The New Selection- Interativa
16 Satt- Sky+Matt.
Notas iniciais
Matt Pov’s on.
– Oque você faz aqui, tia? – disse sorrindo um pouco forçado. Minha mãe não gostava muito da tia Celeste, nem meu pai, mas sempre a tratamos com respeito.
– Ora! Vim ver minha bebezinha. – ela apontou pra Cher e correu para dar um abraço nela. Cher parecia um pouco incomodada com isso tudo... – Mas você não respondeu minha pergunta querido! Você vai eliminar minha filhinha? – ela me perguntou me olhando com uma cara de sua mãe não gostaria que você magoasse sua priminha.
Olhei para ela com uma cara de idiota. (n/a: coisa que você tá virando em gostar da sua prima Mané.) (n/Matt: Oque você quis dizer com isso?) (n/a: Deixa pra lá, vai narrar vai). Eu não fazia ideia de que Cher era filha da minha tia, eu estava gostando da minha prima? As selecionadas olharam pra mim esperando uma providência. Eu murmurei algo como oque eu faço agora, Jesus? Elimino a Cher? De repente tudo ficou preto, e tudo que eu lembro foi das selecionadas correndo na minha direção.
Acordei na enfermaria com todas as selecionadas, mais Justin, mais quatro enfermeiras, mais uma Celeste, uma Marlee, uma Vitoria e um Charles com caras de preocupação. Tentei me levantar e tudo girou.
– Justin. – sussurrei. Ele chegou mais perto e eu continuei. – Oque aconteceu?
Justin me olhou com preocupação e disse.
– Você teve uma crise de ansiedade muito forte majestade. – ele abaixou o olhar e prosseguiu. – Vossa majestade Ficou dois dias desmaiados. Os médicos disseram que se tiver mais uma crise dessas pode correr riscos gravíssimos a sua saúde.
Soltei um gruindo e joguei a cabeça para trás. Respirei fundo e fiz sinal para que me deixassem sozinho com as selecionadas.
– Senhoritas. Peço desculpa pelo ocorrido comigo e também peço desculpas por não ter prosseguido a seleção da maneira tradicional. A partir de hoje marcarei encontro com as senhoritas para conhecê-las melhor. – forcei um sorriso que passasse confiança, oque não aconteceu. Elas forçaram sorrisos de compreensão, fizeram uma reverencia e caminharam até a porta. Desmanchei o sorriso e pensei no quanto minha vida estava louca ultimamente.
– É você quase as convenceu. – abri os olhos e olhei ao redor. Vitoria como todos me fitavam com preocupação.
– A qual é! Todo mundo agora vai me lançar esse olhar/sorriso de quem tá preocupado? – ela revirou os olhos e me deu mais uma de suas patadas.
– Oque você esperava Mathew? Até que você escolha uma dessas garotas você não pode morrer. Quem você acha que vai liderar Illéa se nem você sabe isso ainda. Você está deixando o povo preocupado, cada vez mais temos cidadãos se juntando aos rebeldes, e você não passa segurança nenhuma a nós. Desde que seu pai e sua mãe morreram ninguém da realeza participa do Jornal Oficial de Illéa, acha que o povo está confiante com isso. – segurei as lágrimas que tanto insistiam em cair. Ela me olhou com cara de você ainda sofre com isso, não é mesmo? Sim, todos os dias. Ela me lançou um ultimo olhar antes de ir embora balançando a cabeça como se tudo que aconteceu e está acontecendo fosse culpa dela. Olhei pra cima pensando no que ia fazer daqui em diante. Então foi só aí que lembrei, eu devia uma desculpa a certa pessoa que estava tirando meu sonho. Levantei-me um pouco tonto e verifiquei com algum médico do lado de fora se eu já podia sair. (n/a: como se alguém fosse dizer. “Hey não! Sei que você é o rei de Illéa, mas quando está doente eu mando em você panaca...”) Verifiquei onde era o quarto de Sky e bati na porta.
– Ora. Oque o rei de Illéa iria querer comigo? – perguntou ela dando um sorrisinho debochado. Entrei na brincadeira e respondi.
– Te prender por dar informações aos rebeldes. – por um segundo ela perdeu a expressão logo a recuperando e fazendo sinal para que eu entrasse.
–Mas respondendo sua pergunta. Eu te devia uma explicação sobre aquela noite. – ela franziu a testa como se dissesse que noite? Logo depois dando uma leve corada, significando de que ela havia se lembrado da noite.
– Não tem problema você me achar irritante. Correção, a garota mais irritante que já havia conhecido.
– Na verdade, eu não te acho irritante. Na verdade penso que é ao contrário... – admiti corando. Ela sorriu e disse.
– Ah! Então você está dizendo que só queria me beijar? – de repente ela começou a gargalhar.
– Acho justamente ao contrário, não? Você fez até biquinho! – ela me empurrou para fora de seu quarto e assim que chegamos a porta ela se aproximou de mim e disse no meu ouvido.
– Eu NUNCA vou querer te beijar meu querido! – ela bateu a porta e eu gritei pra ela algo que certamente minha mãe ficaria orgulhosa de escutar.
– Eu não sou seu querido!
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