The Only Exception
16 Capítulo 16 - Capuccino
PDV Sam
O vento frio e relaxante na varanda estava me fazendo bem, meu cabelo voava com a corrente de ar que passou por mim, eu estava com um pouco de frio porque aquele meu pijama não era feito para climas frios e sim para quentes, meu pijama era de seda e bem fino e eu sentia o vento praticamente em cada canto de meu corpo.
- Sem sono? – Uma voz encantadora soo atrás de mim.
Quando virei vi ele com uma xicara nas mãos onde estava saindo um pouco de vapor, o delicioso cheiro de cappuccino entrou em minhas narinas e eu fechei os olhos e me lembrei de um engraçado e divertido café da manhã com a Pam.
- Sim – Eu ri e me virei para o jardim onde podia escutar os grilos cantando e o som da água na fonte que era capaz de acalmar qualquer um.
- Eu também – Ele foi ao meu lado e colocou seu braço em cima da cerca.
- Você sabe que café não ajuda a dormir... certo? – Olhei para ele com o canto do olho e seu sorriso brilhava tanto que parecia até que a luz da lua refletia nele.
- Eu acho que minha mãe já me falou isso – Ele riu – Quer um pouco? – Ele levantou a xicara e eu sorri.
- Você que fez? – Eu perguntei e ele assentiu com a cabeça – Tomara que não me mate! – Eu revirei os olhos.
Peguei a xicara de suas mãos, tomei um pequeno gole e o sabor delicioso de cappuccino explodiu em minha boca, se eu estava com saudades da Pam eu sei... Mas aquele cappuccino me lembrava muito ela, sorri e entreguei a xicara para ele que riu.
- Te matei? – Ele fez uma careta idiota e eu fiz outra.
- Acho que ainda estou viva – Eu falei em um tom irônico.
- As estrelas são tão bonitas – Ele falou e eu olhei para o céu que estava cheio de estrelas, uma mais brilhante que a outra.
- Isso é tão... – Eu sorri feito boba para o céu – Lindo.
- Eu falei – Ele riu.
- Sabia que a Carly ta afim do Doug? – Eu falei tentando mudar de assunto e ele me olhou surpreso.
- Carly e Doug? – Ele riu – Ele me perguntou algumas coisas sobre ela... – Ele falou colocou a xicara de café numa mesinha perto de duas poltronas.
- Seu primo gamou na Carls? – Eu não contive o riso e ele também não.
- Acho que sim... – Ele foi até mim – Ele é um garoto bem legal – Ele sorriu.
- E gato também – Eu falei olhando para a fonte.
- Como tem coragem de falar isso na minha frente? – Ele falou e eu ri – Não tem graça Puckett – Ele falou e eu olhei em seus olhos.
- Não posso mais admirar garotos? – Eu perguntei e vi ele corar.
- Você sabe... – Ele falou um pouco tímido.
- Sei oque? – Eu ri.
Ele pereceu sério e ficamos em silencio por alguns minutos, ele se aproximou de mim e eu tentei me afastar mas a maldita cerca me prendeu, ele me deu um beijo delicado, delicioso e doce como cappuccino com as duas mãos em seu peito eu me apoiei, seus braços cercaram minha cintura enquanto nossas línguas se tocavam numa deliciosa e romântica dança, separamos nossos lábios completamente ofegantes mas ele não me soltou.
Ele olhou em meus lábios e sorriu, seus olhos estavam com um brilho tão lindo mas ele não deixou essa linda visão para mim por muito tempo, ele olhou para baixo e respirou fundo.
- Eu... – Ele falou sem olhara para mim – Eu... – Ele tentou falar novamente e respirou fundo.
- Eu te amo – Nós dois falamos juntos e ele finalmente olhou em meus olhos, eu mostrei um sorriso tímido e ele um sorriso enorme e perfeito.
- Eu tenho que ir – Eu dei um empurrãozinho nele e o garoto me soltou, fui correndo para meu quarto.
Quando entrei em meu quarto fechei a porta o mais rápido possível e fique de costas para ela respirando rápido para tomar folegom, um sorriso no meu rosto poderia ser visto... Ele me ama!
PDV Carly
- Porque não me acordou? – Falei irritada e ela riu.
- Eu não ia te acordar de três horas da manhã para te contar isso! – Ela sorriu, vez minha melhor amiga feliz era uma das melhores coisas do mundo.
- Porque a Emily não desistiu do Freddie?- Eu falei e Sam assentiu com a cabeça.
- Em falar nessa vaca tenho que gravar a “prova” – Ela fez as aspas com as mãos e eu ri.
- É melhor você começar isso logo! – Falei.
- Estou indo – Ela sorriu – Tenho que procurar as câmeras agora! – Ela abriu a porta de nosso quarto e saiu – Se eu achar te ligo – Ela falou e depois fechou a porta.
Quando minha amiga saiu do quarto eu troquei minha roupa, coloquei uma blusa preta e um short jeans, sai do quarto com um sorriso no rosto e a porta a minha frente abriu no mesmo momento que eu abri a minha.
- Oh... – Eu corei quando vi o Doug a minha frente e... O meu deus! Eles esta sem camisa!
- Oi – Ele mostrou um sorriso tímido e tenho certeza que não disfarcei muito bem meu olhar em seu abdômen.
- Não precisa ficar tímido – Eu revirei os olhos e ele riu.
- Eu acho que... – Ele mostrou um sorriso lindo e eu ri – Vou colocar uma camisa... Me espera? – Ele perguntou e eu assenti com a cabeça.
Ele entrou no quarto novamente, ótimo! O garoto havia percebido que eu estava olhando para o seu físico... Ele deve estar pensando que eu sou uma pervertida! Porque essas coisas sempre acontecem comigo? A pergunta saiu da minha cabeça assim que ele saiu do quarto com uma camisa azul.
- Vamos? – Ele perguntou e eu sorri.
- Claro — Eu sorri para ele e fomos até a sala.
- Me desculpe – Ele falou e e olhei para ele – Não estou acostumado com garotas em casa – Nos sentamos no sofá um bem perto do outro.
- Não se preocupe – Eu ri – Sua mãe é super protetora que nem a Sra. Benson? – Eu perguntei e ele riu.
- Graças a deus não! – Ele falou e eu fiquei completamente impressionada – Não sei nem como o Freddie conseguiu namorar com a tia Marisa por perto – Ele riu.
- Os primeiros meses foram bem complicados – Eu revirei os olhos – Dava para escutar os dois discutindo do meu apartamento... Acredita? – Eu perguntei e ele riu.
- Você mora bem na frente Carls...- Ele olhou para o lado – Tudo bem se eu te chamar assim né? – Ele perguntou um pouco tímido.
- Claro – Eu ri e ele sorriu.
- Eu vou morar em Seattle ainda esse ano – Ele falou e eu explodi de alegria por dentro, mas sabia que teria que tomar cuidado com as vagabundas de Seattle, não queria ver nenhuma em cima deste Benson.
- Sério? – Eu perguntei animada.
- Sério – Ele sorriu – Carly... – Coçou atrás de sua cabeça e eu sorri – Posso te perguntar uma coisa?
- Claro – Eu sorri.
- Você... E Gibby... – Ele falou.
- Eu e Gibby... Oque? – Eu interrompi ele com uma expressão de nojo.
- Eu pensei que... – Ele sorriu.
- Não, não – Eu balancei a cabeça negativamente – Só somos amigos!
- Legal – Ele riu.
- Vai ficar ai rindo? – Eu perguntei irritada ele prendeu o riso.
- Você fica tão engraçada quando esta irritada – Ele ele riu e eu revirei os olhos.
- Idiota – Eu ri e ele também, nossos olhares se encontraram e logo os desviamos.
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