The Nutella Theory
3 Seria bem melhor começar com um expresso... P.O.V Carter Kane
Notas iniciais
Bem que eu queria fazer uma apresentação e algo mais, mas é o seguinte aconteceu tão rápido que essa tal de apresentação e é claro se eu fizesse uma dessa tal de apresentação eu provavelmente falaria que se eu não falasse isso rápido eu poderia morrer...
E tecnicamente falando isso já está sendo uma apresentação... E bem que eu queria pelo menos fazer uma apresentação do tipo que o Muse faria, porque vocês tem que adimitir, os caras são bons. Mas, não é esse tipo de apresentação que estou falando e... Desde quando eu rebaixei para esse nível? TA BOM CARTER CONTINUA LOGO ESSA HISTÓRIA ISSO DEVE ESTAR INTEDIANTE. Então como eu disse, se eu não falar rápido, podem vaiar porque eu poderia ter morrido nesta Teoria de Nutella. Meus olhos abrem lentamente. Mas, eu não consigo enxergar muita coisa além de um leve brilho de ouro. Era pontudo e então deduzi que era uma espada e que alguém estava me atacando então mantive a calma e disse em um modo calmo:
– PUTA MERDA! QUEM ENFIOU UMA ESPADA NO MEU NARIZ?!
A minha visão ficou mais clara quando eu vi que uma menina puxou de volta. Seus cabelos negros em uma trança caindo em seu ombro a sua face esculpida e os seus olhos não conseguirei descrever. Ela usava uma toga romana. Tudo parecia acontecer lentamente, ela jogou a sua trança para trás e quando pensei que ela ia dar trégua ela colocou o seu braço esquerdo em meu pescoço e eu fiquei imóvel.
– Não vai ficar pensando que eu sou só uma garotinha que não sabe usar uma espada, eu primeiro preciso de respostas. — ela falou entre os dentes. — Quem é você? Como veio parar aqui? De onde é? E vai incendiar Nova Roma? — Ela balamçou a cabeça como se tivesse concordado com alguém. — De novo...
Eu mal sabia o que estava acontecendo e ela queria saber, o que? A minha vida? Olha eu não sou um livro aberto. Eu não estava tão imóvel assim então eu não sei como eu imobilizei. Eu soltei uma risada de surpresa, mas então fiquei sério porque, sabe nessas situações você tem que fingir que não está surpreso... Eu acho...
– Primeiro, eu não sei como vim parar aqui e se pensa que pode apontar uma espada para o meu nariz quando eu estivesse durmindo... Eu te mandaria a Duat! Então faça o favor de não fazer isso com outra pessoa ela poderia te mandar a merda.- Levantei e ofereci a mão para ela, ela aceitou. — Eu acho que não nos entroduzimos direito. — Estendi a mão.- Meu nome é Carter Kane e eu sou da casa do Brooklyn mago do combate.
– Reyna. — Ela disse. — E eu não gosto que me toquem. — Ela pegou sua espada de novo, e adivinha o que? Sim ela me nocateou com o cabo! A única coisa que pensei quando despencava no chão foi: De novo não.
Aí eu penso neste clichê de ver tudo preto, sabe é quase a mesma coisa do Eu te amo. E naquela hora que eu finalmente me apresentei direito para ela pensei que estava tudo bem e não BAM me nocautear... Bom, eu pensava.
De novo naquele dia acordei sem saber onde estava, mas soube na hora que estava deitado numa cama de uma enfermaria. Quando os meus olhos se abriram por completo... ÓTIMO HÓRUS MAIS UMA PESSOA COM UMA ESPADA.
– Você não vai me atacar, né?
A menina aparentava ter uns 13 anos, tinha cabelos encaracolados cor canela, olhos dourados e tinha a mesma cor que a minha pele.
– Não, mas você tem muito a explicar, Kane.
– Eu, explicar? Sério eu nem sei onde estou e tenho que explicar?!
– Bem isso. Não fique achando que é a vitima, você também atacou a Reyna... Eu me levantei e ergui os meus braços.
– Ela começou! — Abaixei os braços. Ela revirou os olhos e neste mesmo momento, para a minha alegria a Reyna chegou.
– Kane, começamos com o pé... Sei lá como se fala, mas não começamos bem.
– Você acha? — disse coçando a minha nuca.- Nahh foi tudo ótimo eu ia até falar para tomarmos um expresso! Ou um fraputino!
– Sem bricadeiras, Kane. Você não foi o único a acordar em um lugar desconhecido. Neste momento eu só consegui pensar na possibilidade de Sadie estar em outro lugar.
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