The New Stylist

11 Sobre tempestades, secas e tormentas


Notas iniciais
Annyong meus sweetieees!!!! Como vão? Bem? Perdão pelo atraso! Mas eu estava em semana de provas! Juro que tive história, biologia filosofi e sociologia tudo num só dia! Tô quase morta aqui! E meu fim de semana vai ser super corrido! Vou ter provas pela manhã e pela tarde vou sair com meu irmão pq ele faz aniversário essa semana. O lado bom é que eu fico de férias. O ruim é que eu vou ficar ainda mais sem tempo por causa de cursos e e do vídeo pro concurso Talk talk Korea! ( Love is Not Over musica do utt! ) AAAAH isso me lembra! Esse capitulo saiu a base de Dear No One da Tori Kelly (sejam gratos ao Kookie ele disse que gostava da musica em um entrevista ae rolou um identificação saca?) e Melted do AKMU. Eu vou deixar link pra vocês u.u Enfim... leiam pq hj tá babado gritaria e confusão

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS, GRATA!

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Sound Track

Respira. Inspira. Respira. Inspira. Tá mais calma?

Não.

Maldita seja a hora que Joy entrou na T.N.S, maldita seja a hora que eu entrei naquele hotel, ou no maldito carro, ou levei os sete desgraçadamente gentis k-idols para minha casa e maldita seja cada uma das mensagens fotos, videos e ligações.

Maldita seja eu!

E eu só continuo me xingando e me amaldiçoando a cada palavra que leio no celular.

A Garota dos olhos do Maknae?

Estrella Mendes, 19 anos brasileiros nascida em 23 de setembro de 1997. Estilista, dona de uma loja de roupas sob medida. E... nova namorada do K-idol Jeon Jungkook?

Estrella já havia sido anunciada dias antes, em uma porção de "Bangatan Bombs", como nova estilista do grupo. Mas isso, provavelmente, é uma bela capa para o posto de cônjuge do idol de, também, 19 anos.

As fotos abaixo mostram os dois saindo juntos, com os dedos entrelaçados, da van dos 7 garotos rumando ao....

Não aguento mais. Chega. Canso de ler calunias.

Devolvo o celular, ponho o óculos novamente e saio com a desculpa de que preciso de ar.

Quando viro as costas deixo uma fina lágrima transpassar meu rosto caindo no belo piso do teatro.

Assim como tantas outras, em tantos outros teatros.

Só mais um sapo a se engolir, só mais um coisa pra me fortalecer, só mais um tanto.

****

Eu amava os olhos dele. De um castanho bem escuro, quase que negro, mas que na luz certa assumiam um dourado incrível. Eu ficaria boas horas contando as cores naqueles olhos.

Mas não naquele momento. Naquele exato momento eu queria virar a cara e negar que estavam opacos; sem vida.

— Desculpa. Me ajuda por favor. Preciso conversar. Conversar contigo.— Murmura em tom de criança que fez besteira, pois, bem, ele fez.

Sinto muito.

— Não havia dito pra eu não "me meter" ? Que seus assuntos eram seus? Então pronto. Que dê seu jeito.

Deus sabe como eu queria dar-lhe colo. Mas bem, eu tinha que ser forte. A escolha fora sua.

Viro-me, tenho de ir, ou fraquejo. Sinto um enlace no meu pulso.

O maldito me conhece.

— Por favor.

Assinto não posso negar-lhe.

*

— Você me daria uma chance? — Pergunta, andando de costas, eu já havia me acostumado a essa mania assim como ele aos meus passe's.

— Em que? Em parar de ficar em história da moda? Por que eu sinto dizer que isso é impossível. — Digo e aperto-lhe o nariz o que faz o garoto franzir o cenho.

Ele é... Bonito.

Tem fios em uma variantes de tons acobreados totalmente naturais em um undercut que evidenciava seus largos cachos — e ele insistia em mantê-los assim, o que o torna um perfeito anormal do curso de designer, onde todos tem fios chamativos de algum modo. Alias ele era normal demais pro padrão. Altura normal, roupas comuns e traços comuns. A unica coisa em destaque eram os olhos, mas estes poucos notam. Além disso, a pele era no mesmo tom olivado que a minha.

Encantador.

— Não. Um encontro. Ir ao parque. Tomar um sorvete. Jogar conversa fora. — Diz transpassando os dedos longos pelos fios ondulados.

Contraste. Rosto angelical. Falacia e postura de badboy. Uma bela contradição. O perfeito agridoce.

— Claro.

Na minha mente ecoava um "Jamais negaria".

*

— Eu vou amanhã. Vou voltar ao Brasil e abrir a loja. Bem, é o nosso fim. — Digo fitando meus fios acaju.

É uma mania minha. Se algo vai mudar, meu cabelo muda junto. Agora eu usava um Fire Hair feito na noite anterior. Ele devia saber só com esse fato. Ele sabia de minhas manias. Todas elas.

Senti suas mãos rodearem minha cintura e um selo ser depositado em minha fronte.

— Eu termino aqui aos vinte, você sabe. Assim como sabe que minha família, é dona de uma rede de shoppings. E temos um abrindo no Brasil... — ele checa o relógio de pulso — Agora! O que acha de uma vaga lá? Uh? Um espaço pra começar?

Um sorriso enche meu rosto.

— Isso é sério? — Eu murcho segundos depois ao lembrar que ia embora. Era injusto. Era cruel. — Não posso. Digo, estamos terminando...

— Quem disse? — Diz abrindo um sorriso quadrangular, cheio de dentes bem enfileirados, duas presinhas se destacam nos cantos da boca. — Eu te espero daqui e você de lá. Um pacto. Um segredo nosso. Até os vinte belle morena? Quer dizer belle ruiva. Já disse como esse troço do cabelo lhe caiu bem? Enfim, pode ser até você ter sua loja. Escolha sua. — Ele me estende o mindinho e eu nem penso antes de entrelaçar o meu, naquele pacto um tanto infantil.

Não podia negar-lhe.

Assim como não neguei, aos beijos, caricias e que minha ultima noite fosse passada ao seu lado, debaixo de edredons.

Queria saber dizer não.

***

Suspiro e fito o sorvete recém colocado a minha frente.

Chocolate e menta, com caramelo por cima. Céus, vou ter que fazer algum exercício quando sair daqui. Se bem que eu perdi um quilo. Eu posso.

Tomo um colherada do doce. Meus nervos se entorpecem, como fosse droga. Precisava disso.

— Eu acho que devemos conversar agora. — Jin chega e senta frente a mim, com uma vasilha de milk shake de Oreo entre os dedos. Deus sabe como ele pediu isso sozinho.

— Eu prefiro me entupir de sorvete, mas tudo bem. — Digo sacudindo os ombros enquanto levo mais uma colher aos lábios, sentindo o caramelo agarrar-se aos meus dentes.

— Estou ouvindo noona. — Diz enlaçando os dedos tortos ao copo do milkshake, levando-o aos lábios. Acabo por tirar uma foto do momento. A luz forte vinda da janela o deixou um tanto loiro. Essa cor lhe cairia bem.

— Eu posso escolher as cores de cabelo que vocês vão usar? — Jin assente lentamente um tanto confuso — Já sei qual é sua próxima então. — Sorrio e guardo o celular, respirando fundo. — Tem certeza? É um estória longa e sem fim feliz.

— Eu gosto de um bom drama. — Diz e solta um piscadela me incentivando a falar.

Foco no meu sorvete começando a derreter. Mais uma dose levada aos lábios.

— Você sabe, eu comecei a faculdade cedo. Tinha 16. Eu era muito boa em inglês, não ao ponto de ter notas excelentes ou ganhar prêmios pois o inglês que eu sei é o falado. Aprendi tudo sozinha. — Digo e o garoto me olha um tanto abismado com o fato. — O fato é: um belo dia, eu havia saído com Lynn e um completo estranho me pediu informação. Eu consegui manter um longo dialogo com ele e o ajudei. O que eu não esperava é que ele fosse um dos diretores chefe da FIT. A faculdade dos meus sonhos e bem, eu ganhei uma bolsa integral. Um curso de 2 anos e meio. Quando ele me falou eu já havia começado na UFC então apenas fiz parte do curso lá e terminei aqui.

— Ainda não entendi o motivo de você ter saído correndo por um boato. — Contra-ataca finalizando seu sorvete.

— Não foi só isso. Foi a mensagem antes. — Murmuro e estendo-lhe o celular com a mensagem. Ele ergue o super-cílio. — Se chama Murilo. Eu conheci ele lá. Ele cursava design numa faculdade ali perto e trabalhava numa cafeteria. Parecia ter saído de algum comercial de pasta de dente. A gente... Namorou por uns seis meses. Eu pensava que íamos terminar quando eu voltasse mas...

— Mas? — Incentiva.

Deixo o ar que nem notei ter prendido sair vagarosamente e engulo mais um tanto do doce, juntando forças para continuar a falar.

— Ele me pediu um compromisso, uma promessa. Aos 20 ele termina o curso e vem pra cá. Foi ele que cedeu o espaço da loja. A promessa consistia em... Em tocarmos ela juntos. — Enquanto falo, prendo meus fios em um coque mal feito e baixo minha cabeça. Dói lembrar.

— Isso não é bom? Quer dizer, ele resolveu esperar por você e...

— Eu esperei sozinha! — Berro erguendo o olhar. — Uma semana depois, saiu uma foto. Uma amiga minha enviou. Ele e outra na cama. No nosso quarto. — Sinto minha voz tremular, enquanto lágrima grossas e pesadas me escapam o rosto. Tanto tempo depois e dói tanto falar no nome do infeliz... — Eu deletei ele de tudo da minha vida, troquei de cabelo e numero. Deus sabe como ele conseguiu esse e agora esse maldito volta pra me tirar o pouco sossego que resta.

— Oh noona... — Sinto o moreno me abraçar de lado. — Shiu, vai ficar tudo bem, calma... — Kim SeokJin parecia ter uma voz carregada daqueles calmantes que só uma mãe pode oferecer, além do abraço extremamente aquietador e cúmplice, ao melhor estilo irmão mais velho. Sou grata por ele estar aqui. — Você já estudou a geografia daqui? — Indaga. Acho que quer desviar o assunto, então apenas assinto me escondendo ainda mais sob seu abraço. — Eu estava lendo um livro sobre esse clima desse estado mas não consigo pronunciar, Ca... alguma coisa...

— Caatinga. — Completo e ele estrala os dedos, exclamando um "Isso!" bem alto, o que me arranca umas risadas.

— Sabe eu vi duas fotos, do mesmo lugar. Em uma todas as plantas estavam secas quase mortas, quem visse pensaria que realmente estavam, na outra, nem parecia o mesmo lugar! Era tudo verde e bonito... — Diz e ergo os olhos fitando-o, tinha certo brilho no olhar que vagueava pela loja sem se fixar em um ponto exato, como se perdido em pensamentos.

— Oppa... Onde quer chegar?

— Desde de quando me chama de 'Oppa'? — Pergunta erguendo o supercílio, um tanto descrente.

— Desde que quero saber o que quer dizer. — Solto uma piscadela que o faz soltar um riso anasalado e um resmungo em coreano, eu traduziria para algo como "Ah, essas crianças abusadas!". Só acho.

— A questão que Namjoon, sendo o costumeiro sabe tudo que é, me explicou o motivo. — Ele desmanchou o abraço e virou-se para mim sentando em pernas de índio. Repito o gesto enquanto o observo gesticular largamente enquanto fala, como se necessitasse disso para que eu lhe compreendesse em 100 por cento. — Sabe, quando em tempos de chuva, aquilo se enche de vida e brilho, mas quando a seca vem as plantas livram-se de suas flores e folhas, e retém toda a água dentro de si. Qual quer um que veja pensa que morreu, que não a mais jeito, mas não! Elas só estão com medo de perder o resto de água que lhe resta. Não morreu, só espera a próxima cheia para voltar a exibir suas largas folhas e belas flores! — Termina e parece feliz com o que disse. Ergo a sobrancelha numa pergunta muda e ele gira os olhos. — Quero dizer que é como essas plantas! Enquanto teve esse amor foi verdejante, desperdiçando a água, no caso o amor, que sabia que iria findar! Então quando se viu sem esta, se apegou ao resto que tem aqui — Aponta para o lado esquerdo do meu peito. — O amor próprio. Por isso parece mal, prestes a desabar, isso é, pra quem vê de fora. Eu e você sabemos que você apenas está esperando o próximo temporal. Chuvas de verão não já lhe bastam, não é? — Ele pega minha mão entre as suas, a diferença é tão grande que me sinto uma garotinha de 10 anos perto dele e não uma mulher que quase vinte. — E eu não duvido nada que ele venha em breve.

Sorrio.

Meu temporal está a caminho.

E eu vou permitir que ele lave minh'alma.

***

Agora são nove da noite, estou saindo da sorveteria com Jin. Conversamos um bocado, eu reclamei de Lynn, Gaia, Clara e Gideão enquanto ele murmurava da infantilidade de seus dongsaengs. A proposito, estamos cada um carregando uma alça do isopor enorme cheio de sorvetes pra esse bando de crianças. Eu tenho um Milk-shake de limão e Jin um de morango, volta e meia revezamos provando o sabor do outro enquanto rimos alto com as idiotices dos nossos maknaes.

— Vem cá, é verdade que o Monster realmente ronca?

— Roncar é pouco! Monster parece um ogro com nariz entupido e pigarro na garganta, com dor de barriga! — Gargalho alto com a comparação sem sentido mas compreensível.

— E a história dos videos educativos? — Pergunto e ele cora.

— Nada a declarar sobre isso. — Diz e remexe a gola da blusa de malha rosa clara um tanto envergonhado. Gargalho alto.

— Okay, okay mas tem uma coisa que eu sempre quis perguntar... — Digo parando em frente a uma faixa de pedestres o sinal está fechado, eu poderia apertar o botão para apressa-lo mas quero ver a reação do moreno que apenas revira as orbes cor-de-onix com se dissesse "Apresse-se!" e toma mais um gole do meu milk shake e eu tomo o seu deixando o gosto enjoativamente doce dos morangos agarrar-se aos meus lábios. — Você já leu um lemon seu e do Namjoon? Olha eu vi uns ótimos... — Digo e tomo mais um gole do sorvete segurando uma risada que deixo escapar assim que ele se engasga em resposta a pergunta.

— E acha que tem moral pra reclamar do "videos educativos" — Murmura e eu ri ainda mais. — Só vou deixar por que você estava muito tristinha hoje! — Diz bagunçando meu cabelo e estendendo o sorvete (pela metade) para destrocarmos.

Eu rio alto.

Está um pouco escuro e os outros já estão no hotel, então temos de atravessar a rua para pegar um táxi.

Um carro com faróis duplos e bem fortes passa por nós segundos antes do sinal abrir, isso faz com que o outro lado da rua se ilumine levemente, mostrando a silhueta do outro lado. Travo. O sorvete escapa de meus dedos e cai como que em câmera lenta.

As pessoas passam apressadas e Jin teria ido junto se eu não tivesse lhe enlaçado o pulso impedindo. Sinto o seu olhar confuso sobre mim, mas não consigo mover-me. Também sinto os olhos dourados me fitando do outro lado da rua. Lendo-me repletos de malicia. Sinto medo, não quero ir até lá.

— Noona, tudo bem?

— Ele. Ele está do outro lado da rua. Encostado naquela arvore. Está me encarando. Me tira daqui. — Minha voz fraqueja e eu sinto lágrimas escapando e borrando a maquiagem feita com tanto capricho.

"Não gasto dinheiro com Maybelline para qualquer um borrar."

Balela. Se doer você chora.

Sinto Jin tomar o isopor de minhas mãos e passar um braço por meus ombros, quando o olho ele está de capuz e boné, encobrindo seu rosto, evitando fotos.

— Olhe para mim. — Diz e me abraça, forte. — Escute, não vou deixa-lo chegar perto, vou ligar pra Joy vir nos buscar. Só fique perto. — Assinto. Estou assutada demais. Ele saí comigo e vamos andando ouço gritos, gente me chamando, ele me chamando. — Ignore, finja que não conhece. Está tudo bem. — Ouço o moreno falando. E me acalma. Se ele me trata bem assim, imagine minha irmã. Ela terá vida de rainha.

Estou atordoada, flashs vem em minha mente, não só dele como memorias ruins de minha infância, pessoas ruins, abusos, tudo de uma só vez.

Não noto quando Joy chega me guiando ao carro, também não noto ela me deixando deitar em seu colo na volta, muito menos o cafuné que ela faz.

Não noto que estou sendo levada ao hotel e não para minha casa.

Muito menos percebo que estou rouca e dolorida de tanto chorar.

— Noona? — Isso que me puxa da semiconsciência, da minha dormência. Jimin e Jungkook a minha frente, os olhos pequeninos e puxados carregados de medo. Medo por mim.

Então eu desabo. Literalmente. No meio da sala. Deixo o ar que nem notei prender vazar junto com as lágrimas.

— Noona. Calma. — Jimin começa enquanto enxuga minhas lágrimas. Tenho a impressão que ele quer chorar comigo.

— Ele... Deveria voltar só em novembro. No fim de novembro. Ainda é agosto. Por que ele tá aqui? E ele... Ele mudou. Alisou os cachos, está ruivo. Eu... Eu ... — Gaguejo e provavelmente o unico que entende é Jin, que entra acompanhado de Evellyn. Esta expulsa a maknae line e me entrega um copo. Caramel macciatto. Entorpeço os nervos e meu coração se acalma. Nem sinto a culpa de comer tanto doce num só dia.

— Shii. Passou... — Diz e eu sento em seu colo abraçando-a forte enquanto tomo o Caramel.

— Noona. Eu, me desculpa. — Volto meus olhos para o maknae ele parece ter chorado também... Por mim? Não. Ele não fez isso. Deus, por favor, que as lágrimas dele não sejam por culpa minha. — Eu devia ter tomado mais cuidado eu... — ele parece emudecer. Ergo-me. Não suporto ouvir isso.

—Calado. — Ele parece ter levado um tapa. — Cala a merda da boca! Por que diabos a culpa é sua!? — Bebo mais um gole do café, mas parece não funcionar. Estou nervosa. — O maldito do meu ex, o infeliz que ferrou minha vida, brota do chão e a culpa é sua? Tomou Toddynho estragado maknae?

— Eu pensei que fosse a noticia...

— E eu passei a minha vida toda ouvindo calunias e acusações falsas. Uma a mais uma menos, não muda nada. Isso a gente resolve com uma misera live! — Friso as palavras. Quero que ele tire essa ideia de jerico da cabeça. — Agora faz um favor e... — Sou interrompida por seus braços me envolvendo. Fico estática.

— Minha mãe me ensinou que se você machuca uma mulher e ela fica brava você a abraça e a deixa falar até cansar. — Diz baixinho como quem conta segredo e só então eu devolvo o abraço.

Ele vai sentando no chão e eu acompanho me permitindo ficar ali. Em meio aquele todo carinho e compreensão. O apertando cada vez mais forte e desabando uma cascata ali, pois sabe Deus o motivo, mas eu nunca havia me sentido tão segura. Nem com Murilo, que costumava ser meu refugio e porto seguro. Viro uma bolinha naquele abraço e sinto um carinho nas costas.

A tempestade havia chegado.

Mas antes eu teria que aguentar a tormenta.

Notas finais
E aí? Vão me matar? U.u Eu juro que chorei escrevendo isso. Mas fazer o que, eu preciso fazer esse negocio andar. Gostaram de saber do passado da nossa Estrella? Relaxem, tem muitaaa coisa pra rolar ainda. O que acham de um gp no wpp? Aí eu vou manter vocês sempre informadas de tudo! Segundo... mandem perguntas! O Q&A só sai se tiver mts delas! Falem comigo! Juro que sou legal ( Biancas, Cassie confirmem isso. Grata) passem o wpp pq eu realmente amo conversar com vcs e... EU QUERO MEUS 36 SWEETIES FALANDO CMG! Me xingem, xingem o BTS, deem colo a Estrella mas falem! Abram suas asas e soltem suas feras! haha Sarange ♥ E até breve! ( dessa vez é sério!)