The One Dead

1 Unfortunate Death


Notas iniciais
Não se sabe como essa história começou, mas vale a pena ler até o fim!

Meu pai fugiu de casa quando eu tinha apenas seis anos, minha mãe entrou em depressão, tive que amadurecer muito rápido para cuidar da minha vida. Minha mãe às vezes esquecia que eu existia, não fazia comida, não lavava as roupas, apenas chorava pela casa. Ela me olhava como se eu fosse uma estranha, tinha medo do que ela poderia fazer sem eu estar por perto.

No meu aniversário de sete anos minha mãe e eu saímos de casa para comprar um presente, foi a primeira vez que vi minha mãe sorrir, pensei que ela iria mudar e que sua depressão tinha acabado, mas o que eu não sabia era o que estava por vir. Estávamos andando de carro por uma rodovia bem perigosa, eu estava conversando com minha mãe, um carro veio em uma velocidade fora do normal em cima de nós, o carro foi empurrado para um barranco, quando eu abri os olhos vejo minha mãe sangrando segurando o banco de minha frente para eu não ser atingida e ela disse:

– Lisa... nna...

Depois desse momento eu apaguei, acordei duas semanas depois em um hospital na ilha de Oklahama, onde minha tia (Ana) era a Governanta das terras. Olhei para os lados e vi minha tia debruçada na cama com uma cara de crueldade. Sorria para mim como seu eu fosse sofrer o resto de minha vida.

Depois de dois anos, estava vivendo em Oklahama com minha tia, estava em um aniversário de uma garota que não consigo nem lembrar mais o nome, nesse aniversário estávamos brincando de bonecas (Bonecas completamente lindas de porcelana), havia muitas bonecas lindas à minha preferida era uma loira com um rosto incrivelmente branco (Parecia ser feita de neve). Mas a Lucy pegou essa boneca antes de mim. Fomos brincar de esconde-esconde, e eu fui procurar as outras garotas achei todas só faltava Lucy, quando olho para o lado me deparo com ela segurando a boneca de porcelana quebrada. Ela disse:

-M-Me desculpe, não foi por querer...

-Tudo bem... – Disse friamente -

- Ainda bem! – Ela mudou de humor rapidamente –

Não me lembro direito o que aconteceu só sei que quando a Lucy se virou peguei um caco de vidro que estava no chão é o enfiei em suas costas. As meninas começaram a gritas e os pais da Lucy também. Minha tia me levou embora, naquele momento só tinha uma certeza, Lucy estava morta. Nunca mais vi aquela família na cidade, mas também já faz tanto tempo.

Hoje em dia estou com 16 anos e estudo no Colégio Cristal, da ilha de Oklahama, á cidade é bem tranqüila, apesar de minha tia ser a Governanta da cidade, minha tia não bate bem da cabeça. Estou tendo meio que uns pesadelos com á morte de minha mãe e sempre nesses pesadelos no final deles aparece o número 16, eu fico pensando sempre alto:

- 16? Vou ficar louca se não parar de pensar nesse número – Sussurro para mim mesma. -

Notas finais
Gostou? Comente! Espere até a próxima semana, com novos capítulos!

Obrigado!

-Akihino
-Lisanna