The Meta-Pony Project 7ª Temporada

4 Pilares da Antiga Equestria


Notas iniciais
Sinopse: : O Doutor retorna com notícias: Toda a história de Equestria foi alterada. Flash, Twilight e Soarin se mostram relutantes quanto a ajudar Doutor a reparar os danos e decidem embarcar em uma única viagem, aonde irão encarar pela primeira vez os verdadeiros perigos de uma viagem no tempo.

O som da TARDIS se materializando era tudo que mais conseguiram ouvir naquela manhã que mudaria suas vidas e esperanças para sempre. Ele tinha simplesmente saídoem pleno castelo e se dirigiu implacavelmente até a Sala do Mapa, todos que estavam lá dentro o viram e o chamaram por notar seu semblante e passos rápidos, que dava quando tudo estava por um fio. Inadvertidamente, para Flash e Twilight, que estavam em seu dia-à-dia, ouviram um grande escancarar, proveniente do coice violento que Doutor deu na porta de entrada da sala.
O casal correu e se juntou a Spike e Starlight, indo por outra porta, chamando a atenção de Doutor e o impedindo. Doutor paralisou frente ao mapa e seus amigos.

Twi: Doutor, o que está fazendo?

Ele olhou e não respondeu.

Flash: O que está acontecendo, Doutor? Para que isso?

Eles foram se aproximando. Doutor estava com sua cabeça a toda, sentindo uma certa dor e ouvindo tudo de longe como se fossem sinos do qual queria ignorar.

Spike: O que está acontecendo!?

Ele perguntou irritado, com seu pijama em corpo.

Twi: Doutor?

Ele encarou o Mapa. Doutor andou até o mapa e ativou o Mapa das CutieMarks com sua SSD, revelando ele.

Twi: Doutor!?

Ela olhou confusa. Doutor sonicou novamente, ativando o Mapa dos Metas.

Flash: Doutor, fala com a gente! Por que você apareceu do nada nessa manhã, dessa forma?

Perguntou, pressionando seu amigo. Starlight o encarou lateralmente e arregalou levemente os olhos, deixando sua impulsividade e esperteza falarem ao se projetar para frente, com seu chifre apontado e carregado.

Starlight: Se afasta daí, Doutor!

Ela o alertou, mas ele ignorou. Twilight entrou na frente.

Twi: Starlight, que que deu em você!?

Ela se virou para sua pupila, que não respondeu. Doutor pressionou a SSD mais uma vez, o mapa de Equestria sumiu e revelou um obscuro azul-escuro brilhante, que de uma ponta deu origem a uma fagulha branca que se extendeu de forma sinuosa até a outra ponta, como uma fenda que se abria, em seguida pontos brilhantes parecidos com estrelas começaram a surgir e a sair do mapa, envolvendo uma esfera acima da cabeça de todos. As “estrelas” estavam fixas e algumas se moviam como em um planetário. Todos viram aquilo com uma pequena maravilha em seus olhos, entretidos pelo show de luzes.

Starlight: Um planetário?

Ela descarregou o chifre.

Twi: É sério isso, Doutor?

Doutor se apoiou no mapa e olhou sério.

Doutor: Este é o rio do tempo do Universo.

Ele apontou para a “fenda esbranquiçada”.

Doutor: Do Big Bang até o Big Rip.

Ele apontou as duas pontas e respirou fundo. Doutor se extendeu e apanhou as estrelas maiores que haviam próximas do rio do tempo, organizando elas em sua frente. Ele pegou uma com as duas patas e franziu a testa, a expandindo e revelando uma imagem de uma série de eventos: Imagens e gravações horrendas, de sangue eqüino sendo derramado por chuvas de tiros, conflitos e guerras, muito semelhantes à Grande Guerra das Espécies. Twilight observou a morte refletindo em seus olhos e se afastou chaqualhando a cabeça.

Twi: Doutor, isto é... Flash...

Ela chamou por seu noivo com um tom entristecido. Flash correu até ela e a abraçou, virando seu rosto e o dela. Twi manteve os olhos fechados.

Flash: Doutor, para com isso!

Ele ordenou. Doutor fechou a imagem com as patas e lamentou, apenas.

Starlight: Doutor, mas o que é isso!?

Ela perguntou com raiva, apontando com desprezo.

Starlight: Por que você não está falando nada?

Doutor diminuiu o tamanho do mapa para uma escala mais observável. EVA entrou na sala lentamente.

Doutor: A invasão do Rei Storm nunca era para ter acontecido, por isso que eu suspeitei...

Ele disse com bastante melancolia e fechou os olhos em lamento, abaixando o casco.

Doutor: Assim como vários outros eventos ao longo da história do Universo, que aconteceram fora dos registros. Estes eventos estão majoritariamente conectados aos pôneis de Equestria.

Ele foi explicando, sem gosto e emoção, além de melancolia. Twilight finalmente abriu os olhos e encarou Flash, este acenou com a cabeça para ela e ela se virou para Doutor.

Doutor: Toda a linha do tempo foi alterada.

Ele pegou outras estrelas e revelou imagens de tempos diferentes, em menor escala.

Starlight: Como assim, “toda a linha do tempo”?

Ela duvidou.

Flash: Não estamos entendendo.

Twi: O que é tudo isso?

Perguntou chateada.

Spike: Relacionado aos pôneis!?

Coçou a nuca.

Doutor: Escutem com atenção!

Elevou sua voz, barrando qualquer dúvida.

Doutor: A União dos Três Originais tem que voltar das cinzas se quisermos impedir que novas Aberrações do Tempo, como aquela guerra, surjam!

Ele disse bem sério ao ter toda a sua atenção. Flash abaixou a cabeça e respirou fundo.

Flash: Ai... parece que vamos ter que tentar de novo.

Disse irritado, depois de Doutor tornar as coisas menos claras ainda.

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Era fim de tarde. Twilight estava na sacada de seu castelo e observava o pôr-do-sol, respirando com ares de melancolia, em contraste com a paisagem que observava. Flash se aproximou e a abraçou pelo lado.

Twi: Ainda há muitas coisas para resolver. Tem a discussão, a escola, nosso casamento...

Ela frisou, expondo sua ambigüidade. Flash abraçou mais forte.

Flash: Nada sairá do lugar.

Disse em um tom meigo e gentil, a consolando.

Twi: Mas você viu aquilo, Flash.

Ela se virou para ele.

Twi: Todos os horrores... tudo pelo que passamos, mais as últimas semanas...

Ela olhou para a lateral, pensando e deixando seu jeito frenético começar a falar.

Twi: Isso tudo...

Flash segurou o rosto dela com firmeza.

Flash: ... é problema do Doutor.

Ele falou de boa.

Flash: Ele tem companions, aliados e nós temos nossas vidas. Vamos fazer só uma vez, ajudar dessa forma.

Afirmou ele.

Flash: Aqui é o nosso lugar, com os nossos problemas.

Twi: Sim... acho que sim.

Ela pensou. Flash encostou sua testa na dela e Twilight fechou os olhos, curtindo o momento. Um bater de asas os cortou e Flash se virou para ver o seu irmão chegando.

Soarin: A viagem foi de boa.

Ele pousou.

Soarin: É isso mesmo, O Doutor quer que os Originais voltem?

Ele deu de ombros.

Flash: Por isso eu te chamei, precisamos conversar.

Depois de explicada toda a situação, o trio andava pelo corredor do castelo.

Soarin: Então, o Rei Storm e o império dele nunca deveriam ter existido?

Flash: Acho que sim.

Ele deu de ombros.

Soarin: É... a minha vida tem sido a mesmíssima de sempre, uma dancinha ou outra sempre caíram bem.

Ele zombou, sorrindo para seu gêmeo.

Flash: Vai querer dançar, oh pé de valsa? Acha que o tempo liga para seus passinhos de milico?

Ele deu um passo afrente e dançou na frente de Soarin, dando passos de marcha e rebolando. Ambos começaram a dançar enquanto andavam e Twilight pôs a pena no rosto, rindo de leve. Eles continuaram, até Spike olhar esquisito para eles e eles pararem. Os irmãos sorriram forçado para Spike e Twilight olhou para eles de relance.

Soarin: Sim, a minha resposta é sim.

Flash: Sentiu um trovãozinho de vergonha aí? Porque eu também senti.

Soarin deu um peteleco com a ponta da pena no ombro de Flash, este retribuiu. Soarin lhe deu um tapa, assim Flash. Soarin ameaçou um soco.

Twi: Gente!

Soarin: Adoraria livrar meu irmão da morte mais uma vez.

Disse com ego e sorrindo para Spike e Twilight e socou o ombro de Flash.

Flash: Ah!



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No dia seguinte, Flash, Soarin, Twilight e Doutor reuniram o Comando Sul na frente do Castelo, para conversar com eles sobre isso. Eles explicaram tudo. Shade, Arc, Ashley, Snow, Dice, Atlas e Riku ficaram de olhos arregalados depois de ouvirem.

Flash: E então, gostariam de fazer parte desta jornada? É só uma vez.

Ele convidou eles educadamente. Twilight estava tranqüila, sabia que eles gostavam de ação e pancadaria.

Riku: Ora, Flash...

Ele sorriu bem grande.

Riku: Vê se mete essa rola de história de... salvar a história bem no meio do teu cu.

Ele falou lentamente e com gingado, tonalizado com desprezo. Flash e os demais do seu lado se assustaram com tamanha grosseria.

Riku: Tá achando que a gente é super-herói para ficar saindo por aí no universo e salvando vidas de ET cabeça-de-BUNDA?

Ele desprezou. Os demais do Comando Sul não disseram nada.

Riku: A gente tem é o direito de queimar a rosca desse teu amigo grisalho filha da puta que nem o nome revelou para a gente depois do que fez no ano passado com você e a Twilight!

Ele julgou e apontou para O Doutor de cima para baixo, após dizer no mesmo tom.

Doutor: Ora, mas que GROSSERIA É ESS-

Ele deu um passo afrente, extremamente insultado.

Riku: E VOCÊ tem muita sorte de eu não te pegar pela cabeça e te tacar no Sol, porque você sabe que eu posso.

Ele ameaçou e Doutor estreitou os olhos. Shade cuspiu perto do Doutor.

Shade: Nada contra você, Flash.

Disse com educação.

Riku: Não confiamos em você, Doutor.

Deixou bem claro.

Dice: Pois é, que férias horríveis. Só tem problema aqui nessa cidade?

Riku: Sim. Vamos dar na pica daqui!

Ele e o Comando Sul se viraram de costas para todos eles, insultados, e foram embora marchando de PonyVille, no mesmo esquema de antes, indo embora de volta para Neippon no interior de Equestria.

Soarin: Mesmo esquema de saída “triunfal”, contudo é nascer do Sol.

Ele apontou e Twilight revirou os olhos.

Doutor: Acho que é somente a gente.

Flash continuou de olhos arregalados, impressionado com tanta grosseria.

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Algumas horas depois, o grupo preparou-se para embarcar na TARDIS e abordar um dos casos mais agravantes da história. Doutor abriu a porta da nave.

Doutor: Olhem, vamos pegar um dos casos mais graves, para começar. Acho que deve compensar, pelo impacto que a TARDIS calculou na linha do tempo.

Ele explicou. Flash, Twilight e Soarin respiraram fundo. Blitz, Spike e Starlight estavam logo atrás deles.

Twi: Spike, vê se cuida de tudo enquanto estivermos fora. Pode ser até que não leve nem um segundo.

Ela sugeriu, tentando acalmá-lo. Spike soltou um joinha.

Spike: É, boto fé, Twi.

Disse em sua rebeldia adolescente. Ela sorriu, fingindo que ele se importou. Flash abraçou sua irmã.

Flash: Vai ser em um piscar de olhos, irmã.

Blitz: Não vão ficar competindo um com o outro por aí, eu prefiro nem ver.

Ela deu um tapa no ombro de Flash. Soarin se aproximou e os três tiveram um abraço em família.

Blitz: Tá bom, já chega. Se não vou acabar indo junto.

Soarin: Não vai ser nada demorado, é uma vezinha.

Ele deu de ombros, confiante e sorriu. Blitz franziu com esperteza a testa e os empurrou em brincadeira.

Twi: A gente volta logo, não vai demorar nada, Starlight.

Ela disse preocupada com a escola.

Starlight: Tá bom, sem problema. Acho que não poderia ir já que... bom, boa sorte.

Ela disse após tremer com medo e acenou para eles. O trio entrou na TARDIS devagar, conforme se despediam. A porta se fechou. Doutor se virou e bateu os cascos.

Doutor: Muito bem. EVA, pode iniciar.

Ele apontou e os olhos da robô brilharam azul. A TARDIS ativou sua engenharia e começou a tremer, como sempre. Flash e Soarin se trombaram.

Flash: Nossa... como antigamente.

Ele sorriu, assim como Doutor. Do ponto de vista dos pôneis de fora, era apenas uma corrente de ar forte e a máquina sumindo, contudo a máquina estava entrando no espaço pentadimensional, tudo ao seu redor dobrou-se de infinito a infinito e a nave começou a viajar para um dos extremos, girando e criando um túnel naquela imensidão de vários quadros de PonyVille se desconstruindo até que somente vegetação sobrasse.

Doutor: Vamos pousar no primeiro século que antecede a Equestria Contemporânea, no último século da chamada Antiga Equestria.

Disse ele, com calma, enquanto se virava para a porta. A TARDIS parou de tremer, havia pousado.

Soarin: Nossa... que fita.

Os olhos dele giraram e Flash o empurrou de volta a suas quatro patas.

EVA: Acabei de avaliar uma previsão, o impacto da aberração temporal tem efeitos catastróficos repercusivos no futuro de Equestria.

Determinou ela.

EVA: O continente vira palco de eventos caóticos por séculos, até que criaturas estrangeiras assumem o país.

Ela projetou um jornal do ano de 2020, caso aquele impacto na história acontecesse.

Twi: Bom, o que estamos enfrentando, então?

Ela deu um passo afrente, tomando iniciativa.

Twi: Pelo que eu sei, isso não faz lá muito sentido.

Ela olhou para o jornal e o leu.

Twi: O Discórdia subiu ao poder apenas um século a frente de nós, agora.

Pregou a verdade e o fato histórico. Doutor sorriu.

Doutor: Ora, muito bem observado.

Ele olhou para o jornal.

Doutor: A Aberração do Tempo envolve justamente a não-formação dos Pilares da Antiga Equestria. Nosso dever será encaminhá-los para que isso aconteça.

Ele apontou, orgulhoso de ter Twilight de volta na TARDIS depois de tantos anos. Ela sorriu de volta.

Flash: Mas espera, o que é uma “Aberração do Tempo”?

Ele franziu o cenho.

Doutor: Aberrações é como eu tenho chamado estes eventos anômalos que surgiram pela história...

Ele balançou a cabeça negativamente e se apoiou no painel.

Doutor: Ela está fragmentada por que eventos que deveriam acontecer não ocorreram e Aberrações do Tempo são justamente realidades alternativas que surgem a partir destas mudanças. Elas continuam reescrevendo a história, segundo por segundo, até o fim de todo o Universo, desde quando se originaram.

Explicou ele.

Doutor: Quando a Aberração atinge o fim do Universo, no fim dos tempos, ela se torna permanente.

Apontou.

Doutor: Basicamente é isso... na verdade esse é um ramo inteiro da Cronofísica, uma ciência que ainda não existe em Galope.

Ele se desgrudou do painel.

Flash: E temos muitas dessas coisas reescrevendo a história agora?

Doutor: Sei-lá, não vamos nos dissipar, temos apenas uma, grave Aberração do Tempo para resolver.

Ele foi até o outro lado do painel depois de encerrar o assunto, o que fez Twi e Flash se entreolharem.

Doutor: Cada um de nós terá que se espalhar pelo território e assegurar que cada uma destas lendas tenham caminhos livres para serem recrutados pelo Stygian.

EVA projetou um holograma dos seis Pilares.

Doutor: É importante que não se deixem levar pelas tentações de heroísmo dessa época.

Soarin: Por quê? Não temos que salvar estas vidas?

Perguntou despreocupado.

Doutor: Deriva temporal, ocorre em decorrência de múltiplas distorções temporais acontecendo ao mesmo tempo, por razões que ainda não sei, mas elas acabam fazendo você agir conforme a época.

Ele explicou com assertividade, Soarin inclinou a cabeça para trás e bocejou.

Doutor: É psicológico.

Soarin: Ai, um curso rápido nunca é demais.

Disse entediado.

Doutor: Não temos tempo para mais explicações! Eu cheguei um tempo antes da Aberração acontecer para nos dar tempo de ação. Cada um terá que escolher um Pilar.

Ele se aproximou e apontou rapidamente para o holograma.

Soarin: Muito bem, eu irei atrás da Somnambula.

Disse após pensar rápido e sorriu, cruzando os braços.

Twi: Eu vou... com Starsw-

Doutor: Não, você definitivamente não vai querer, não!

Apontou, quase ordenando.

Twi: ... a Meadowbrook?

Disse timidamente.

Doutor: Vou com o Rockhoof.

EVA: Posso ir com a Mistmane.

Flash: Então... Flash Magnus.

Ele se aproximou, respirando fundo.

Doutor: Vamos todos nos unir no final para cuidarmos juntos do Starswirl.

Twi: Por que não logo agora? Ele foi o líder.

Ela deu de ombros.

Doutor: Ele é príncipe e não é tarefa fácil, acredite...

Afirmou, olhando sério para ela. Twilight sorriu.

Twi: Bom, que empolgação.

Ela sorriu, dando de ombros.

Twi: Vou conhecer a Meadowbrook nos seus primeiros anos.

Disse animada.

Twi: Eu não sabia que o Starswirl era príncipe.

Ela balançou Flash, com empolgação.

Doutor: Vamos ter que prestar muita atenção e ter muito cuidado enquanto estivermos fazendo, não queremos ferrar ainda mais as coisas.

Determinou, até que encarou EVA.

Doutor: Hmmm... você está muito... robótica, EVA...

Ele pensou. EVA desmanchou o holograma e Doutor puxou algo de dentro do painel da TARDIS.

Doutor: Aqui, um extrapolar de reflexão fotônico.

Ele mostrou, ela olhou confusa.

Doutor: Vai parecer pônei aos olhos de todos que a virem.

Ela extendeu seu braço robótico flutuante e segurou o bastão negro parecido com uma SSD, o que a fez mudar de figura holograficamente, assumindo a forma de uma pônei pegasus branca de olhos azuis e cutie Mark de uma muda de planta. Doutor pega 5 objetos negros pequenos.

Doutor: Comunicadores, estão configurados com a TARDIS.

Ele tomou fôlego, apresentando para eles.

Doutor: Wi-Fi.

Disse sorrindo. Cada um pegou e pôs em seu ouvido.

Soarin: Humm, high tech.

Desprezou ele. Doutor então pôs seu sobretudo negro, arregaçou a gola e se dirigiu para a porta.

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“EQUESTRIA”

Ano 100 aEC

O grupo pisou na grama alta, natural e crespa que crescia na pradaria. Sabendo que teriam que se separar, cada um seguiu seu rumo para as diferentes regiões a qual foram designados, com simples passos, teletransporte ou vôo. Flash e Soarin resolveram ir juntos em uma direção, que ia dar próxima a duas colinas.

Soarin: Então, eu estive pensando no que o Riku falou e me parece ter razão.

Ele puxou a última palavra e inclinou a cabeça para Flash, com os olhos arregalados. Flash evitou de olhá-lo.

Flash: Ele estava pedindo ajuda, dá um tempo desse seu ego malicioso.

Respondeu com secura. Soarin riu.

Soarin: Oh-olha, você deve ter percebido que o plano dele é imprudente.

Falou abertamente.

Flash: Ele não deu muitas informações porque são muitas para dar, ué?

Disse com a sua própria razão, ignorando o fato de Doutor ter sido extremamente direto e determinista no plano, não dando muitas margens para dúvidas. Eles desviaram das colinas, a procura de uma estrada qualquer.

Soarin: Flash, as palavras do garanhão foram tão atenuantes quanto aqueles que a ouviram.

Ele explicou e Flash finalmente olhou para ele.

Flash: Soarin...

Ele puxou a palavra, chamando a atenção. Soarin pressionou os lábios, seu irmão não estava fácil de convencer. Ao pisar na frente, Flash encontra um fila de terra escarvada no chão, uma aparente estrada.

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EVA havia seguido flutuando pelos campos abertos, até aumentar a sua propulsão e se lançar para cima, subindo a atmosfera cada vez mais. Ela deu um salto orbital, usando esse atalho até o vácuo estelar para ganhar velocidade, poupando de espaço e tempo para chegar do outro lado de Equestria, na terra que viria a se tornar Neippon, localizada no coração do continente.
EVA recuou os braços mecânicos e sua cabeça ovóide flutuante para dentro de sua carapaça toráxica, se deixando cair de volta ao planeta, uma coroa de fogo se formou em cima de seu flutuador desligado e esta começou a perder velocidade, conforme caía lateralmente à superfície. Quando em pleno céu, EVA extendeu os braços para diminuir a velocidade e começou a acelerar para baixo, diminuindo o suficiente para impactar o chão.

Pôneis de Neippon, com seus chifres caídos para trás, olhos puxados e chapéus de ceda gigantes, cultivando com foice os grãos nos campos alagados de arroz, observaram um cúmulo de poeira marrom se levantar.

Quando chegaram perto, eles viram uma frágil e delicada pônei pegasus branca desmaiada no chão, com cortes em suas patas. Ela fora socorrida, erguida por uma cama de sisal que podiam carregar e levada até um chalé. Ao fingir acordar, ela se viu cercada por pôneis que começaram a fazer perguntas uma em cima da outra.

EVA: Epa!

Ela finalmente falou e todos se calaram. Sua voz continuava robótica.

EVA: Eu estava voando...

Reparou em sua voz, mas continuou.

EVA: Eu fui à toda a velocidade, a procura de Mistmane.

Explicou ela a situação, de maneira frágil e posada. Os pôneis se entreolharam confusos.

?: Ela está saindo de Neoppon para recuperar a flor mágica que perdera.

Disse uma das pôneis agricultoras.

EVA: Como assim?


A tarde passou, EVA obteve mais informações e mais dúvidas surgiram apenas, através de fofocas e rumores. Ela saiu do chalé, perto do fim da tarde, aonde encostou-se em uma coluna de madeira da varanda e pressionou em seu comunicador.

EVA: Doutor, EVA na escuta. Obtive informações o dia inteiro. Parece que a aberração consiste em Mistmane ter perdido o seu pilar.

Ela enviou a mensagem em rede aberta. Doutor pressionou o comunicador enquanto andava por uma estrada em que comerciantes passavam a cada hora.

Doutor: Portanto, as demais devem envolver isso também. Sem os artefatos que definem os Pilares, não haverá mais-

Twi: Árvore da Harmonia! E sem ela, nem os Elementos!

Ela gritou, aparentemente histérica no comunicador, ensurdecendo todos por um breve momento. Twilight dera um teleporte gigante novamente para uma floresta densa, depois de a ver por fora em sua série de saltos. Twilight olhou estranhando ao seu redor e observou o local, procurando sinais de civilização ou caminho, até que ela pisa em algo mais duro e é envolvida por uma rede e erguida.
Fogo e gritaria a envolveram, com pôneis mascarados, tremulando e vibrando ao redor dela.

Twi: Ora...

Ela se concentrou em um feitiço. Um deles puxou um bambu cortado e cuspiu um projétil em seu pescoço. Twilight percebeu a agulhada que recebera e caiu para trás.
A escuridão se somou a um frio gelado que trouxeram as cores de volta com tudo. Twilighttussiu bem forte dentro de uma jaula de madeira, batendo em seu peito e tentando secar seus olhos. Ela percebeu com um cair de queixo silencioso, estava cercada por vários deles.

??: Quem é você, estranha?

Perguntou uma égua, que estava de frente para Twilight, cuja segurava um balde de madeira.

Twi: Esperem, não sou ameaça!

Ela falou. Um dos tribais balançou e atingiu em Twilight um cajado que fez ela sentir sua magia parar por um tempo.

Twi: Oh!

??: Identifique-se!

Gritou a égua. Ela não teve paciência com o silêncio de Twilight e apontou com a pata na direção dela. Os pôneis começaram a bater em Twilight repetidas vezes com os cajados.

Twi: Eergh!

Ela sentiu coçar, depois incomodar e logo mais, a doer.

Twi: O que você quer saber!?

Ela tentou se proteger com as asas, mas o efeito era inútil. Sua magia estava sendo impedida, incapaz de conjurar um feitiço.

???: Você é uma fera!

Julgou um garanhão.

????: Fera? Isso daí é demônio!

Gritou o outro.

??: Responda, quem é você!

Twi: Para!

????: REVELE-SE, ABERRAÇÃO!

Ele bateu com força nela.

Twi: AARGH!

?????: Com certeza é, olhem para os chifres e as asas!

Julgou outro, querendo que respondessem os demais da mesma forma.

Twi: “Chifres e asas”!?

Ela lutou, tentando se concentrar.

??: Sim. Você é uma alicórnio e uma fraude, acima de tudo. Ninguém, nenhum pônei é alicórnio, além da rainha cristã!

Ela pregou, dando sinal para aumentaram a intensidade.

???????: PAREM JÁ COM ISSO!

Todos pararam imediatamente. Da lateral esquerda, da escuridão veio uma égua de pelo esverdeado, que tirou a sua máscara, semelhante a dos demais, revelando ser MageMeadowbrook. Ela encarou os demais com desprezo.

Mage: Ora, simplesmente deixaram seu ego selvagem falar mais alto!?

Ela perguntou, o silêncio havia se instaurado com uma certa vergonha.

??: Senhora, só estávamos-

Mage deu um passo até ela e ergueu o casco no seu rosto, ela se calou imediatamente. Ela abaixou o cajado da égua e se virou para encarar Twilight, cujos olhos brilhavam de deslumbre por ver uma versão mais jovem da pônei que conhece, Mage tinha a crina completamente caída, encaraloda por natureza, ela descia até a cintura de Mage, sem nenhuma ponta amarrada.

Mage: Deixem comigo. Não precisam pressionar nossa convidada.

Ela disse calmamente e com paciência e amor para todos eles. Os pôneis mascarados recuaram.

Mage: Então, isso não devia ter começado assim. Mil perdões.

Ela encheu um copo com uma bebida que parecia conter algum tipo de álcool e o chutou para Twilight. Ela pegou e segurou com as asas.

Mage: Qual é o seu nome?

Ela bebeu até o fim. Twilight bebeu um pouco, mas quase engasgou com o gosto de terra misturado com ervas e recuou o copo.

Twi: Twilight.

Ela sorriu forçadamente.

Mage: Prazer.

Ela respondeu de maneira régia. Twilight se recompôs e deixou sua postura régia e profissional tomarem conta de sua mente e fluírem de forma natural.

Twi: Igualmente, senhora...?

Ela fingiu erguer as sombrancelhas, para exprimir dúvida.

Mage: MageMeadowbrook.

Twi: Eu estou aqui a procura de uma coisa, se é que não se importa de eu responder antes de perguntar.

Mage: E eu nem perguntei. É você que está sendo completamente afobada e impulsiva ou fingindo ser apenas vidente.

Ela bebeu mais, sorrindo para Twilight com malícia.

Twi: Ok.

Disse com inocência.

Twi: Eu estou procurando algo fora do lugar.

Mage: Hmmm, talvez essa seja apenas sua máscara falando, huh?

Ela duvidou, confrontando Twilight em um certo nível.

Twi: Não... não tem nada aqui que seja falso.

Ela jurou, falando com firmeza. Mage sorriu.

Mage: Então, como você é uma alicórnio?

Twi: Ganhei o direito de ser.

Disse genuinamente.

Mage: Hmmm...

Ela julgou com o olhar Twilight.

Mage: Parece que é verdade.

Ela disse.

Mage: Estes segredos talvez nunca sejam revelados. Não me importa como a rainha escolheu outra para ser régia.

Ela abriu a porta da cela após cortar uma corda sutilmente.

Mage: Quer dar uma volta?

Twilight foi com cautela até o lado dela. Mage a deu espaço para sair e a fez andar na frente, para onde ela quisesse ir, mas a acompanhando de perto. Twilight estava descendo um templo piramidal localizado no meio de uma cidade iluminada por tochas, Twi podia ver outras pirâmides próximas e a cidade iluminada.

Mage: Esta é a minha cidade, Twilight. Antes eu conseguia ver com clareza as magias que afetavam mal e aquelas que permitiam curar os doentes.

Ela falou com um certo pesar que exprimia um porém. Saindo da pirâmide, haviam pessoas nas ruas que estavam deitadas em diferentes leitos.

Mage: Uma máscara me permitia ver elas.

Twi: Entendi. Era mágica.

Ela respondeu de volta com sinceridade, sabendo o quão era sério.

Mage: É mortal e não acho que eu seja capaz de salvá-los. Você, como alicórnio, saberia?

Twilight se virou para ela. Meadowbrook parecia desesperada, havia uma fagulha de esperança em seu olhar.Twilight olhou enquanto andava, sabendo que sua magia podia sim fazer, mas sua missão, contextualmente, era maior.

Twi: Ah, sim. Posso ajudar.

Ela afirmou com convicção. Mage a levou até um dos locais mais graves afetados. Enquanto isso, Twilight mandava uma menssagem a Doutor.

Twi: Pelo jeito, aconteceu o mesmo aqui também.

Ela deu entrada.

Twi: A falta da máscara da MageMeadowbrook a incapacitou de ver quais plantas eram necessárias para conter uma epidemia.

Ela explicou.

Twi: E acho que a tornaram mais cínica, também.

Twilight falou em voz baixa.

Doutor: Entendo o estresse.

Ele respondeu, caminhando por uma estrada escura.

Doutor: A melhor forma de resolver o problema é atuando junto com os Pilares.

Ele falou em canal aberto.

Doutor: Fiquem espertos com isso.



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Na manhã seguinte, Soarin corria em sua antiga forma de Gulphog pelas dunas de areia frias do futuro Deserto de São Palomino. Ele volta a sua forma eqüina quando para o topo de uma duna e observa uma gigantesca pirâmide com um topo dourado brilhante, nem um pouco desgastada pelo tempo, cercada por uma cidade construída por arenito.

Soarin: Eu entendi. Que demais.

Ele falou em rede aberta, vendo ali a Arábia Selada, com as diversas pirâmides que iam até o horizonte, todas contendo suas próprias cidades no entorno.

Soarin desceu a duna com um sorriso no rosto. Ele procurou se misturar, mas se viu em um meio com pôneis vestidos à altura do local, garanhões com rabos de cavalo curtos e éguas com maquiagens, a maioria delas usava lenço na cabeça, inibindo a crina de ser descoberta. Inerente as vestimentas locais, ele investigou por sinais de perigo, mas parecia tudo normal e calmo.

Soarin: Hmm... tudo certo.

Ele se viu na capital comercial, com feiras de comerciantes nas ruas lotadas. Soarin procurou então por Somnambula, da forma que a conhecia. Após sair da multidão que o pressionava, empurrada e dava cotovelada, ele inadvertidamente tromba com alguém e cai ao chão junto com ela.

Soarin: Ah!

Soarin caiu duro no chão, ficando tonto com a queda.

??????: Ei, cêta legal?

Perguntou uma égua, em um tom preocupado. Ela tinha uma pelagem laranja-papaia. Ele chaqualhou a cabeça, mas continuou incapaz de ver direito.

Soarin: Errm, sim...

Ele viu que era uma égua e imediatamente observou ela de baixo para cima, observando os contornos do corpo de forma sensual. A égua recuou a cabeça.

Soarin: Uau, isso aqui é ta gostoso para caramba.

Ele bateu forte o casco na areia, gozando com o desconforto que teve. Ele chaqualhou a cabeça novamente e em seguida tomou um tapa que virou sua cabeça de frente para trás.

Soarin: Uh!

??????: Abusado!

Gritou a pônei. Ele se virou e arregalou os olhos, extremamente constrangido com o fato de estar vendo na sua frente, a própria Somnambula. Ela vestia uma espécie de topa semelhante a sua dos tempos contemporâneos, contudo ela era listrada entre branco e roxo, contendo uma pequena coroa na frente com uma mini-serpente acima da testa, um colar de glowpaz com um besouro esculpido no centro, usava um par de argolas douradas em cada braço, assim como uma que contornava seu abdómem, um véu transparente brilhante que saía de seu colar no pescoço e sua cauda estava com apliques dourados, lhe dando um aspecto ondulado.

Soarin: Não brinca...

Ele se impressionou pelo fato de ter encontrado com ela desse jeito e ter dito tal palavra. Mas a ficha caiu quando já era tarde demais, uma série de guardas de pelo tingido de vermelho, caudas curtas e raspadas em forma de chumaço, vestindo capacetes grandes parecidos com os de hoplitas, mas cônicos, três se dirigiram, com lanças e escudos, até eles.

??????: Eu ouvi bem, ele te ofendeu?

Perguntou um dos guardas.

Somnanbula: Não, que isso. Acho que ele já entendeu.

Ela o encarou com raiva. Soarin observou levemente assustado.

Soarin: Opa...

Ele não disse mais nada, envergonhado e assustado. O guarda jogou sua lança e escudo ao chão, surpreendendo Soarin. Este se virou e deu um soco na cara do garanhão.

Soarin: AH!

O guarda lhe deu um cruzado, impossibilitando que se defendesse. Os outros dois se aproximaram e desceram Soarin aos seus joelhos depois de forçar com peso em seus ombros, estes quase se jogando em cima dele. O guarda desarmado se posicionou em sua frente e lhe deu um gancho no focinho, o lançando de costas ao chão.

Soarin: EARGH!

Somnambula: Ei, espera! Foi só um acidente!

Ela chamou atenção.

Os guardas ao redor o socaram no chão por mais um tempo e o erguerem. Soarin estava com marcas vermelhos e roxas no rosto e peito, seu nariz sangrava.

Soarin: Arrrgh...

Eles ameaçaram o prender com uma corda de sisal.

Somnambula: Não precisa disso! Eu disse que foi só um acidente!

Ela ordenou.

Somnambula: Deixa que eu assumo daqui com este rapaz.

Disse com assertividade, uma esta que deixou os guardas receosos. O desarmado pegou sua lança e escudo e os prendeu lentamente, encarando a pônei com desprezo, antes de voltar para o seu posto. Soarin deixou que sua magia meta desse conta de regenerar sua feridas. A garota se aproximou e viu de perto, encostando uma pena.

Somnanbula: Deixa eu ver. Está áspero, perdeu pelo na região.

Ela viu de perto e Soarin tirou pacientemente a pena dela e sorriu.

Soarin: Heh, isso não é nada.

Disse confiante.

Soarin: É só um arranhão.

Somnanbula: Um arranhão?

Ela estranhou, vendo que se parecia mais com uma região esmagada.

Somnanbula: Parece mais com um casco na tua cabeça.

Disse o óbvio. Soarin riu.

Soarin: Jura? Acho que sua língua diz muitas mentiras.

Ele brincou. Ela estranhou e se virou, indo embora. Soarin a seguiu.

Soarin: Perdão pelo... trombo. Acho que fui muito despercebido.

Somnanbula: É, eu vi.

Ela sorriu, mas pareceu mais forçado.

Soarin: Quero dizer, você não parece ser tão fácil assim... eh, a maioria delas não gostam disso.

Ele julgou o que disse e a si mesmo.

Somnanbula: De quem você está falando? Das potras e éguas que você julga??

Perguntou desinteressada, exprimindo mais vergonha nele.

Soarin: Não... isso foi só para tentar acertar a minha entrada triunfal.

Explicou, de forma mais natural e maneirada.

Soarin: Perdão, acho que não é assim que... se faz.

Disse em questões de cultura e a forma como se apresentou a ela.

Somnanbula: Você não merecia apanhar, não foi nenhuma violação.

Um milhão de coisas passavam na cabeça de Soarin, mas ele não entendia de fato o contexto e o papel da égua naquela sociedade, naquele tempo.

Soarin: Humm, você pareceu ter tudo sobre controle.

Ele parou e pensou, jogando verde.

Somnanbula: Claro, como alguém como eu não teria controle sobre aquela situação com os guardas?

Ela deu de ombros, achando normal e franziu o cenho após falar com orgulho, como se fosse uma pergunta boba.

Soarin: Você que me diga, eu não me sinto muito bem situado.

Somnanbula se cansou de ser seguida e parou.

Somnanbula: Por que está me seguindo?

Ela o olhou com neutralidade e ele percebeu que a estava seguindo.

Soarin: Sim, bem, é que eu não sou da cidade.

Ele revelou e sorriu envergonhado.

Somnanbula: Veio de uma região próxima, já que vejo que suas feridas já cicatrizaram.

Ela franziu o cenho, achando estranho isso ter acontecido com tamanha rapidez.

Soarin: É, isso.

Ele entrou no jogo.

Soarin: Não é muito difícil de se fazer, quando se aprende a mistura certa.

Somnanbula: Você é boticário?

Ela parou e perguntou. Soarin ficou de frente para ela.

Soarin: Bom, minha irmã é. Acontece que eu estou atrás do pônei que roubou o Papiro da Verdade.

Foi direto ao ponto.

Somnanbula: O que? Isso nunca aconteceu, sob a vigília do faraó.

Soarin: Hmmm, parece que ainda não pegaram o Papiro da Verdade.

Ele pressionou no comunicador, falando em voz alta. Somnambula ergueu uma sombrancelha.

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Na floresta em que se localizavam os templos, Twilight e Mage vão até o local em que o artefato havia sumido, localizada em uma parede contendo lanças, máscaras e outros objetos.

Twi: Foi aqui mesmo?

Mage: Sim...

Twi: Esse feitiço pode revelar o que aconteceu com ele.

Ela explicou. Em seu chifre, uma fagulha mágica esverdeada aconteceu e uma pequena bolha esverdeada começou a crescer, conforme ela se concentrava. Twilight fechou os olhos e se concentrou mais. Uma orbe contendo símbolos que rodavam no sentido horário e anti-horário, fazendo cliques de relógio, envolveram a sala, jogando um ar esverdeado e levemente etéreo por ele. Mage olhou confusa. De repente, uma forma holográfica da sua máscara apareceu na parede.

Mage: Ah!

Ela se assustou, com uma figura eqüina de traje negro e robótico, do lado de Twilight. O pônei caminhou até a máscara com cuidado, se estendeu e a pegou com a pata. Um portal se formou atrás de Mage, por onde o pônei andou e o selou. Twilight desfez o feitiço e ela encarou Twilight.

Mage: O que que...

Twi: Reversão temporal, mostrou o que aconteceu aqui.

Ela estava assustada, mas retomou sua pose.

Mage: Um demônio de metal roubou minha máscara!

Ela surtou. Então se sentou e olhou triste.

Mage: O que os deuses querem? Por que toda essa tristeza??

Ela se perguntou entristecida, Twilight ficou do seu lado.

Twi: Não foi culpa sua e eu duvido ter sido um demônio.

Ela afirmou com assertividade.

Mage: Sim, mas eu devia ter previsto isto. Devia ter me preparado para o dia que ia precisar me virar sem a máscara.

Ela disse como se fosse realmente parte de um plano ou como seria seguindo uma tendência. Twilight se espelhou com isso e respirou fundo, pensando em como seus problemas, ela também devia ter previsto de alguma forma.

Twi: É impossível prever o futuro.

Twilight falou com certa melancolia, chamando atenção de Mage.

Twi: Por certo de que ele possa parecer.

Ela olhou de volta. Mage virou o rosto.

Mage: Não!

Retrucou ela.

Mage: Alguém com responsabilidades deve sim tomar precauções e ter garantias.

Rebateu ela. Twilight concordou silenciosamente, ao balançar de cabeça dela.

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Soarin havia sido levado até o palácio real do faraó pela campeã de sua cidade após ele a convencer que era boticário com sua magia meta. O faraó, de pelagem púrpura, com vestimentas semelhantes as de Somnambula e com uma coroa mais proeminente, portando vários colares em seus braços e brinco de ouro, olhou Soarin esperando algo que o surpreendesse. Ele sentava-se ao seu trono, no topo de uma “pirâmide” de escadas, com cálices apagados.

Faraó Nakar: Muito bem.

Ele finalmente julgou, depois de Soarin reportar que o papiro ia ser roubado.

Faraó Nakar: Não é possível roubar o Papiro da Verdade. Eu sei de onde o senhor tirou estas informações.

Ele falou calmamente e apontou para Soarin com a pena da asa, sorrindo logo após. Somnambula entrou na frente de Soarin.

Somnambula: Perdoe-me, vossa alteza. Creio que este plebeu não tenha se explicado nas devidas palavras e-

Soarin: Eu sei do que eu estou fazendo.

Ele pôs o casco no peito dela e ficou do lado da égua.

Soarin: Nós estamos perdendo tempo. Eu não sou plebeu.

Ele falou por si mesmo depois dela ter tentado pela dele.

Soarin: Eu sou de um momento da história em que suas vidas já foram escritas. Eu tenho poder para impedir este roubo.

Insinuou ele, falando com naturalidade. Tanto o faraó, quanto o príncipe, os guardas e Somnambula, ficaram todos sem entender. O guarda que espancou Soarin na esquina entrou correndo com seus outros dois.

??????: Faraó, sua alteza, outra orbe negra se formou nas proximidades e está prestes a causar danos na cidade!

Ele se ajoelhou e alertou.

Faraó Nakar: Respondam à altura!

Ele deu o comando e a maioria dos guardas na sala desceram as escadas. Somnambula se afastou um pouco.

Somnambula: Aguentem aí, estou a caminho!

O movimento foi rápido e esperto, a maioria saiu e tinir de metal pode ser ouvido do lado de fora. Gritos de comandos e berros eram dados. O faraó e o príncipe desviaram sua atenção para o combate e começaram a organizar suas coisas.

Soarin: Ué?

Ele foi ver do lado de fora e viu uma série de tropas aéreas se locomovendo em uma direção, como um movimento militar em larga escala. Soarin vê pequenas explosões negras ao fundo, de origem desconhecida, esta que era protegida pelas casas de arenito, os cidadãos estavam correndo para a segurança. Ele tentou absorver a informação, contudo era muito movimento para tirar a cabeça do seu objetivo principal.

??????: O Papiro da Verdade!

Ouviu um grito dentro do palácio. Soarin voltou para dentro. O faraó estava sendo notificado de um roubo que estava sendo realizado naquele instante. Soarin pensou rápido e tomou a dianteira.

Soarin: Eu vim aqui lhe avisar disto!

Soarin falou ao lado do menssageiro.

Faraó Nakar: Os restantes dos guardas, acompanhem ele até o edifício em que o papiro se localiza.

7 guardas acompanharam Soarin, às pressas, até uma pirâmide negra e pequena, dentro dos limites da cidade, enquanto ouviam tremores e barulhos de choque. Ao virar na esquina, em uma rua que levava para dentro do templo com estátuas de mármore dos lados da entrada. Eles marcharam correndo até lá, quando um objeto globular que brilhava roxo, contendo o que parecia uma energia mágica roxa e negra dentro dele, pairou a frente deles. Se comportando como uma névoa negra, aquilo disparou eletricidade no grupo e eles desviaram ao se separar.

??????: Orbes!

Alertou ele. Outras duas surgiram atrás deles e os guardas se dividiram para lutar. Uma corrente que serpenteou pelo ar até Soarin o fez desviar pulando para frente, aonde ele se transformou em lobo-de-madeira e continuou correndo.

??????: Anubis!

O guarda viu Soarin virar lobo e desceu uma lança contra uma das orbes.
Correndo pela escuridão, Soarin se dirigiu pelo centro do templo até cair em uma única câmara grande. No final da passagem, havia um pônei de traje negro pegando algo semelhante a um pergaminho, enorme. Ele disparou naquela direção. O pônei se virou para encará-lo e um portal o engoliu, antes que Soarin chegasse mais perto. Ele destransformou.

Soarin: Droga!

Os guardas chegaram na entrada da câmara.

Soarin: O papiro foi levado! O ladrão o roubou!

Ele gritou da onde estava, frustrado. O faraó entrou logo depois e encarou o templo vazio, com Soarin no meio.

Faraó Nakar: Tragam ele até aqui!

Ele ordenou e assim foi feito, Soarin não resistiu.

Faraó Nakar: Você vem a minha terra, um estranho de outro lugar, falando tais coisas e ter poder, mas então o papiro se perde e vejo você ali. Aonde está?

Ele juntou tudo e julgou Soarin, falando com calma, mas de forma coerente.

Soarin: O pônei que o roubou usou um portal.

Reportou.

Faraó Nakar: Este templo foi feito para que somente a magia gerada por ele mesmo funcionasse aqui dentro!

Ele pregou e se ajoelhou, ficando cara a cara com Soarin.

Faraó Nakar: Aonde está?

Soarin: Ele foi embora, não consegui impedi-lo.

Afirmou.

??????: De fato ele tem poder, vossa alteza. Eu o vi se tornar Anubis e correr para dentro. Nenhum pônei conseguiria fazer isso dentro de tal templo.

Ele bateu firme a lança.

Faraó Nakar: Isto é verdade? Algum outro de vocês também o viu?

Ele perguntou aos demais, não houve resposta dos outros. O guarda olhou para Soarin.

??????: Juro que assim o vi, majestade.

Soarin: Não está comigo.

Jurou ele, mas ainda sim não se importava muito com o julgamento deles.

Faraó Nakar: Prendam este garanhão.

Ele ordenou com calma. Os guardas que o prendaram o levaram dali.

Faraó Nakar: Investiguem o templo, procurem pelo papiro. Se o pônei fugiu, não deve estar longe!

Os guardas começaram a sair.

??????: O que pensa, majestade?

Faraó Nakar: Ele estava acompanhado e foi deixado para trás. Com poder de fazerem isso ou não, não pode estar fora de nosso alcance.

O guarda acenou com a cabeça, apesar de discordar em parte e foi revistar o templo.

Soarin é jogado dentro de uma cela nas masmorras.

???????: Você será executado pela manhã.

Fez um guarda uma ameaça velada, o deixando para as trevas da noite. Soarin se aproximou.

Soarin: Eu tentei ajudar!

Ele gritou, mas o guarda ignorou. Soarin olhou melancólico e pressionou o comunicador em seu ouvido.

Soarin: Gente, temos um problemão!

Ele pôs a asa na cabeça, preocupado com os demais e desesperado. Ele reportou tudo o que aconteceu, em rede aberta sem querer, para todos.

Soarin: Ouviu, Doutor?

Flash: SOARIN, SEU DEMENTE!

Ele gritou do outro lado do microfone. Soarin paralisou com o chamar de atenção.

Soarin: Nossa, foi em rede aberta...

Flash: Que que deu em você de se revelar dessa forma, seu aparecido de araque!?

Flash o chingou sem piedade, acabou dando mais trabalho para a cabeça processando tudo de seu irmão.

Soarin: Eu não sei, Flash! Me deu esse impulso, essa vontade de querer falar e resolver abertamente!

Ele falou, dizendo como se não tivesse culpa.

Soarin: Eu acho que foi só no impulso...

Flash: Ah, cara. Você é retardado, na moral.

Reclamou.

Doutor: Crianças, parem de se chingar.

Ele estabeleceu a ordem com moral.

Doutor: Soarin, isso parece deriva temporal. Talvez já estivesse mais predisposto a isso do que os demais.

Ele supôs.

Soarin: Ah, não sei... agora só espero que surja alguém para eu poder conversar enquanto isso.

Disse, esperando o mínimo.

Flash: Não vai achando que vamos resgatar você antes de terminar.

Soarin: Não, eu estava dizendo para continuarem mesmo.

Somnambula o espiou pela abertura da cela.

Doutor: Todos, prestem atenção! Não podemos demorar muito tempo e dias estão passando. Se demorarmos demais, a tendência é a pressão social e temporal desta época acabar nos absorvendo para ela. Desligo.

Ele alertou.

Soarin: Ok...

Somnambula ficou de frente para a cela.

Somnambula: Tava falando sozinho?

Ela perguntou, querendo sinceridade na resposta.

Soarin: É... tava sim.

Ele respondeu sem vontade ou auto-estima. Soarin sentou no canto da parede.

Soarin: Não fui eu que fiz aquilo.

Ele tentou explicar, mas não surgia a vontade. Somnambula sorriu.

Somnambula: Então me diga, o que aconteceu?

Perguntou curiosa.

Soarin: Eu simplesmente corri até o pônei que falei, o ladrão, ele pegou o papiro e fugiu por um portal.

Disse desanimado, como se importasse.

Soarin: Como se fosse fazer a diferença agora.

Disse com dificuldade, ele tinha o impulso para continuar tentando, mas Somnambula não parecia ser fácil de convencer.

Somnambula: É, eu vi você se curar rapidamente daquela surra... talvez esteja falando a verdade.

Ela concluiu, mas ainda tinha dúvida e queria vê-lo fazer confissão.

Somnambula: Ainda sim, você é de fora...

Ela complementou.

Soarin: Isso importa? A minha missão acabou, eu não sabia nem o que esperar!

Ele rebateu irritado por ter se deixado levar pelo seu impulso. Somnambula viu que ele estava realmente sem auto-estima, não parecia ameaçar.

Somnambula: Bom, acho que não precisamos falar sobre isso. De onde você vem?

Ela se sentou na frente da cela e o observou.

Soarin: Eu não sou de um lugar próximo. Eu sou... desse mundo, mas eu caminhei pelo seu ontem que você já viveu, pelo seu amanhã que você viverá, a cada momento... antes de você nascer e depois de você morrer. Foi de lá que eu vim.

Ele tentou explicar para uma pônei leiga sobre a viagem no tempo e que ele era capaz de fazer tal proeza. Somnambula piscou duas vezes e franziu o cenho, sorrindo com malícia para ele, mas de maneira que exibia certo interesse.

Somnambula: Tá me fazendo um enigma?

Ela jogou.

Soarin: Erm...

Ele segurou seus joelhos com força.

Soarin: Se-Se você quiser encarar desse jeito.

Ele sorriu envergonhado.

Somnambula: Você veio do...

Ela pensou, olhando para o alto e pensativa.

Somnambula: ... do tempo?

Ela encarou Soarin, confusa.

Soarin: Sim.

Afirmou ele.

Soarin: E de muito longe.

Ela inclinou a cabeça para frente.

Somnambula: Então, você deve ter bastante paciência.

Ela sorriu.

Soarin: A cela que o diga.

Somnambula: Olha, você precisa disso.

Ambos se entreolharam.

Somnambula: Precisa de paciência. Ela vai te levar a caminhos impossíveis.

Ela tentou lhe dar incentivo a continuar lutando, nunca gostou que algum pônei perdesse as esperanças.

Somnambula: Eu vejo que você não parece ser do tipo ameaçador.

Ela voltou a julgar com ceticismo.

Somnambula: Mas não pode deixar que esse destino te afete.

Apontou para o que estava para acontecer.

Soarin: O que você é, uma terapeuta?

Ele brincou, com positivismo.

Somnambula: Eu não sei o que é terapeuta.

Ela sorriu, quase rindo.

Somnambula: Que palavra é essa?

Soarin: Alguém que fala com você, te instiga a seguir adiante ou outros caminhos.

Explicou ele.

Somnambula: Me parece bastante com o que faço. Sou conselheira do príncipe, as vezes uma oradora.

Disse sem jeito, não sabendo posicionar bem sua segunda tarefa.

Soarin: Oh, os selados tem uma patricinha entre eles.

Ele brincou.

Somnambula: Eu... mais uma vez... não entendi o que quis dizer.

Ela sorriu, envergonhada.

Soarin: Desculpa.

Ele se envergonhou também, e corou.

Somnambula: Até agora eu não te perguntei. Qual é seu nome?

Soarin: Meu nome é Soarin.

Somnambula: Soarin, tem que parar com essa melancolia e começar a pensar em coisas melhores aí dentro desse seu coraçãozinho.

Ela apontou brincando e fingindo falar sério. Soarin desmanchou quando quando ela mencionou "coração" ao invés de "cabeça".

Soarin: Ah, as expressões de antigamente...

Ele brincou.

Somnambula: É, sua cabeça está pensando muito no passado.

Seguiu ela o fluxo da conversa e riu junto com ele.

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Flash via ao longe as luzes de uma cidade-estado grega, Gallopolis, localizada em um campo verdejante aberto, no topo de uma pequena colina. Não haviam montanhas no horizonte limpo e estrelado da noite, a cidade esra rodeada por uma muralha e havia um edifício com obeliscos brancos, além de s6r fácil de ver as tochas acesas.

Algo pesado pôde ser ouvido cai6r pe6rto de Flash, ele se virou com um impulso defensivo. Atrás dele havia pousado um pegasus de pelo azul, com a6madura g6ega e capacete de hoplita, que se mantém de cara fechada e testa franzida para Sen6ry, parado como uma estátua.

???????: Grimhoof, acabou fazendo barulho de novo.

Disse uma égua, que pousou do lado direito de Flash. Ela tinha pelagem roxa escura, uma cicatriz cortando o olho esquerdo e c6

rina negra em franja.

????????: E você acabou de falar em voz alta, Nimbus Dash.

Outra égua pousou, do outro lado, esta de pelagem azulada com sardas b6ancas pelo corpo.

??????????: Não importa mais.

Uma voz familiar chamou a atenção de Flash. Este pousou entre ele e a cidade, quase que de forma perfeita na grama, de maneira imperceptível. Flash abandonou sua posição defensiva e se virou para trás, para encarar seu chará, Flash Magnus.

Grimhoof: O peso ainda foi capaz de impressionar, né?

Nimbus Dash: Olha ae a voz de quem não fala!

Flash Magnus: E continua a falar!

Eles ficaram se zoando. Flash se encontrou confuso.

Flash: Opa, e eu aqui!?

Ele chamou atenção. Todos pararam e o encararam, exprimindo os olhos.

Nimbus Dash: Tem razão, o cara ainda taae.

Ela apontou, falando com rebeldia.

Flash: Vê se parem com essa discussão adolescente boba e me escutem!

Ele falou sério, irritado com o tom juvenil deles.

Flash: O destino de toda Equestria está em perigo, eu preciso que você me ajude com um negócio!

Ele apontou para seu chará. O grupo inteiro piscou e riram com vontade de rasgar o céu.

Nimbus Dash: Nossa, mas esse vovô é mesmo muito ranzinza.

Ela continou rindo.

Flash Magnus: Verdade...

Eles se recomporam aos poucos. Flash Magnus notou que Flash não tinha verrugas ou qualquer sinal de velhice.

Magnus: Ou será? Ele tem crina grisalha, mas não parece velho.

Flash o encarou irritado, não gostando nada nada da zoeira.

Flash: Olha quem disse, nós temos praticamente a mesma idade!

Ele bateu a perna, irritado.

Magnus: Duvido, olha essa sua crina.

Ele zoou.

Flash: Quer dizer, não tem como a gente comparar a nossa idade.

Ele olhou-se para si mesmo, pensando em sua regeneração como sua segunda vida do zero, além da viagem no tempo que ele e Magnus realizaram em seus devidos momentos da vida. Flash respirou fundo.

Flash: Olha, meu irmão está preso na Arábia Selada e eu estou desesperado. Preciso saber se o seu escudo está seguro.

Magnus: Mas que coisa ridícula, o que uma coisa tem haver com a outra?

Flash: O seu escudo, Flash Magnus!

Ele o chamou atenção, assustando todos ao revelar que sabia seu nome. Este desceu um dos olhos, em sinal de raiva.

Magnus: Sim... está comigo.

Grimhoof: Esse daí é um daqueles bêbados.

Ele julgou, mas Flash não disse nada.

Flash: Ótimo.

Continuou a falar no seu tom sério.

Flash: Eu e minha equipe estamos espalhados por vastos territórios, encontrando os artefatos de poder de distintos pôneis, para impedir que um saqueador, um ladrão muito habilidoso, o faça.

Explicou Flash, tentando convencê-los.

Magnus: E como sabe do meu escudo?

Ele perguntou no mesmo tom sério.

Flash: Eu também sou um soldado, como vocês...

Grimhoof: E aonde está sua armadura?

Flash: Quanto mais eu responder, mais vão ter perguntas. Contudo, é bem simples, gente. Como soldado, eu fui enviado pelo meu superior de Cloudsdale, sem carta enviada, para avisá-lo sobre isto. Me passo por um simples e humilde pônei para que este saqueador não tome as devidas medidas.

Mentiu ele, falou bem calmamente.

Magnus: De qual raça ele é?

Ele perguntou, com um certo nojo.

Flash: Unicórnio. Ele usa magia.

Os soldados se entreolharam.

Magnus: Ok, sem mais adiamentos. Venha, deve estar exausto.

O semblante dele ficou mais sério. O esquadrão o cercou e o levaram até a cidade. Flash contou a história melhor, tirando a parte de viagem no tempo.
Acolhido no quartel da cidade de Gallopolis, o esquadrão estava questionando Flash Sentry com uma abordagem mais carismática, receptiva com cerveja e vinho. Flash bebeu enquanto encostava sua cabeça em uma cadeira confortável de sisal.

Flash: Ele certamente está atrás desse seu escudo, por causa de seu grande poder.

Ele falou um pouco tonto.

Magnus: Concordo plenamente, vocês não?

Ele zombou.

Grimhoof: Um escudo velho daqueles com uma grande força de defesa... é...

Ele zoou de volta e Magnus o encarou com um certo desprezo por ter zombado além dos limites.

Flash: Isso mesmo.

Ele se impinou e ficou com as costas retas. Houveram movimentos dentro e fora do quartel, até um sinal de fogo ser visto pelo quarteto do lado de fora da janela.

Nimbus Dash: O sinal de fogo, isso não deve ser coincidência!

Ela alertou.

Magnus: Duvido que seja isso mesmo.

Ele olhou Flash Sentry, este olhou de volta preocupado, sabendo que o sinal normalmente era uma distração. Flash seguiu eles pelos corredores às pressas, aonde bateram de frente com um grupo de 6 soldados.

Magnus: O que está acontecendo!?

???????: Senhor... eu quero a minha mãe!

Gritou um dos soldados. Ele se virou para Magnus e todos notaram que ele estava profundamente bêbado, a porta para fora era do lado e pareciam ter comemorado, haviam canecas no chão, perto do pequeno bar dali.

Nimbus Dash: Eles beberam de forma celebre nestas últimas horas.

Ela pegou uma das canecas do chão e estreitou os olhos.

Magnus: O que está acontecendo, por que o sinal de fogo!?

Ele bateu firme a pata. Flash percebeu o que estava acontecendo e rapidamente correu todo o corredor de volta sem que a legião de Magnus notasse. Flash pulou da janela e se desfigurou por completo em uma nuvem negra, aonde voou até a uma barraca de armas aonde o escudo estaria sendo mantido. Lá dentro, o pônei de traje estava estendendo a pata para cima do escudo.

Flash: P-p-parado a-aí!

Ele tropeçou e deu de cara com a parede da barraca, ainda tonto por ter bebido.

?????: Quem é você!?

Flash correu para cima dele para lhe dar um soco, mas ele desviou rapidamente a cabeça para trás. O soco de Flash foi muito previsível e lento. Ele pegou Flash com as duas patas, lhe desceu uma joelhada forte na altura das costelas, ergueu o rosto dele e lhe deu um soco com sua luva de metal na têmpora.

Flash: AI!

Flash se joga para cima do escudo. Ele pega Flash perdido em seus movimentos sem fineza e trêmulos e o jogou com tudo para o chão. Em um movimento esperto, o pônei pegou o escudo e se virou, abrindo um portal na sua frente.

A legião chegou correndo na barraca uma meia hora depois. Flash havia caído no chão e dormido por meia hora. Magnus o ergueu e deu vários tapas em sua cara.

Magnus: CADÊ O ESCUDO!?

Flash acordou com um susto.

Flash: AH! Deve ter pego ele-

Ele olhou assustado, sabendo que tinha desmaiado.

Magnus: Eu não entendi a razão disso.

Ele olhou fixo para a mesa vermelha em que estava o escudo.

Magnus: Por que fariam isso?

Os demais também não souberam explicar as razões de pegar um escudo velho. Todos sabiam a missão que um soldado na posição de Flash Sentry tinha de guardar seu segredo, apesar das dúvidas. Naquele momento de dúvida, em que Magnus quase se virou para interrogar Flash à força...

Magnus: Você...

O vento mudou e um som tomou conta do ar. A TARDIS se materializou do lado de fora da barraca, o que chamou a atenção da legião ali dentro. Flash foi na frente.

Flash: O que é isso?

Ele perguntou no microfone. A porta se abriu e Doutor saiu dela com o Mage, Rockhoof e Mistmane. Flash continuou encarando confuso para ele. Doutor bateu com o casco no rosto.

Doutor: Fui muito imprudente enviando todos vocês sozinhos e por conta própria.

Disse, com seu ego ferido. Flash sorriu para ele com malandragem.

Doutor: Ainda nem sei como consertar essa Aberração.

Ele reclamou e voltou para dentro. Os Pilares entreolharam-se e viram a expressão de surpresa paralisada em todos os 4 da legião.

Rockhoof: Então... urm... qual de vocês é o Flash Magnus?

Flash Sentry deu duas cotoveladas em Magnus e sorriu para ele.

—_________________________________________________________

A TADIS se materializou na Arábia Selada durante a manhã. Soarin estava sendo levado pelos guardas pelos corredores do templo, para uma execução em público. A multidão havia sido reunida e uma base de arenito montada, com um executor brandido com armadura e portando uma foice com bastão longo. Soarin foi posto ajoelhado na frente de uma pedra de arenito e o executor cortou sua crina bem na região da nuca.

Soarin: Agh...

Raspou a pele dele, deixando em carne viva.

Faraó Nakar: Essa é a primeira linha de execução dessa manhã. Começando por um grande mentiroso de terras externas.

Ele apontou para Soarin.

Soarin: Oh, peraí! Não vai ter nenhum discurso, não? Nem últimas palavras?

Ele foi falando enquanto o executor erguia, devagar e com gosto, a foice sob sua cabeça com as duas patas.

Soarin: Peraí. PERAÍ!

Ele gritou. Uma explosão azulada tomou conta do céu. EVA havia atirado do meio da multidão para o alto, aonde ela tirou seu disfarce de pônei e revelou sua aparência oval de máquina flutuante.

Todos: OOOOH!

O faraó sentiu uma coisa fria em sua nuca.

Mistmane: Fica paradinho.

Ela ameaçou em um tom de zombaria, com seu chifre encostado na nuca dele. O executor também se encontrara na mesma posição, com Twilight posicionando seu chifre contra ela. Flash, Magnus e Rockhoof cercaram um grupo de 5 guardas com suas armas. Sentry os cercou com cristais negros após pisar no chão e conjurá-las com sua magia meta. Meadowbrook correu até Soarin e cortou suas amarras com uma simples adaga. Mais guardas chegaram e os cercaram por trás, criando uma sinuca de bico. Meadowbrook ameaçou um único guarda quando se pôs atrás dele com sua adaga ao pescoço.

Mage: Ah, ah! Nós pegamos ele e vamos embora!

Ela disse em uma voz alta e autoritária. Twilight e Mist haviam sido ameaçadas com armas brancas.

Guarda: Você primeiro, estrangeira!

Ameaçou cortar Twilight. Mage sibilou para ele.

Somnambula: Parem tudo isso!

Ordenou ela. O guarda recuou rapidamente a sua arma após ver ela pousar do lado das duas amazonas em posição de batalha-defensiva para salvar Soarin. Ele percebeu ela do seu lado e deu um pequeno sorriso.

Somnambula: Tanta confusão para nada, meu faraó! Acho que este garanhão não vale de nada.

Ela apontou, julgando com sua própria palavra de poder, uma vez que tinha um alto status quo na Arábia Selada. Mistmane recuou o chifre. Nakar encarou ela e os demais Pilares e Originais, retomando sua postura normal e diplomática.

Faraó Nakar: Assim anseia?

Ele perguntou, uma vez que a execução seria por diversão.

Faraó Nakar: É cabeça de estrangeiro.

Ele apontou, como uma meta que poderia ser batida.

Somnambula: Sim, mais uma ou outra não fará diferença.

Afirmou. Doutor correu entre os guardas e roubou a cena.

Doutor: Boa! Próxima parada: Canterlot!

Ele gritou.

—_________________________________________________________

Uma antiga cidade em construção jazia no topo de uma colina com rochedos castanhos ao seu redor, longe da grande montanha que se centrava no casamento de várias terras e do território. A cidade encostada na montanha continha tendas e cabanas em sua frente, essas com seus tecidos tingidos de vermelho e com um logotipo de uma cruz de madeira, contendo uma arruda de seu lado esquerdo e o símbolo de uma espada à direita. Algumas tendas continham símbolos de traços convexos se cruzando como um “+”. Eram os símbolos da Inquisição e das Cruzadas que tomavam conta da região fora de Canterlot, mastros contendo os símbolos da Inquisição estavam erguidos aos montes. Perto dos mastros, havia fumaça e cruzes com corpos enegrecidos crucificados e queimados presos à estes e aos mastros.

Os Originais e os Pilares de Equestria observaram a cidade e a sua violência expondo a forma doutrinadora da crença e da perseguição. Os grupos estavam levemente separados.
Eles prestaram atenção, vendo uma maré de pôneis praticamente escravizados serem arrastados por soldados até a cidade. Uma fogueira enorme fora acesa perto da entrada da cidade e alguns dos pôneis foram presos perto dela.

Doutor: A Inquisição. Vamos seguindo.

Eles foram devagar.

Mistmane: Sabem que... creio que nenhum de nós estava para se ver assim dessa forma, se este fosse realmente nosso destino.

Disse calmamente, entre os demais supostos Pilares.

Magnus: Os pôneis se reúnem somente por um motivo, em alguns lugares, hoje em dia.

Respondeu com rispidez.

Somnambula: Somente o pônei pode fazer. Como pode, talvez pensem? Os diferentes... todos aqui são de locais distintos de Equestria, de locais até que desconhecia. Como pode essa diferença podem estar nos levando a um destino de nos conhecermos??

Ela pensou em voz alta.

Rockhoof: As coisas grandes que já fiz envolveram sempre ter protegido a minha tribo de uma grande tragédia, um grande desastre e até um monstro.

Ele disse em uma voz altiva e confiante. Soarin ouviu a conversa deles, se mantendo de cabeça para frente e se sentiu desconcertado.

Mage: Huh... por acaso isso é o que define o nosso destino!?

Ela julgou pesadamente com seu tom, todos os pilares expressaram desprezo de alguma forma.

Entre a colina e a cidade, os soldados que iam chegando uma hora os avistou e os abordaram antes da cidade.

Guardas: Oh... PAGÃOS!

Um deles gritou, depois de ver o quão diferentes eram com suas vestimentas e as raças as quais pertenciam. Os guardas os cercaram aos montes que iam chegando, todos de olhos bem arregalados ou testa em fúria, com seus cascos, dentes ou feitiços firmes no cabo da lança e da espada, apontados aos dois grupos de heróis.

Doutor: Oh, olá! Eu conheço suas majestades, Starswirl e Galaxia.

Ele falou por todos. Doutor fez o sinal da cruz sobre o peito e beijou o casco assim que cruzou o “Espírito-Santo”.

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Doutor: Salve a Rainha. Que Deus a abençoe!

Gritou ele. Os demais o repetiram, os Pilares fizeram com dificuldade, sem excessão, não reconhecendo Galaxia como a governante suprema de todos os pôneis.

Guardas: Se é assim, então vocês estão livres para entrar na cidade.

Eles foram andando e os guardas continuaram a acompanhar, os mantendo cercados.

Flash: Como assim “livres”?

Guarda: Você entendeu!

Ele afirmou convicto.
Os grupos foram levados pela guarda pelas ruas principais da cidade, como se fossem prisioneiros, até o palácio real. Assim lá dentro, poucos guardas se destacaram dos demais e continuaram acompanhando eles pela longa sala com 7 pilares de mármore, cujo chão refletiam, claro como cristal, com enfeites e desenhos semelhantes aos encontrados em superfícies cristalinas. Chegando próximos do trono, lá estava um pônei de pelo branco claro, quase albino, crina azul com alguns feixes brancos, penteado para frente com um pequeno topete, levemente semelhante ao novo corte de crina de Flash Sentry e uma barba grande e solta, este também tinha brincos de ouro e um bracelete dourado na perna direita, com uma aparência de 30-40 anos, não chegando muito na metade dos 40. Ele estava com uma pequena coroa dourada em sua cabeça.

Guarda: Meu príncipe.

Ele se ajoelhou e bateu com o casco direito no peito. Flash olhou e seus olhos brilharam, vendo seu avô adotivo, mais jovem, no trono, sendo chamado de príncipe. Flash sorriu orgulhoso e Twilight percebeu e se aproximou dele sorrateiramente, o cutucando de leve no ombro.

Twi: Viu, Flash? Ele foi governante, o meu ídolo!

Ela disse animada, Flash também vibrou.

Flash: Sim, olha ele mais jovem!!

Ele apontou para a própria cuts, com sua crina e barba brancas, em contraste com a cor de crina de seu avô.
Doutor se destacou.

Doutor: Príncipe Starswirl.

Ele se ajoelhou de leve e rapidamente se levantou.

Doutor: A história do seu reino só irá continuar se encontrarmos, todos juntos...

Ele disse, olhando para os demais Pilares.

Doutor: ..., uma forma de proteger o Livro da Feitiçaria.

Falou em voz alta e explicativa. O príncipe se inclinou para frente e encarou com olhares de julgamentos.

Starswirl: E queres fazer isto junto com, nem um pouco mascarados, pagãos??

Julgou ele.

Doutor: Estou falando da realidade, de seu livro estar em perigo.

Starswirl: Como assim? Por que se referes à realidade de tal maneira?

Doutor: Porque ela está mudando. Algo que devia acontecer de uma forma assim não foi.

Starswirl: Sim, bem curioso... isto é verdade!

Ele pregou.

Starswirl: Há um bando de inter-raciais no meu palácio. No palácio da rainha!

Ele falou em voz alta.

Starswirl: Protetores do Santo Ofício, despachem e normalizem estes hereges!

Ele ordenou. Guardas se aproximaram na intenção de crucificar, açoitar e/ou incendiá-los. Flash se destacou também.

Flash: Starswirl!

Ele falou em voz alta.

Flash: Você tem duas filhas: Celestia e Luna.

Ele falou calmamente, com o maior prazer. Starswirl ergueu o casco e os guardas recuarem, este ficou pasmo e se levantou.

Starswirl: Como sabes que... eu e minha mulher...? Filhas?

Falou como se fosse um grande segredo que fora revelado.

Starswirl: Estamos tentando ter filhos. A rainha desconfia de uma possível gravidez... mas é incerto.

Disse com certa frieza, mas parecia mexido com isso. Ele não sabia explicar, mas as palavras o chaqualharam de uma forma realista, parecia real o que Flash lhe disse. Avô e neto trocaram olhares de confiança por um momento, que começou por Flash.

Starswirl: Vamos ouvir o que tens a dizer.

Guardas entraram rapidamente.

Guardas: Príncipe, a cidade está sob um ataque pagão!

Gritaram eles.

Soarin: Essa coisa de ataque nunca acaba, caramba!

Reclamou ele.

EVA: Só pode ser ele.

Ela olhou para trás.

Starswirl: Muito bem, ir-demos lá para fora.

Ele ordenou aos guardas e levantou-se. Os Pilares foram no instinto e os Originais seguiram eles. Há algumas ruas do castelo, o pônei cibernético fez uma série de guardas inquisidores pararam no tempo após uma explosão verde, cronocinética, desviou deles e chutou alguns para o lado.

??????: Vocês são todos uns bostas!

Ele chutou a bunda de um guarda.

??????: Olha isso!

Ele fez o tempo correr novamente, alguns tropeçaram e outros se atacaram se querer.

??????: Cavalos dos cavernas.

Ele desviou de uma lançada e uma espadada, parando o tempo novamente e socou-lhes na cara. Ele fez o tempo correr de novo e todo o grupo trombou e foi ao chão.

??????: Não estão usando a cabeça!

Ele apontou para sua cabeça, após zombar com um tom de superioridade.

??????: Vão no Rambo, vão!

Ele dançou e continuou andando até o palácio. Os grupos o viram brincar com a guarda e praticamente andar e dançar em um tapete vermelho extendido até o castelo.

Soarin: Huh! Riku Dois!

Ele zoou.

?????: O meu nome é Walker Gabriel, Pilares.

Ele se virou com um movimento esperto, se virando diretamente para Starswirl.

Walker: Mas também podem me chamar de Cronos, para encurtar.

Disse todo cheio de si. Starswirl se manteve quieto e rangeu os dentes, ele deu um passo a frente e se teleportou para a frente de Cronos e o acertou no peito com uma rajada branca, o lançando contra a parede de uma casa.

Cronos: Ah- AHAHAHAHAHA! Eu AMO um DESAFIO!

Ele comemorou de forma psicopática, quase rindo novamente. Starswirl se teleportou para o lado dele, o pegou com um chicote de energia branca formada a partir de seu chifre, o envolvendo pelo braço e o girou no ar, o lançando de costas no chão.

Cronos: Argh!

Gabriel se levantou rapidamente e tentou socar a cara do príncipe, mas errou por 2 metros. Cronos calculou a distância e tomou outra rajada, esta que o fez virar a cara e o corpo com o tiro.

Cronos: AGH!

Ele retornou socando a cara de Starswirl, o impedindo de reagir, além de uma explosão concentrada de campo de força que fez Gabriel se afastar. Ele pressionou seu pulso, fazendo Starswirl parar no tempo e lhe deu uma rasteira. Os demais Pilares desceram as escadas do castelo na intenção de lutar.

Magnus: Ok, vamos se espalhar e atacar ele. Cercado, ele não consegue!

Ele disse aos demais enquanto corria e alçoou vôo. Os demais foram na cara e coragem, desarmados, irritados com o roubo de seus artefatos. Rockhoof tirou a lança de um soldado no chão, Mistmane preparou um feitiço, Mage ficou próxima desta e pegou uma lança do chão, Somna encarou Walker Gabriel e assumiu uma pose de luta equidistantemente dos demais após calcular a distância entre ela e Magnus no ar, Starswirl se afastou e se posicionou após ver que Walker estava distraído, observando os movimentos de todos.

Magnus: Certo, avante!

Ele gritou e mergulhou. Mistmane e Starswirl se entreolharam confusos e Somna foi a única que atacou junto com Magnus. Rockhoof atirou a lança após perceber que era um grito de guerra. Mistmane e Starswirl atiraram rajadas. Walker abaixou e a lança acertou perto de Somna, ela desviou e isso deu espaço para Walker abaixar e desviar das rajadas, que atingiram Mage no peito, a lançando ao chão com tudo.

Mage: AHHH!

Walker correu desviando das rajadas até Somna, ela tentou lhe segurar, ele pulou e deslizou pelo chão, fazendo-a ser acertada pelas rajadas no peito e rosto. Ela desmaiou e os unicórnios pararam de atirar.

Starswirl: Pegasus! Pensastes antes de agir e fiquem longe das rajadas!

Ele julgou irritado. Mistmane se sentiu insegura com a forma como ele falou.

Magnus: Não entendi nada, cristão.

Ele o ignorou e cercou Walker com vários vôos ao redor dele, o que o fizeram tentar acertá-lo com chutes, mas errou. Rockhoof correu para cima de Gabriel, que tentou correr, mas Magnus o fez ir de encontro ao gigante terrestre, que ameaçou abraçá-lo. Walker parou o tempo de Rockhoof e o fez ficar paralisado, o usando como escudo contra Flash Magnus. Mistmane acertou Walker com uma rajada, o lançando no chão e Magnus pousou em cima dele. Walker o virou assim que o fez e o imobilizou, de forma que impedisse que qualquer outro pudesse ajudá-lo.

Starswirl: Eu disse para pensar!

Seu ego gritou.

Magnus: AAAAAARGH! Tirem ele de cima!

Mistmane tentou levitar Walker para longe dele, mas ele segurou Magnus com força e o arrastou. Mistmane o levitou para perto e Starswirl atirou. Walker congelou todos, libertou Magnus e andou até ficar de lado com Mistmane. Ele descongelou o tempo, Magnus é atingido nas costas por uma rajada poderosa e lançado contra uma parede com toda a força. Walker apenas apagou Mistmane, horrorizada com este súbito e imperceptível movimento diante dela, com um soco na cara. Starswirl é congelado no tempo novamente, à queima-roupa.

Flash: Puta que pariu!

Os Originais desceram as escadas, para lutar como o reforço. Eles o cercaram da mesma forma e avançaram, mas Walker congelou todos no tempo. Twilight e EVA haviam atirado rajadas, ele descongelou ambas e seus tiros se cruzaram, causando uma explosão que lançaram Doutor, Soarin e Flash ao chão. A explosão também afeta os outros Pilares e os afastam ainda mais.

Walker: Vocês também não vão usar a cabeça??

Ele zoou e saiu andando para o castelo. Flash Sentry se reconstruiu por inteiro em pé e correu atrás de Gabriel.

Flash: Ei, volte já aqui!

Ele berrou. Ambos correram castelo adentro. Gabriel entrou na biblioteca gigante da realeza, uma enorme sala com várias estantes, com algumas estando nas laterais das paredes e até no teto, com paredes que se moviam de um lado para o outro como portas, praticamente criando um ambiente em construção lá dentro. Walker andou um pouco até todo o interior se posicionar e formar uma sala, esta que estava com algumas paredes e partes do teto dobradas magicamente sobre si mesmas, era uma sala repleta de estantes em todos os lados. O Livro da Feitiçaria de Starswirl estava em um pedestal de pedra no centro da sala. Gabriel o pegou e abriu um portal e começou a atravessá-lo, quando Flash se jogou contra ele e ambos entraram no portal. O portal na realidade era um buraco de minhoca, em que ambos aceleraram de forma que não poderiam reagir, se não se defender das constantes paredes de energia que se moviam rapidamente pela Zona Temporal.

Flash caiu rolando por dentro de uma sala. Ao se levantar alerta, ele viu que seu redor era composto por uma sala altamente tecnológica e pequena, parecendo ter o tamanho de um calabouço. Aquele cubículo fora sonicado por Flash, tudo de origem alienígena.

Walker: Ahh... não acredito que isso aconteceu.

Flash olhou ao seu redor, procurando de onde poderia vir a voz dele, mas vinha de um local desconhecido. O interior era cinza e negro, com poucas luzes azul e verde de tecnologia.

Walker: Se eu soubesse o que estivesse para acontecer daqui para frente... é como se... tudo que devesse acontecer na história, minuciosamente, não acontecera mais... por algum motivo.

Ele disse, sutilmente suspeitando. Flash se zangou.

Flash: Claro que não, imbecil! Aonde você arranjou toda essa tecnologia?

Ele apontou.

Walker: Isso é da minha autoria, não é seu para xeretar ou saber, muito menos mexer.

Ele respondeu no mesmo tom de volta.

Flash: Você deve muitas satisfações aqueles que está arruinando! De uma forma ou de outra...

Respondeu de forma fria.

Walker: Não estou arruinando. Isto não é ruína, não vejo ela em nenhum lugar, além da volta daqueles que mexem com o que não devem, sabe? Tipo o desconhecido.

Falou sobre sua própria tecnologia.

Flash: É... exatamente, deveria tentar a sorte dessa vez!

O provocou para um confronto físico.

Walker: Esses confrontos? São apenas passos, verdades ditas e comparações, não chega a atingir no coração, não é?

Ele brincou.

Flash: Não entendi aonde quis chegar com tudo isso.

Walker: Isso porque estou sempre um passo afrente de cada um deles. Até mesmo de vocês, assassinos.

Ele julgou e Flash arregalou os olhos.

Flash: “Assassinos”??

Ele parou e olhou ao redor, com medo.

Walker: Ora, você e sua família não eram um bando de assassinos? A Twilight... você.

Flash ficou mais irritado e deu um passo para trás com raiva, aonde ele pisou em um ladrilho que afundou e prendeu na pata agulhas negras que lhe injetaram veneno.

Flash: ARGH!

Ele sentiu o efeito do veneno e isto subindo pela corrente sanguínea rapidamente. Flash se contorceu de leve e rapidamente carregou seus olhos com energia regenerativa de Senhor do Tempo, causando uma pequena regeneração interna e apagando os efeitos do veneno. Flash refez sua perna fora da armadilha, olhando friamente par os lados.

Walker: Ué???? Isso não é possível, somente se você fosse um Senhor do Tempo!!!

Ele disse, como se tivesse paralisado do outro lado. Flash viu uma pequena movimentação nas paredes negras da sala.

Flash: Errado. Sou meta-pônei!

Seus olhos esfumaçaram negro e ele se desfez em uma fumaça, se lançando fisicamente em cima de Walker para o chão.

Walker: Agh!

Walker sem querer desceu a pata sobre um painel por inteiro, na tentativa de se segurar. O local inteiro brilhou vermelho e começou a soar um alerta. Flash ergueu Walker contra a parede com força e o socou bem forte na cara com um punho de gorila. Flash viu os Artefatos roubados em um pedestal negro tecnológico e pegou cada um deles com tentáculos esticados de suas asas. Walker se levantou lentamente, se apoiando na parede. Flash o segurou com força pelo braço e bateu seu braço.

Walker: AGH!

Flash forçou abrir um vórtice temporal com sua SSD bem perto do seu dispositivo. Flash o nocauteiou de raiva após isso e pulou se transformando em uma nuvem negra, de volta para o portal a Equestria Antiga.

Walker: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA-

O buraco de minhoca levou Flash para fora de uma nave negra com dois lobos, espacial, que flutuava pela Zona Temporal, esta que explode aos pedaços após o sinal de auto-destruição terminar.


—_________________________________________________________

Um tempo depois, Canterlot estava se reorganizando após o ataque. Doutor se focou em sua equipe, ao ver que tudo estava indo com os conformes.

Doutor: É isso...

Ele se virou para o trio que trouxe à TARDIS.

Doutor: Eu deveria ter sido mais atencioso com vocês, equipe. Não pude tê-los deixado por conta própria em uma época do qual nunca visitaram antes.

Disse dando de ombros, reconhecendo seu erro com uma humildade reconhecida no tom.

Soarin: Está sempre perdoado, Doctor Whooves.

Ele brincou.

Doutor: Ei, eu não me lembro de incluir “Whooves” no RG.

Ele mostrou o papel psíquico a Soarin, brincando. Soarin inclinou a cabeça.

Soarin: Opa, ta escrito aí que você é de 1000 anos da Equestria Contemporânea, foi cuidado por lobos e feito de refém por uma lata de sardinha humanóide que fala esquisito.

Ele brincou de volta. Doutor franziu o cenho e olhou para sua carteira falsa.

Doutor: Ué? Não tem nada.

Soarin: Claro que não.

O trio encarou Soarin de olhos arregalados. Soarin olhou para eles com orgulho.

Twi: Soarin precisa de estudos.

Ela virou os olhos para Doutor.

Doutor: Sim... precisa mesmo.

Ele franziu o cenho.

Flash: Eita, ele tem a cabeça tão evoluída assim?

EVA apontou para Flash.

EVA: Ainda não entendeu o que aconteceu aqui??

Todos caíram na risada, Soarin não entendeu.

Soarin: Heeeeeeiiinnnn?

Ele olhou confuso.

Twi: Doutor, o que acontece aqui?

Doutor: Os Pilares foram reunidos pelas pessoas erradas.

Ele explicou. Os Pilares se reuniram do lado deles para conversar entre eles e Doutor se virou.

Doutor: Somente um pônei pode reuni-los, mesmo depois de tanta catástrofe.

Ele falou aos demais. Os Pilares estavam conversando a respeito dos Originais.

Doutor: É um dever fácil. Os 7 tem que se conhecer da forma natural, passar pelos desafios que irão enfrentar com suas diferenças de cultura, origem, religião e até maneira de falar...

Ele continuou falando com um tom de grandiosidade, como se desse uma aula de História.

Doutor: Ainda sim. Estes 7 formarão o maior grupo de heróis que já caminhou na História Conhecida de todo o planeta, se tornando tanto lendas para os pôneis, quanto para seres estrangeiros até do outro lado do globo.

Ele terminou, mas faltou algo. Doutor inclinou a cabeça e respirou fundo.

Doutor: E eles... as ameaças que irão enfrentar... foram todas de níveis imprescendíveis.

Ele se virou à equipe.

Doutor: Até dos mais altos níveis cósmicos.

Twi: Então... o Aethelstan é que vai reuni-los.

Doutor: Sim. Precisamos fazer o seguinte...

Ele começa a explicar. Os Originais abandonam aquele dia e retornam alguns dias atrás com os Artefatos recuperados, recolocando cada um deles, em segredo, logo após eles terem sido roubados ou assim que mais nenhum pônei estivesse no local após o roubo.

Doutor: Nós iremos realocar cada um dos objetos para seus locais de desígnio. Isto irá selar a nossa linha do tempo a parte da alternativa, que agora se eternizará em um loop temporal para Walker Gabriel. O loop temporal está fora da linha original que retorna aos trilhos, com o retorno dos Artefatos roubados em seu lugar. Enquanto isso, os Pilares ainda tem uma longa jornada pela frente.

Cada um dos Pilares percebe, no passado, que seus Artefatos roubados haviam retornado ao lugar e se exaltaram ou ficaram contentes, apesar da improbabilidade.

No mesmo momento que Starswirl notava isto, do lado de fora de Canterlot, em uma colina distante, um jovem escriba e erudito de pelagem cinza e cauda e crinas azul-escuras, com uma bolsa cheia de pergaminhos, livros e penas, vestindo um manto simples, observa a cidade durante a Inquisição ao fundo. Bem no mesmo lugar em que as duas equipes antes estavam, começa então a linha do tempo dos Pilares da Antiga Equestria.

De volta na TARDIS viajando pela linha do tempo...

Doutor: Então, o que aconteceu com Walker Gabriel?

Doutor se virou para Flash, o perguntando de surpresa. Flash se assustou por um momento e olhou rapidamente para os demais membros da equipe.

Flash: Bom, ele...

Flash se lembrou do som de explosão o assustando enquanto viajava pelo vórtice.

Flash: ... escapou.

Mentiu com dificuldade ele. Doutor desmanchou o rosto de calmaria para uma expressão séria, encarando Flash nos olhos.

Doutor: Muito bem.

Ele voltou ao seu espírito brincalhão de sempre e se virou para o painel.

Doutor: Equestria Antiga assim a deixamos para trás.

Ele mexeu no painel, se virando lentamente com um ritmo robótico.

Doutor: Ele é provavelmente um envolvido nas Aberrações, isso se não for o autor delas.

Supôs ele, despreocupado.

EVA: Há ainda muito trabalho pela frente.

Ela se aproximou flutuando do painel. Doutor voltou a encarar Flash novamente, este paralisou por um momento e deu vários passos lentos à frente.

Soarin: Bem, ainda bem que vamos voltar para casa.

Ele respirou fundo, aliviado.

Twi: É... casa, problemas. Vamos voltar para nossas vidas, Doutor.

Ela revelou para ele.

Twi: Esperamos que vocês dois tenham sucesso nessa caminhada.

Doutor se virou e se enfureceu.

Doutor: É, eu acho que não fui nem um pouco claro com tudo isso.

Ele falou palavra por palavra, bem claramente e irritado.

Doutor: Vocês não podem simplesmente dar as costas para isso!

Ele apontou para o mapa da linha do tempo, projetado em holograma no painel, chamando atenção com seu tom de voz altivo.

Doutor: Se eu falhar nessa minha missão, por estar em menor quantidade, nada impedirá que novas guerras e civilizações surjam do Éter em 2020!

Ele continuou falando em voz alta para o trio, e encostou de braços cruzados no painel.

Doutor: E isso vai continuar até que toda a sua realidade esteja reescrita.

Ele deu de ombros.

Doutor: Vocês nem notariam as mudanças.

Deu de ombros mais uma vez.

Doutor: Não teriam nem nascido até esse ponto.

Terminou de falar de forma bem fria. Flash respirou fundo.

Flash: Então quando eu me lembrei que a Celestia contava histórias para eu e Soarin sobre os hipogrifos quando éramos potros... era sobre isso?

Disse ele, se lembrando há um mês quando simplesmente se lembrou do nada na casa do Capper de que os hipogrifos tinham uma rainha e um exército capazes de vencer vários inimigos.

Doutor: Podem ter sido alterações infinitesimais na linha do tempo, talvez sua mãe e Novo tenham se tornado mais próximas quando a Nação Storm surgiu do Éter no seu mundo.

Soarin: Ainda é possível reverter a Guerra das Espécies?

Doutor: Não.

Disse pensativo.

Doutor: É irreversível e imutável. Está escrito no tecido da realidade e tentar mudar isso poderia causar infinitas possibilidades, já que a origem dos tonitrões é incerta até para a TARDIS.

Ele explicou como as aberrações realmente funcionavam, o que impactou Flash, Soarin e Twilight com um medo profundo.

Doutor: Vou levá-los de volta para 2020, aonde poderão decidir isso. Contudo, estamos obrigados a viver em um mundo com uma Equestria cuja paz foi desfeita pela Nação Storm.

Ele disse olhando triste para baixo, sabendo que isso significava muito para eles três.

Doutor: Sinto muito.

Disse levemente entristecido e pressionou uma alavanca na TARDIS.

—_________________________________________________________

No Castelo da Amizade, o trio havia jantado naquele fim de tarde, o trio esperando que qualquer um deles falasse sobre o que cada um achava a respeito dessa missão do Doutor. Twilight olhou para os dois.

Twi: Vocês não vão simplesmente falar nada?

Ela se irritou levemente.

Twi: Nós temos responsabilidades.

Ela julgou.

Twi: Temos vidas. Eu tenho a escola... meus deveres reais...

Ela deu de ombros, pensando.

Twi: Não vai ter como conciliar.

Ela olhou para Flash, receosa.

Soarin: Contudo... podemos perder tudo em um piscar de olhos.

Ele respirou fundo e segurou o queixo.

Soarin: Nossas vidas estão mais em perigo do que nunca.

Twi: Você ainda é Wonderbolt, precisa liderar suas tropas.

Ela apontou.

Flash: E temos nosso casamento.

Ele se jogou para trás, passou as asas no rosto e olhando para elas decepcionado.

Twi: Sim...

Ela segurou na asas dele com a sua e olhou ele nos olhos, Flash assim o fez de volta e sorriu.

Soarin: Ele já nos ajudou tanto.

Twi: Sim... é.

Soarin: Se não fosse pela ajuda dele, a minha vida e a do Flash jamais teriam sido resolvidas com o Projeto Meta-Pônei e o assassinato de nossos pais.

Os irmãos se olharam e Flash ficou ereto novamente, sorrindo.

Flash: Verdade.

Ele encarou a mesa de cristal do mapa.

Flash: O verdadeiro assassino, Lorde Valtar a.k.a. Rei Vlad, ainda estaria escondido nas sombras.

Ele disse, olhando friamente para a mesa. Twilight encostou a cabeça no ombro de Flash.

Soarin: Posso ajudar mais uma ou outra vez.

Ele deu de ombros.

Twi: Pfst.

Flash: Eu iria até o fim do Cosmos pelo Doutor.

Ele sorriu, se lembrando o sacrifício que Doutor fez para salvar a vida dele quando se sacrificou para impedir a invasão Dalek, há alguns anos.

Soarin: Ainda sim, é pedir demais.

Sorriu, achando engraçado.

Twi: Então é isso. Foi uma benção Doutor ter entrado em nossas vidas e chegou a hora de retribuir.

Ela disse feliz e decidida.



—_________________________________________________________

No dia seguinte, Flash se despediu de Midnight Blitz e Starkeeper, suas irmãs e Dawn, seu tio, assim como Soarin. Twilight se despediu das suas melhores amigas, seu irmão e Cadance, em PonyVille e no Império de Cristal. Os três partiram com mochilas de viagem para dentro da TARDIS, aceitando mergulhar de cabeça nesta nova aventura que se inicia pelo espaço e pelo tempo.



—______________________EPÍLOGO_—_________________________

2042

EQUESTRIA

Uma tropa de soldados armados com arma de fogo correm por dentro de uma sala cheia de conteiners e caixas.

Guarda: Aqui!

Um deles pega uma placa de circuito negra e com uma luz azul, tecnologia da nave que explodiu de Walker Gabriel.

Guarda: Temos que apreender isto. Veio parar aqui, mesmo!

Ele reportou aos demais que chegavam e pelo rádio.
Eles ouvem um som de coisa pousando e miram as armas naquela direção, do qual uma silhueta de alicórnio se joga para cima deles. Eles abrem fogo, mas uma explosão concentrada provinda de uma aura roxa, misturada com camadas negras e roxa esfumaçadas, esverdeada e dourada como uma chama se espalha pela sala, lançando todos eles ao chão.

A figura equina feminina fica sobre o chão cheio de corpos, sua aura roxa misturado com negro no chifre cessa, lançando uma silhueta sombria ao seu redor, conforme os olhos faiscaram um verde esmeralda.

FIM

Notas finais
Curiosidades: Estes primeiros capítulos foram grandes mesmo porque estamos plantando as sementes para o resto da série e do derivado prequel, é necessária uma narrativa e uma meta-narrativa. 100 aEC significa Ano 100 antes da Equestria Contemporânea. A tribo da Mage é baseada na antiga civilização olmeca neste universo, ao invés de civilizações africanas como a fandom teoriza. Nakar e Hisan são nomes baseados em Gizé e Quéfren, antigos faraós do Egito.