perguntou ela.
– Se você pretende lutar para defender Mystic Falls, tem que estar protegida. – Disse Klaus entregando uma caixinha para Caroline.
Dentro da caixinha estava um anel prateado com uma pedra roxa em cima e uma azul em volta.
– O que é? – Perguntou Caroline.
– É o anel que eu usei no armazén dos Fell. – Disse Klaus. – E vai te proteger.
– Não posso aceitar. Pessoas precisam mais do que eu. – Disse Caroline.
– Ele não funciona em outros sobrenaturais e nem em humanos mais. E eu estou dando dando pra você. – Explicou Klaus.
– Tudo bem. Vou usar. Obrigada. – Disse Caroline sorrindo.
– Por nada, linda. – Disse Klaus ainda sorrindo. – Mas agora tenho que ir. Eu te amo. – Disse Klaus dando um beijo de despediada em Caroline.
– Eu também te amo. – Respondeu Caroline.
E um segundo depois, Caroline, Matt, Rebekah, Kol, e Henrik estavam apenas esperando pelo que viria.
Kol estava frustrado, pois discava o número de Alicia, mas ela não atendia.
“Deve ter fugido também”, supôs ele.
*** Floresta próxima à ponto Wickery...
– Olá meu amigos vampiros. – Disse Silas saudando os vampiros. – Nosso dia de glória é amanhã. Pois amanhã é Lua cheia outra vez, e vou dar o mundo a vocês. Desde que me protejam.
A multidão de vampiros, que chegava quase a cem, fervia.
– Vou derrubar o Véu exatamente à meia noite. – Continuou Silas. – E vou fazer o feitiço da Cura para a Imortalidade. Mas para isso, preciso conectar os três pontos do Triângulo da Expressão. – Disse Silas, com seus olhos prateados brilhando. – Vamos, meus amigos. Vamos para a fazenda Young.
Fale com o autor