Notas iniciais
gente deu um probleminha neste capito, tive de exclui-lo, mas já o coloquei de volta para que vocês leiam.
Chegando a casa, abro a porta e vejo que não tem ninguém em casa, chama minha mãe e meu pai, nenhuma resposta, subo para meu quarto e vejo que minha mãe esta caída no chão ao lado de minha cama, com uma possa de sangue ao lado de sua cabeça, na hora nem conseguia imaginar como aquilo poderia ter acontecido, sai correndo pedindo ajuda, mas parecia que ninguém podia me escutar, como se eu não tivesse ali, como se ninguém tivesse me vendo, peguei minha moto Hayabusa e sai correndo pela cidade, chegando ao escritório de Brad meu pai. Entrei correndo, adentrei sua sala, e o encontrei fazendo seu serviço e disse: — Pai você precisa me ajudar, mamãe esta, não sei, cheguei em casa, no meu quarto...- não consegui falar direito, minha mente estava totalmente confusa, meu pai veio em minha direção então me disse: — O que foi Nicole? O que esta acontecendo? Acalme-se. — disse meu pai, e foi para perto de mim levando uma cadeira para que eu me sentasse, me sentei, mas ainda não estava calma, tinha de fazer alguma coisa. — Me conte filha, o que aconteceu? — disse meu pai com uma voz muito paterna. — Cheguei em casa depois da escola, entrei em casa e não a achei, então subi para meu quarto e ela estava caída ao lado de minha cama. — Quem filha? — Mamãe, ela estava toda ensanguentada, sai correndo pedindo ajuda, e agora estou aqui, e com certeza ela ainda esta lá sofrendo, ou quem sabe morta. Meu pai foi buscar um copo de água, me entregou e disse: — Ela não esta sofrendo agora, com certeza ela já deve estar no inferno. — Enquanto ele dizia isso levantei minha cabeça para encará-lo, ele não era mais meu pai, e sim Rafael, o mesmo demônio que havia matado minha mãe, sai correndo, mas não deu tempo de chegar ate a porta, por que antes ele a fechou com a força do pensamento. — O que quer? Por que esta me seguindo? — eu disse gritando o mais alto que podia, ate minha voz falhar, ele estava vindo em minha direção, e eu só conseguia ficar ali parada como se fosse uma estatua, mas no ultimo instante consegui me desviar e o derrubei no chão, ele estava quase se levantando quando eu corri para o banheiro do escritório, me trancando lá dentro. O que estava acontecendo? Teria que arranjar um jeito de sair de dentro daquele banheiro, vi uma janela e tentei abri-la, com um pouco de força consegui, sai da li, mas teria de bolar outro plano para sair do prédio sem que Rafael me visse, e não poderia pular do prédio, já que eu estava no vigésimo quarto andar. Fui andando pela beirada do prédio ate conseguir ver outra janela aberta, e pulei para dentro, quando entrei vi que não estava sozinha, lá tinha varias pessoas em uma reunião, tentei sair de fininho, mas todo mundo me viu, os seguranças vieram e me levaram para o primeiro andar, que bom eu já estava no primeiro andar, se o visse de novo daria para eu sair correndo. Sai daquele prédio e fui para casa de Carla, chegando lá toquei a campainha com um pouco de ódio, raiva, dor todos os sentimentos misturados, todos em confusão, como em um furação de sentimentos, quando Carla atendeu a porta e me encontrou chorando me abraçou e disse: — O que foi Nicole? Por que você esta chorando? Nunca te vi chorando. — enquanto ela dizia aquilo, chorava cada vez mais, e mais, como iria conseguir viver sem minha mãe e meu pai? Sentando-me no sofá de dois lugares com uma cobertura de seda, uma coisa que Carla tinha de bom é que tinha ótimo gosto para moda, era macio o sofá, me sentia em casa quando estava naquela casa junto com ela, minha melhor amiga. — Carla eu posso ficar por aqui uns dias? Prometo não incomodar. — eu disse a olhando com cara de dó, ela era muito coração mole, fazia tudo que eu pedia, quando eu pedia com cara de dó, mas essa cara que eu estava fazendo não era por que eu estava tentando convencê-la, e sim por que era a única que eu conseguia fazer. — Claro que pode você sempre pode, e sabe disso. — Obrigada, mas depois a gente conversa sobre isso, agora tenho que sair preciso resolver umas coisas. Disse isso a ela e sai em direção ao estacionamento, pegando minha moto Hayabusa, dirigindo sem direção passei por um hotel e fui ver quanto tava a mensalidade, ainda estava em alta velocidade e não tinha visto, mas tive que frear muito rápido, quando olho que era Oliver quem eu quase avia atropelado, duas vezes no dia o encontrei, e as duas vezes senti uma coisa diferente por ele. — Cuidado ao dirigir, pode acabar matando alguém. — disse ele com cara de susto. — Tudo bem? — eu o perguntei tirando o capacete e deixando que ele visse quem eu era. Ele estava acompanhado por outro homem lindo também, mas com este homem eu me sentia confusa ao olhá-lo, como se nos tivéssemos uma ligação, algo muito estranho. — Você? Não acredito. — Pode acreditar, desculpa ter quase te atropelado, aconteceram umas coisas que não me deixaram muito bem, há e sabe aquele demônio que você deixou escapar? Então ele tentou quase me matar, e matou minha mãe e meu pai. — ele me olhou com culpa e pena, mas não falei mais nada. — Oi desculpa interromper, meu nome é Thiago, sou irmão de Oliver, vocês se conhecem? — Não — eu e Oliver dissemos ao mesmo tempo. — Meu nome é Nicole, estou aqui a procura de um quarto. — Você pode ficar no mesmo quarto que a gente, tem três camas lá, você quer? — Não — respondeu Oliver antes de mim. — Claro, seria um prazer. — eu aceitei, mas não queria ter aceito, mas novas experiência sempre são boas. — Você também é caçador? — eu disse estacionando minha moto ao lado de um carro muito bonito. — Ei, ei cuidado para não riscar meu caro. — disse ele. — Sim — disse Thiago. Quando ele disse isso comecei a ter fortes dores de cabeça, e comecei a ver umas imagens, coisas acontecendo, como se fossem previsões, vi um homem dizendo sim para outro homem, e quando ele acabou de dizer o sim vi quem era. Era Johnny, o homem quem eu considerava como meu segundo pai.
Notas finais
me avisem se acharem algum erro.
obrigada.