The New World- INTERATIVA
25 America
Notas iniciais

They say we can stay in America
You can be free in America
But I'm sick listening to everyone
I just want you
I just want you
I just want you - America By Xylo!!!
Sarah
Assim que eu chego na ala 5, vejo que todos já foram. Mônica esta sustentando a resistência ainda, mas ela parece que não vai aguentar por muito tempo. Saio correndo dali vendo as poucas pessoas que sobraram ali. A única chance de eu sobreviver é saindo daqui.
Corro para única saindo que eu conheço que é aonde fica os aerodeslizadores. Consigo rapidamente chegar lá, mas foi quando a resistência começou a desabar no chão. Mônica já morreu então.
Vejo as rachaduras se abrindo mais e mais. Procuro o portão para fora, e o acho, mas está fechado. Sugo de dentro de mim toda minha força, e quando bato no portão ele se quebra e eu continuo correndo. Mas paro assim que eu vejo como está lá fora. Os aerodeslizadores do governo chegam um atrás do outro, jogando bombas.
Olho ao redor. E tudo está em chamas. Olho para a resistência novamente, e ela finalmente cai. Rochas e pedras de concreto voam e minha direção. A poeira voa direto nos meus olhos e eu os fecho escondendo os olhos.
Corro para longe, mas sinto algo me perfurando no estomago e eu grito. Caio no chão gritando de angustia e dor. Sinto o sabor do sangue já na minha boca. Olho para o céu cinzento em busca de alivio, mas aquilo só está me sufocando mais.
Respiro fundo tentando recordar os sentidos. Aos poucos eu vou me acalmando. Um aerodeslizador passa dele cai mais uma bomba, mas antes de cair minha órbita muda. Tudo parece estar indo devagar, os barulhos são ensurdecidos e a bomba parece ficar bem lerda para cair.
Fecho os olhos e penso em coisas boas, as coisas boas que eu vivi. Me lembro de Nicholas e como nós eramos grandes amigos. Cassie sempre muito entrometida e divertida. Andy sempre muito amável. Mary sendo a pessoa que mais suportava todos os problemas, os dela e os dos outros, sempre apoiando e sendo otimista. Ellie que sempre iria estar em meu coração. Beatrice, a garota mais corajosa que eu ja vi na vida. Ales e Safi as mais ousadas e as mulheres mais fortes entre todos, até mesmo de lewis.
John, que nunca vai deixar de ser sarcástico. Bellamy que sempre cuidou muito bem de Ellie. Lewis, que apesar de parecer durona ao lado de Luna sabiamos que ela tinha um bom coração. A dor se dissipa, e sei que chegou meu fim. Mas a morte é apenas um doce beijo, eu achava que era pura inveção da humanidade, mas era verdade. Era boa e extasiada, sinto minha energia vital saindo do meu corpo e sinto que não é um fim e sim uma libertação.
Andrômeda
Depois de um tempo todos se orgnizaram nos seus devidos vagões. Era incrivel como aquele lugar era grande. Olga obviamente ficava no primeiro vagão com seus cientistas. Os outros podiam escolher e eu claro fiquei aonde eu conhecia mais pessoas, no caso meus amigos. Até agora eu não avia achado Sarah, e nem sabia de nenhuma noticia de Mary.
Vejo Cassie em um canto rabiscando algo em um caderno. Ela parece estar meio estérica. Vou até ela e me sento ao seu lado no chão. Ouço ela murmura algo, mas sei que não é pra mim ela fecha os olhos a cada segunda e escreve.
– Cassie — a chamo, mas ela nem liga — Nunca pensei que usaria um caderno e uma caneta para escrever um dia.
– Eu também não — responde ela — Mas é bom mudar alguns costumes.
– Cassie — a chamo novamente — O que você tá fazendo?
– Os números estão corretos — fala ela, mais pra ela mesma do que pra mim — Eles estão errados.
Cassie parecia psicótica agora.
– Cassie — a chamo novamente.
– Eles estão errados — repete ela.
– Cassie! — falo alto e ela olha pra mim — Cassie o que foi?
– Andy — fala parecendo ter saído de um transe — Cade a Sarah?
– Eu não sei — respondo.
– E a Mary?
– Ela deve estar em outro vagão, ela é uma Zurark lembra?
– Eu preciso de uma delas — Fala e se levanta deixando o caderno para trás.
Ela se afasta um pouco e eu pego o caderno. Vejo apenas rabiscos e setas e numeros, um interligado no outro. Parecia um enigma. Um enigma? Adasto um pouco o caderno da minha visão e eu vejo um simbolo. Do nada um flash vem em minha mente.
Me lembro que uma vez Beatrice tinha feito um desenho na parede do seu quarto, isso quando a gente vivia no esconderijo. Ela se lembrava bem desse simbolo mas não sabia porque.
Solto o caderno na hora e me levanto. Saio correndo atrás de Cassie. Vejo ela indo até Ellie e corro até ela.
– Ellie aonde está a Sarah? — escuto ela perguntar.
– Cassie — falo fazendo ela se virar para mim — Oque era aquilo?
– O que?
– Aquela coisa no seu caderno.
– Um enigma — responde ela se virando para Ellie — Ellie você sabe aonde Sarah está?
– Ela ainda não se lembrou de Sarah — fala Bellamy.
– Na verdade... Eu não vi ela em nenhum lugar quando vim.
– Eu preciso dela.
– Cassie! — exclamo, mas ela nem liga.
Ela sai correndo atrás de Sarah ainda. Vejo John olhando para nós com uma expressão de confusão. Paro de correr ao mesmo tempo que Cassie tambem para. John vem até nós ainda confuso.
– Por que vocês estão correndo que nem doidas? — pergunta ele sendo "educado" como sempre.
– Cassie está atrás da Sarah- respondo.
– Mary, Mary, Mary — fala Cassie repetida vezes.
– Agora ela está atrás da Mary — falo.
– A Sarah eu não vi, mas eu procuro — oferece ele — Já a Mary...
– A Mary? — pergunta Cassie querendo uma resposta.
– Viro estrelinha — fala Alex alguns metros atrás de Cassie.
Viro estrelinha? O que ela quer dizer com isso?
– Cadê a Mary? — pergunta Cassie e ela parece estar com certa raiva na voz.
– Ela se foi — reponde Ales, e então percebo que Mary morreu — Na verdade, ela já havia ido eu só dei um empurrãozinho.
Olho para Cassie que já mudou a expressão.
– Você á matou?
– Sim — responde Alex com orgulho — Ninguém meche com meu irmão.
– Me responda Alex — fala Cassie com um sorriso psicopata e os olhos mudadam de cor totalmente — Você sabe que seu elo vital vem dele e vice-e-versa? Que separados você se torna o que era antes? e...
– É bom cala essa boca Cassie — adverte Alex.
– Tenta — desafia Cassie.
Olhos de A lex ficam mais dourados que o normal e os de Cassie totalmente Azuis. Isso vai dar merda! Alex rosna para Cassie mostrando os dentes afiados. As unhas de Alex cresceram. Enquanto isso eu me afastava das duas e os outros também faziam isso.
– Alex não faça isso — fala uma garota morena que eu nunca vi na minha vida.
– Ela não vai te escutar — diz Cassie.
– Eu sou a Alfa e estou mandando você parar Alex! — Ela grita o nome de Alex.
Cassie apenas levanta a mão em direção a garota que voa longe e Derek à segura.
– Nunca me subestime " Alfa" — avisa Cassie fazendo aspas com os dedos.
Vejo Cassie pender a cabeça para o lado e Stiles que estava bem longe daquilo cai no chão se contorcendo.
– Stiles! — grita Alex se virando vendo o irmão.
– Parece que você não gosta de ver seu irmãozinho sofrer — Cassie diz cínica.
– Você não deveria ter feito isso — diz Alex.
Alex avança em cima de Cassie tentando alcançar o rosto dela. Mas Cassie apenas desvia fazendo Alex passar por ela, e nesse meio tempo Cassie puxa o cabelo de Alex para traz a fazendo cair. Alez passa a mão na cabeça e se levanta. Cassie sorri e Alex tenta acertar a mão na cara de Cassie, que segura a mão dela e Alex da uma cotuvelada nas costas de Cassie. E por ai vai...
As duas lutavam tão rapido que não se sabia quem se machucava. Vejo John voltando do outro vagão.
– Você achou a Sarah? — pergunto.
– Não, acho que ela nem deve ter conseguido chegar a tempo — diz ele e coloco a mão na boca evitando um soluço.
– Ela não conseguiu — diz uma voz atrás de mim e eu me viro, é Tate.
– Você á viu?- pergunto.
– Vi ela estava atrás de Cassie e de você, mas ela não queria vir mesmo — reponde ele — Agora preciso que vocês destraiam as duas. Essa não é a Cassie.
– Como você sabe? — pergunto.
– Qualquer transcendente reconheceria — responde ele.
Ah então ele é um transcendente!
Balanço a cabeça saindo do meu transe. Tate caminha para o outro lado do vagão só esperando a hora certa.
– Vamos — digo para John.
– Qual é você realmente acredita nele? — pergunta John.
– Sim , pelo que Cassie me disse ele é mais confiavelque você — falo fria e ele apenas vai na frente.
Ficamos na frente de Andrew e Corey que parecem estar até se divertindo. Esses dois...
– Você fica com a Alex — digo.
– Por que eu?
– Porque você é o transcendente e você é homem — respondo olhando para John — Ou você está com medo de uma mulher que na verdade é uma lubanil?
– Eu com medo!? Imagina, e ele não é uma lubanil — fala ele.
– Esqueceu? eu sou a nerd e você o idiota.
Não dou tempo para ele pensar e o empurro no meio das duas. Cassie derruba Alex no chão, mas Alex da dois chutes seguidos em Cassie que cai contra a parede do vagão. Alex acaba acertando um dos pés na cara de John que está com a mão na cara. Cassie olha furiosa para Alex que está de costas para ela.
Quando Alex se vira para Cassie novamente, a mesma faz um movimento com o braço direito e joga Alex contra a parede do vagão tambem, só que do outro lado. John corre até Alex para segura-la e eu vou até Cassie.
– Cassie, Cassie — a chamo, pego na mão dela à ajudando a levantar.
Parece que Cassie voltou ao normal, mas assim que ela olha pra mim os olhos dela continuam azuis. Ela se aproxima de mim e eu vou me afastando devagar.
– Cassie — falo e antes dela conseguir me atingir, Tate aparece atrás dela.
Ela coloca a mão no ombro dela e por uma fração de segundo vejo um pequeno raio — literalmente — passar pela mão dele e indo para Cassie. Cassie desmaia nos braços de Tate que a segura.
Olho para o lado e vejo Alex tentando se soltar de John e Derek que a seguram.
– Alex para — diz a morena que estava ali antes.
– Já era pra ela ter parado da segunda vez — fala Derek.
Vejo Safira sair do meio da multidão já com uma seringa na mão. Ela vai até Alex e injeta o conteúdo da seringa nela pelo ombro. Alex tambem desmaia, Derek e John a seguram.
Volto a olhar para Tate que se afasta carregando Cassie nos braços e vou atrás dele. Ele chega no fundo do vagão e coloca Cassie deitada em um dos bancos que havia ali. Ele segura a mão de Cassie e algo como se fosse pequenas placas invisíveis, que normalmente achamos em placas de equipamentos eletrônicos, começam a ir e vir da mão de Cassie e Tate.
– O que você está fazendo? — pergunto.
– Apenas fazendo ela dividir o fardo — responde ele.
Sorrio sabendo que isso se fosse em um lugar diferente seria mais fofo.
– Você é o único que pode fazer isso? — pergunto.
– Não, mas talvez seja o único que saiba fazer — responde ele com um sorriso que logo desaparece.
– Ela vai se lembrar de algo quando acordar?
– Sim, de tudo, nenhum transcendente esquece — diz ele.
Mas Ellie esqueceu de todos nós. Como?
Me afasto deles e me sento em outro banco sozinha.
Safira
– Você nunca ia conseguir fazer ela parar — falo para garota.
– Quem é você? — pergunta ela.
– Safira, mas me chame de Safi se quiser e você?
– Ashley — responde ela.
– Mais um loba pra completar na família.
– Você é um lobo? — pergunta ela.
– Uma lubanil — respondo — Não só de nome como de personalidade e espirito.
– Parece que nunca vai ser de uma matilha — fala ela.
– Nem querendo — respondo.
– Que pena.
– Só se for pra você Alfa — digo e meus olhos brilham e ela percebe o que eu realmente sou — Derek e John levem Alex até vagão hospitalar para Ágata.
Os dois logo me obedecem . Volto a olhar para Ashley e sorrio para ela.
– Você é uma Alfa? — pergunta ela.
– Sim e não — respondo — Eu nasci Alfa, meus pais eram Alfas, tenho no sangue. Era pra mim ser uma Alfa, uma grande Alfa. Até vim o governo e acabar com tudo. Eles icendiaram a floresta aonde viviamos com os outros. Todos morreram. Menos uma garotinha de 9 anos. Eu. Vivi sozinha por muit tempo até encontar Alexia que não é a Alex, é a melhor amiga de Lewis. Ela é a co-capitã.Eu cheguei na resistência e vivi lá por toda minha vida. Me sentia em família, mas não o suficiente. Resumindo eu não sou somente uma Alfa, sou a Alfa, não posso me juntar com um outro Alfa pois escolhi ser uma Lubanil, eu jurei para a lua.
– Pelo menos você é imortal — diz ela.
– Isso mentira — digo — Já morri tantas vezes que perdi a conta, quer dizer não no literalmente, mas as lubanis morrem, só é um pouco difícil as juradas pela lua serem mortas. Vocêé uma Lubanil, uma loba. Mas não é igual a mim, eu tenho muito mais chance de sair viva do que você.
– Duvido — diz ela sorrindo — Você é mais forte que eu.
– E sou, mas eu tenho que me arriscar mais, está nas minhas veias proteger os outros.
– Você é incrível em todos os sentidos, como sabe tanto?
– Eu já fui uma das cientistas da resistência, antes de virar médica, psquiatra na verdade. Só que eu sou especializada em soros e essas coisas, não vivo sem minhas seringas — digo e ela ri — Ashley vou ter que ir indo, tenho uma fera para cuidar.
– Claro — diz ela — Espera, sobre o que você disse que a Alex não ia me escutar, o que era?
– Ashley eu conheço muito bem a Alexandra, mas ela nunca contou seu passado para ninguem, mas ela deixou pistas. Cassie revelou algo para nós hoje, ela estava em um estágio diferente de transcendencia. Ela revelou um segredo da Alex, e acho que Alex tambem é uma Lubanil, ela parece ser controlável e tudo mais, só que ela nunca vai escutar ninguém. Esse é o próprio espirito dela. Mas isso é só uma suposição.
– Mas nós fizemos um pacto — fala ela um pouco preocupada.
– Ash, querendo ou não Alex nunca vai respeitar ninguém, e isso é novo para ela. Tenha paciência e cuidado. Até mais.
Dou as costas para ela indo correndo para o outro vagão.
Ellie
Me sento em um dos bancos para descansar um pouco. Aconteceu muita coisa em pouco tempo e minha cabeça dói. Bellamy logo se junta a mim e passa um dos braços em minha volta. Me aconchego a ele em busca de abrigo.
Fecho os olhos e a imagem de Beatrice virando pedra me vem na mente.
Abro os olhos e as lágrimas logo começam a cair. Em poucos segundos estou me derramando em lágrimas.
– Ellie- fala Bellamy — Ei, o que houve?
– Eu não podia ter deixado Beatrice lá, eu tinha que ter ajudado — falo furiosa comigo mesma.
– Ellie ela quis nos ajudar,nos proteger — fala ele — Ela morreu com coragem e honra.
– Nenhuma morte é corajosa ou honrada, é apenas triste e dolorosa — respondo fria.
Ele não diz nada e percebo que acabei tirando a razão dele. Olho para ele que parece disperso olhando para o nada.
– Desculpa — peço — Só não queria ter pedido minha melhor amiga, eu queria que ela estivesse aqui.
– Eu sei, mas ela se sacrificou por nós, e não devemos nos lamentar. Beatrice queria paz há muito tempo e acho que ela encontrou agora.
– Bellamy não acho que esteja errado, mas a paz dela virou tormento para o Tomás. Ela o amava muito para o deixar. Ela nunca iria morrer só para ter paz, ela iria conquistar a paz.
Bellamy fica cabisbaixo, algo que eu vejo direto nele.
– Bellamy olha pra mim — peço e ele levanta a cabeça e me olha.
Passo a mão em seu rosto levemente.
– Não quero brigar, só quero que entenda que eu não sei mais quanto tempo vou aguentar. Perder a Beatrice foi demais para mim eu não sei quem vai ser o próximo e tenho medo de quem seja — digo e le acaba me interrompendo.
– Ellie só não pense em nada — sugere ele — Tenta descansar, pensar só vai atrapalhar, só vai te machucar.
Ele para e aproxima seu rosto do meu. Beijo levemente seus lábios, e me lembro do dia anterior e como eu desejava te-lo agora novamente. Separo nossos rostos novamente e dou um leve sorriso.
– Acho que agora eu paro de pensar — falo.
Ele não diz nada e eu volto meaconchegar nele. Bellamy apenas me acolhe novamente e beija o topo da minha cabeça.
– Durma — diz ele.
E como se fosse uma palavra magica logo estou dormindo.
Cassie
Acordo exasperada e vejo Tate falando comigo. Primeiro eu não escuto nada, mas logo sua voz me enche a mente.
– Cassie você está bem? — pergunta ele.
Sinto minha cabeça doer muito e Tate me ajuda a se sentar.
– Sim eu acho.
– Você se lembra de algo?
– Não.
– Tem certeza?
Assim que ele fala isso um flash de emoções e coisas vem na minha cabeça, e ela dói mais.
– Agora sim — respondo.
Respiro fundo para conseguir falar e alguns minutos depois me sinto melhor e acho que consigo falar.
– Tate — o chamo.
– Sim?
– Mary realmente morreu?
– Sim, mas já acho que já sabemos que isso iria acontecer.
– Claro — respondo fraco e meus olhos já se enchem de lágrimas — Você sabe aonde Sarah está?
– Cassie é melhor voltar a dormir — sugere ele, mas eu ignoro.
– Tate aonde a Sarah está?
– Cassie ela também morreu — diz ele.
As lágrimas já começam a se derramar e temo a resposta da minha próxima pergunta.
– Mais... Alguém?
– Cassie...
– Me responda!
– A Beatrice Wanna à matou.
Não consigo mais me conter e desabo em lágrimas. A dor e a angustia me atingem em cheio. Tate se aproxima de mim e eu o abraço. O abraço fortemente querendo não soltar nunca mais.
As três em um dia! Quantas pessoas mais deveriam ter morrido? Não... é demais é demais pra mim. Fecho os olhos em busca de paz, mas sei que não vou ter isso tão cedo. Então busco acordar desse pesadelo.
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