The Olimpians – Livro 2: Bloodlines Time

7 Dois Pontos de Partida Não Muito Divertidos


Notas iniciais
Oi pessoal. Postando um pouco mais cedo que o normal.
Postei isso antes de sari correndo.
Mals. Deveria ter dexado pra quando voltasse.
Então... sobre a Lilliel e o Gray... bom eu vou explicar por que esses dois são teimosos com relação a amor, paixão e o que quer que seja que Afrodite esteja envolvida.
-
Aliás, apartir do cap que vem teremos novidades.
=X=
Agradecimentos especiais as minhas leitoras Alexia Oliveira, PJO e HP 4ever e MC s2 que comentaram a fic nessa semana.
Amei os comentários dessa semana.
Até viajei em alguns.

Lilliel



Tinhamos acabado de sair do acampamento e estavamos a pouco mais de cinco quilometros de lá quando parei o carro.


–Certo. Precisamos conversar sobre a profecia da Rachel.

Lizandra e Gray me olharam interessados.

Se tinha uma coisa que precisavamos era descobrir pelo menos um pouco do significado daquelas palavras.


–Alguma ideia ou eu começo? -Isso estava ficando chato.

–Acho que vamos para oeste. Bem perto do Acampamento Júpiter. -Lizandra


–É o acampamento dos Romanos?

–Exato. Só espero ficar longe das terras deles. -Gray

–Eles nos odeiam?

–Não exatamente. Mas não nos amamos. -Lizandra


–OK. Até agora eu já deduzi que a terra desolada é um deserto e esse país não tem exatamente poucos desertos. Mas a terra da perdição me fez pensar em um estado conhecido pela cidade do pecado.


–Ou seja, Nevada. O que também não vai ajudar tanto assim já que o estado é enorme. -Gray


–Bom, se formos analisar a profecia temos que procurar próximo de Las Vegas ou lá mesmo. -Lizandra -O que mais me preocupa é a parte “seguir pelas mãos dos que perderam seu lar” e a seguinte dela. Nós vamos precisar confiar em pessoas que não conhecemos e que podem não querer contato conosco.


–Sobrevivêntes da última guerra talvez, ou alguém que fugiu do acampamento, dos deuses e de sí mesmo. Muitos semi-deuses fazem isso usando dinheiro, fama, poder e sabem os deuses mais o que. -Gray


–O mais importante agora é isso. -Tirei da bolsa um envelope e entreguei aos dois. -Estava em um bolso do manto. As noticias não não exatamente animadoras.


Os dois leram e depois xingaram em grego antigo.

–Isso é loucura. O solsticio de inverno é em dez dias e temos que encontrar e devolver os arcos até lá? -Gray


–Bom, vejamos pelo lado possitivo: tem gente que recebe missões piores com menos tempo disponivel. -Lizandra


–Não preciso do azar do Percy na minha vida. Obrigada. -Gray


Acabei rindo daquele cometário.

–Desculpe informar, mas eu acho que tenho muito azar para que esse prazo seja ainda menor.


–Como assim Lilli? -Gray

–Eu te contei um pouco da minha vida hoje de manhã e conversei com a Liz ontem o dia inteiro. Se dependese só da minha sorte esse prazo já seria apertado. Juntando nós três é absurdo que algo dê realmente certo.


–Temos dez dias pra fechar essa missão com exito, quilometros de azar pra vencer, monstros que vão nos rastrear, dois deuses furiosos, uma profecia para completar e vários quilometros de deserto escaldante para percorer. Esqueci alguma coisa? -Lizandra olhou para Gray se divertindo com a cara dele.


–Não. -Ele resmungou.

–Ok. Vamos voltar a estrada. Alguém trouxe alguma comida?


–Eu trouxe algumas coisas. Pão, água, bolacha e barra de cereal. Acredito que até o fim da tarde de pra aguentar com isso e correr um bom pedaço do caminho, desde que a velocidade seja razoável. -Lizandra deu dois tapinhas no meu ombro.



–Normalmente eu perguntaria se você é louca, mas estou com um péssimo presentimento e não quero arriscar o que vai cruzar nosso caminho nessa viagem. Só não reclame da forma como eu dirijo essa belezinha.


–Lilli, isso é um fusca. O que pode ter de tão incrivel nele? -Gray parecia aborrecido.


–Nada. Mas eu amo esse carro.

Acho que ele não gostou do sorriso iluminado que dei pra ele, mas a Lizandra adorou e abriu um sorriso enorme. Se estivessemos em um comercial de pasta de dente já seriamos sucesso.



–Diz uma coisa, não vamos parar até o fim da tarde por que? -Lizandra


–Por que tenho certeza que depois que sairmos desse carro a primeira vez provavelmente não vamos voltar pra ele. Sei que algo vai dar muito errado e quero adiantar nossos planos ao máximo ou estaremos em uma situação ainda pior.



–Serão sete horas de viagem até o sol começar a se por. -Lizandra


–Nós já estamos em uma situação critica. É inverno e os monstros ficam mais fortes. Estamos indo pro deserto aonde vamos derreter de dia e congelar a noite. -Gray parecia realmente preocupado com aquilo.


–Se tivermos sorte vamos ter que achar outro transporte até Nevada e deixar meu fofo em um lugar estranho. Na pior... morremos ainda hoje.



–Que legal você... -Dessa vez Lizandra que resmungou, mas seu rosto parecia mesmo era assustado.


–É verdade Liz. O que podemos fazer é deixar sempre um no carro quando o lugar for um posto, assim teremos uma visão ampla e rota de fuga pronta. -Gray parecia mais calmo com aquela ideia.


–Não acho que nos separarmos fará algum bem a nossa segurança, mas te ouvindo tive uma ideia. Todos tem habilitação?


Os dois assentiram.

–Quem é mais rápido dos dois?

–Lizandra. -Gray

–Também sou um pouco mais rápida que você. -Lizandra abriu um pequeno sorriso para mim.


–Quando sairmos do carro você fica com a chave e vai sempre sair na frente para ligar o carro, facilitando a nossa fuga. Assim fazemos uma parada no meio da tarde e quem sabe evitamos problemas maiores do que teremos.


–Espero não encontrar metade do que você espera encontrar de perigos nessa missão na minha vida inteira. -Gray murmurou.


Ri do seu comentário e dei partida no carro para finalmente começarmos a missão.



====================X====================



A música alta no carro nos ajudou muito a esquecer o que tinhamos que ter medo até certo ponto.


Seja por estar no acampamento há muito tempo, ser alguém cuidadoso ou mesmo ter uma mãe maniaca que te ensina a desconfiar de tudo e de todos nós estavamos mais que atentos a qualquer apróximação mesmo que de outros carros. O que deixava a viagem um pouco mais tensa que o normal, se fossemos normais.


Depois de pouco mais de três horas da nossa partida precisamos parar por que com três semi-deuses hiperativos dentro do carro era mais do obvio que não aguentariamos muito tempo dentro de um carro.


Fora que depois que a Lizandra acordou da sua soneca ela ficou insuportavelmente manhosa.


Mas eu até que gostei de parar um pouco.

Por que não estava mais aguentando me concentrar em dirigir. Não depois de duzentos e poucos quilometros de estrada.


Paramos em um posto com uma loja de conveniência.

–Liz, fica com a chave. Abastece e depois espera na porta da loja. Eu e o Gray vamos pegar o máximo possível de... suprimentos e já voltamos. Se algo der errado já sabe o que fazer certo.


Lizandra pegou a chave e ficou esperando.

Assim que entramos na loja Gray pegou todas as bebidas que pode colocar nas duas cestas da loja e mais um pouco. Enquato isso fiz o mesmo na parte de salgadinhos, biscoitos e pães além de pedir pra moça do balcão colocar uma dúzia de salgados assados em um pacote para viagem.


Fizemos tudo tão rápido que a caixa quase fugiu quando nos viu aparecer na sua frente ofegantes.


Ela estava tão assustada que teve dificultades de passar todos os produtos pela leitora.


O pior é que o nervosismo dela estava me deixando nervosa. Por que meu radar de problemas estava começando a disparar.


Isso nunca foi um bom sinal.

Felizmente quando a caixa terminou de passar tudo Liz entrou em pegou as sacolas com Gray enquanto eu pagava por tudo.


Quando ela viu nossa pressa quis puxar assunto enquanto separava o troco. É foda.


–Estão com pressa por que? O dia está tão bonito.

–Olha moça, temos que fazer um serviço pro nosso chefe e o prazo não é dos melhores. Se puder só me dar o troco eu juro que já vai estar me ajudando.


Ela me olhou de cima a baixo e fingiu não ouvir enquanto ficava rabugenta.


–Eu costumo dizer que quando o prazo é curto não adianta se esstressar e sim relaxar.


–Por isso continua sendo a cixa de um posto de gasolina. Agora o meu troco. -Falei já sem nenhuma paciência.


–Sua mãe não te ensinou a ter educação garota?

–Desde que a pessoa seja merecedora, sim. Do contrário ela aprova até uns tabefes. Agora dê o troco e não pergunte dos nossos problemas.


Com a maior má vontade e fazendo de conta de que não tinha feito nada de mais ela deu o troco e fez metade das notas cair no chão.


Como notou a demora Liz voltou deixando Gray com o carro ligado esperando pra sair. Por isso ela pegou as notas em segundos e saiu me puxando sem nem respirar.


Assim que entramos no carro Gray começou a falar tão rápido que eu mal podia resgistrar os intervalos entre as palavras:


–Voumatar vocêLilliel. Nuncavi alguémtão certasobre acharproblemas comovocê. Acabeidever umciclopelá noposto enquantocarregavamos ocarrocom assacolas.


Balancei a cabeça pra voltar tudo ao lugar.

–Ok. Desculpe ser do tipo pragmática e pessimista, mas não foi culpa minha aquela caixa querer enrolar.


–Vou fingir que você não respondeu.

–Quer discutir isso agora ou prefere acelerar o carro mais?

–Não sou um maluco na direção como você, mas estou indo o mais rápido que essa banheira pode.


–Não chame meu carro de banheira seu idiota cabeça de gás.

–Escuta aqui esqueleto. Não gosto da forma como está me tratando.


–Esqueleto é...

Foi nessa hora que a Lizandra não conseguiu mais conter os risos, ou melhor, as gargalhadas. Com isso eu e Gray acabamos caindo na real. Obvio que a Liz também fez questão de dar sua opnião.


–Gente, sabia que nunca vi uma briga de casal tão divertida. E olha que viajei vários quilometros com o Percy e a Annabeth.


–Não somos um casal! -Gray berrou.

–Apoiado. Não teria como sermos um casal. -Resmunguei do meu canto.

–Se vocês dizem. Mas vocês tem sorte que fui eu que falei isso, se fosse qualquer um dos filhos de Afrodite... nem quero imaginar o que eles falariam...


Ai! Deuses!

Ela tem razão. Se algum deles ouvisse isso... não quero nem pensar.


Acho que Gray pensou o mesmo, porque soltou um monte de xingamentos como se fosse para sí mesmo.



Estou começando a acreditar que o meu maior problema nessa viagem não serão os monstros.


Por que agora que penso nisso...

Não gostei da forma como ele falou aquelas palavras: “Não somos um casal.”


Mesmo sem razão para isso me senti muito incomodada. Apesar de ter concordado na hora.


Me encolhi no banco de trás e enrolei no manto negro ao meu redor.


Continua...

Notas finais
COMENTEM MAIS minhas leitoras fofas.
E leitoras fantasmas COMENTEM!!!
=X=
Continua em...:
Cap VIII: Janto Com Dois Idiotas Cabeças Duras