The Mikaelson's new generetion
5 Minha namorada é uma vampira
P.O.V. Freddie.
Ao final do baile fui levá-la para o seu quarto e eu não fui o único. Depois que elas se despediram de nós e entraram no quarto eu comentei:
—Essa garota é de matar.
E o acompanhante de Ravenna respondeu:
—Você nem faz ideia.
Ele falou pausadamente e num tom que me deixou meu assustado. Dai ele riu.
—Porque diz isso?
—Se você conseguir conquistar o coração dela vai ficar sabendo. Bom, eu tenho que ir.
—Qual é o seu nome?
—Connor.
—Espera! Estamos na mesma ala.
—O filho da diretora de repente começou a falar comigo? Mais que honra.
—Porque esse tom?
—Você nem percebe né? Você é... crianção! Mimado e consegue ser bem cruel. Estamos na mesma sala e somos vizinhos de alojamento a quase um ano e você nunca nem se dignou a me dar bom dia, todos os dias eu te falo bom dia e você nem responde.
—Então porque continua me dando bom dia?
—Porque eu sou educado. Quer um conselho?
—Claro.
—Não parta o coração dela, ela não é como nenhuma outra garota. Se você partir o coração dela, ela vai arrancar o seu.
Ele entrou no quarto dele e bateu a porta na minha cara.
—Ai.
Na manhã seguinte tava todo mundo de ressaca, todo mundo menos elas.
—Bebe ai.
—O que é isso?
—Você não vai querer saber. Mas, é um remédio milagroso pra ressaca.
Eu bebi aquele líquido viscoso e vermelho, era grosso e pelo gosto tinha tomate.
Dai eu arrotei.
—Desculpe.
—Tudo bem. Melhor?
—Muito. Essa coisa é mesmo milagrosa! O que é?
—Você não vai querer saber.
—Você que fez?
—Sim. Eu e as minhas primas, somos muito boas com ervas.
—Ervas ein?
—Alecrim, verbena, wolfsbane esse tipo de erva. Não as ilegais. Mas, as ervas proibidas fazem milagres se usadas corretamente, mas se usadas incorretamente matam um homem robusto em dez segundos.
—Uau!
Nós fomos para a aula e os olhos de Hope se arregalaram ao ver alguma coisa.
—Não! É veneno!
Ela correu e tomou a garrafa das mãos da menina. Ela abriu a garrafa, cheirou e torceu o nariz.
—Credo.
—Ai, quem você pensa que é pra pegar a minha garrafinha?!
Tinham algumas folhas dentro da água.
—Faz alguma ideia do que são essas folhas?
—Alecrim. É uma dieta detox.
—Não. Tá mais pra dieta da morte. Isso é erva do diabo sua anta! Bebe isso pra você ver o que acontece. Nessa dosagem, você vai cair morta em uns vinte segundos. E vão ser os piores vinte segundos da sua vida.
Ela abriu a janela e disse:
—Vem cá lindinha, dá uma olhada no que rola.
Todo mundo foi ver o que ia acontecer. Hope virou a garrafa e a água caiu encima de um arbusto, o arbusto morreu em vinte segundos contados no relógio!
—Caramba!
—Agora imagina isso... dentro do seu corpo. Iria destroçar os seus órgãos internos.
Ela praticamente jogou a garrafa no peito da garota e disse:
—Não acredite em tudo o que você lê. E se realmente quiser se matar, se esfaqueei que dói menos.
Hope sentou numa das carteiras da frente e eu sentei atrás dela.
—Como sabia sobre a erva?
—Eu reconheço uma erva só pelo cheiro. É uma característica das garotas Mikaelson.
Depois tivemos aula dupla de botânica e elas três demonstraram seu vasto conhecimento em botânica, ervas, flores, plantas em geral.
—Vocês realmente se interessam por plantas não é?
—Se interessar ou não é irrelevante. Possuir conhecimentos em botânica é meio que uma obrigação pra nós. É o nosso dever sagrado.
Hope abriu o seu espelhinho de mão, pegou o gloss na bolsa e começou a passar. Ela espremeu os lábios e estalou.
—Dever sagrado?
—É. Salvar a sua vida é o nosso dever sagrado.
—Você quer ser médica?
—Médicos. Médicos e seus equipamentos, sua ciência e seus egos super-inflados. Dispenso.
Ela fechou o espelho.
—Não acredita na ciência?
—Acredito, mas eu sei que ciência e magia são a mesma coisa e estão conectadas de um jeito que vocês com todo o seu vasto conhecimento não podem nem se quer imaginar.
—Magia?
Ela nem se dignou a responder.
—Bom, vamos para a horta e vamos testar seus conhecimentos em botânica prática.
Ela e as primas se entre olharam, vi a ira delas. Elas ficaram ofendidas com o que a professora falou.
—Professora, esquecemos nossos livros.
—Vão buscar então. E que isso não se repita.
—Não senhora.
Elas voltaram com livros, mas não os livros didáticos.
—Onde estão os livros?
—Bem aqui.
Eram livros antigos encadernados com couro. Elas começaram a espalhar velas pela horta e tiraram das bolsas verdadeiros aparatos. Elas colheram algumas ervas, amassaram com um pilão em miniatura, misturaram com água dentro de balões de Erlenmeyers e começaram a chacoalhar recitando palavras numa língua que eu não conhecia. O líquido começou a borbulhar e a soltar uma fumaça roxa. E quando elas acabaram, colocaram o líquido em copinhos de plástico.
—Podem beber.
—O que é isso?
—Felix Felicis. Sorte líquida. O efeito dura vinte e quatro horas, enquanto o efeito durar vocês vão obter sucesso em tudo o que forem fazer.
—Não podem estar falando sério!
—Estamos.
Elas pegaram um copo cada uma e brindaram.
—Á magia!
—Á magia!
—Á magia!
Dai elas beberam.
—Que gosto tem?
Perguntou Jared, e Ravenna respondeu:
—Beba e descubra. Mas, toda magia tem suas regras e seu preço, se tentarem matar alguém assim que o sangue da pessoa for derramado vocês vão reverter o efeito da poção.
—Tentar matar alguém?
—É. A poção os fará ter sucesso em tudo o que tentarem fazer até mesmo cometer um assassinato, entretanto cometer um assassinato com a ajuda da sorte líquida trás consequências devastadoras.
—Que tipo de consequências?
Perguntou Briana.
—Você vai perder tudo. Sua casa, seu dinheiro, sua sorte, sua família, sua vida. Emília Jones matou usando a ajuda da Felix Felicis se matou em menos de vinte e quatro horas. Ela foi expulsa de casa, sua família a deserdou, seu namorado a traiu e a trocou pela outra, ela não aguentou, cortou os pulsos e sangrou até a morte. E foi enterrada como indigente. Por isso não menosprezem o poder da poção.
Decidi beber e todo mundo bebeu. Assim que eu bebi, fui até ela e pedi:
—Hope Mikaelson, você gostaria de ser minha namorada?
—Sim.
Então geral começou a pedir as meninas em namoro e todas elas aceitaram de primeira.
—A poção as fará dizer sim, mas não as fará ficar meninos, isso é tarefa de vocês.
A professora ficou com o queixo no chão.
—Agora, o que você estava dizendo sobre a magia?
Ela não respondeu.
—Foi o que eu pensei. Não menospreze minha magica. Nunca mais, se não...
Os dedos dela pegaram fogo.
—Uau!
—Agora que você é oficialmente meu namorado, vem comigo.
Ela me levou para a floresta.
—O que estamos fazendo aqui?
—Se você é aquele que eu busco vai me aceitar como eu sou e não como eu pareço ser.
—O que isso quer dizer, Encrenca?
—Eu sou muito mais do que uma simples bruxa. A minha parte bruxa é uma característica recessiva, eu tenho poder, mas eu sou bruxa de quinta categoria porque eu sou metade vampira, metade lobisomem.
Ela correu a uma velocidade alucinante e pulou encima da árvore, ela pulava de uma árvore para a outra como se fosse um jogo. Então, ela pulou da árvore, uma queda de mais ou menos dois metros e meio e caiu agachada. Quando ela olhou pra mim vi suas íris amarelo brilhantes, de seus olhos saiam algumas veias estranhas e grossas e ela tinha dois pares de caninos de cada lado da boca.
—É assim que eu sou de verdade.
Ela respirou fundo e voltou a ser como era antes.
—Você me aceita? Aceita o risco de namorar comigo?
—Risco?
—Sabe, aquela vontade de morder seu pescoço e beber seu sangue? Pode crer, ela existe. Mas, eu consigo sublimar bebendo coca cola.
—Ontem no baile, quando você foi retocar a maquiagem...
—Sim. Eu fiquei com vontade de me alimentar de você.
—E como é? Ser como você?
—A primeira vez que me alimentei... a sensação de poder era... indescritível, foi eufórico. A força, os reflexos é demais entretanto tem um lado ruim. Tudo é aumentado quando se é vampiro, a culpa, a raiva, a dor, quando sofremos, sofremos mesmo, mas quando amamos... amamos mesmo com a gente é pra sempre. As vezes as suas emoções te comem vivo, mas ás vezes elas te levantam no ar.
—Sério?
—Sério. Você tem o direito de saber onde está se metendo antes de fazê-lo, eu acredito na honestidade, na sinceridade. Quero alguém que me ame por quem e pelo que eu sou. Quero que seja de verdade. Como os meus pais, como Ravenna e Connor, como os meus tios. Eles são a alma gêmea um do outro.
—Os seus pais?
—A Caroline não é minha mãe biológica, mas ela é minha mãe sim. Cuidou de mim desde que eu nasci, sempre esteve lá por mim e pra mim.
—E o que aconteceu com a sua mãe biológica?
—Ela foi embora. Nunca a conheci.
Ela sorriu.
—Porque está sorrindo?
—Porque minha mãe é um ser iluminado, ela me criou como se eu fosse filha dela nunca fez nenhuma distinção entre eu e as minhas irmãs mesmo sabendo que eu era fruto de uma traição e que eu sou filha biológica da pior inimiga dela. Quando eu ativei a maldição do lobisomem e me transformei pela primeira vez ela ficou do meu lado a noite toda, mesmo sabendo que se eu a mordesse o veneno a mataria.
—Maldição?
—O gene da lincantropia corre nas nossas veias, existem algumas linhagens que o possuem. Mas, se a gente não tirar uma vida nunca ativamos a maldição.
—Matar? Você matou alguém?!
—Foi um acidente de carro. A motorista estava correndo e estava embriagada, eu também corria porque minha irmã precisava de mim, quando nós batemos. Ela não estava de cinto, com o impacto ela foi lançada longe e atravessou o para brisa. Morreu na hora.
—Caramba!
—Quando ela morreu eu entrei em pânico, porque sabia da maldição. Eu sempre fui extremamente cuidadosa por causa disso. Eu voltei pra casa de ônibus e contei para os meus pais o que tinha acontecido, meu pai discou o número da minha tia Renesmee e implorou para que ela lhe desse seu sangue e ela deu. Uma ampola, o suficiente para um. Meu pai me mordeu, quebrou meu pescoço e quando eu acordei bebi o sangue da tia Ness e completei a transição.
—Ele matou você?!
—Como você acha que se cria um híbrido? Apesar de eu ter ficado com dor no corpo o resto do dia, fiquei grata porque nunca mais teria que me transformar se eu não quisesse.
—Qual é o problema de se transformar?
—Não é chamada de maldição á toa. Quando nos transformamos quebramos todos os nossos ossos. Consegue imaginar?
—Não. Isso é terrível.
—Eu sei. Eu só me transformei duas vezes, uma vez na lua cheia e outra depois de beber o sangue da tia Ness. Mas, tem gente que passa por isso a vida toda. E dizem que melhora com o tempo. A dor diminui.
—E prata?
—Queima assim como Wolfsbane. Uma adaga de prata no coração mata um lobisomem assim como veneno de vampiro, mas matar um híbrido é mais complicado. Só cortando a cabeça ou arrancando o coração.
—Caramba!
—E você ainda quer namorar comigo?
—Quero.
—Então você é aquele que eu buscava. Se você quiser pode se transformar em vampiro então nunca teremos que nos separar, mas eu jamais o forçaria a fazer nada porque quando se é um vampira ou um híbrida no meu caso, pra sempre é muito tempo.
—Me dá um tempo pra absorver tudo isso.
—Claro. Isso eu tenho de sobra para dar.
Eu voltei para o meu quarto e alguém bateu á porta.
—Quem é?
—Sou eu, Connor.
—Entre.
Ele entrou e fechou a porta com a chave.
—Ela contou não é?
—Não só contou como demonstrou.
—Elas são criaturas magníficas não acha?
—Eu começo a questionar sua sanidade mental e a minha também.
—Porque questiona sua sanidade mental?
—Porque mesmo depois de ver os olhos dela ficarem amarelos e cheios de veias, depois de ver os caninos afiados, de saber que existe uma parte dela que deseja o meu sangue, de saber que ela corre mais rápido do que um super jato e pula a uma altura impressionante... ainda quero ficar com ela.
—Sei como é. Mas, pode ter certeza de que ela não vai deixar nada acontecer com você, ela vai matar pra te defender se precisar.
—Como sabe disso?
—Ravenna. Á propósito, tenha cuidado com quem você convida a entrar na sua casa ou no seu quarto. Os vampiros da raça delas precisam de convite pra entrar na sua casa.
—Como sabe tanto?
—Cara, minha namorada é uma vampira! E a sua é uma híbrida metade vampira, metade lobisomem! Elas contam isso pra nós para nos proteger.
Bateram á porta outra vez.
—Quer que eu abra?
—Tá.
Connor abriu e era Alissa.
—Olá Connor, porque está no quarto do Frederick?
—Estamos conversando.
—Entendi. Entrega isso pra ele, com os cumprimentos da Hope.
—Falou. Obrigado.
—Disponha e manda ele usar. Ou a Hope acaba com ele.
—Tudo bem.
Ela saiu correndo em velocidade sobrenatural e voltou para o seu quarto.
—O que tem ai?
—Chutando? Verbena e Wolfsbane.
—Ervas?
—Verbena queima os vampiros e impede que seja controlado. E Wolfsbane queima os lobisomens e faz o seu sangue não ser atraente pra eles. Eu sugiro que comece a beber chá de verbena e de Wolfsbane. Assim, se elas perderem o controle e nos morderem elas passam mal.
—Nem precisa falar duas vezes.
—Tá melhor? Se sente mais seguro agora?
—Com certeza.
—E mais uma coisa.
—O que?
—Transar com uma vampira é demais.
Ele saiu e a minha mãe entrou.
—Desde quando usa pulseiras Freddie?
—Foi um presente.
—Oh! Da sua namorada nova?
—Sim. Eu vou fazer chá quer?
—Chá? Você odeia chá.
—Eu não costumo gostar, mas encontrei um que é ótimo.
—E de que é?
—Verbena e Wolfsbane.
P.O.V. Senhora Kingsley.
Tem algo de muito estranho acontecendo com o meu filho. O meu Frederick bebendo chá? Tudo bem que o chá é ótimo e muito cheiroso também, mas, eu tento fazê-lo experimentar chá a anos e ele nunca quis. Imagino que seja aquela fase da rebeldia, Freddie sempre foi muito teimoso. Quando ele coloca alguma coisa na cabeça não há quem arranque.
—Você está bem meu filho?
—Estou. Porque?
—Sabe que pode me contar qualquer coisa certo?
—É mãe. Eu sei. Porque isso agora? O meu boletim é excelente, sempre fui um bom filho e apesar de ser teimoso e meio genioso faço tudo o que me manda fazer.
—Quem o convenceu a beber chá?
—Foi a Hope.
—E essa agora? Arruma uma namorada e dá pra beber chá? Filho, se for namorar com alguém, ela tem que gostar de você por quem você é.
—Eu sei. Ela só ofereceu e eu bebi, eu gostei e continuei bebendo.
—Essa menina é uma santa.
P.O.V. Freddie.
Dai eu me lembrei do que ela fez na festa ontem. Convenceu o DJ a tocar as músicas e a minha mãe a dançar e se divertir e também me veio á mente o que o Connor falou sobre as ervas e sobre impedir que eu fosse controlado.
—Então foi isso que ela fez. Mas, como é que ela fez?
—Quem fez o que meu filho?
—Nada, deixe pra lá.
—Frederick...
—Tá. Estou falando de artesanato, uma garota ai fez uma escultura muito louca e ninguém ainda descobriu como.
—E de que era feita?
—Argila e metal.
—Ela deve ter esculpido a argila né meu filho?
—É. A senhora deve ter razão.
—Agora vai que você tem aula de literatura.
—Tudo bem. Até á noite.
—Até.
Chegando á sala de aula eu me sentei atrás dela, ela virou e me examinou com o olhar.
—Procurando isso?
Balancei o meu pulso onde estavam as pulseiras.
—Graças á Deus. E tem bebido verbena e wolfsbane também, isso é muito bom.
—Como sabe?
—O cheiro. Posso sentir o cheiro.
—O cheiro de que?
—Do sangue circulando no seu corpo. O negativo. Acertei?
—Tá, isso é assustador.
—Desculpe. A minha habilidade social com os mortais é horrível.
—Porque?
—Porque todo mundo na minha casa, na minha família, o círculo de amizade da minha mãe e da minha tia todo mundo é sobrenatural. Duplicatas, vampiros, lobisomens, híbridos, bruxas. Na minha casa tem de tudo.
—A quanto tempo seus pais são casados?
—Quinhentos e dezesseis anos. Ela era escrava quando eles se conheceram.
—Sua mãe era escrava?
—Era. Mas, depois que ela foi transformada as marcas das costas dela sumiram.
—Marcas?
—De chicotadas. Ela matou o feitor para completar a transição e o meu pai deu cabo do Dono dela, depois de compeli-lo a assinar sua carta de alforria. Ela nasceu no Brasil em 1502.
O professor chegou e interrompemos a conversa.
—Bom dia classe.
—Bom dia.
—Hoje estudaremos William Shakespeare, um dos maiores românticos da história.
Hope sussurrou:
—A Julieta dele é a minha mãe. Só que como ela era casada era um amor platônico.
—Sério?
—Sério. Ele até deu encima dela uma vez antes dela dar o fora nele e dizer que era casada.
—Talvez queira falar sobre a obra para a classe senhorita Mikaelson?
—Com todo o prazer. Romeu e Julieta é uma história baseada em fatos reais, sendo Romeu o próprio Shakespeare, a Julieta era uma jovem Lady da Corte Inglesa pela qual Shakespeare se apaixonou, entretanto ela era casada e eles não podiam ficar juntos. Ela não correspondia seu amor na vida real, então ele criou Julieta e Romeu, ele estava sempre roubando erva do diabo do jardim da casa vizinha porque dizia que aquilo o ajudava a se inspirar. Isso acabou matando ele, ele era viciado em ópio e erva do diabo. Era um recluso, como ele não conseguiu ficar com a sua amada acho que ele quis descontar sua frustração nos personagens, apesar de que apenas na morte Romeu e Julieta poderiam ficar juntos. Já que dentro do contexto da história os Monteccio e os Capuletto se odiavam e como resultado de seu ódio perderam seus herdeiros e destruíram suas linhagens. Humanos idiotas.
O professor ficou quieto. Ela era muito foda, sempre tinha resposta pra tudo.
Ela e as primas calaram a boca da professora de biologia e a do professor de literatura no mesmo dia.
Depois de alguns minutos constrangido e sem saber onde enfiar a cara o professor continuou a aula.
Essas meninas são terríveis mesmo.

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