CAPÍTULO XVII

POV Klaus

Fazia duas semanas que eu tinha voltado para Nova Orleans, durante esses dias eu estava muito ocupado, preocupado como proteger Hope e pensando na proposta de Freya, mas, mesmo com essa agitação, tive tempo conversar com Camille, quase todas as noites. Ela tentava me compreender para me dizer o que seria mais correto arriscar, porém não falamos somente de mim, mas também da vida dela. E durante todo esse tempo ainda não liguei para Caroline. Sei que só foram 14 dias, mas me sinto distante dela.

– Klaus? – Escuto uma voz familiar me chamar, eu estava em meu quarto e não demorou pra eu reconhecesse, era Camille.

– Olá Camille.

– Sei que você está muito ocupado, mas posso ficar aqui esta noite? Se não for incomodo claro.

– É... – Fiquei um pouco receoso com a ideia, mas deixei. – Pode sim.

– Lembro-me que íamos jantar hoje, mas podemos fazer a comida aqui mesmo na sua casa. – Eu estava sozinho, Hayley tinha ido passear com Hope e Jackson, claro, eu sabendo que eles estariam protegidos por um feitiço para que não encontrassem Hope, pelo menos garanti que Hayley e Hope estivessem. Fiquei um pouco nervoso com aquelas ideias, confesso que, ultimamente, Camille está mexendo comigo e deve ser pela distancia de Carol, mas não a culpo por isso, fui eu quem prometi para mim mesma e para Stefan que não a perturbaria. Mas eu me sentia triste pelo, pois Caroline ainda estava em dúvidas depois de tudo o que fiz, não exijo que me escolha, mas que se decida.

– Com certeza. – Falei um pouco distraído com meus devaneios.

– Klaus? Klaus?!

– Oi, desculpe-me.

– Tudo bem?

– Sim, sim. Eu só...Bem, o que queres comer hoje?

Não demorou para que a noite chegasse. Eu estava esperando Camille na sala, onde estava uma mesa com comidas deliciosas preparadas por nós, nos divertimos muito cozinhando. Ela desceu, estava com uma roupa simples, mas muito linda.

– Nossa! Imagine se fossemos sair.

– Que isso Klaus, pare de exagero. – Demos uns risos desajeitados. – Paremos de conversas fiadas, vamos comer logo, estou faminta.

– Certo, vou pegar um vinho.

– Vou colocar nossa comida no prato.

– Pronto, o vinho está na taça e podemos devorar toda a comida. – Começamos a rir e logo em seguida começamos a comer.

Não tardou para terminamos de comer, logo em seguida saímos para a sala e Camille estava sentada no sofá do meu lado enquanto bebíamos uísque e falávamos algumas bobagens na qual ríamos muito. Mas ela para de rir e me indaga.

– Klaus, você acredita mesmo que seu pai possa está solto?

– Sinceramente Cami, não sei em que acreditar. Freya garantiu-me que ele não iria prejudicar ninguém, pois estava sobe seu controle. Mas ela não deu mais notícias.

– Hum. Ainda pensa em matá-lo?

– Você quer?

– Com certeza, depois daquele dia que ele me atacou, tudo o que desejei foi sua morte. – Dei uma risada e ela fez o mesmo logo em seguida.

– Vou deixar que Freya cuide dele, caso ela esteja mentindo, eu o matarei.

– Certo. Klaus aquele beijo...

– Camille, desculpe-me.

– Não me peça desculpas. Talvez você queira pedir desculpas a si mesmo. Percebi que você sentiu que aquele beijo foi um erro. Mas... Caroline não está aqui, não está com você Niklaus, então não se sinta culpado. – Camille, ao dizer tudo aquilo, me fez levar aqueles pensamentos de novo, me fazendo pensar sobre Caroline está sozinha com Stefan. Naquela noite, nós realmente nos beijamos. – Eu estou e desejo sentir a sensação perfeita de ti beijar novamente. – Ela se aproximara mais, pegando no meu rosto. – Você só precisa permite-se sentir também. – Naquele momento eu me senti em uma confusão interior. O que eu iria fazer? – Sabe. Às vezes as pessoas precisam permitir-se sentir, ao contrário, nunca poderá ser feliz. – Terminando aquela frase ela me beija, um beijo lento e delicado. Passando a língua como se tivesse pedindo permissão para mais. Então, eu cedi, deixei que ela comandasse dali em diante. Não me preocupei se rolaria algo a mais, só deixei, me permiti. Em poucos minutos ela já estava desabotoando minha camisa lentamente e passando sua mão em meu corpo. Peguei-a com mais força pela cintura e levei para o quarto. Ainda beijando-a, rasgo sua blusa e vou descendo os meus beijos, logo depois tiro sua saia e em pouco tempo já estávamos nus em uma louca e prazerosa transa. Ela chamava meu nome em um tom muito delicioso, no que fazia me enlouquecer. Não lembrava mais de nada, nem de meus assuntos com Freya, nem com Elijah longe de casa e nem com Caroline, esqueci totalmente de tudo naquele momento. A porta do quarto se abre e em um susto me levanto ao ver quem estava na porta, me falta ar quando vejo a imagem perfeita de uma mulher.

– Klaus? – Ela da um grito. Logo reconheço.

– Caroline?