Notas iniciais
Hey negas! (Sorry brancas! Heuheuheueheueeueh) Nhé, a Vitória NÃO é uma selecionada. Agora se ela vai ou não ganhar a seleção eu sei lá... Eu nem decidi com quem vai ser o primeiro beijo do Matt ainda! Por isso, por favor, façam a bondade de comentar e dizer quem são suas selecionadas favoritas até agora. Vejo vocês nas notas finais...

Matt POV's on.

"Pai me pega!" " Ahh!" Havia uma linda garotinha correndo no jardim do palácio. Ela tinha cabelos loiros, como os meus, olhos claros que por incrível que pareça não identifiquei a cor. Ela pulou no colo de uma linda garota... Ela usava uma coroa, seria da realeza? Elas vieram na minha direção e a garota me beijou. A menininha fez cara de nojo e pulou no meu colo, e então disse. " Eu te amo papai!" Nós abraçamos em trio e só aí percebi. Estava sonhando, a garota era uma das selecionadas, seu rosto estava embaçado e com certeza era minha esposa. A garotinha, simplesmente minha filha.

Acordei ainda no abrigo subterrâneo, depois do que eu disse (lê-se gritei) com as selecionadas. Vinte garotas foram embora... As 15 que sobraram, conhecia a maioria. Lottie e Gynna me encaravam com medo desde que gritei com as selecionadas. Eu tinha estragado tudo, pra completar Vitória estava desmaiada a cinco horas e desde então os médicos faziam de tudo para acorda-la. Até que finalmente uma coisa boa aconteceu.

– Vick! — ela me olhou, sorriu e nos abraçamos.

– Ah Matt! Que bom te ver. — ela me lançou aquele olhar triste sem esperança, que eu deveria usar quando meu pai estava doente, então eu disse.

– Já está tudo limpo lá fora? Podemos sair? — de repente todas as 15 selecionadas levantaram, e Vitória me lançou aquele sorriso que melhores amigos dão quando planejam algo.

– Acho que sim majestade. Podem sair, com cuida... — atropelamos o guarda subindo a escada em busca de ar puro. Os quartos estavam impecáveis, os rebeldes não mexeram em absolutamente nada do terceiro andar. Eu e Vitória corremos como loucos para o jardim e rimos feito os doidos que eramos.

– É uma bela jaula, não? — falamos ao mesmo tempo logo depois caindo na gargalhada.

– As história da seleção da sua mãe invadem esse lugar inteiro. — sentamos perto de um banco e pensamos em todas as coisas ruins que aconteceram a gente esse ano.

– Preciso de sua ajuda. Que selecionada chamo para o jantar privado de hoje? — perguntei-na.

– Matthew eu não acredito! Você ainda não conheceu a droga das selecionadas. — "respondeu".

– Cala a droga da boca.

– Não fale droga de palavras.

– Vou comer alguma droga.

– Não essa não ficou legal! — gargalhamos e então eu a empurrei e ela caiu do banco. — Legal Matt. Eu ia te dizer pra chamar a garota morena, com na verdade cabelos meio dourados e olhos com um tom meio de castanho escuro. Ah, droga!

– Obrigada. Você acabou de descrever a senhorita... — pensei nas fichas que vi e continuei. — Bella Hooland. — ela me olhou fingindo raiva e eu ri. Nos levantamos e despedi-mos.

– Tchau droga de príncipe.

– Tchau droga de garota, que não sei porque considero como amiga...

A Vitória era louca, idiota, demente, lerda e sincera. Claro, in the best way!

Bella POV's on.

Depoisque fomos para nossos respectivos quartos. Entrei tomei uma ducha, que ducha era aquela?, e dormi. Acordei com alguém batendo na porta, meio dopada de sono levantei e abri a porta. Não era ninguém importante, só o príncipe de Illéa me encarando na quele micro pijama que as criadas malucas escolheram.

– Ah meu Deus! — bati a porta na cara dele, sem querer, deslisei até o chão e pensei. Idiota! Peguei o robe que finalmente entendi para que servia, penteei o cabelo e abri a porta com um sorriso de quem tinha acabado de acorda, oque foi exatamente o que aconteceu, e o príncipe riu.

– Desculpe incomodar seus sonhos senhorita Hooland. Mas creio que serei breve. Não tive a honra em conhece-la, por isso lhe convido para um jantar reservado no local escolhido por ti ás 22 horas se não for atrapalhar seu sono, claro. — ele deu um sorrisinho divertido e eu corei.

– Ér... Caham, é ham. Tudo bem! — estendi minha mão e ele riu pelo nariz. Ele virou a mão e depositou um beijo-na. — Te encontro, ér... No, no jardim?

– Bela escolha! Até as 22 horas senhorita. — ele virou deu três passos e completou. — Não ligaria que você fosse de pijama. Mas é um jantar ao ar livre então... — então saiu desfilando me deixando com cara de tonta.

Tá legal. Seria uma longa noite!

Minhas criadas fizeram um milagre comigo. Me deixaram arrumadinha, não gosto de exagerar em nada.

– Oh senhorita! Você está tão perfeita. — exclamou Clary.

– Concordo Clary. Bell como sempre perfeita! — elogiou Joanna

Caminhei com Tobias, "meu" guarda, até o jardim. Tenho certeza que fiz um O certinho com a boca. Havia uma mesa cheia de comida, luzes piscando como lanternas iluminando a noite junto as estrelas. Uma música tocava no fundo. (n/a: pra ser clara tocava Let her go do Passenger. O música perfeita...) Então Matthew aparece na minha frente sorrindo.

– Oi!

– Olá! — sentei de frente pra ele e começamos a conversar. Comemos e ele perguntou.

– Bell, você é de qual casta? — é o abusado já estava me chamando de Bell em somente duas horas de conversa...

– Casta 2 Matt. — nunca disse que eu também não era abusada.

– Não ache que julgo as pessoas por suas castas. Mas acho que poderemos ser amigos Bell. — ele me estendeu a mão e perguntou. — Amigos?

Apertei-na e disse... — Amigos!

Notas finais
Dedico esse capítulo a leitora HelenGryffindorValdez. Ou Bell! Desculpe a demora de botar a Bell nos capítulos, foi puro descuido! Hey girls, respondam minha pergunta das notas iniciais (vai valer muito nas eliminações!).