Notas iniciais
Oi pessoas. Aqui está mais um capítulo só pra vocs. :))

FLASHBACK ON...

***Mystic Falls (ano 1.014 d.C).

– Eu quero que vá embora desse lugar para sempre. Meus filhos irão se destruir por suas causa Tatia. – Dizia Esther com raiva nos olhos.

– Eu amo seus filhos e eles me amam. Não pode impedir a felicidade deles. – Rebateu Tatia.

– Não pode ter os dois, deve amar apenas um.

– Saia da minha frente Esther, esta me cansando.

– Eu imploro. Vá embora.

– E o que ganho em troca?

– Quer conhecer a Europa não é? Seus pais vieram de lá quando você ainda era um bebê. Eu posso lhe dar um barco que ira até lá.

– Tentador... E o que você ganha com isso?

– Meus filhos ficarão em paz... e um pouco de seu sangue.

– Pra quê?

– Assunto de bruxa.

– Aceito. Mas quando isso acontecer, eu morri para seus filhos. Entendido?

– Claro.

Tatia deu seu sangue para Esther, e em uma semana o acordo foi cumprido. Ela estava indo para a Europa.

Em um mês, Tatia já havia acostumado a ser uma européia. Mas notícias chegaram a seus ouvidos da existência de criaturas chamadas vampiros.

– Deve tomar cuidado, senhorita Petrova, esses vampiros se alimentam de sangue e se parecem conosco. – Disse Brighton, o fiel amigo de Tatia.

– Não acredito neles, Brighton. – Disse ela.

– A senhorita que sabe... – Disse Brighton se afastando.

Tatia estava tentando ao máximo esquecer Klaus e Elijah, mas não conseguia, então decidiu voltar para a sua antiga Vila.

Ao voltar, ela apenas encontrou um jovem conhecido:

– O que houve aqui? Está tudo destruído e queimado. – Disse Tatia aflita.

– Foram os vampiros. Eles mataram quase todos. – Disse o jovem.

– Me conte tudo, e direito. Com detalhes. – Ordenou Tatia, temendo que Elijah ou Klaus estivessem mortos. Ou até mesmo pior: os dois.

– Aquela bruxa, a Esther, transformou os filhos em vampiros. Eles bebem sangue humano. Mas o Niklaus era um lobisomem e foi transformado em vampiro e virou um híbrido. Então a Esther fez um feitiço que prendeu o lado lobisomem dele em uma pedra estranha. – Disse o jovem muito nervoso.

Tatia não podia acreditar que as lendas sobre os vampiros eram reais, e que tais criaturas eram pessoas que conhecia muito bem.

– E qual é o motivo da destruição da Vila? – Perguntou Tatia.

– O híbrido surtou, matou a Esther e quase a Vila toda. Ele disse aos irmãos que foi o Mikael que matou a mãe, então Finn foi embora, depois o Kol, e o Niklaus foi embora com Elijah e Rebekah. E o Mikael foi atrás do enteado híbrido agora. Me desculpe moça, mas agora eu preciso ir. E se fosse esperta, faria o mesmo. A morte de uma bruxa amaldiçoa o lugar para sempre. – Disse o rapaz correndo para a floresta.

Tatia não acreditava que Esther havia morrido e a família Mikaelson tinha se espalhado.

A pior coisa de todas aconteceu com ela a seguir, quando chegou a sua antiga casa, onde viva com seus pais e viu ela queimada. Apenas os restos. E no meio de madeira queimada e cinzas avistou dois corpos. Os corpos de seus pais.

Tatia começou a chorar sem controle.

Procurou o corpo do filho que tinha sete anos. O qual tinha deixado com os pais, por puro capricho de sua parte.

– “Conhecer a Europa”. – Pensou ela. – “Como pude ser tão burra?”. – Então caiu em prantos novamente.

Não podia ficar naquele lugar, apenas foi embora.

Tatia estava de volta à Europa. E não sabia o que fazer.

Ela apenas ia para o leste. Parava a cada cinco minutos para chorar. Ela estava a dias na estrada sem água ou comida. Teve uma hora que não estava mais agüentando.

No meio da floresta, parou e caiu. Tudo ficou escuro.

– Acode moça. Fiz um chá para você. – Disse uma voz melancólica para Tatia. Mas antes que ela pudesse perguntar onde estava, sentiu um cheiro muito forte e ruim, acordando de imediato.

– Mas que porcaria fedida é essa? – Perguntou ela desorientada.

– É uma erva especial. – Disse uma mulher de olhos castanhos e de pele branca com os cabelos negros.

– Não, me deixe em paz. – Disse Tatia se debatendo.

Ela estava se debatendo tanto que uma vela acesa caiu em seu vestido e, começou a pegar fogo.

A mulher levantou-se na hora e as chamas sumiram do vestido.

– Como fez isso? – Perguntou ela.

– O que? – Perguntou a mulher de cabelos negros.

– Você é bruxa?

– Você acredita em bruxas? Ora, minha querida isso é ridículo.

– Pare de mentir para mim. Eu vivia em uma aldeia de lobisomens e bruxas.

– Então você sabe? Mas você é humana? – Perguntou a bruxa.

– Claro. Quer dizer, mais ou menos. – Disse Tatia. – A bruxa da minha aldeia disse que eu sou uma Duplicata Petrova. – Continuou ela.

– Mesmo? Você é a Duplicata? – Perguntou a bruxa com uma expressão curiosa.

– Sim. O que isso tem de tão importante? – Perguntou Tatia.

– É uma longa história. Quer mesmo ouvir? – Perguntou a Bruxa feliz pela curiosidade da Duplicata.

– Tenho tempo. Minha aldeia ficava em uma terra muito longe daqui. Tive que atravessar muita água para chegar aqui. – Disse Tatia.

– Eu sou uma serva da natureza. Sei quando algo de novo surge. Sua aldeia teve algo a ver com os vampiros? – A expressão da bruxa foi de felicidade para inquietação.

– Sim. Mas quero saber da Duplicata antes. Quando me contar tudo sobre isso, lhe conto sobre os vampiros, combinado? – Perguntou Tatia.

– Sim, combinado. – Respondeu a bruxa. – Primeiramente, meu nome é Ivis. E segundo: Há muito tempo atrás um bruxo chamado Silas... – Começou Ivis.

E quando Ivis terminou a historia de Silas, Qetsiyah e Amara, Tatia estava de queixo caído. Mas como prometido ela contou o que houve em sua aldeia.

Dias mais tarde, Tatia estava melhor e foi direto a Ivis.

– Ivis, se eu sou uma Duplicata da Amara, existem as Duplicatas do Silas não é? – Perguntou ela.

– Sim, mas aonde quer chegar? – Perguntou Ivis.

– Se meu sangue transformou a família Mikaelson em vampiros, ele poderia em transformar também?

– Não, precisaria de um sangue diferente. O de outro tipo de Duplicata, por exemplo. Ah não, você quer o sangue de uma Duplicata do Silas para virar vampira? – Perguntou Ivis perplexa.

– Sim, por favor. Ivis a família Mikaelson fez isso, eu também quero. E eu sei que você já mexe com Magia Negra.

– E o que ganho com isso?

– Um pouco do meu sangue. Não é uma fonte de poder muito grande?

– Tatia Petrova, nós temos um acordo.

As duas apertaram as mãos sorrindo.

Alguns dias mais tarde no meio da floresta estava uma fogueira, uma grande árvore negra e um rapaz jovem idêntico a Silas, amarrado.

Ivis chegou com Tatia e ela usava um anel com uma pedra azul.

– Fique aqui, bem na luz do Sol. – Disse Ivis, cortando a palma da mão do rapaz.

Ele começou a gritar por socorro, mas não ia adiantar.

–Beba. – Ordenou a bruxa segurando a mão do rapaz. Tatia obedeceu e começou a beber o sangue que escorria na palma da mão dele.

– Agora caminhe até a árvore. – Tatia foi até a árvore e, passou pela frente de Ivis, e ela sem aviso nenhum a bruxa quebrou o pescoço dela.

Tatia caiu no chão e Ivis rapidamente levou seu corpo até a base da árvore negra e começou a fazer o feitiço.

A Duplicata acordou com uma terrível dor no pescoço e um tanto faminta.

– Ah, você acordou! Venha, precisa completar a transição. Você ainda não bebeu sangue humano. – Disse a bruxa Ivis.

Ivis cortou o pulso da Duplicata de Silas e ele começou a gritar novamente. Tatia foi até ele e começou a bebê-lo.

Quando ela parou seus olhos ficaram vermelhos e seus caninos afiados surgiram. Ela não se controlou. Foi até o jovem Duplicata novamente e drenou-o por completo.

– Muito bem, agora eu preciso de seu sangue de Duplicata. – Disse a bruxa orgulhosa de seu “trabalho”.

– Você ainda não tirou ele? Bem, agora não vai fazer mais. Adeus, e obrigada pelo seu trabalho. – Tatia foi para cima de Ivis e atacou-a. A bruxa nem teve chance de se defender.

Tatia empurrou Ivis com tanta força, que ela bateu em outra árvore com as costas.

A vampira usou sua nova velocidade e quebrou o pescoço da bruxa.

– Mais ninguém pode ser como eu. Eu devo ser única. – Disse Tatia com a palavra “loucura” estampada em seus olhos.

Tatia queimou os corpos de Ivis e a Duplicata de Silas junto com a árvore de Carvalho Negro (a árvore negra tão falada), pois a madeira dela era a única coisa que podia matá-la.

Sozinha e sem saber direito o que fazer, Tatia foi para o Oeste.

FLASHBACK OFF...

*** Nova Orleans...

– E cada vez que eu sabia dos Originais em um lugar, eu ia para outro. O mais longe o possível. – Completou Tatia.

– Por que não se aproximou de nós? – Perguntou Elijah. — Já que era vampira não tinha nada a temer. – Disse ele.

– Não queria ser motivo de uma ruptura familiar. Outra vez.

– Ah, e porque está aqui agora? – Perguntou Finn.

– Bem, as noticias correm. As bruxas sabem que a família Original está de volta. – Disse Tatia rindo. – Olha, essa foi a história da minha vida. E eu nunca mais quero falar dela outra vez. Nunca mais. – Enfatizou ela.

– E o que a nossa família tem a ver com você estar aqui? – Perguntou Klaus. Pronto, esta era a pergunta chave. A que faltava.

– Quero fazer parte da família. Quero ser uma Mikaelson. Já que o Niklaus matou a minha família queimada. – Disse Tatia se esticando no sofá.

Em um lindo e perfeito coro, a família Mikaelson inteira, Matt e Caroline se levantaram ao mesmo tempo e disseram:

– O quê?

Notas finais
Então? Gostaram. Espero que sim. Por favor, deixem seus comentários. E aqueles que eu não agradei, comentem também e digam no que posso melhorar :)) Hey povo, voces querem saber o que aconteceu em Virginia Beach com Klaus e Caroline. Se sim, digam sim, se nao, digam nao. Que dependendo das respostas, no final da fic eu posto um cap especial com o acontecido nas praias de Virginia. Ah, e comentem, pois nao vejo mais comentarios e estou ficando triste :(( e minhas visitas estao caindo nos ultimos dias. até...