Notas iniciais
Historia original, feita somente por mim, plagio é crime.
espere que gostem, e comentem.

Em Nova York, eu Nicole Amber e minha família moravam – mos no vigésimo terceiro andar de um dos maiores prédios da cidade. Estava – mos no fim de outono quase para inicio de inverno. Como sempre estava muito frio e o céu estava nublado, mas não estava chovendo e sim começando a cair os primeiros flocos de neve de um longo e frio inverno.

Eu estava andando em meio aqueles pingos de neve, voltando ao apartamento depois de um longo dia de aulas chatas. Sim é difícil estudar em uma escola que se começa às 07h10min da manha e acaba às 15h30min da tarde. Andando no meio da rua cercada por prédios imensos, e sozinha comecei a cantar minha musica favorita, quando de repente vejo que não estava, avia um velho deitado em meio aos lixos que estavam na esquina de um gigantesco prédio.

Fui até onde o velho estava, olhei, olhei e ele não se mexia, até que então deu um pulo e se levantou, na hora não vi, mas agora que estava mais perto observei que era um jovem garoto no mínimo uns 17 anos.

- Perdoe-me — ele disse, agarrou minha bolsa e saiu correndo.

Tentando ajudar um pobre velhinho e acabo sendo roubada, como irei explicar isso para minha mãe. Cheguei em casa com meu cabelo loiro longo todo bagunçado por vir correndo depois do incidente e com muito frio pois minha blusa de couro estava dentro da bolsa, abri a porta do meu apartamento, entrei e dei de cara com minha mãe olhando para mim e com uma carta na mão.

- O que é isto mãe? – eu disse com certa desconfiança – onde achou isso?

- Isto é uma carta que encontrei na beirada de sua janela. Foi você quem colocou lá?

- Não, e não sei como foi parar lá, me deixe dar uma olhada. – eu disse indo em direção a ela para catar a carta, mas ai ela recuou e disse:

- Não, vou ter que mostrar isso para seu pai. Ah e sabe o que contem na carta? Escute. – e ela começou a ler um trecho – “Desculpa ter pegado a sua bolsa, mas é que precisava de uma coisa que estava dentro. Passe no mesmo local em que eu a peguei ela, estará lá com tudo, até sua blusa de couro. Ah tente não voltar naquele porão com suas amigas, e aquele garoto, lá não é lugar para você. Perdoe- me.”

Minha mãe me lançou um olhar que mostrava que ela estava chateada, pois ela não gostava de minhas amigas e principalmente- daquele garoto – de “Erick” meu quase namorado.

Não disse nada só subi para meu quarto pensando “como aquela carta foi parar no vigésimo terceiro andar? E se ele tivesse entrado e assaltado minha casa igual fez com minha bolsa? Ou pior será que minha mãe o viu?”. Minha mente rodava em varias possibilidades quando cheguei a meu quarto, fui ate a janela e fiquei observando se avia alguma marca de pé ou de mãos, mas não avia nada.

Ah ele é lindo com seus cabelos loiros dourados e “nossa” que olhos azuis marcantes, nunca vi igual, era um azul e lá no fundo um tom de violeta e cinza, é incrível.

O que será que ele queria com aquele livro velho, um livro de capa de couro, com um monte de gravuras de círculos e estrelas, então teve uma leve sensação de que já vi aqueles símbolos. Nossa que dor de cabeça, minha visão ficou embaçada, e então desmaiei.

Notas finais
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