Notas iniciais
Desculpem mesmo pela demora, a desculpa é a mesma que a do capítulo anterior: colégio. Só pude continuar e fazer um bom trabalho nessas férias.

A dor era forte, mas era suportável, o pior era ter de aguentar a expressão de Dean, Leah sabia que isso estava machucando-o. Estava tentando pensar num plano, mas os cortes, e aquele Dean triste dificultava muito, ah como ela odiava Marcel!

– Vamos logo, queridinho. Faça cortes mais fundos, essa híbrida consegue aguentar mais. – Marcel, sendo intensamente babaca.
– Cala essa maldita boca, seu vampiro filho da puta! – Dean não estava gostando nem um pouco de passar por isso.
– Oh, oh. O caçadorzinho também é boca suja? Adiante isso aí, por que tem mais 5 minutos de tortura.
– Marcel, já chega, você já teve o que queria. – Elijah, tenta em vão, acabar com aquilo.
– Não, essa vadia não quis sair comigo, então o casal de pombinhos vai sofrer mais um pouco. E também, ela cicatriza rápido demais, por isso vai demorar mais.

Assim que Dean ouviu a palavra “vadia”, Leah viu que ele iria acabar usando aquela faca em Marcel, Leah viu o ódio em seus olhos. E disse apenas movimentando os lábios: “Espere”.

5 horríveis minutos depois...

– Pronto, casalzinho. A tortura de vocês acabou, agora só falta o Dean ali.
– Eu sou o Sam. – Sam estava cansado daquilo.
– É? Mas pra mim tem cara de Dean.

Assim que Marcel se virou, Leah pôde ver que Sam havia desatado os nós da corda que estava em seu pulso. E que estava encarando Dean de uma forma desesperadora. Nossa, pensou Leah, Winchesters são bons mesmo com nós. Leah, deu um sinal para Sam e voou no pescoço de Marcel.

Aí é que começou a briga, os Mikaelson entenderam e começaram a matança, era vampiro voando pra tudo quanto é lado, Marcel gritando que nem garotinha, Sam sacando a faca do tornozelo e matando por aí, era Dean morrendo de rir dos gritos do Marcel. Bem, era a briga do século. Depois de várias cabeças cortadas, muito, mas muito sangue, e alguns Mikaelson descabelados. Marcel estava ensanguentado e amarrado. E bem, os casais começaram a se amassar.

– Ei, ei, ei! Deixem isso pra depois, agora vamos conversar com a nossa querida garotinha indefesa. – Niklaus amou aquela briga, poder matar de novo? Maravilha!
– Pois é, Marcel. Agora eu quero saber porque você fez todo esse showzinho. Vamos, diga. – Leah estava satisfeita, mas ainda queria saber.
– Não vou dizer nada. Nem tente, pode me matar. Mas eu não vou dizer.
– Okay, se por bem você não vai falar, eu farei você falar.-Leah estava convencida, e Marcel não gostou daquilo.
– Me torturando? Haha. Não vai conseguir nada também.
– Querido, não faz meu estilo torturar. É meio sujo demais.- Leah achou estranho, pois Dean começou a olhar pro teto e assobiar distraidamente. – Eu tenho um método infalível, que bem, só eu tenho. Vou te contar, como minha mãe era uma bruxa muito poderosa, eu acabei herdando isso. Então eu sou: lobisomem, vampira e bruxa. Legal não é? E sabe o que acontece quando se junta tudo isso? Uma híbrida com poderes de bruxa. Agora, adivinha, o que eu posso fazer para arrancar a verdade de você?
– M-me hipnotizar? – Marcel realmente estava com medo.
– Não, não, querido. Eu posso entrar na sua mente, e ver tudo o que tem nela! Incrível não? Só que tem uma coisa: isso dói muito...pra você! – Leah começou a gargalhar de um jeito estranho, meio diabólico demais.
– Querida. Ahn, não acha isso horrível demais? Como ele disse, você não pode hipnotizá-lo?- Dean ficou assustado com toda a maldade que vira em sua “namorada”.
– É, Leah. Não precisa fazer tudo isso. – Até Niklaus ficara com medo da irmã, afinal, ele sabia que ela era bruxa, só não sabia que podia fazer tudo isso.
– Ah, Klaus, não é TUDO isso. É um truque simples que eu aprendi. Dói bastante para a vítima, mas é simples. – A sede de maldade que refletia nos olhos de Leah não era nada boa.

Então Leah começou, ela libertou um Marcel muito assustado, colocou as duas mãos na cabeça do pobre coitado. Até Dean se assustou, pois os olhos de Leah ficaram totalmente brancos e os de Marcel também. Ora, não era comum ver uma híbrida bruxa vasculhar a mente de um vampiro. Não é algo com que você se depara na esquina.

Depois de um tempo, Leah volta ao normal, e Marcel começa a gritar de dor de apertar a cabeça. Leah o ignora e se levanta.
– Terminou? – Tenta dizer Elijah em meio aos gritos.
– Sim. – Diz Leah calmamente.
– E...? – pergunta Rebekah.
– O idiota queria meu sangue para fortalecer uma tal de Davina, a bruxinha preferida dele em New Orleans. Pelo visto, a garota está morrendo, é só o sangue de um híbrido bruxo salva a maldita. Só existem 3 no mundo inteiro, e o filho da mãe veio logo me atormentar.
– Então, era isso. Marcel tem uma bruxa em seu comando. Hm, interessante. – Pelo visto, o cérebro de Klaus começara a maquinar.
– Qual é a sua espetacular ideia, Niklaus? – Elijah não gostava quando os irmãos ficavam diabólicos.
– Nada, nenhuma. – Mentira, quando Klaus dizia isso com um sorriso falso, pode crer que ele está mentindo.
– Niklaus Mikaelson! Você vai me contar ou não?- Elijah estava preocupado.
– Contar o que? Não tem nada pra contar. – Klaus estava mesmo com um plano maligno.
– Bem, eu não estou nem aí. Já tirei o que queria do Marcel. Agora, eu tenho uma ideia muito boa. Vamos matá-lo? – Leah queria logo acabar com aquilo.
– Não! Ainda não, tenho mais planos para ele. – Klaus não queria revelar de maneira alguma o que era.
– Niklaus, você não me fez ter essa trabalheira toda só para deixá-lo viver! Eu vou matar ele e...
– Leah.
– Fique quieto, Elijah! Eu vou matar ele sim, senhor!
– Leah.
– O que?
– Marcel fugiu.
– Não! Não pode ser! – Mas era verdade, onde antes estava um vampiro que gritava, agora
estava uma poça de sangue. – Ai que droga!

Leah começa a chutar tudo, inclusive os corpos dos vampiros. E Dean tenta pará-la.
– Leah, nós vamos encontrá-lo. Relaxa.
– É, vamos sim. Aliás, ele não tem meu sangue para curar a putinha dele não é?
– Dean. – Sam o chama.
– O que?
– Quando você estava esfaqueando a Leah... Er, desculpe. — Diz Sam ao ver a expressão deles.- Eu percebi, que na faca, havia um pequeno tubo, aberto, que era para onde o sangue escorria. Eu fui checar a faca agora, e o tubo não está mais ali.
– FILHO DA PUTA! – grita Dean(obs: leia como “son of a bitch!”, haha)- Por que não me disse isso antes, Sam?
– É, eu ia dizer, só que eu estava com a boca ocupada. – E Sam aponta para Rebekah, que dá um sorrisinho.
Leah começa a chutar e arremessar os corpos denovo.
– Mas Leah, se é só para curar ela. Porque você está, bem, desse jeito. – Pergunta Elijah.
– Por que, meu sangue + uma bruxa, não é uma combinação boa. A puta pode muito bem fazer um ritual idiota e me controlar. Eu posso matar todos vocês sem ter consciência disso. Essa bruxa pode ter apagado da mente do Marcel o verdadeiro objetivo dele. Ele pode ter planejado muito mais do que curar a garota, e na verdade, nem sei se é esse o real plano dele.
– Oh, oh. Isso não é nada bom. Eu sou muito gostoso para morrer. – Como Dean conseguia fazer piadas numa hora dessas? — O que vamos fazer agora então? Sugestões?
– Vamos caçar e matar aquele filho da puta. – Leah, certamente, estava determinada.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.