Notas iniciais
Esse cap é meio sei lá, e eu não to com paciência para reescreve-lo.

Abri os olhos, meio cansados e sonolentos. A luz fraca do sol, incomodou um pouco, é. Mas quando abri meus olhos, eles faíscaram. A primeira pessoa que vi, foi Fred. Depois, Gina. E por últim...

- Ally? Ally? Desculpa Ally! Eu não quis te acertar de verdade! Ally? — Dizia Annie, meio com medo. Eu ainda estava meio tonta. Não lembrava do que tinha acontecido direito, mas...

- Tudo... Tudo bem, Annie... — Eu tentei me sentar, quando percebi meu pé. — O que ouve com meu pé?

- Bem, você bateu-o no aro, e com força. Quebrou... — Falou Gina. — E pra piorar você caiu de quase vinte metros de alturas. É quase um milagre que você ainda esteja viva, Ally.

- Eu sou imortal, e você também. — Brinquei. — Fred... — Acho que ele entendeu na hora o que eu queria, e me abraçou. Eu precisava daquilo, tipo, de alguém que cuidasse de mim quando eu estava doente, machucada e tal. Antes era minha mãe, ou Gina. Agora era Fred.

________________________________________________

Quando sai da ala hospitalar, fui direto pro salão principal, já que eu sabia que todos estariam lá, tomando café da manhã. Eu queria saber como é que eu ia achar Fred, pois é. Mas mesmo assim, sentia que tinha algo estranho.

...
As vezes é melhor não querer saber o que há de errado. Eu sentei-me a mesa da sonserina, e logo as corujas vieram trazendo cartas, embrulhos. A mesa da sonserina foi a que mais recebeu corujas. Primeiro, pelo fato de que quase todo mundo lá, lia profeta diário. E segundo, nossos pais adoravam mandar presentes.
Peguei um embrulho verde, e li "Para você, Allynne. De: Adam". Adam...? Adam me mandando presentes? Eu... Eu não iria abrir aquilo agora, não mesmo. Tinha uma carta da minha mãe, e um embrulho junto da carta. Abriria tudo depois. E também, o profeta diário, que eu peguei, e comecei a ler tudo.
Adam Williams está sendo procurado pelos guardas de Azkaban. Eu li. Ele tinha feito mais alg... Alguma coisa? Sabe-se que ele tentou matar sua mãe, Lunny Lovegood Williams. O QUE? O QUE ELE FEZ? Mas a mesma conseguiu fugir, e ele destruiu parte da casa dos Williams. Ele... Ele... Eu vou... Eu vou... Nada... Eu vou... Ler a carta da minha mãe. Peguei-a, e alguns dos alunos me olharam. Eu nunca lia cartas na frente das pessoas. Antes de abri-la, Gina se sentou ao meu lado, assustada.
- Ally... Você.. Você viu? — Ela perguntou, apontando pro profeta. — Ei, eu também recebi uma carta dela. Mas leia a sua antes. — Ela disse, parecia realmente assustada.
- Querida Allynnne. — Comecei a ler. - Espero que você esteja bem. Espero mesmo, que está carta não seja interceptada. Por que eu preciso comunicar você, e suas irmãs, de onde estou. Eu me escondi, já que seu irmão está atrás de mim. Mas ele está atrás de vocês também. E ele quer se vingar de você, Ally. Ele quer se vingar das veses que você bateu nele, que você deu um jeito de prende-lo no porão. - Hesitei. Fechei os olhos, e continuei. — Eu peço que tome cuidado, e que vá diretamente para a casa dos Harvelle quando sair dai. Eu estou aqui, com eles. Bem, ou melhor dizendo, com o tutor de Annie, Luna, Anna e Julieta. Bem, eu não estou aqui sozinha, sua tia também está aqui. - A tia também? Mas... Por que? — Lembra-se quando ela negou ajuda de Adam? Exatamente por isso. Esperando que você esteja bem, sua mãe, Lunny. - Terminei de ler. Olhei para Gina, ela me olhava com a mesma cara de assustada, só que agora, com preocupação. Quando me liguei, que havia um embrulho de Adam ao meu lado.
Gina o viu.
- O que é isso, Ally? — Ela apontou para o embrulho. — É de... De Adam? — Sua face se tornou em uma especie de susto e raiva. Igualmente a minha.
- Não sei. Sei que acho que devo levar a professora. — Eu falei, e peguei o embrulho de nossa mãe. — Venha, vamos abrir isso. — Eu falei, puxando ela para o Salão Comunal da Sonserina.
...
Bem, como eu esperava, o salão comunal estava vazio. Eu sentei-me em uma poltrona, e Gina sentou em outra. Eu peguei o embrulho de minha mãe e abri. Entregue para Liz. E vislumbrei a espada de prata que tremeluzia ali. Era muito parecida com a que eu e Gina tinhamos ganhado. Era expetacularmente parecida. A mesma lámina, eu digo, e também com marcas de ouro, desenhadas durante a lámina. Uma diferença, eram os desenhos. A minha, tinha um desenho verde, que era mais ou menos, chamas verdes. O de Gina, tinha uma serpente, que ocupava a lámina toda. Mas a de Liz, tinha algumas voltas confusas, misturas de ouro, vermelho e verde. É claro, o verde prevalecia na lámina, como as outras espadas que tinhamos ganho. Mas a de Liz me chamou atenção, com o desenho. Voltas, e mais voltas. Escondendo apenas uma coisa: Aquilo era..? Uma pedra? Não, era mais uma especie de pedra que guarda substancias, minha mãe sempre fazia aquilo. Bem, embrulhei novamente, e deixei sobre a cama de Liz.
Agora eu tinha que me preocupar é com a festa do meu aniversário.