The New World- INTERATIVA
5 Bangarang
Notas iniciais

Shout to all my lost boys
Sha-sha-sha-sha-sha-sha-shout to all my boss boys
We rowdy
Shout to all my lost boys
Sha-sha-sha-sha-sha-sha-shout to all my boss boys
We rowdy
Shout to all my lost boys
Sha-sha-sha-sha-sha-sha-shout to all my boss boys
We rowdy
Shout to all my lost boys
Sha-sha-sha-sha-sha-sha-shout to all my boss boys — "Bangarang" Skrillex Feat. Sirah
"Algumas horas antes..."
Eu estava fugindo de alguns soldados que eu chamei a atenção “sem querer”. É meio que burrice chamar atenção deles se você não é um humano normal, mas eu estava apenas salvandos vidas de alguns trancendentes descobertos no teste de hoje. E salvando a vida de uns vampiros e feiticeros, e acho que até mesmo de alguns rebeldes que quase se deram mal.
Eu havia me multiplicado por não sei quantas de mim mesma, para os soldados ficarem loucos, mas logos descobriram minha façanha. FILHOS DA MÃE!
Não tava fácil nem para os transcendentes. Na verdade não tava fácil pra ninguém.
De repene sinto uma dor no meu ombro e vejo que alguém atirou em mim.
DESGRAÇADO. TOMARA QUE MORRA DE CANCÊR!!!
Paro de correr e me teletransporto para um outro lugar. Só que não vou muito longe. Assim que os soldados viram que estava na estrada do trem – No alto – Eles começaram a subir nos postes de sustentação dos trilhos.
E é agora que eu vou ser capturada... Só que não.
Olho para os lados e vejo mais algumas pessoas em cima das plataformas. Então vejo um grupo de pessoas correndo. Pareciam que eram rebeldes. Não aquilo não eram rebeldes. Não podia ser rebeldes. Os rebeldes não se vestem assim.
Assim que vejo eles ajudando alguns fugitivos eu saio do meu transe. Vejo que alguns soldados já conseguiram subir. Agora eu terei que lutar. Um tenta me atacar mais eu dou uma cotovelada no seu estomago e pego seu braço e o jogo para trás enquanto chuto outro soldado. Um atira em mim, mas eu faço um escudo invisivel na hora. Um dos rebeldes vem me ajudar.
ATÉ QUE ENFIM!
Quase levo uma facada de um soldado, mas eu torço seu braço para trás pego a faca e cravo em seu peito. O rebelde me protege quando um soldado quase consegue atirar em mim. Ficamos eu e o rebelde de costas. Quando eu escuto o apito do trem. Não tinhamos muito tempo. Voltamos a lutar com os soldados que perceberam que não tinham muito tempo também. Dois soldados me atacam juntos. Dou um chute na cara de um e soco a cara de outro. Quando o outro se recupera ele volta me atacar. Então subo no seu pescoço pegando a faca de seu bolso, e enforcando o seu pescoço com minha panturrilha. Tiro a minha panturrilha de seu pescoço e corto o mesmo, fazendo o soldado cair no chão e eu saio de cima dele. O outro me ataca e eu com a mesma faca enfio em seu estomago e depois rodo.
Me viro e vejo que o rebelde está sem o pano que escondia o seu rosto dele, lutando com um soldado que era extremamente grande. Corro até eles, mas sinto alguma coisa agarrar meu braço e puxar para trás. Olho para cima e vejo uma mulher ruiva com olhos verdes brilhantes. Ela tem dentes de vampiros, oque me deixou com um pouco de medo, quando ela rosnou para mim. Percebo que ela está me arrastando com um chicote de aço que está apertando meu braço.
Luto para escapar, mas não consigo, tento me teletransporta mas também não da certo. Agarro o chicote e puxo ele para trás fazendo a ruiva cair. Quando o chicote se afroxa no meu braço eu me solto, então a ruiva vem em cima de mim tentando socar minha cara, mas eu a chuto para longe comos meus dois pés. Me levanto assim que ela se levanta também.
Ela rosna novamente pra mim e corre. Ela da um cabeçada no meu estomago e me joga longe. Meu estomago parece que virou gelatina. Ela pega uma faca do bolso, e depois tenta acerta meu rosto, mas eu desvio. Dou um soco na cara dela e depois a empurro. Rolo para o lado e caio nos trilhos. A ruiva me ataca novamente e eu consigo ficar e cima dela dessa vez.
Escuto mais uma vez o som do apito do trem e começo a me desesperara. A ruiva tenta acertar meu rosto novamente, mas eu seguro seu braço para não atingir meu rosto. Ela segurou com as duas mãos a faca para acertar logo meu rosto. Então seus olhos se arregalam e ela afrocha o aperto da faca e cai do meu lado. Vejo que o rebelde que estava me ajudando tacou uma faca na costas da ruiva. Olho para ele que acabou de finalizar mais um soldado.
_ De nada – diz ele sorrindo.
Escuto novamente o apito do trem e ele está vindo na minha direção. Por algum motivo não consigo me mexer. Então sinto alguém agarrar minha cintura e me levar para a outra plataforma. Fecho os olhos e quando os abro vejo que não fui atingida pelo trem. Encosto minha cabeça no chão de aço suspirando alto e cançada.
Olho para o lado e vejo o rebelde respirando fundo. Me sento exausta. Quantas emoções vivi até agora.
_ Salvei sua vida duas vezes seguidas – diz ele.
_ Se estiver esperando uma recompeça, perca as esperanças, porque vai morrer sem.
_ Vendo que as probalidades de eu morrer estão altissímas acho que você está com sorte... ou não.
_ Oque era aquilo — perguntei.
_ Aquilo oque?
_ A mulher que eu estva lutando.
_ Uma Zurark.
_ Uma explicação mais especifica por favor.
_ São infectados genéticamente modificados. É só isso que posso te dizer.
Reparo que ele tem cabelos castanhos e olhos da mesma cor só que claros e com um toque de verde. Ele parece ser um ou dois anos mais velho que eu.
_ A próposito qual é o seu nome – pergunta ele.
_ Porque eu diria?
_ Porque eu quero saber, e salvei sua vida duas vezes hoje – diz ele se levantando e me ajudando a levantar.
_ Ellie Parker.
_ Belo nome.
_ Posso saber seu nome – perguntei.
_ Hãn, não.
_ Oque? Mas eu te falei meu nome – falei reclamando.
_ Eu sei, mas não quero te falar o meu – disse ele pegando o pano que haviam arrancado de seu rosto – Foi legal te conhecer, mas eu tenho que ir. Até mais morena.
Oque?! Como ele sabia que eu era morena?! Meu cabelo estava loiro e eu estava com os olhos castanhos.
_ Como você sabe que eu não sou loira?
_ Esqueceu de mudar as sobrancelhas e o cilíos e você não fica bem loira.
Olho espantada para ele que sai correndo atrás dos amigos rebeldes. Mas antes ele virá para trás e grita:
_ Ainda vou querer minha recompensa.
_ Quem disse que vou te dar?
_ Eu sei que vai.
_ Nunca mais nos encontraremos.
_ Não tenha tanta certeza disso.
Então ele se foi me deixando confusa. Balancei a cabeça para os lados e resolvi não pensar muito. Resolvi andar e guardar minhas energias para algo mais urgente. Caminhei para fora da cidade pois já estava ficando tarde. De noite as coisas ficam piores para quem é infectado. A guarda redobra e à soldados em todas as ruas. Camêras ligadas por todos os lados etc... Na verdade as coisas tem piorado ultimamente. Os testes eu decobri que estam mais fáceis de identificar infectados. Só que os transcendentes estão sendo mais fáceis de serem pegos, e muito estão morrendo. Algumas pessoas que aplicam o teste deixam alguns transcendentes fugirem, mas eles não se responsabilizam por nada.
Chego na floresta que fica perto da cidade e vejo que não vai demorar muito para escurecer. De repente escuto gritos, tiros, e som de bombas caido e atingindo no chão. Corro um pouco na direção dos gritos e depois subo rapidamente em uma arvore. Fico escondida entre as folhas e tento não fazer nenhum barulho. Ouço mais gritos e o som de algo desmoronando. Então tudo para.
Não há mais gritos, sons de tiros e bombas. Apenas silêncio. Escuto barulho de passos e me escondo mais entre as folhas. Vejo um grupo de pessoas entrando na floresta. Vejo que são um grupo de 5 pessoas. Percebo que eles não são soldados, mas podem ser zurarks.
Uma morena que parece ser a líder do grupo aparece com raiva por terem achado o esconderijo deles. Percebo que ela é caçadora de sombra, por causa da tatuagem no pescoço e ela esta com uma estela. Percebo que a um lobisomem e um vampiro entre eles. E mais duas caçadoras de sombras . Eles não são ameaça e também se forem não serão uma ameaça muito grande. Eles mais aparecem um grupo de crianças birrentas.
Desço da arvore devagar, para não chamar atenção. E me aproximo devagar.
– O que fazemos...- Tentou dizer a loira mas eu apareço. A ruiva aponto seu arco e flechas para mim — Quem é você?
– Eu sou Ellie- Falei — Vocês são do governo?
– Obvio que não, nós estamos fugindo deles- diz um cara cabeludo — E você?
– Também estou fugindo.
– E porque?- pergunta a morena.
– Porque pelo que eles dizem, eu sou um transcendente- digo e todos abaixam as armas e a morena me olha espantada.
– Eu achei que vocês não existiam- falou ela e dei um sorriso.
Como são ingênuos.
– Eu também- Falei dando de ombros- E vocês são o que?
– Caçadores de Sombras- Diz a morena, a ruiva e a loira ao mesmo tempo. Preciso saber o nome delas.
– Lobisomem- Fala o cabeludo.
– Vampiro- diz um que tem cara de malandro.
– Nossa era vocês que eu queria achar- falei — Alguém que fugisse como eu, vocês devem ter algum tipo de esconderijo né?- pergunto e eles negam — Porque?
– Nós tínhamos mais ele acabou de ser destruído pelo governo- disse o lobisomem — e matou todos os outros que estavam conosco
– E o que vocês vão fazer?
– Nós- diz- Porque acho que a partir de agora você tá conosco- Eu nunca entrei para um sobreviventes, porque me apego muito as pessoas. Mas naquele momento não pensei duas vezes sorri e assenti — Mais o que vamos fazer eu não sei, não conheço nenhum outro esconderijo seguro ou qualquer coisa do gênero.
– Mais eu sei onde podemos ir- diz o vampiro e olhamos para ele- Só tem um problema- diz ele.
– Qual?.
– É infestado de Vampiros- fala e o lobisomem da um pequeno rosnado, o bicho vai pegar.
– Eu não vou para um lugar infestado de vampiros- diz ele- aguentar um é uma coisa, mais aguentar um exercito praticamente e algo bem diferente- diz cruzando os braços- Nem pensar.
– Então você prefere ficar aqui e morrer né- fala a morena e ele assenti- Pensa direito no que tá falando Zack é nossa única chance de sobreviver.
Então os dois começam uma pequena discussão. Porque eu resolvi ficar com eles mesmo?! quando eles terminam o lobisomem acaba perdendo a discussão e vamos seguindo o vampiro e a caçadora de sombras que vão na frente.
_ Antes de ir com vocês — digo — preciso saber os seus nomes.
_ Eu sou a Beatrice — disse a morena — Esses são Zack, Maxi, Kath e Mary — diz ela apontando para cada um.
_ Facílitou as coisas para mim, mas vocês podem me contar oque aconteceu direito como esconderijo de vocês?
_ Ele foi destruído.
_ Ele era depois dessa floresta?
_ Sim
_ Na saída da cidade?
_ Sim
_ Quer dizer que bem na saída da cidade havia um esconerijo?
_ Sim.
_ Okay, nada contra... mas. Quem é que teve a ideia completamente idiota de fazer um esconderijo bem na saída da cidade?
_ Eu não sei, mas isso não importa agora.
_ Legal. Apesar de tudo eu queria saber como vocês só foram descobertos agora?
_ O governo nos achou e destruiu tudo – Disse Beatricce – é só isso que te que saber.
_ Se vocês querem que eu vou com vocês, vão ter que me falar oque aconteceu.
_ Tá bem. O esconderijo era invisivel aos olhos deles, os feiticeros que cuidavam de deixar ele invisivel.
_ Então o governo não ia achar sozinho.
_ Nós sabemos disso, só que eles devem ter nos localizado quando vimos aqui e matamos umas bestantes.
_ Não deve ser só isso.
_ Então oque é senhorita sabe tudo – disse Maxi sarcástico.
_ O vampiro não me provoca não que meu dia não foi bom – Falei semicerrando os olhos.
_ Maxi deixe suas provocações para depois. — dissse Beatrice.
_ Acho que há traidores entre vocês.
_ Lógico que não, ninguém é idiota o bastante para isso.
_ Alguns sim, ainda mais se forem de um esconderijo falso.
_ O nosso antigo esconderijo não era falso.
_ Beatrice eu sei que você deve está com raiva e tudo mais, mas não tem como alguém fazer um esconderijo bem na saída da cidade.
_ Infelizmente ela tem razão – Disse Zack.
_ Mas além de traidores os Zurarks devem ter ajudado o governo
_ Oque é isso – perguntou Beatrice.
_ São infectados genéticamente modificados.
Beatrice me olhou com uma cara confusa ainda não entendendo.
_ Poderia te dizer oque é especificamente, mas eu não sei bem oque é.
_ Então como sabe oque eles são?
_ Eu lutei com um deles mais cedo. E um rebelde me disse que eles eram Zurarks.
_ Mas como eles são – perguntou Kath, falando pela primeira vez.
_ São como nós, só que eles são uma mistura da gente.
_ Tem uma explicação melhor?
_ A Zurark que eu lutei era metade vampiro e caçadora de sombras.
_ Paressem perigosos.
_ São perigosos.
_ Tá legal agora vamos – pronunciou Beatrice.
Beatrice liderou o grupo para o meio da floresta. Senti algo estranho, como se fosse um aviso e parei de andar. Eles nem foram ver se havia algum sobrevivente.
_ Beatrice, espera. Falei.
_ Oque foi dessa vez – perguntou ela revirando os olhos.
_ Vocês não vão nem ver se há sobreviventes?
_ Provalvelmente não sobrou ninguém, então nem perca o seu tempo.
Todos voltaram a andar, mas eu fiquei parada. Alguém deve ter sobrevivido.
_ Ellie vem logo.
_ Podem ir indo, não vou demorar muito.
Comecei a andar na direção da onde eles vieram enquanro escutava Beatrice gritar meu nome. Não demorou muito pra mim sentir o cheiro de fumaça. Foi quando eu vi todos os destroços. Havia corpos para tudo que é lado. Aonde parecia ser o esconderijo só havia pedras e pedaços enormes de concreto. Fui andando entre os corpos para ver se achava alguém vivo. Vi alguém respirando.
Cheguei bem perto e vi que era uma menina loira. Ela estava de olhos fechados. Deveria estar fingindo estar morta. Me ajoelhei ao seu lado e a toquei. A mesma estremeceu. Ela estava com medo.
_ Ei não se preocupe, eu não vou lhe fazer mal – falei.
Então ela abriu os olhos que eram cinzas.
_ Eu to morrendo – Disse ela no meio de um soluço.
_ Não você vai ficar bem. — falei pegando na mão dela que estava ensanguentada.
_ Eu sinto que vou morrer.
_ Não eu vou te ajudar.
Tento fazer ela levantar, mas é ai que percebo que ela estava ferida no estomago. Abro o ziper da jaqueta dela que estava cheia de sangue e vejo a gravidade do ferimento. Parece que alguém atravessou o estomago dela com uma faca. Fecho a jaqueta novamente. Não sou forte o bastante para ficar olhando os ferimento das pessoas. Me da um certo enjoo.
_ Há uma menina – diz ela – que está se escondendo embaixo de alguns destroços, porque os soldados ainda não foram embora eles estão vendo se há sobreviventes, então ela se escondeu.
_ Porque ele estão atrás de sobreviventes – pergunto para mim mesma.
A menina da um pequeno grito de dor e eu pego cabeça dela e a deito no meu colo.
_ Calma vai ficar tudo bem – digo com uma voz calma e dócil – pense em coisas boas.
_ Eu tinha uma irmã – começa ela – Eu tinha uma familía, a minha irmã gostava de sorvete e de ir comigo ver o por do sol todos os dias em cima da casa, aonde eu morava. Então eu perdi tudo e perdi ela. Eu daria qualquer coisa para ter mais cinco minutos com ela. — diz ela chorando.
_ Não se preocupe, ela está num lugar melhor – falo deixando um soluço e uma lágrima cair do meu rosto – você logo irá encontra-la.
_ Eu só virei uma rebelde, porque queria um pouco de paz e segurança. Mas eles me enganaram.
_ Quem te enganou?
_ Eles da resistência.
_ Você consegue me dizer quem são eles?
_ São a base disso tudo, se você encontrar alguém que saíba ir lá você deve segui-la.
_ Obrigada.
_ Há um garoto le se chama John, ele sabe onde fica.
_ Você me deu uma grande informação, muito obrigada.
A menina olhou para o céu e vi mais lágrimas cairem de seu rosto.
_ É a primeira vez que eu tenho paz desde a morte da minha família, obrigada.
Sorrio para ela e deixo mais uma lágrima escapar. Ela volta a olhar o céu. Então ela se vai. O aperto da mão dela na minha mão se solta e seu pulso para. Fecho seus olhos cinzas agora sem vida. Deito sua cabeça com cuidado no chão e beijo sua testa. Eu não conhecia aquela garota direito, mas eu sabia que ela era especial, que sofreu muito e que agora iria finalmente descansar. Me levanto enxugando as lágrimas.
De longe vejo ainda alguns jipes dos soldados e aquilo me deixa com raiva. Passo pelo corpo de uma feiticera e pego um pouco da sua aparência. Meu cabelo fica vermelho e minha pele fica roxa com algumas curvas de dourado, oque era a cor da sua roupa. Vou andando até aonde eles parecem estar e eles me vê. Alguns tentam atirar em mim, mas eu faço um escudo invisivel. Com um pouco que tenho das minhas nergias faço dois Jipes explodirem. Alguns soldados tentam fugir, mas eu faço mais dois Jipes explodirem. Então vejo um caminhão militar fugindo. Tento explodi-lo, mas não tenho mais energias o suficiente. Vejo dentro dele algumas pessoas e fico frustada e faço as próprias armas dos soldados atirarem neles.
Vi que já havia feito o meu trabalho e fui atrás da menina que estava escondida. Procurei por todos os destroços mais eu não achava ela. Até qu eu escutei um gemido que veio debaixo de uma parede concreto que estava encostada em outra. Me aproximo da parede e consigo ouvir a respiração de alguém. Com muito força, muita força mesmo consigo empurrar a parede de concreto para trás. Olho e vejo a menina. Ela é loira e os olhos parecem ser de um azul meio cinza. A pele branca estava suja de sangue e fuligem. Ela se encolheu na outra parede e percebi que ela estava com medo.
_ Calma, eu vim aqui pra te ajudar.
_ Quem é você — pergunta ela, e percebo que se eu não dizer ela não vai confiar em mim.
_ Ellie, e eu sou uma transcendente, então não se preocupe.
_ Você é uma transcendente – diz ela surpresa.
_ É eu sou, agora me diz o seu nome.
_ Andrômeda, mas pode me chamar de Andy.
_ Okay Andy é um prazer conhece-la.
Ela sorri,mas o sorriso logo vira uma careta de dor. Me ajoelho e vejo que sua perna está ferida
_ Está doendo muito – diz ela.
_ Percebi, mas você consegue andar?
_ Não sei.
_ Quer tentar?
_ Agora não, antes preciso saber de uma coisa. Quem te disse que eu estava aqui?
_ Uma garota loira de olhos cinzas, ela te viu indo pra cá.
_ Você sabe qual era o nome dela?
_ Não, infelizmente, mas ela contou um pouco da história dela pra mim.
_ Era uma que perdeu a irmã e a família?
_ Ela mesma.
_ Era minha amiga Kaliana. Ela tá bem?
_ Andrômeda não consiguirei dizer de uma forma convencional, então vou dizer de uma vez. Ela morreu.
_ Oque?
_ Ela morreu um pouco depois de eu tela há encontrado.
_ Ah Kaliana não – diz ela começando a chorar.
_ Não chore, agora ela está em paz. É melhor assim.
_ É verdade, você tá certa.
_ Ela disse algo sobre um garoto que sabe aonde fica um lugar chamado resistencia.
_ Eu não sei que garoto é esse e muito menos que lugar é, Kaliana era uma boa pessoa, mas escondia vários segredos.
_ Que pena isso ia ajudar muito.
_ Mas eu e ela descobrimos que hoje os soldados iam fazer uma limpa em todas as casas, para ver se acham infectados. A cidade hoje não vai dormir.
_ Então precisamos ir, temos que ir para a cidade impedir isso.
_ Mas vai ser perigoso, eles tem até uma lista de alguns infectados.
_ Isso não é problema pra gente. Vamos eu te ajudo a levantar.
Audo Andy a se levantar, mas ela não consegue andar. Então passo os seus braços em volta do meu pescoço e vou caminhando com ela devagar. Demoramos um pouco para adentrar a floresta, mas conseguimos. Andamos mais um pouco então eu começo a gritar por ajuda e logo Zack vem. Ele pega Andy no colo que assusta quando ele faz isso. Logo vejo Beatrice que estava muito brava.
_ Ellie como você me sai assim, eu fiquei te gritando feito uma louca e você nem ligava.
_ Eu tinha que ir para ver se havia mais alguém vivo.
_ E além dela tinha mais alguém por acaso?
Não sei como, mas me irrito.
_ Sim havia mais pessoas, Inclusive uma acabou morrendo porque vocês não ligaram para ver se havia sobreviventes. Ela morreu em meus braços. Sabe a culpa que eu to carregando agora deveria ser sua, mas quem está carregando a morte de uma menina que poderia ter sobrevivido está comigo. Se vocês estivessem voltado teriam evitado que os soldados levassem vários de vocês para a cidade. E agora eles podem ser mortos ou ser obrigados a ser as cobaias daqueles cientistas malucos.
_ Mas todos estavam mor...
_ Não eles não estavam mortos– interrompo ela – Muitas pessoas realmente morreram, mas esses estavam vivos e de todos eles que eu poderia ter resgatado eu só consegui resgatar a Andrômeda que se escondeu. Eu não quero mais errar Beatrice, eu vou para cidade – digo já comçando a andar.
_ Oque você vai fazer lá? Você vai ser pega. Temos que ir aonde os vampiros estão.
_ Os soldados vão invadir as casas atrás de infectados, eu preciso resgatar pelo menos uma dessa confusão, e além disso precisamos de um transporte porque ela tá ferida, e também preciso achar alguém.
_ Quem é esse alguém?
_ É uma pessoa que sabe onde fica a resistência.
_ Oque é a resistência?
_ Se você vir eu te conto no caminho.
Fomos andando e eu fu contando tudo para Beatrice. Quando falei de Kaliana ela disse que conhecia ela, mas nunca conversaram muito. Ela também disse que Kaliana era muito misteriosa, escondia várias segredos valiosos, e que Kaliana só sabia de tudo porque ela era uma das primeiras rebeldes do esconderijo. Apesar de tudo Kaliana era uma boa pessoa.
Enquanto eu falava minha mente estava em outro lugar. Na verdade eu queria descansar. Fazia duas noites que eu não dormia direito. Andei tendo muitos pesadelos. Fazia dois anos que eu havia feito o teste e pedido meu irmão e minha mãe, mas parecia tão recente. E todas as noites eu via minha mãe. Eu via ela sendo segurada por vários fios que estavam conectados nela. Seus olhos estavam fechados, mas parecia que logo iam ser despertados.
Balancei minha cabeça tirando isso dos meus pensamentos, imaginar minha mãe sendo controlada é estranho e doloroso. Minha mãe não é do tipo que é controlada. Muito pelo ao contrário. Ms eu não sei oque tá acontecendo. Eu e minha mãe por sermos transcendentes temos uma conexão. Todos transcendente consegue se conectar com outro e até mesmo com os outros que não são transcendente. Mas eu e minha mãe sempre tivemos uma forte conexão., só que agora ela tá morta e nossa conexão não deveria ser tão forte.
Em pouco tempo chegamos a cidade. Ficamos num beco para não sermos vistos. Já estava começando a escurecer e os soldados já estavam nas ruas começando a entrar nas casas.
_ Tá legal, agora temos que arrumar um plano – Diz Beatrice.
_ Já vi que to fora dessa – disse Maxi.
_ Não comecem se desesperar — digo – eu tenho uma ideia. Não vamos ficar escolhendo as casas que iremos entrar, aonde os soldados forem eles vão pegar somete os infectados da lista. E a maioria das pessoas tem dois filhos, e se um deles é infectado o censor que captou eles vai se confudir sendo assim vão acabar pegando as pessoas erradas. E ai entramos nas casas.
_ Então vai ser isso mesmo, mas Zack não ai conseguir se denfender caso algo acontecer – disse Beatrice — ele tá carregando a Andrômeda
_ Então vamos fazer o seguinte. Vai eu, a Beatrice e o Maxi primeiro, depois Vai Mary e Kath com o Zack para protegerem ele.
_ Porque eu tenho que ir om vocês – perguntou Maxi.
_ Você esqueceu que você é um vampiro, e que vampiros não se dão bem com lobisomens e vice-versa?!
_ Tá bem já entendi.
_ Okay, agora se preparem e tomem cuidado porque falta pouco tempo para escurecer, e de noite as coisas ficam piores.
Os soldados começam a invadir as primeiras casas e saem levando as pessoas que eles querem. Agumas mâes saem de suas casas chorando e isso me dói. Quando os soldados começam a se afastar eu, Beatrice e Maxi vamos em direção em uma das casas. Logo em seguida Zack e as meninas vem atrás. Entramos em uma casa e vejo a bagunça que está. Á várias coisas quebradas no chão e movéis quebrados. A pessoa que foi pega deve ter lutado. Maxi vai até a cozinha ver se tem alguém. Mary e Kath vão ver se à alguem nos quartos. Beatrice vai nos outros comodos da casa ver se acha alguém também, Zack acaba deixando Andrômeda sentada no sofá e vai vigiar a porta. E eu... Bem vou atrás de algo para me recarregar.
De repente escuto o grito de Maxi e eu vou correndo para a cozinha e quando chego vejo ele caido no chão com cara de dor e com a mão na cabeça. Beatrice, Kath e Mary chegam logo depois de mim.
_ Oque aconteceu criatura – perguntou Beatrice.
_ Eu não sei, alguém bateu com uma frigideira na minha cabeça. — diz ele e seguro o riso.
_ Você só pode ser feito de açúcar – diz Beatrice revirando os olhos e o ajudando a levantar.
_ Você pelo menos viu quem era a pessoas – perguntou Mary.
_ Não, parecia mais um vulto com uma frigidera na mão.
_ Ai! — escuto uma voz feminina dizer.
_ A pessoa ainda tá aqui – digo.
_ Eu também acho – diz Mary e Kath juntas.
Ficamos em silencio para ver se escutavamos mais alguma coisa. Então as panelas que estavam no armário começam a cair denunciando a pessoa que bateu em Maxi. Quando todas as panelas terminam de cair vejo que é uma menina. Ela olha pra gente furiosa e aponta a frigideira para Maxi.
_ A culpa é sua — diz ela.
_ Oque?
_ Se você não tivesse mexido logo nesse armário eu não estária nessa situação.
_ Agora a culpa é minha, daqui a pouco vão me culpar pelo mundo existir – diz Maxi dramático.
_ Larga de ser dramático – diz Beatrice – desculpa meu amigo aqui. Eu sou a Beatrice e você – pergunta Beatrice ajudando a garota a se levantar.
_ Cassie.
_ Nome muito legal.
_ Sério?! Eu tenho 16 anos, não 5.
_To vendo que é afiada.
_ Muito mais do que você pensa.
_ Ellie ela é igualznha a você então faça ela falar.
A garota olha pra mim com uma cara desafiadora. Ela é igualzinha a mim quando eu era mais nova. Seus olhos são azuis brilhantes, o cabelo castanho parece até um pouco ruivo. A pele branca com algumas sardas salpicadas no rosto deixa ela com uma aparência muito fofa. Ela cruza os braços ainda com a frigideira nas mãos.
_ Tá bem – digo – Cassie não sei porque viemos logo na sua casa, mas viemos e é isso que importa. Nós não viemos para te levar para aqueles cientistas malucos, muito pelo ao contrário. Viemos para saber se você é um de nós, precisamos saber aonde fica um lugar que precisamos ir. Cassie você é uma infectada?
_ Eu nunca diria oque eu sou para uma estranha igual a você — diz ela indo até a porta da cozinha.
Só com o pensamento faço uma barreira invisível para ela não passar. Assim que ela tenta passar ela vê que não consegue.
_ Ei me deixe sair – disse ela me olhando.
_ Responda a minha pergunta.
_ Nunca.
_ Então vai precisar de muita paciência.
Ela me olha furiosa e ergue a mão mandando um raio em minha direção e eu mando o outro fazendo os dois terem uma luta.
_ Ellie para se não você vai explodir o lugar com todos nós dentro – diz Beatrice e eu paro.
Cassie me olha dessa vez como se estivesse vendo algo estranho.
_ Você também é – pergunta ela.
_ Sim, também sou transcendente.
_ Então é bom você vir comigo, na verdade todos vocês.
Cassie nós gui indo pra um do quartos. Zack estava atrás de todos ajudando Andrômeda. Entramos num escritório e Cassie foi até uma estante de livros e puxou um livro para frente, fazendo um pequeno painel se abrir entre os livros. Ela digitou algo lá e então uma passagem se abriu aonde Cassie entrou. Aquilo era um tipo de laboratório. Tudo era muito bem equipado, havia computadores por todos os lados e no centro da sala havia um painel e controle enorme. Ele estava cheio de números como se a pouco tempo alguḿ estivesse ali.Cassie foi até o grande painel e começou a digitar algo no seu teclado de vidro. Coloco a mão em um computador perto do painel de controle e começo a me recarregar.
_ Era disso que eu precisava – digo aliviada.
_ Creio que estão atrás de infectados – pergunta Cassie.
_ Isso mesmo – diz Beatrice.
_ Isso é bom, ultimamente todos estão em perigo.
_ Como assim – pergunta andromeda.
_ Os soldados não estão só atrás de infectados, aqueles que estiverem escondendo eles também são pegos para testes, e ai viram Zurarks.
_ Você sabe dos Zurarks – pergunto.
_ Claro, eu sei tudo sobe eles.
_ Como?
_ Meus pais que tiveram a grande ideia de cria-los.
_ Pera ai seus pais são... — fala Zack mais é interrompido por Cassie.
_ Sim, eles são cientistas.
_ Então era pra você tá morta.
_ Eles precisam de mim, eu sou mais valiosa do que pensam.
_ Você sabe explicar oque os Zurarks são – eu pergunto.
_ Os Zurarks são nada mais e nada a menos que infectados geneticamente modificados e alterados. Se você é uma transcendente e os cientistas modificam o seu DNA injetando células de vampiro por exemplo, você vai ser metade trancendente e metade vampiro. Só que as combinações são ilimitadas, eles misturam mais de uma raça, fazem com que um vampiro seja metade lobisomem e caçador de sombras etc... Mas nunca foram tolos o bastante para colocar todasas raças juntas em um só corpo.
_ Porque?
_ Porque a pessoa não poderia ser controlada de nenhuma forma e ela vai se tornar muito poderosa, e é perigoso, já tentaram fazer isso e a pessoa virou “estrelinha” — disse ela fazendo aspas com os dedos em estrelinha – eu tenho uma coisas aqui que pode ajudar vocês a entederem melhor.
Cassie passava os dedos pela tela de vidro no painel a procura de algo. Quando ela achou ela pegou a imagem com o dedos e colocou no meio da gente para nos mostrar. Era a image de um DNA, algumas célula e um Zurark.
_ O DNA de um Zurark é mais ou menos assim e suas células são assim – disse ela dando um zoom na imagem.
O DNA de um Zurark era diferente de um normal. Ele parecia ter várias bolhas em volta e era verde. As suas celulas também eram estanhas. Cassie expicava pra gente como eles fazem alguém virar um Zurark.
_ Até mesmo um humano normal pode virar um Zurark – perguntou Mary.
_ Os humanos também podem só que como são normais demais fica meio difícil deles se acostumarem. Quando alguém vira Zurark os cientistas do governo tiram deles todas as suas memórias sendo assim eles podem ser domados facílmente pela primeira pessoa que conversa com eles. Isso parece legal, mas na verdade é uma desgraça.
_ Se o governo pegar todos os infectados estamos ferrados – diz Kath.
_ Mas nós vamos impedir que isso aconteça – diz Beatrice – Ellie.
_ Cassie você conhece um tal de John – pergunto.
_ Infelizmente eu conheço.
_ Porque infelizmente?
_ Porque ele é um idiota. Eu era amiga dele até ele virar um grande tormento na minha vida. E eu meio que odeio ele agora.
_ Mas você sabe aonde ele está?
_ Sim.
_ Então nos leve até lá – diz Beatrice.
_ Tá bem. Ellie eu tenho uma coisa pra você.
Cassie vai até um armário de aço e pega uma caixinha preta.
_ Isso vai te ajudar a carregar quando precisar – diz ela me jogando a caixinha – Eu também tenho uma coisa pra ela – Cassie aponta para Andrômeda e volta para o armário e pega um pequeno pote prata – Passe na perna que vai melhorar.
Andrômeda abre o pote e da de ombros. Ela pega o conteúdo do pote e passa na perna machucada. Ela logo da um suspiro de alivío. Cassie sorri e começa a andar para fora do laboratório. Começamos a segui-la para fora da casa. Cassie para e vai até a cozinha de novo e volta trazendo a frigideira.
_ Sério – pergunta Maxi.
_ Eu não vou na casa daquele retardado sem estar armada.
_ Grande arma.
_ O vampiro para de me provocar, já deu passado é passado.
Vejo que Andrômeda já está conseguindo andar, mas ela continua a mancar e eu vou ajuda-la. Vamos caminhando sempre seguindo Cassie. Cassie nos levou até o fim da rua aonde ficava uma casa. Cassie foi entrando na casa sem se importar e nós a seguimos. Aquilo não era uma casa. Fazer bagunça é uma coisa ter o próprio lixão dentro de casa é outra bem diferente.
_ John se você estiver se escondendo pode aparecer que eu vou te achar do mesmo jeito – diz Cassie.
Beatrice diz um “ei” quando alguém parece provoca-la. To vendo que é transcendente.
_ Estressadinha – diz a mesma voz.
Kath fica tentando pegar algo no ar, mas não consegue.
_ Não faz muito o meu tipo.
_ Eu vou matar esse garoto quando eu acha-lo – disse Kath.
Mary se vira e parece tirar algo do seu pescoço.
_ Ele não tem amor a vida – diz Mary.
_ Parece que só tem estressadinha aqui.
De repente sinto uma mão passar rapidamente pela minha cintura e depois bater na minha bunda.
_ Esse garoto é idiota – pergunto para Cassie.
_ É muito bonita, mas é afiada.
_ Não se preocupa não ele é assim memso, um grande retardado.
_ Cassie mau humorada como sempre, eu sei que você me ama.
_ John assim que eu tiver a chance de te matar você não vou nem pensar.
_ Como nesse mundo ainda existe pessoas assim – Pergunta Andrômeda para ela mesma.
_ Essa é princesinha, é bem bonitinha mesmo.
John pega no cabelo de Andrômeda, fazendo a mesma puxar o cabelo da mão dele. Andrômeda da um tapa na mão do John quando ele parece toca o seu rosto. E ele continua invisível. Ele começa a provocar tanto Cassie e tanto Andrômeda, correndo de uma a outra.
_ Ah me da isso aqui – diz Adrômeda pegando a frigideira da mão da Cassie e acertando oque parece ser a cabeça de John.
Então ele aparece. Apesar dele ser bem idiota como Cassie disse, ele é bem bonito. Cabelos castanhos escuros e olhos azuis muito lindos. O cabelo dele é um pouco arrepiado oque da um certo charme nele.
_ Apesar de babaca, até que é bonito – disse Adrômeda sorrindo vitoriosa olhando para John no chão.
_ Quer dizer que a pricesinha gamo – diz ele.
_ Como eu disse antes, babaca – Fala Andrômeda tirando o sorriso do rosto e entregando a frigideira para Cassie e indo até Mary e Kath.
_ Oque vocês querem – pergunta ele se levantando do chão – Essa loira ai acerto em cheio.
_ Meche comigo outra vez que vai levar uma pior – diz Andrômeda.
_ John a gente precisa chegar a um lugar chamado resistência, e ouvimos falar que você sabe onde fica – diz Cassie cansada.
_ É eu sei aonde fica.
_ Então nos leva até lá.
_ Humm... Não.
_ Que ótimo temos um comediante agora – diz Beatrice revirando os olhos.
_ John vamos fazer um acordo – fiz Cassie.
_ Que acordo?
_ Você nós leva até a resistência e depois nós fazemos oque você quiser.
_ Até parece que eu vou fazer algo que esse cara quer! — fala Mary.
_ Até porque vai que ele quer...
_ Kath não fala – diz Mary à enterrompendo.
_ To vendo que vocês estão implorando a minha ajuda então, sim.
_ Agora precisamos de um carro e eu sei que você tem um – Diz Cassie.
_ A gente pode até ir no meu carro, mas não vai caber todo mundo.
Cassie bufa e passa a mão na testa. Vou até a porta da casa e vejo alguns jipes dos soldados.
_ Gente tive uma ideia – falei.
_ Oque é – perguntou Beatrice.
_ Que tal roubarmos uns jipes dos soldados.
_ Então tá, mas quem vai – perguntou Cassie e todos olharam para ela – até parece que eu a linda e divosa aqui vai lá.
_ Você tem uma aparência bem inofensiva e é inteligente – digo.
_ Tá eu vou.
Cassie não demora muito e vai até os soldados. Ela começa a falar com eles e até chora, então todos eles correm para... casa dela. Cassie olha pra gente e sorri acenando. Zack vai até lá e volta dirigindo o jipe.
_ Você não sabe dirigir – Pergunta Maxi.
_ Eu tenho 16 anos e não 18.
Cassie sai do jipe e diz que temos pouco tempo. Entro no jipe e Maxi e Beatrice entram também logo em seguida. John vai dirigindo o carro dele e Andrômeda vai na frente com ele (N/A: Estou sentindo uma treta), Cassie, Mary e Kath vão Atrás. Não demorou muito para os soldados vir atrás da gente. Eles entraram em seus caminhões e jipes já vindo atrás da gente.
_ Vai, vai, vai – digo desesperadamente para Zack e ele acelera.
Eles começam a atirar e quase acertam a cabeça se Maxi, se Beatrice não tivesse visto ele teria morrido. John estava atrás da gente tentando despistar os soldados. De repente Andrômeda coloca metade do corpo para fora e começa a atirar. Ela não demora muito e entra novamente dentro do carro. Então vejo Cassie jogando algo pela janela.
AQUILO É UMA GRANADA!!!
_Se abaixem! — grito.
Um caminhão deles havia explodido e quase que os destroços atinge o nosso jipe, mas Zack consegue desviar.
_ Não tem uma arma ai não – Pergunto para Beatrice.
_ Isso serve – diz Beatrice me dando uma metralhadora.
_ Com certeza.
Pego a metraladora e acho algumas balas em baixo do meu banco e a carrego. Me ajoelho em cima do banco e aponto a arma pra trás. Beatrice e Maxi logo entendem e se separam deixando o meio vazio. Começo a atirar nos vidros dos caminhões oque faz um deles baterem um no outro e depois capotar. Agora só restavam os jipes.
_ Beatrice faça sua mágica – falei.
_ Se segurem então.
Volto minha atenção para frente. Foi então que escutei um barulho vindo de trás e olhei pra ver oque era. Maxi lutava com um soldado enquanto Beatrice fazia uma marca no braço. Ergui minha mão na direção do soldado e o joguei longe. Maxi olhou pra mim surpreso.
_ De nada – digo.
Quando Beatrice termina a marca ela se vira com o braço erguido. Os jipes do governo vem para frente e param em camera lenta e depois são jogados para trás explodindo tudo. John quase perde o controle do volante, mas recupera. Vejo que Andrômeda começa a dar tapas em John e o mesmo grita com ela, que faz bico. Aquilo sim me fez rir. Pego a metralhadora e recarrego.
_ Maxi é bom você ficar com ela – digo e o mesmo pega.
_ Beatrice vê se tem mais armas ai.
Beatrice começa a procurar e eu vou tentar respirar normalmente. Passo as mãos pelo rosto e cabelo. Sorrio. Isso foi surreal mais foi divertido. Nunca havia feito isso, nunca entrei para um grupo de sobreviventes e isso me fez rir. Rir extericamente.
_ Oque foi louca – perguntou Beatrice me entragando duas pistolas.
_ É que apesar de quase termos sido capturados, ou pior mortos eu achei isso divertido.
_ Ellie você só pode ser muito louca.
_ Oque mais você achou?
_ Várias munições, 20 pistolas, 10 de fogo e outras 10 de sonifero, mais duas metralhadoras e uma espécie de facão.
_ Creio que essa já é do Zack.
_ Com toda certeza – diz ele.
_ Depois a gente distribui quando pararmos, agora vamos sair desse inferno por favor.
Zack acelera mais fazendo um vento forte bater no meu rosto. Olho para o lado e vejo John sorrindo.
_ Que tal uma corrida – pergunta ele.
_ Você vai perder – diz Zack.
_ Resolvam logo vocês dois – diz Andrômeda irritada.
John acelera ficando na nossa frente.
_ É bom você correr – falo para Zack.
_ Pode deixar que não vou te descepcionar.
Então Zack acelera. Vi que o sol estava indo embora. Nunca presenciei um por do sol na minha vida. Eu nunca tive tempo para essas coisas, mas agora parece que eu tenho. É primeira vez que eu vejo o céu alaranjado misturado com o azul. Então o sol se foi deixando a lua e as estrelas brilhar também.
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