CAPÍTULO III

POV Caroline

Não entendo, será que escutei errado? Ou será que era exatamente aquilo? Não pude saber a verdade, pois Matt entrou na lanchonete e perguntou por minha mãe interrompendo-nos.

– Ela está bem Matt, mas preciso que você fique de olho nela, você me entende não é? Ela é muito teimosa e temos que ficar de olho pra não exagerar no trabalho. Minha mãe precisa descansar, então se você puder olha-la sempre que possível serei grata.

– Com certeza. Mas você vai viajar?

Pensei bem antes de respondê-lo. Klaus estava só nos escutando, Matt deu um oi para ele, mas ele respondeu desconfiadamente. Como não tinha dado a resposta exata para Klaus, se eu iria ou não viajar com ele, então eu pensei muito e acabei decidindo quando Matt perguntou-me se eu iria viajar.

– Vou, preciso ir. Não é Niklaus?

– Você vai viajar com ele? – Matt perguntou para mim assustado.

– Sim, para Nova Orleans. – Ele devia estar curioso para saber como estava Rebekah.

– Boa viagem pra vocês, manda um beijo a Rebekah.

Vi que Klaus olhara para mim sorrindo, talvez muito feliz porque decidi ir.

– Agora tenho que ir. – Disse Matt. – Preciso organizar umas coisas do Mystic Grill. Tchau.

– Tchau. – Respondemos, eu e Klaus.

Depois que Matt saiu Klaus olha pra mim por um bom tempo e depois diz:

– Por que você mudou de ideia?

– Preciso conversar com você, mas não aqui e nem agora. Tenho que fazer algo antes.

Eu estava prestes a fazer algo que eu prometi para a mim mesma que nunca mais iria fazer. Mas ele estava ali, eu queria e ele também queria, porém não imaginava o que eu iria fazer ao sairmos da lanchonete.

– Vamos a um lugar, espero que você tenha boas lembranças desse local. – Sorri para ele e sai com cara de confuso ele me seguiu.

Dirigi até uma floresta quando ele logo me diz:

– Sério? Aqui de novo? – Dando um sorriso muito sexy que me enlouqueceu.

– Não quer?

Então ele me beijou e tirou minha blusa melhor do que da outra vez, beijou todo o meu corpo lentamente tirando cada peça da minha roupa. E eu o beijei também tirando cada peça de sua roupa. Aconteceu, mais uma vez, me entreguei a ele como na primeira vez só que melhor ainda. Foi uma grande loucura e paixão.

– Eu te amo Caroline. – Sério? Ele disse? Disse que me ama? Estava louco ou o que?

– Klaus eu...

– Não, eu sei. Não precisa dizer nada agora, só precisa sentir e viver o meu amor.

Nunca tinha visto Niklaus daquele jeito, mais sensível, amando alguém. Será mesmo que eu tinha feito aquilo com ele? Essa viagem iria me dizer o que era, pelo menos eu espero. Mas eu ainda tinha assuntos com Stephan, mesmo que eu queira muito o Klaus, sinto algo por ele também. Mas preciso viajar com Klaus para saber o que quero com ele.

Com toda essa loucura eu não se lembrava da questão anterior, a filha dele, ou seja o que for, eu precisava saber, ele parou e ficou desconfiado quando pronunciara esse nome, por quê?

– Klaus, porque você não continuou falando aquele nome quando estávamos conversando?

– Caroline, eu não posso, quero ser honesto contigo, mas ainda não posso lhe dizer o que era.

– Você ia falar mesmo filha? Diga-me, confie em mim. O que pode ser de tão grave?

– Por favor, não insista, não posso dizer-te o que é. Prometo que quando for seguro falo-te. A proposito, temos que ir logo.

Aceitei, mas eu precisava saber, deixei de lado e fui com ele arrumar minhas malas, prometi a mim mesma que quando eu descobrisse o que era aquele segredo o ajudaria a guardar e a proteger, pois se ele contar-me estaria confiando em mim.

– Pronto, vou só pegar as malas e já vamos para Nova Orleans. – Ele disse e foi pegar minhas malas enquanto eu estava esperando ele perto do carro.

Enquanto ele ia pegar as malas, liguei para Elena avisando-a que iria viajar com Klaus e claro, ela nem pensou já soltou uma piadinha. Ela desejou-me sorte e uma boa viagem, eu disse o mesmo a ela e desliguei.

– Estamos prontos, vamos.

– Ok. – Sorrimos e entramos no carro.

Durante a viagem pensei bem se tocava ou não no assunto anterior. Resolvi falar.

– Klaus, pode confiar em mim, quero ajudar-te. Pode ficar tranquilo, seja o que for, estarei do seu lado.

– Eu pensei se eu te diria ou não e eu sei que posso confiar em você. Então me promete que não vai comentar com ninguém sobre isso? Por favor?

– Quero somente lhe ajudar, preciso que você deixe que eu faça.

– Certo.