The Original

8 Capítulo 8 - Presentes bizarros & Desmaios!


Notas iniciais
Hey , minhas lindas flores!

Tenho uma boa e pessima noticia para dar para vocês. A boa? A boa é que eu tenho as leitoras mais incriveis do universo. E a péssima? Bom...felizmente ou infelizmente eu tenho uma vida fora do Nyah. As provas de final de ano estão chegando , seriado para vestibular , trabalhos interminavéis e um pouquinho de falta de inspiração para escrever. Então se eu demorar a postar não pensem que eu abandonei a fanfic.É que não tô conseguindo conciliar as coisas. Acreditem , estou muito triste ao escrever isso. Se sabado eu não postar o nono capitulo então não sei quando farei isso. Com demora ou sem demora, espero que não me abandonem! Mas quando eu voltar prometo que voltarei com capitulos incriveis para vocês.

:-(

Boa leitura e enjoy

PDV Nick Hudson


_Dá parar de andar de um lado para outro?! – Georgina vociferou ainda de cara fechada.


_Já viu as horas? A fedelha já era para ter chegado em casa. – Falei preocupado.


_Vamos , Nick! Ela não é mais criança. – Falou marrenta se levantando da cama.


_Mas esta sobre a minha responsabilidade...


Georgina me mandou um olhar feio e começou a se vestir. Depois de uma tarde inteira fazendo amor agora ela inventou de ter uma crise de ciúmes idiota da Garota Problema. É normal, não é? Eu ficar preocupado com a Stucker? Afinal, Hanner confiou em mim e eu não achava justo desaponta-lo.


_Para onde você vai? – Franzi minha testa enquanto ela ia para porta do quarto, vestida e com suas coisas em mãos.


_Não estou a fim de passar à tarde em três. – Apertou os lábios, irritada.


_Como assim? – Perguntei confuso.


_Eu, você e essa Lizzie. Você não parou de falar nela a tarde inteira.


_Não foi bem assim...


Ela grunhiu interrompendo minha frase. Nunca a vi tão irritada. Depois voltou a caminhar determinada ate a soleira da porta. Mas antes que chegasse lá, eu a alcancei e segurei sua cintura de uma forma grotesca e segura. Não estava a fim de brigar. Pelo menos não com a minha Geo. Depositei um beijo carinhoso em seu pescoço torcendo para que ela voltasse para cama.


_Não vai, Geo! – Implorei depositando outro beijo._ Por favor! Se não esta lembrada eu não queria essa fedelha aqui, você quem insistiu.


_Só porque eu queria que você ganhasse as férias que deveria ter tirado há anos! – Explicou como se fosse uma coisa obvia.


_Eu não precisava... — Comecei, mas me calei com o seu olhar ameaçador._Tudo bem. Apenas... Fica. Preciso de você. –Lhe lancei um olhar de garoto perdido.


_Eu...


Ela se perdeu no meio da frase enquanto a voz escapava. Suspirou e desviou o olhar como se estivesse pensando em uma boa jogada. Depois lançou os seus orbes azuis sobre os meus. E de repente abriu um sorriso. O meu sorriso! Eu o retribui com prazer.


_Esta zangada? – Colei minha testa na sua.


_Não... — Sorriu novamente._Mas tenho que ir... Jantar com os meus pais. – Falou a primeira desculpa. Georgina , assim como eu , não sabia mentir.


_Tudo bem. – Dei de ombros. Não queria outra discussão.


Dei um selinho nela e depois saímos do quarto. Sentei-me no último degrau da escada. Georgina tinha todas as chaves da casa então não havia sentido em eu abrir a porta. Então assim que Geo destrancou a porta acabou dando de cara com a Garota Problema. Senti o clima pesar de repente. Lizzie empinou o nariz fazendo sua costumeira pose superior. Georgina apenas fechou a cara e foi embora resmungado coisas inaudíveis. Preferi não me meter.


Mulheres?!


_Esta atrasada! – Acusei carrancudo assim que Lizzie fechou a porta.


_Não estou tão atrasada assim. – Revirou os olhos fazendo pouco caso._Cheguei de meia noite em ponto. – Informou de queixo levanto com o seu jeitinho pedante.


_12:01. – A corrigi rabugento.


_12:01- Lizzie me imitou de uma forma ridícula e se jogou no sofá ligando a televisão.


Fedelha!


Eu já estava preparando, novamente, o meu discurso sobre as regras quando fui interrompido pela porcaria da campainha tocando. Eu e Lizzie nos entre olhamos. Do tipo: “Eu não vou abrir a porta”. Guerra perdida! Depois de ter que escutar aquele barulho irritante por minutos me levantei carrancudo e fui abrir a porcaria da porta.

Não tinha ninguém lá. Olhei para todos os lados e nada. Grunhi fulo da vida. Já ia fechar a porta quando vi um pacote no chão. Encarei o pacote por um tempo e me abaixei para pegar. Tinha um bilhete escrito: Para Eliza Stucker. Eliza? Stucker? Mas aquele não era o sobrenome da fedelha? Mal tinha se passado dois dias e Lizzie já recebia presentes na minha casa? Grunhi desgostoso.


_Quem é?- Lizzie perguntou ainda concentrada em um dos episódios de Friends


_Acho que é para você. – Apontei para o pacote.


_Para mim?- Me encarou confusa.


Assenti e ela veio ao meu encontro um pouco curiosa. Puxou o pacote das minhas mãos e leu o bilhete.


_É , é para mim. – Falou simplesmente se afastando. Não estava com uma cara muito boa.


Então sem demora a Stucker rasgou o embrulho e o massacrou com violência. E depois segurou outra caixa estranha. Mas não me deixou ver. E quando finalmente viu do que se tratava várias reações passaram pelo seu rosto. Primeiro surpresa, depois raiva e por último... Medo? Eu nunca tinha visto a fedelha daquele jeito. E antes que eu pudesse interromper... Foi rápido demais... Quando fui perceber a fedelha já estava desmaiada em meus braços. Meu olhar disparou para o tal presente bizarro então entendi perfeitamente o porque do desmaio da Stucker.


Quem daria aquilo para alguém?

Notas finais
Me desculpem pelo capitulo pequeno e sem graça. Ultimamente a inspiração tá de mal de mim. Mas ainda esperoo que comentem para criticas ou elogios. Beijo grande para vocês minhas lindas flores. E ate a próxima!

XoXo Geek M.