Notas iniciais
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"Sateriajis Venomania recebeu habilidades infernais com o poder de fazer qualquer mulher se encantar por ele. Era um condenado, pelo fato de ter feito um contrato proibido, vendendo a pureza de sua alma em troca do poder do encanto.

Venomania vivia em um mundo monocromático, repleto de coisas diabólicas que apenas satisfazem prazeres humanos, ou se quiser, chame de Pecado. Em um enorme castelo rústico solitário, com mobílias de ouro e artigos de luxo, vivia o poderoso Duque, sentado em seu trono, esperado calmamente por mais um de seus ''brinquedinhos de prazer'' : Suas visitas ou melhor ''vítimas''. Pois quando indefesas mulheres da cidade ficavam sob seu encanto, perdiam a razão, se apaixonando loucamente por ele o buscando em seu castelo, esperando um pouco de carinho. Mas o que levou Venomania a criar estas obsessões a ponto de assinar um contrato amaldiçoado vendendo sua alma?

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–Eh, eu g-gosto de você! — Disse Sateriajis, para sua amiga de infância, quando era apaixonado por ela — E-eu te amo!

Logo esperando uma resposta, sentia-se um idiota. A única coisa que ouvia era a zombação. Todos os amigos da garota, inclusive ela mesmo, riram dele. Nada mais sentia além do ódio de si mesmo, por ter sido tão ingênuo.

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Fotos jogadas a lareira, incendiavam-se.

Cartas, diários, qualquer tipo de lembrança, eram seus inimigos naquele momento. Queria se livrar do passado, repleto de humilhações.

Preparava-se para a exterminação de mais um capítulo de sua infância, desta vez, uma caderneta que costumara escrever quando se sentia triste:

''Eu estou cansado de ser humilhado. Ainda chegará a era em que eu pisarei em todos eles... Tenho certeza de que um dia, todos se arrependerão. Me andmirarão. Eu serei O Duque Venomania, todos tenderão a temer este nome, e terei todas as garotas. Até lá...''

Uma lágrima escorreu do seu rosto. ''19/06/1933'' Era a data escrita no pequeno artigo feito por ele mesmo quando tinha 13 anos de idade. Lembrava-se quando escrevera e recordava de cada detalhe, cada palavra dita, em exatos dezoito anos atraz.

Notas finais
Pobrezinho... Peraí! pobrezinho nada!Espere só o próximo capítulo!