The Olimpians – Livro 2: Bloodlines Time
18 A Cruel Deusa do Amor Daquele Verão
Notas iniciais
Como sempre a pontos a destacar.
Agredecomantos especiais as minhas leitoras:
-Mila M (leitora nova no ínicio da fic que comentou) ;
-Alexia Oliveira (Leitora que não soube precisar o que mais gostou, amei sua resposta a minha pergunta) ;
-Milena Corrêa (Pessoa apaixonada pelo Gray "mode" irmão mais velho) .
=X=
Sim, eu iria comentar isso hoje mesmo.
Sendo assim aproveitem o último cap do Gray antes das meninas dominarem novamente.
Por que vocês vão saber a razão da Lilliel falar tão pouco dos seus sonhos no próximo.
Gray
Depois de pouco mais de três meses no acampamento eu estava habituado.
Levantava cedo todos os dias.
Antes dás sete horas já estava de banho tomado e tinha feito uma volta pela área dos chalés inteira (o que acredite, não é pouca coisa).
Quando o café da manhã começava às oito eu fazia minha oferenda com meus irmãos e depois corria para o arco e flecha com Lizandra.
Eramos muito bons e quando tinham competições ela perdia por uma ou duas flechas.
Meus irmãos disseram que sou o melhor atirador dos últimos cinquenta nos, mas acho que estão me zoando. Apesar que antes da minha chegada Liz ganhava todas as competições de arco e flecha que eram realizadas.
Em teoria eu tinha uma aula de rimas e outra de música antes do almoço, mas depois de uma conversa com Quirón, aonde provei que não precisava daquela aula, ele me deixou fazer aulas de natação na praia com Lizandra.
Ela era uma das melhores nadadoras do acampamento depois dos filhos de Poseidon.
Quando a hora do almoço chegava nós dois seguiamos até o refeitório ainda molhados e para repetir a mesma história do café da manhã.
Depois do almoço tinhamos uma aula de história grega antiga e mitologia, eu até que gostava, mas as vezes era maçante. Tipo, ficar ouvindo sobre as puladas de cerca de Zeus e a ira de Hera, pra depois os campistas culparem a deusa pelas suas tristezas. Que eu saiba ela é que foi a traída ali.
Quando comentei isso com Lizandra ela riu.
Disse para eu não repetir isso para os outros, mas que concordava. Ela até disse que gosta de Hera, mas eu não achava que chegaria tão longe.
Quando falei isso ela soltou uma frase muito chocante:
“-Mesmo com todos os defeitos possíveis, é Hera quem mantem nossa família unida e é a ela que temos que agradecer pelo Olimpo ainda ter um pouco de juízo. Acredite.”
Só entenderia essa frase muito tempo depois, mas na hora fiquei mesmo foi sem reação.
Depois da aula de história tinhamos o treino de espada.
Apesar de ser filho de Apolo eu sabia que nem sempre arco e flecha poderia ser usado.
Lizandra e Clarisse haviam me conseguido um jogo de três espadas e escudos.
Normalmente os escudos só serviam para o capture a bandeira ou para demonstrações nos treinos para que eu soubesse usa-lo durante as lutas.
Mas as espadas eram muito usadas.
Clarisse estava proibida de fazer exercicíos, mas conseguiu me ensinar muito bem e tinha designado Lizandra como minha parceira de luta. Isso por que ela era a única que entendia as táticas loucas da filha de Ares e conseguia não só coloca-las em prática como me fazer entender por bem ou por mau.
Normalmente por mau.
Ossos quebrados, membros deslocados, cortes fundos e uma ou duas vezes quase fatais.
Não era a intenção de Lizandra, mas ela era treinada para a batalha e matança desenfreada. Quase uma legitima filha de Ares e, segundo a própria Clarisse, a única realmente capaz de derrubar o deus da Guerra de mãos nuas.
Lizandra sempre se desculpava quando exagerava, mas eu não ligava.
Sabia que era sem querer.
Podia ver em seus olhos quando as limitações sumiam e o modo automático de “matar tudo que se move” começava, ainda que não fosse um nada do seu real potencial.
Quando eu saia inteiro desse treino tinha a aula de corrida e agilidade.
Era normalmente uma corrida acompanhada de uma luta mano-a-mano com algum campista. Como Lizandra normalmente não tinha dupla eu tentava acompanha-la, mas era até mais perigoso que espada.
Quando dizem que tamanho não é documento ninguém pensa que uma garota tão pequena quanto Liz possa te derrubar com uma mão.
O pior é que Lizandra é ambi-destra e faz essa aula revezando uma mão em cada dia, o que pode te enganar, por que ela é igualmente forte com as duas e pode quebrar seu braço caso se distraia.
Depois tinhamos aula de medicina com o chalé de Apolo.
Eu normalmente não só usava muito essa aula, como era um dos melhores alunos.
Junto com Lizandra então era como se o chalé de Apolo estivessem criando seres impossíveis. Eu tinha a técnica e o talento, mas ela tinha o poder para que qualquer cura fosse mais rápido e o jeito com agulhas (fossem para injeções ou costura de cortes).
Haviam só dois dias da semana em que eu substituía as aulas de cura (ou morreria pelo uso do meu poder) pelas de agricultura (que acabavam com meus músculos, mas eram divertidas).
Por fim antes do jantar eu tomava banho e me juntava a Clarisse e Lizandra para tocar alguma música até Chris chegar.
Eram os dias perfeitos e que ainda estava conversando com Drew, o que na época me pareceu o máximo.
Ela era muito bonita, mais velha e tinha um jeito de falar que mexia comigo.
Quando eu estava com ela o tempo corria diferente.
Era muito bom ficar perto dela de uma forma estranha.
Me sentia estranho quando ela tocava meu rosto ou segurava minha mão.
Quando ela ria eu suspirava bobo e quando ela sorria eu ficava olhando aquilo como se ela fosse perfeita.
Na verdade eu tinha decidido naquela época que ela era perfeita.
Claro que eu era um moleque idiota e presunçoso de doze anos recebendo atenção de uma gata (admito que ela é bonita) de dezoito anos.
Então eu coloquei Drew em um pedestal de ouro.
Também fiz coisas muito idiotas.
Como naquela manhã na arena.
==========X==========
Eu estava realmente irritado depois daquela discussão.
Como poderiam dizer coisas tão ruins de Drew.
Meus irmãos!
Eles deveriam pelo menos me apoiar já que o acampamento inteiro falava dela como uma vibora preparando o bote cheio de veneno.
Mas não.
Até mesmo Will tinha falado dela como uma criatura mesquinha e fútil que era incapaz de amar.
“Será que não viam que ela era só uma garota frágil!” Era o que eu pensava.
Aquela ideia de que ela estava me usando era tão incabível naqueles dias que depois, quando me dei conta da verdade me senti um completo idiota.
Drew tinha me beijado a alguns dias e desde então eu estava ainda mais apaixonado.
Só que no acampamento ninguém parecia gostar dela.
Bati na porta do chalé de Hermes e Lana atendeu ainda de pijama, mesmo que eu ainda ache que aquilo não era roupa, mas vá lá.
–Pode chamar a Liz!
Lana me encarou.
–Pode esperar até ela terminar o banho?
–Diga a ela que estou na arena.
Lana concordou e eu segui para a arena, aonde esperei uns vinte minutos.
Lizandra chegou acabada.
Ainda bocejando, visivelmente saída do banho quente, descalça, com calças de moelton largas e uma camisa que poderia ser minha (ou de Connor e Travis) com o cabelo mal arrumado.
–Que foi purpurina. -Ela disse sentando esparramada do meu lado.
Revirei os olhos.
Aquele era meu apelido quando ela e Clarisse estavam de mal-humor (ou quando tirava as duas da cama muito cedo como hoje).
–Eu estou um pouco chateado. Todo mundo tem falado mal da Drew e queria sua ajuda.
Lizandra me olhou chocada, como se eu tivesse insultado ela.
–Não! Desculpe Gray, se fosse outra pessoa que estivesse sendo criticada eu tentaria, mas a Drew não. Acredite, ela nunca me deu motivos para ter pena dela ou pensar em ajuda-la.
–Mas Liz, ela se sente solitária.
–Solitária?! -Lizandra tinha fogo nos olhos. -Sabe o que ela me fez? Sabe o quanto ela atormenta minha vida junto dos outros idiotas que me chamam de Lizandra “Luke”? Ela me deu esse apelido maldito. Drew me odeia e você quer que eu a ajude?
–Mas vocês podem se dar bem Liz!
Nós nem notamos que estavamos gritando como loucos.
Muito menos quando os demais chalés cercaram a arena para o caso de precisar conter uma briga nossa.
–Eu tentei me dar bem com ela Gray. Sabe o que aquela coisa fez? Me humilhou. Me enfeitiçou e me fez pular na fogueira, agradeço a Hera e Héstia por não ter me machucado naquele dia. Mas nem foi o pior. Ela tentou me matar outras vezes, me hipnotizando para pular do penhasco de Long Island e só Poseidon sabe como não morri no meio daquelas rochas pontiagudas.
Lembro como se fosse hoje minha visão ficando vermelha de raiva.
–Drew nunca faria algo assim. Ela é boa e gosta de todos no acampamento. Você só está com inveja por que não conseguiu ficar comigo. Admita logo que ficou com dor de cotovelo quando eu fiquei com ela e não com você.
A cara de Lizandra era um misto de descrença e surpresa.
–Uau! Você realmete é filho de Apolo! Nem seus irmãos conseguem ser tão metidos assim. -Ela respirou fundo e olhou para o lado da praia antes de me encarar. -Acredite Gray, não sou o tipo de pessoa que fica tão amiga do jeito que somos quando gosta de alguém. Além disso, você, definitivamente, não faz nem um pouco meu tipo. Então reveja seus pensamentos.
Dizendo isso ela virou pronta para ir embora enquanto eu ainda tentava digerir suas palavras.
–Mais uma coisa. -Lizandra me encarou e eu tremi diante de seus olhos que estavam estranhamente prateados. -Quando ela te arrasar e precisar de amigos, estou no chalé de Hermes.
E dizendo isso ela se virou sem ligar para o que eu poeria dizer.
Isso foi um pouco antes de eu realmente levar um tapa na cara da deusa do amor.
==========X==========
Drew já estava me ignorando a mais de uma semana.
Eu estava desesperado para falar com ela.
Não conseguia dormir direito depois de brigar com Lizandra, parar de falar com Clarisse e Chris, Lana não me olhava mais na cara, Halley e Reynald que eram sempre gentis me ignoravam a mais de mês.
Quase tinha saído no braço com Will no dia anterior e estava dormindo na sala da casa grande por misericórdia do Sr. D.
Eu estava acabado.
Quando a concha do jantar soou eu sai correndo para falar com Drew antes o jantar começar e foi quando finalmente o mundo caiu na minha cabeça.
Ela estava lá toda sorrisos com os amigos de sempre. Um deles era do chalé de Afrodite. Seis garotos de Hermes, dois de Hefésto, uma de Deméter e um de Apolo.
Assim que me viu pensei que Drew iria acenar ou sorrir, mas ao invés disso ela fez uma careta e se inclinou na direção do filho de Hefésto e o beijou ardentemente. Era um beijo tão cheio de desejos que era quase errado que alguém fizesse aquilo em público.
Todos os seus amigos ovacionaram o beijo como se aquilo fosse o máximo.
Fechei o punho e fui até ela, que ria ao me olhar.
–Por que Drew? Eu não entendo.
Ela riu.
–Fofinho, você se acha demais não é? Pense bem, você se tornou o “irmão” daquela nojentinha que eu desprezo tanto quanto minha líder. Por que não?
–Só para atingir Lizandra?
–Não. Por que achei você muito idiota e estupido. Dois coelhos com um cajadada só. Não foi perfeito?
Não consegui evitar de rir.
Lizandra tinha razão.
Assim como Will e todo o meu chalé, o resto do acampamento.
Deuses!
Clarisse tinha razão e ela era péssima em ver sentimentos.
Meus olhos se encheram de lágrimas e eu comecei a rir histericamente.
Até hoje não sei direito o que aconteceu naquele momento. Mas quando voltei registrar qualquer coisa ao meu redor eu estava no chalé de Clarisse com ela e Lizandra cuidando da minha febre.
Tentei levantar a mão, mas meu braço doía muito e pesava como chumbo. Minha garganta queimava e meus olhos ardiam.
Quando Clarisse me olhou, gritou:
–Chris! Ele acordou! Chame o Quirón!
Ouvi passos apressados dentro e fora do chalé antes de Lizandra entrar no meu campo de visão.
Ela parecia cansada e abatida, mas sorriu ao me ver acordado.
–Oi idiota, consegue falar? -Emiti um grunhido negativo e ela riu. -Bem feito, quem mandou me deixar preocupada?
Eu não sabia do que ela falava, mas quis gritar quando ouvi ela falar com Clarisse:
–Precisamos trocar as toalhas que estão no corpo dele agora.
Quis gritar, por que foi na hora que minha ficha caiu: eu estava enrolado em toalhas sem roupa no chalé da Clarisse sendo cuidado por ela e minha irmã?
Humilhação era apelido para aquilo.
Mas tive que aguentar, por que não tinha forças para fazer nada.
Quando Chirs voltou não trouxe Quirón com ele, mas disse que o Sr. D tinha dado ordem de não me deixar sair até estar restabelecido.
Levei quase uma semana para melhorar de verdade.
Durante esse tempo eu ouvi os relatos do que tinha acontecido um tanto perturbado.
Segundo o que Lana, Clarisse, Chris e Will me contaram eu peguei fogo no meio do refeitório, ou foi a primeira impressão deles. Demorou alguns segundos até que Léo, o líder de Hefésto, mostrasse que não era fogo e sim brilho do Sol.
O que na minha opinião era mais bizarro.
Me disseram que eu fiquei brilhando em vermelho alaranjado ou algo do tipo durante uns quinze minutos em que o refeitório foi esvaziado as pressas pelos campistas.
O que aconteceu depois só Lizandra, Quirón e o Sr. D souberam me dizer de verdade.
Segundo eles depois desse tempo um raio lunar me atingiu no peito e eu parei de brilhar como o Sol para brilhar feito a Lua durante pouco mais de um minuto, assim desmaiando de vez.
No dia em que os três me contaram isso eu quase enlouqueci tentando entender o que um raio lunar tinha haver comigo e, para minha surpresa, o Sr. D foi quem me explicou de verdade.
Segundo ele, minha mãe, Patricia Linyd Archer, chamou a atenção de dois deuses no Olimpo antes de eu nascer: Apolo e Ártemis.
De formas diferentes eles se encantaram com ela.
Ártemis achava a força e persistência dela em fazer tudo por sí só admirável para quem tinha nascido em uma família que mulher é menos que lixo.
Minha tia não ajudou minha mãe mesmo gostando dela, pois achava que seria uma afronta a sua garra facilitar qualquer conquista, mas mesmo assim não deixava nada que fosse evitável acontecer a ela. Acidentes, tarados e até doenças.
Apolo se apaixonou pelo talento e graça que minha mãe tinha (admito, ainda tem).
Para uma cantora iniciante Patricia sempre foi um poço de força e graça, o que pode não parecer combinar, mas nela fica ideal.
O talento dela era tanto que Apolo não conseguia deixar de pensar na minha mãe mesmo com o tal caso com Teresa. O fascínio por ela era tamanho que por várias vezes ele foi pessoalmente entregar flores no final dos show's na pequena casa noturna em que minha mãe se apresentava e nos casamentos também.
Segundo o Sr. D, Ártemis quase brigou com Apolo quando notou o interesse dele, mas no final os dois se entenderam de uma forma estranha.
Minha tia aceitou que meu pai estava interessado na minha mãe e que se fosse mutuo nada poderia ser feito, mas exigiu que ele contasse toda a verdade para Patricia antes de mais nada e disse que ela mesma falaria com a mortal também.
Meu pai aceitou.
Ambos falaram com minha mãe separadamente e explicaram a situação.
Como ela podia ver um pouco através da névoa acreditou neles.
Ártemis foi mais direta que Apolo e contou o que aconteceria se minha mãe ficasse com ele, ou seja, eu iria nascer.
Minha mãe disse que tudo bem, pois ela iria endireitar meu caráter nem que fosse na força (ela tem a mão pesada), assim eu seria um homem digno de me dirigir a minha tia e até mesmo agir no seu nome.
Tia Ártemis aceitou e disse que eu deveria me chamar Gray ou cinza, para dizer que não brilharei como a Lua, mas posso me aproximar do seu brilho.
Eu estava completamente perdido ouvindo aquilo.
Talvez mais do que pelo fato de ser uma marionete nas mãos de Drew.
O Sr. D ainda falou que o que tinha acontecido no refeitório era raro, pois aquele poder era como o do meu pai de aquecer as coisas ao seu redor, mas no meu caso, por ter benção da minha tia era perigoso.
Se o poder do meu pai saísse do controle, como naquela hora, iria atrair o poder da benção da minha tia que me atingiria em cheio e poderia até me matar.
Bom, eu não morri.
Claro que não acreditei neles no começo.
Quem acreditaria em uma história dessas?
Bom, eu acabei acreditando, por que minha tia Ártemis foi pessoalmente até o acampamento naquele verão me ver junto com toda a caçada e disse “que se todos os homens fossem criados como eu ela não teria caçadoras”, mas a única que entendeu foi uma garota filha de Apolo que me abraçou (tipo, minha irmã de trezentos anos me abraçou).
Ártemis ainda me deu “aquele presente” que faz par com o “presente” do meu pai.
Na única vez que realmente tentei usar aquelas “coisas” quase morri.
Depois de tudo aquilo me empenhei em aprender a usar os dois poderes, o que foi doloroso.
Depois da Drew nunca mais namorei ninguém, até por que um namoro de um dia com uma colega de sala que insistiu que queria me namorar nem que fosse só por um dia não conta.
Me tornei tão dedicado as atividades do acampamento que em algumas categorias só Lizandra me ganha. Depois dela fico entre o sexto e sétimo lugar do acampamento, por que não dá pra competir com os filhos dos três grandes, como o Rig e a Téa, e o amor do Leon.
Ainda lembrando daquela época olhei no relógio.
Meio dia e dezessete minutos.
Dei um longo suspiro desejando que uma delas acordasse para me distrair ou começaria a pensar na mãe da Liz.
Aliás a capacidade dela e da mãe de se enfiar em problemas... quando tinhamos quinze anos eu ainda lembro...
–Gray... você tá com uma cara assustadora.
Me virei assustado e dei de cara com Lizandra e Lilliel me encarando.
–Sério, Gray. A sua cara tá muito assustadora. -Lizandra repetiu com uma cara de cachorrinho assustado.
Precisei piscar duas vezes tentando me concentrar na estrada, mas agora eu estava mesmo era aliviado por elas terem finalmente acordado e eu poder sair da direção desse carro.
Continua...
Notas finais
Cap XIX: Por que é Tão Dificil Ter Uma Noite de Sono Normal?
=X=
Por que será não?
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