The New Caster.

3 Espírito furacão.


Notas iniciais
Hey babes!
Desculpem a demora pra postar eu fiquei atolada com as provas finais e depois quando começaram as ferias eu continuei atolada com um monte de coisa pra ver pro meu aniversário que vai ser no final do ano e adivinhem só eu ainda fui premiada com um belo de um bloqueio criativo!
Mas eu estou aqui agora e espero que gostem do capitulo!
Babes no fim do capitulo tem uma música que é essa aqui: http://www.youtube.com/watch?v=BQvIlvwAsRI
Eu recomendo que vocês deixem o video carregando até ter que usar.
Uma coisa muito importante pausem a música nos 0:52. Isso vai ser fundamental pro desenrolar da fic.
Beijokas e aproveitem.

POV Zain.

A primeira coisa que faço quando percebo que Lyla não está mais na sala é ir correndo atrás dela. Que se danem as outras aulas que se dane Sra. Hill. Minha melhor amiga pois fogo em uma sala de aula acidentalmente e eu nem sei onde ela está. Saio do prédio da escola, entro no meus carro e em menos de um minuto estou a caminho de Ravenwood, o único lugar pra onde ela pode ter fugido.

Conhecendo bem Lyla normalmente ela deve ter ido falar com a mãe, mas hoje não é nada um dia normal e o incêndio na sala de aula so prova isso ainda mais.

Passo pelos portões de Ravenwood e sinto a estranha vibração que tem acompanhado Lyla pelo dia todo, o que significa que ela está aqui ,como eu suspeitava, e que minha tia Lena já deve ter falado com ela.

Deixo meu carro na garagem e entro em casa onde sou recebido pelo silêncio incomum de Ravenwood para essa hora do dia. Normalmente a Cozinha estaria trabalhando a todo vapor, minha mãe estaria nos tuneis com Macon. Meu tio Ethan na Biblioteca escrvendo junto com Lena. Meu pai, Link e Ridley estariam fazendo qualquer coisa.

Avisto um bilhate em cima da mesa, continha a caligrafia da minha mãe de Lena:

“ Zain e Lyla,

Nós fomos visitar tia Mercy e tia Grace.

Voltamos no final do dia.

Beijos,

Mamãe(Lena) e Mamãe(Olivia).”


Ótimo sem ninguém em casa pra enfrentar a furia de Lyla, sobrou pra eu mesmo. E isso vai ser bem mais dificil do que eu imaginava.


–Lyla?! Lyla onde você tá?


Gritei sem resposta.

Uma das coisas que mais me intrigam em Lyla é o fato de que quando ela não quer ser achada ela não vai ser achada. O que me deixa completamente frustado porque parece que sempre que eu quero achar alguém eu acabo tendo alguns flashes que revelam o lugar que a pessoa está, eu não sei ao certo como ou por que isso acontece, só acontece. Em um instante eu estou tentando achar alguém e no próximo segundo eu simplesmente sinto que ela está em lugar e quando vou ver ela realmente está lá.

. Mas com Lyla não. Por mais que eu me esforce nunca consigo ver onde ela está.

Onde será que essa criatura se meteu? Justo hoje meus pais e tios resolveram sair.


–Lyla!!!!! Lylaaaa!!!!??

Mais uma vez sem resposta.

As pessoas sempre dizem que se você quer achar alguém pense como ela e vai ser mais fácil de acha-la. Então vamos lá, pense como a Lyla. Pense como a Lyza, Zain.

Se eu fosse a Lyla o primeiro lugar que eu iria seria Greenbrier. Mas considerando o estado que ela está, Greenbrier não é primeira opção. Lyla nunca vai para Greenbrier quando ela está com 'espirito de furacão', ela diz que Greenbrier é um lugar sagrado, imaculado. Hoje pode-se dizer que ela está com belo 'espirito de furacão', então com certeza ela não está em Greenbrier.Tem o quarto dela também, o que me empaca mais uma vez. Ela jamais me deixaria entrar lá.

Mas tem um lugar que Lyla sempre vai quando quer extravassar a raiva. Então é lá mesmo que eu vou. Lá é o lugar favorito de Lyla, a biblioteca com o piano.

Começo a subir a escada indo em direção a biblioteca, entretanto antes de eu alcançar o meio da escada um tremor faz todo o andar de cima e a escada tremerem, me apresso para chegar rápido a biblioteca, considerando o tremor como um mal sinal do estado em que Lyla deve estar. Antes que eu consiga pisar no segundo andar outro tremor toma conta da casa inteira.

– Lyla Duchannes você pode por favor parar com isso!!? — grito enquanto vou para a biblioteca. — Já deu, chega de tremores!

Outro tremor mais forte toma conta de tudo, em resposta ao meu grito.Corro até o final do corredor e entro na biblioteca

Nenhum dos tremores me preparou para o que eu encontrei dentro da biblioteca. Lyla levou ao pé da letra o que ela chama de 'espirito de furacão'. Quando entrei lá Lyla estava esparramada no teto do comodo, e logo abaixo dela tinha um verdadeiro furacão, cadeiras, mesas, toda a mobilia da sala estava voando de um lado pelo outro, junto com todo tipo de poeira vinda de fora.

– Lyla!! Para com isso agora mesmo!! — eu grito enquanto eu me apoio na parede pra não ser levado pelos ventos de 80km/h do furacão que Lyla estava causando. Sem resposta ela nem sequer virou o rosto na minha direção, apenas continuaou parada olhando para o nada equanto os ventos aumentam. — Lyla Duchannes pare com isso agora pelo amor de deus!

Nada nenhuma reação. A úncia diferença foi que dessa vez uma escrivaninha voou na minha direção.

– Lyla eu sei que você tá estressada com o que aconteceu na aula hoje, mas isso não vai mudar o fato de Vivian Emory ser uma estúpida. — falo e dessa vez Lyla finalmente olha para mim, mas o olhar raivoso que ela ostenta me faz querer desviar o olhar, continuo firme esperando uma resposta. — Vamos Lyla, nada vai mudar o fato de ela ser uma vagaba. Se acalma e desce daí agora.

– Não Zain, não. Eu sei muito bem que o fato de ela ser uma vagaba não vai mudar, eu sei disso muito bem!! Como também não vai mudar o fato de eu ter colocado fogo na sala de música!! Também não muda o fato de que eu só piorei a minha reputação, e não só a minha a da nossa família inteira!! O que você acha disso Zain?! Será que eu devo me acalmar?!!! Hein?!!

Lyla grita comigo, me deixando totalmente atônico com o fato de ela gritar comigo. Ela nunca grita com ninguém, jamais. Ela nunca sequer levantou o tom de voz para qualquer que fosse a pessoa. Mais uma coisa estranha.

– Lyla Duchannes escute o Zain e desça daí imediatamente! — minha tia Lena fala atrás de mim, acompanhada de Ethan. Eu devo ter ficado tão atõnico que não os percebi chegando.

Lyla não meche um músculo e continua me encarando, ignorando o fato que a bibliote está caindo aos pedaços e seus pais estão aqui.

– Lyla filha para com isso por favor! Vamos escute sua mãe e o Zain e desce daí filha! — Ethan fala mais calmo que Lena. Ele sempre foi mas calmo com Lyla do que minha tia Lena, ela sempre foi mais severa, mas sempre carinhosa e atenciosa. Não que Lyla já tenha precisado de que seus pais tomassem posturas severas sobre seus atos. Pelomenos não até hoje.

– Lyla Duchannes não me force a conjurar! — Lena faz seu último apelo que de um jeito ou de outro, Lyla atende, pois o furacão para, e todas as coisas voltam para o seu lugar. Ela continua sem se mecher, ficando esparramada no teto.

– Zain acho melhor você descer. Nós precisamos conversar com Lyla. — fala Ethan, me tirando da biblioteca.

Saio de lá e vou diretamente para a sala de estar onde meus pais estão sentados no sofá esperando por explicações. Assim que alcanço a sala minha mãe vem na minha direção e coloca meu rosto entre suas mãos.

– Está tudo bem, filho? O que aconteceu? Nós chegamos aqui e praticamente toda Ravenwood está tomada por um tipo de tremor. Lyla está bem?

– Sim mãe eu to bem. Lyla eu espero que sim. — falo me livrando do seu aperto.

– O que aconteceu com ela Zain? — pergunta meu pai insistente.

– Ela teve uma discussão com Vivian Emory hoje na aula de Geometria e depois de novo na aula de música, depois que Vivian questinou o fato da Sra. Stark ter escolhido Lyla para o solo de piano de um concerto da escola, alegando que ela não era qualificada. Ela praticamente disse que Lyla não servia porque era uma Duchannes. E Lyla saiu um pouco do controle e acabou fazendo com que ocorrese um pequeno incêndio na sala.

– Nossa isso é muito estranho. Esse tipo de coisa não é do feitio de Lyla. — fala minha mãe aparentemente calma, mas com um tom de preocupação diferente do que ela já teve, o que me faz pensar que ela está escondendo alguma coisa. E a julgar pelo olhar do meu pai não é pouca coisa.

– Bom eu acho que eu vou descançar um pouco no meu quarto, foi um dia um tanto quanto exaustivo. — falo enquanto subo as escadas e vou em direção ao meu quarto, deixando meus pais aos sussuros, para trás.

Chego ao meu quarto e deito na minha cama com a mesma roupa que eu usei durante o dia inteiro. Normalmente eu tomaria um banho e ficaria apenas com a calça do meu pijama. Mas parece que num dia como hoje até rituais como esse meu não importam.

Coloco a minha cabeça sobre o travesseiro e olho para o lustre do bem acima da minha cama e deixo os pensamentos tomarem conta do meu ser.

Por que Lyla colocou fogo na sala de aula hoje? Por que ela está agindo de maneira tão estranha? Por que ela brigou comigo hoje de manhã e depois gritou comigo a pouco? Por que ela está agindo de maneira tão estranha.

Eu não tenho a resposta de nenhuma dessas perguntas. E isso me estressa porque eu simplesmente não entendo como uma pessoa tão calma e boa como Lyla pode surtar do nada. Como uma pessoa que sempre foi controlada e contra violencia e brigas, de repente tem duas brigas em um dia só? E ainda por cima coloca fogo na sala de aula?

Saio do meu quarto e vou para a a biblioteca onde espero que Lyla ainda esteja. Chegando lá a visão que eu tenho é bem diferente do que a de algumas horas atrás. Todos os móvies estão no lugar, não tem vento de 80km/h, está tudo bem calmo e aconchegante com sempre, a única diferrença é que Lyla continua esparramada no teto.Ela me ve chegando e me acompanha com o olhar enquanto eu sento no banquinho do piano.


As únicas coisas que passam pela minha cabeça em relação a essas perguntas não são nada boas, então eu decido ver se eu consigo falar com Lyla agora.Meus tios já devem ter terminado de falar com ela. Eu só espero que ela esteja mais calma.

– Então a senhorita ainda não resolveu sair daí? — falo tentando brincar para esconder a tensão presente na sala.


Ela se solta do teto e cai delicadamente em cima do piano de calda. E olhando diretamente para onde eu estou.


– Zain por que eu fiz aquilo? — ela me pergunta com lágrimas nos olhos.

– Eu não sei Lyla. Nem sempre a gente sabe por que faz certas coisas. — falo sendo sincero e tentando esquecer que eu mesmo me fiz essas mesmas perguntas e não tive boas respostas. Lyla sai da onde estava e senta do meu lado no banquinho do piano.

– Eu só queria que isso não tivesse acontecido sabe? O fogo, tudo. Meus pais disseram que tudo isso se deve ao fato do meu 16º aniversário estar chegando, e que meus poderes estão ficando mais fortes e confusos. Eles só pediram para eu tentar controla-los pro meu próprio bem. Eu só queria esquecer tudo isso. — ela fala quase chorando enquanto começa a dedilhar uma melodia triste no piano.

– Eu também Lyla. Eu também.

Então ao envés de salas de música pegando fogo enquanto o sol brilhava lá fora, em uma noite com o céu azul escuro cheio de estrelas, uma música tristemente calmante tocando começou a chover, leves pinguinhos molhando as plantas lá fora e se acumulando na janela de vidro da biblioteca.

Eu sabia que eles vinham de Lyla. Afianl depois de um grande incendio vem a chuva que mesmo que por um segundo nos faz esquecer que tudo estava queimando.

Notas finais
Então mereço reviews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.