P.O.V. Senhor Fitz.

Eu quero saber mais, como é possível. Então, eu comecei a pesquisar e quanto mais eu me aprofundava, mais eu queria saber.

Comecei a caçar informações e encontrei vários retratos, fotografias.

—Tio Stefan e papai 1994. Chicago.

Com um programa de reconhecimento facial eu encontrei várias identidades que batiam com as deles. Inclusive fotos do anuário de 1993.

—Klaus Mikaelson.

Quanto mais eu procurava mais eu achava, quadros que remontavam á época medieval. Cartas endereçadas a eles especificamente cartas de amor.

—Eu posso xerocar isso?

—Isso tem quinhentos anos.

—Posso tirar uma foto?

—Claro.

Eu tirei foto com a minha câmera da carta.

—Incrível.

P.O.V. Hope.

Estou com um mal pressentimento e tenho quase certeza de que o senhor Fitz está envolvido.

Invadi o quarto dele e o que eu encontrei...

—Puta que o pariu.

—Como entrou aqui?

—Você quer morrer? O que pretende com tudo isso?

—Vocês são um milagre.

—Tá mais pra maldição. Nós não deveríamos existir, mas existimos porque á muito tempo atrás uma mãe que amava demais seus filhos não pode deixá-los morrer. Então transformou-os em vampiros. Ela perturbou o equilíbrio da natureza quando os transformou, isso foi o início de uma praga. Que foi se alastrando, evoluindo e ficando mais forte.

—Como ela fez?

—Ela era a bruxa original, a bruxa da família Original. Minha avó, Ester.

—Sua avó? Ela ainda...

—Ela morreu. Está morta e presa do outro lado.

—Como assim presa do outro lado?

—Um purgatório sobrenatural criado á dois mil anos atrás por uma bruxa traída, rejeitada e raivosa. Ela também criou os primeiros imortais e a cura para a imortalidade. Isso foi o início do fim. Mesmo depois do fato comprovado que alterar o tempo de vida de alguém foi o que começou toda essa bagunça pra começar, mil anos depois minha avó transformou seus filhos em vampiros. E foi um efeito cascata. Doppleggangers pipocando pra tudo o que era lado, vampiros novos sendo criados, híbridos, estacas, pessoas morrendo aos milhares, corpos sem um pingo de sangue, controle mental e assim vai. E foi assim que começou a guerra do sangue.

—A guerra do sangue?

—Bruxas matam vampiros que matam bruxas e pessoas e outros vampiros, híbridos de vampiro e lobisomem, os Originais correndo atrás de tudo o que é Duplicata Petrova que nasce pra pegar o sangue dela e fazer mais híbridos de vampiro com lobisomem. Eles devastam as cidades sem remorso especialmente os desligados.

—Desligados?

—Como tudo o que sentimos é ampliado muitos se negam a sentir é só desligar o botãozinho.

—Crucifixo? Água benta?

—Se for um demônio funciona, se for um vampiro... se lascou.

—Não funciona?

—Tá brincando? Dá até pra beber.

—Fogo?

—Dependendo da raça e se não for um original funciona... se não você só vai irritá-lo. Minha avó traiu a natureza quando transformou meu pai e meus tios em vampiros e desde então ela tenta concertar o seu erro.

—Mas... ela tá morta.

—É terceira vez que ela morre em mil anos. Ela ta presa do outro lado, com um pouco de magia negra e o feitiço certo pode ser trazida de volta.

—E esse Tio Stefan?

—Um vampiro duplicata. Bom, ex- vampiro agora. Ele nunca gostou de ser vampiro, ele era um estripador, ele era o estripador de Monterey, o Jack, o estripador etc. Mas, ele tomou a cura voltou a ser humano, vai na terapia e está se curando. Ele e a Tia Elena vão ter um bebê. Um bebê humano.

P.O.V. Senhor Fitz.

Eu estou em choque.

—Ele tem cento e quarenta e cinco anos. Fico feliz que tenhamos conversado, agora você vai manter isso em segredo, não pode contar pra ninguém.

-Vou manter isso em segredo. Não posso contar pra ninguém.

—Não pode mostrar nada disso pra ninguém.

—Não posso mostrar nada disso pra ninguém.

—Ótimo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.