Notas iniciais
Oie * desviando-se dos tomates, tiros, facas e qualquer outro objeto que eu vcs vão lançar em mim* Então vamos lá A lista de motivos de pq eu demorei a postar 1- Eu tava meio sem tempo pra escrever gnt 2- As provas, os trabalhos, as vezes eu ia escrever e batia um compromisso! 3- Bloqueio 4- Esse foi o cap mais longo que eu escrevi, então eu revisei muito. Espero que esteja bom, pq eu sou muito distraída 5- Me perdoem pela demora. Enfim! VAMOS AO CAPÍTULO LOGO, BOA LEITURA MINHAS ROSQUINHAS DE COCO

Digamos que a nossa família nunca teve sorte com hospedes. Sempre houve muitas brigas quando tinha alguém na nossa casa. O tio Declan por exemplo, uma vez foi passar uns dias conosco por puro capricho. E foi um horror, as únicas pessoas que gostaram foram Irina, Dominnick, Annabeth e Débora porque bem, eles amavam o tio Declan.

Não que o tio Declan fosse chato, não é isso, mas ele era MUITO DOIDO. Se bem que sem ele meus pais não teriam se conhecido e eu não estaria aqui.

E nem teria que passar por essa palhaçada.

— Agora isso é um hotel por acaso? — Débora estava vermelha de irritação.

—Oh, Debora não seja tão chata! Jeziel, pode ficar aqui o tempo que quiser. Uma vez, eu estava numa cidadezinha e aconteceu um tornado também! Foi horrível. — Clara faz uma voz bem fina no ‘’horrível’’ — perdi muitas pinturas.

— Não se preocupe Jeziel, fique o tempo que quiser, ficarei super feliz de ter você aqui. — Minto, esse cara é MUITO ESTRANHO.

Steve finalmente se senta e se serve:

— Nem ligue para a Débora, ela faz parte do Quarteto Ácido. Depois eu lhe ajudo a arrumar o quarto certo?

Jeziel sorri e termina seu prato.

— Muito obrigada e que delícia! Esse foi o melhor bife que já comi na minha vida! — Diz ele

Cara, esse foi o ÚNICO bife que tu comeste na vida.

Mas eu tenho que admitir, o Steve cozinha bem. Ae mulherada, Steve, jovem, loiro de olhos azuis, sabe cozinhar, é educado e ótimo pianista( eu acho, sempre dizem que ele é ótimo, sempre durmo nas apresentações mesmo). E SOLTEIRO! Fiquem espertas!

Steve fica vermelho de vergonha.

— É só um bifinho, você precisa provar meu filé mignon.

Jeziel ficou boiando, mas disfarçou sorrindo.

— Vai ser bom ter uma pastor aqui, vai que eu ganho mais lutas! — Carter diz animado.

— Cara, você só sabe pensar nessas lutas... Você não faz outra coisa não? — Jimy pergunta.

Carter parece não gostar muito e isso não é nada bom.

— Essas lutas, são o meu trabalho sabe Jimy? Mas acho que você não sabe o significado da sua palavra...

Nisso o Carter tá certo, o Jimy só trabalhou uma vez, e só durou uns meses no emprego, ele é um pouco preguiçoso. Eu nunca reclamei porque ele ficava em casa deixando tudo em ordem e meu salário dava pra tudo. Porém agora, eu vou tentar com jeitinho arrumar um trabalho para ele.

— Ah, não enche o saca cara!! — Jimy responde.

Antes que mais uma briga começasse, Jeziel foi esperto.

— Respeitem a refeição pessoal, Steve, o que é Quarteto Ácido?

Débora rola os olhos e responde.

— É um nome idiota que ele colocou em mim, na Anna, na Irina e no Dominnick, só porque não somos idiotas feito ele. Acho que até tenho esse video no meu celular. Olha.

Ela pega seu celular com uma tela gigante, e um video começa a correr. É um desenho animado, num estilo que parece história em quadrinhos. Uma voz de locutor falava animadamente, também havia desenhos de Domi, Irina, Annabeth e Débora, vestidos como super heróis.

‘’ Juntos eles formam o quarteto mais ácido e chato da história.Quatro grande malas que vai vai destruir a sua paz. Eles são, O QUARTETO ÁCIDO!

E aqui está o lidér deles: Dominnick Frescura! Sua extrema frescura,falta de masculidade, chatisse e arrogancia aniquila qualquer tentativa de amizade e conversa civilizada!’’

Apareceu um Domminick de uniforme de super heroi verde empurrando as pessoas, e falando palavrões, além de dar voadoras em que sem aproximava de suas xícaras.

O video continuou

‘’ E agora, Irina, a dama de gelo! Fria como gelo, não esboça um sorriso e destrói as piadas alheias! Também temos Débora chute forte! Ela chuta toda a alegria e felicidade para bem longe!

Aparece Débora chutando uma bola, que cai no estomago de Clara e ela explode.

E por último mas não menos importante: Annabeth Arrogância! Com seu nariz empinado, ela empurra as pessoas para longe e até as fere!

Então fiquem longe deles ou então você terá problemas. Pois esse é o Quarteto Ácido!’’

Os quatro apareceram atrás de uma cidade em chamas.

Eu não sei se consegui explicar direito mas, FOI MUITO ENGRAÇADO. Mas parece que Débora não curtiu muito.

— Seus tontos. — ela disse indo embora.

Vai ser muito difícil unir nós todos, Débora e companhia tem um gênio muito forte...

Carter parecia meio impaciente.

— Podemos orar logo?

— CARTER! Pare com isso, eu ainda nem trouxe a sobremesa... Vamos comer e depois vemos isso okay? — Steve fala já saindo de volta a cozinha.

Opa, sobremesa, isso ae Steve.

O loiro traz uma torta de morango com suspiros linda e com certeza deliciosa. Ele a coloca na mesa e começa a cortar. Meu pai aparece do meu lado, dou um pequeno pulo, mas ninguém percebe.

— Ooh, que torta maravilhosa, pena que eu morri. OH DEUS, POR QUE EU DEMOREI TANTO PARA SABOREAR OS DELICIOSOS SABORES DA VIDA? Chocolate, torta, sorvete... QUE VIDA CRUEL — Meu pai lamenta.

Steve me deu um pedaço, e começou a distribuir para todos. Débora e Carter pegaram um pedaço pequeno, por causa da dieta.

Annabeth começa a descer as escadas.

— Pode servir o meu prato Steve. Eu quero torta. — ordena ela.

— Não vai querer jantar primeiro Anna?

— Eu disse que queria jantar? Eu disse que queria torta caramba! — Ela responde agressiva, se serve. Só depois que ela percebe a presença de Jeziel. — Quem é você?

Jeziel acena levemente.

— Oi, sou Jeziel, prazer. Sou amigo da Diana.— ele disse, foi esperto da parte dele não falar nada sobre, os três anos que ele vai passar aqui.

Ela apenas fez uma cara de dessinteresse para mim e voltou para o quarto. Engulo em seco.

Depois disso, aconteceu algumas conversar, confesso que fiquei muito feliz. Pois houve um clima tão agradável, Steve estava falando sobre seus companheiros na orquestra. Lucca, Elvis e Arthur.

Silencio mortal e desconfortável.

— Arthur não foi aquele que largou a Annabeth pra ficar com a Diana? — Débora pergunta, mas não sei se ela está sendo inocente ou ironica.

Gelei. Essa não foi uma das minhas melhores atitudes até hoje me arrependo de tudo que aconteceu. Por sorte que Annabeth não ouviu. Jimy até parou de comer e começou a corar. Por sorte, Anna nõa ouviu. Steve engoliu a comida.

— Bem, ele é um ótimo clarinetista, eu não podia disperdiçar essa chance. Esperam que entedam.

— Está certo Steve. Mas por favor, não vamos pronunciar o nome com A nessa casa certo? — minha voz sai fina e esganiçada, mas todos entenderam.

A história entre eu, Annabeth e Arthur é muito longa. Conto depois.

Eu lembro quando você a o Arhtur fugiram. Foi uma arruaça. Meu pai entra na minha mente.

Ah vai te catar cara!

— A gente pode orar agora?!— Carter pergunta impaciente.

— TÁ BOM CARTER! VAMOS LOGO COM ISSO JEZIEL. — Grito impaciente.— Vamos fazer isso na sala!

Jimy me olha assustado, consigo ouvir Débora sussurando ‘’ui, que meda’’. Olho feio para ela, não aguento mais Carter falando nessa oração. Então vamos logo com isso.

Carter não pareceu intimidado, ficou até feliz. Formamos uma roda na sala, Jeziel pirragueia um pouco, parece nervoso.

— Podemos começar? — todos assentimos— Então, estamos aqui, na casa da famíla Mackenzie, para pedir ó Deus, sua proteção, a sua bondade. Nos também lhe pedimos que ajude ao Carter vençer a luta.

— Carter Fodão. — Carter interrompe.— Quando eu luto me chamam de Carter Fodão.

Sério isso Carter? Você interrompeu pra isso? QUEM SE CHAMA CARTER FODÃO MEU DEUS? QUE FALTA DE CRIATIVIDADE. Será que Deus aceita isso? É um palavrão...

— Oh meu Deus, ajude Carter Fodão a vencer a luta. Mas principalmente, a ser uma pessoa melhor. Cuide dessa família, ajude-os a ser unidos e viver em harmonia. Sempre esteja com cada um deles Senhor é isso que eu peço.

Deus, me ajude a cumprir essa missão.

— Amém.— todos respondemos.

Depois da oração, Steve foi levar Jeziel para o quarto, que fica perto do meu. Encontro Carter indo dormir, preciso conversar com ele.

— Ah, oi Carter, então, quanto eu estou te devendo? Daquela época que peguei dinheiro com você? — pergunto.

Ele franze o cenho, tentando se lembrar.

— Você me pediu umas trezentas libras, agora, com os juros, daria, umas mil libras. — Responde ele.

Meu queixo cai, tudo isso? E pra o que eu usei esse dinheiro?

— Bem, eu pretendo te pagar. Tudo! As mil libras. Eu prometo, mesmo que seja em três vezes! Sabe, vai ser bem difícil todos nós ficarmos aqui durante três anos. Então eu espero que tenhamos a melhor convivência possível. E ir na sua luta é um bom começo!

Carter sorri, seu cabelo quase ruivo está um pouco molhado por ele ter lavado o rosto.

— Certo Diana, obrigada. Eu também concordo, e sim, vamos ser unidos, pelo menos, é o meu desejo, eu sempre quis ter uma família enorme! Mas você estando amanhã na luta já está bom demais. Eu vou dormir agora, está ficando tarde boa noite!

— Boa noite Carter. — Falo e vou em direção ao meu quarto, quando abro vejo Jeziel em cima da minha cama, de novo.

Ah, e meu pai também.

— MAS VOCÊ AMA A MINHA CAMA HOMEM!

Jeziel dá um pulo meio desajeitado.

— Oho, que isso! Mais que grosseria. Sua cama é muito mais confortável que a minha, isso é injusto!

— O que você veio fazer aqui Cara? — Papai pergunta.

Jeziel dá uma rodopiada ao redor dele.

— Nossa operação amigo! Precisamos montar um plano. A coisa está feia aqui. A Annabeth é um poço de arrogância, a Débora dá mais patada que cabra. Sem falar nos outros dois que devem ser um saco.

— Verdade Anjinho. Diana, senta ai porque a conversa vai ser longa...— papai brinca

Bufo. Essa Operação Família Unida vai ser extremamente complicada...

— O que vamos fazer, alguém tem alguma ideia? Tentei ser legal com todo mundo mas não deu certo. — Digo em jogando na cama, estou exausta.

— Quem sabe se você, juntar todo mundo numa sala e dizer: Vamos ser amiguinhos ou papai vai pro inferno? — Jeziel opina, sério, eu tive vontade de tacar o travesseiro na cara dele, mas percebi que não era uma zoeira. Ele estava falando sério.

A imagem trêmula de meu pai fica séria.

— Já tentei uma coisa parecida. Não deu muito certo, nem todos conseguem, bem, me enxergar, e digamos que a maioria me odeia. — ele diz olhando para o chão.

— Espera! Você tentou falar com eles? Como assim não te viram? POR QUE VC ME ESCOLHEU CARA?

— Eu já avisei, por causa daquela promessa e blá, blá, blá. E Você? Tem alguma ideias Diana?

Bufou mais uma vez e enfio a cabeça no travesseiro. Preciso dormir.

— Eu preciso dormir, se virem vocês.— Eu digo, mas não sei se eles ouvem porque minha cara está enfiado no travesseiro.

— Uuuh que moça mais irritadinha. Mas durma com os anjos Diana, os que ainda estão no céu ok? — Jeziel vai embora.

Papai dá de ombros.

— Bem, eu vou assustar umas pessoas enquanto elas transam por ai.

Ele vira uma nuvem de fumaça e desaparece, mas sério, precisava dizer isso?

Desmaiei e ainda bem que não tive sonhos.

******************2014**************

P.O.V Paul

Já tinha andando de helicóptero antes, em viagens de trabalho, nada mais, confesso que era bom. Rick e Cris estavam amando, apontavam para tudo que viam, mas eu estava apreensivo também, Declan é meu irmão, mas também é quase em desconhecido. O que eu sei dele? Não sei seu prato favorito, seus sonhos, eu nem sei direito sua idade!

Pera, eu tenho 41, ele é dois anos mais novo então, 39.

É, isso eu acho que eu sei.

— Isso vai ser demais! Imagina como deve ser bonita a casa dele! Será que ele deixa eu morar lá? — Rick pergunta empolgado.

— Escuta Rick, o Declan apenas está nos levando na casa dele pra esfregar na nossa cara o quanto é fodão. Depois ele vai ignorar a gente como antes. — Falo, e é verdade a mais pura verdade.

— Parem com isso vocês dois! — Cris manda, seus olhos azuis e o cabelo castanhos a fazem idêntica a mãe. — Olhem a vista! É tão lindo...

Estávamos sobrevoando uma floresta era muito bonito também há algumas montanhas, alguma dela deve ser. Mesmo que a paisagem esteja um pouco nublada, parece que vai chover. Fiquei com medo de voar nessas condições mas o piloto me assegurou de que está tudo sobre controle. Agora, porque ele quer morar aqui? Ainda mais alguém cheio da grana?

Os helicópteros começaram a diminuir a altura lentamente até pousarem em um canto onde havia apenas a relva. Já começo a ver a casa de Declan e é espantoso! Parece ser feita apenas de vidro e madeira, consigo ver a mobília daqui!

Saímos todos, eu, Rick, Cris, Declan e os amigos dele. Não gostei muito do loiro, ele tem uma cara de quem faz piada com tudo e ainda paquera a minha filha! Okay, ela já tem 17 anos, MAS ELE NEM CONHEÇE ELA.

Não gostei dele.

Quero ele bem longe de mim.

E da Cris.

Agora o latino é de boas, eu acho. E Ade, eu conheço Ade dos tempos do colégio e ele sempre foi muito na dele.

Todos começamos a nos aproximar da casa. Ela fica em um penhasco! Mais que coisa absurda!

— Bem vindos a minha casa! Mas bem, eu só fico aqui quando não neva. Quando começa a nevar, é impossível sair daqui. Mas entrem logo, eu estou morrendo de fome! — Declan grita chega perto da porta, e coloca o dedo direito em um leitor biométrico e a porta se abre.

— ENTREM LOGO! — Ele ordena, Cris sai correndo é a primeira a entrar, depois Rick e os amigos de Declan, eu fui o último, também, estou tão entusiasmado...

A algumas flores silvestres crescem ao redor da casa, mas nenhuma árvore por perto, chego perto da ponta do penhasco e olho para baixo. Se alguém cair, já era...

— Nem olhe pra baixo cara, isso te deixa um pouco assustado. AGORA ENTRA LOGO! A Lucy deve estar com saudade de você.

— A Lucy ainda existe?

Ele faz cara feia.

— A Lucy é muito bem conservada querido.

Entro. A casa é linda, enorme, EXTREMAMENTE maior que o meu apartamento. Quase não há paredes, apenas janelas que mostram a bela vista do outro lado. Os moveis são todos um uma pegada moderna, tem um quadro da mamãe quando era jovem, muito bonito, depois eu tiro uma foto dele, afinal, é a minha mãe.

Não vejo Cris, mas Rick e Paolo estão jogando videogame.

Pera, o loirinho não está lá também

E SE ELE ESTIVER COM A MINHA FILHA?

E SE ELE ESTIVER ABUSANDO DELA?

ELE PODE TE-LA MATADO!

Saio correndo pela casa, abrindo todos os quartos, e não acho ninguém, acho que quebrei alguma coisa. Ouço gritos desesperados do Declan mas não consigo me importar, é a minha filha que está em jogo e eu tenho que tirar ela das garras deste monstro.

Abro todas a portas e não vejo ninguém.

— CRIS! ONDE VOCÊ ESTÁ? FALA COMIGO FILHA!

Estou realmente desesperado, onde minha filha está, essa casa é enorme, o que aquela cara pode ter feito com ela?

Vejo aquele loiro barata descascada, andando tranquilamente pelo corredor. Quando vejo minha mão já está em sua cara.

— O QUE VOCÊ FEZ A MINHA FILHA SEU DESGRAÇADO! RESPONDA AGORA! — Grito com as mãos no seu pescoço. Ele está roxo, tentou dizer alguma coisa e não conseguiu. Por isso soltei seu pescoço.

Ele arfa, tentando voltar a respirar.

— Que isso cara? Tá doidão. Eu nem vi a gracinha depois de termos pousado.

— NÃO CHAME MINHA FILHA ASSIM ! — Avanço em cima dele novamente, mas sinto um punho no meu queixo e sou jogado para longe.

Quem me deu o golpe foi Paolo, o outro amigo de Declan também está lá e parece furioso.

— Vocês dois podem parar com isso! Eu não chamei ninguém aqui para brigar! — meu irmão grita muito irritado, sua pele está até vermelha. — Paul, você não pode acusar o Vladmir sem provas!

— Ele ficou paquerando a minha filha! É claro que ele fez alguma coisa com ela!

— EU ESTAVA NO BANHEIRO PORRA! —Vladmir grita e depois fala alguma coisa em russo.

Ouço uma voz diferente e passos. Cris não parecia nem um pouco feliz.

— MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? Pai? O que você fez?

Eu nem ouvi o que ela disse, a abracei e tentei ver se não havia nenhum ferimento, não tinha, com certeza os danos psicológicos serão maiores.

— Minha filinha! Onde você estava? O que esse monstro fez com você?

Ela se soltou do abraço um pouco nervosa.

— Eu estava vendo a Lucy oras! Eu nem falei com ninguém quando entrei! Coitado do carinha.

— HAAAAAAA! Tá vendo? Eu sou inocente! — Vlad gritou.

Okay, eu me precipitei um pouquinho.

— Hã, então, desculpa cara, eu me precipitei. Mas a culpa foi sua! Você ficou paquerando a minha filha!

— Eu não paquerei ninguém! Eu só disse que ela é uma gracinha, e é verdade!

Tentei avançar nele, mas Paolo e Declan me seguraram.

— Cristina, chame seu tio, nós vamos embora daqui.

— Eu quero meus presentes! Não vamos embora sem os meus presentes!

Rick surge do nada.

— Ir embora? A gente não pode ir embora agora cara! Eu ainda tenho que dar uma revanche no Paolo!

Paolo dá uma grande gargalhada.

— Desculpa Rick, mas é impossível ganhar do Paolo Derek.

— Seu nome é Paolo Derek? — Rick pergunta estranhando.

— É. Algum problema?

— Nem vem com essa Rick, nós vamos embora, Cris, não seja mimada. Declan vai chamar o piloto.

— Você não vai. — Declan diz debochado, até rindo. — Você vai ficar aqui, receber os presentes e ficar para a festa!

— Você não manda em mim! Muito pelo contrário, eu sou a mais velho— dou um sorrisinho falso. — E eu não vou ficar aqui.

— TRETA NO CORREDOR! — Rick grita.

Sério, eu não tenho um irmão normal. Um é um milionário egocêntrico, o outro é um retardado.

— Paul, eu estou tentando ser lega, sério. Eu convidei vocês pra virem na minha casa, não surtei porque você quebrou o meu vaso de porcelana chinesa de DEZ MIL ANOS! Tudo porque eu queria ver você, o Rick, a minha sobrinha, e ficar com as pessoas que eu gosto. Meus amigos, minha sobrinha, eu e bem, vocês dois. — Declan dá de ombros. — Então, vamos fazer o que mamãe sempre fazia, uma votação entre vocês três. Cris, você quer ir embora?

— Não! — Ela bate o pé.

— E você Rick? Quer ir embora?

— Mas é claro que não! Eu ainda preciso dar uma revanche no Paolo Derek!

Paolo faz aquela cara de ‘’pobre iludido’’.

— Pau você quer ir embora? — Declan pergunta tentando segurar a risada.

— Sim.

Apelou agora Declan...

Ouve-se um grito de felicidade.

— AE! NÓS VAMOS FICAR CARALHO! AGORA ME DÁ LOGOS OS PRESENTES! — Minha filha puxa o tio pelos pulsos e eu morro de vergonha. Entramos em uma sala cheia de pacotes de presente variados espalhados pela cama e pelo chão.

Os olhos de Cris brilham. Ela pega um monte de pacotes totalmente em êxtase.

— É tudo meu? Diga que sim!

— Quase tudo linda, tem alguma coisa pra seu pai, e para seu tio também. Agora anda logo! Abra os presentes! — Declan dá palminhas agitadas.

No final, Cris teve a maioria dos presentes. Bolsas Gucci, vestidos Chanel, relógios Rolex, perfumes Dior, colares de pérolas, um celular, uma máquina fotográfica, e chocolates.

Tudo isso só para ela, seu eu fosse dar tudo isso pra ela de uma vez, provavelmente moraríamos debaixo da ponte.

Ainda tinha alguns pacotes, provavelmente para mim e Rick, que bom, pelo menos eu vou ganhar alguma coisa.

— Aqui meu irmãozinho querido, para você! — Declan me entrega uma caixa prata grande enfeitada com um laço.

— Obrigado.— sorrio sem jeito, digamos que a caixa é até grande, fiquei tocado com o carinho. Me senti na cama, porque eu sou um velho e minhas pernas estavam doendo e abri o presente, era um tablet! E dos bons, também tinha aquela canetinha touch.

— Ae Paul, agora não vai ter que dividir o PC com ninguém. Que legal,e pra mim Declan? O que você trouxe? — Rick pergunta pulando feito criança, meu Deus, tem que ser tão retardado?

— Para você eu trouxe um ursinho de pelúcia, o que condiz com sua idade mental. — Declan entrega um ursinho para Rick e vejo o sorriso do mesmo se desfazer. — Maaas também tem isso aqui. Abre logo!

Rick joga o urso na cara do Ade e abre o pacote quase do mesmo tamanho que o meu, um pouco maior talvez, era um tênis da Calvin Klein

— Que tênis chique, vou jogar na cara de todo mundo lá no trabalho. Valeu Declan — ele prova o sapato e percebe que coube perfeitamente.

— Declan muito obrigada pelos presentes, mas agora temos que ir. Chame o piloto por favor, nós vamos embora.

Declan ficou boquiaberto e aparentemente chateado.

— Você tem de ficar para a festa! Por favor, eu fiz com todo carinho. Quer dizer, mandei fazer. E você nem viu a Lucy ainda.

— Fiquem por favor! — Ade implora— Vai ser legal Paul, e vai ter muita comida!

— PAI POR FAVOR! VAMOS FICAR! — Cris segura minha manga, ela tem 17 ou 7 anos?

— Desculpa, mas não estamos tão desesperados por comida— na verdade, eu esqueci de fazer as compras, e a geladeira está vazia, mesmo assim, eu pro comida pro vizinho, não consigo ficar aqui muito tempo e não me sentir, pobre. — Sem falar que a Lucy é uma tartaruga, todas as tartarugas são iguais.

— PÔ cara, vai ter uma festa, comida de graça, eu não vou embora! — Rick se joga no sofá.

Dou de ombros.

— Você pode, mas eu vou levar a minha filha Cris venha comigo.

Ela bufa e me segue, totalmente irritada, fazer o que?

Saio do quarto com os pacotes de presentes e vou em direção a porta. Quando se ouve o estrondo de trovão.

E começa a caio o maior toró, na verdade, caiu um dilúvio ...

Não dá para voar assim ...

Estou preso aqui.

— Poxa Paul, parece que você não pode ir, afinal, não dá para voar nesse temporal... — Meu irmão diz com uma falsa tristeza. — SABE O QUE ISSO SIGNIFICA? FESTA!

Do nada, o teto se abre, um globo dourado surgiu e as luzes se apagaram, apenas alguns feixes coloridos, os moveis sumiram dando espaço a balcões de bebidas e tocava uma música a muito alta. This is how we do, da Katy Perry

Eu poderia ter um irmão normal que faz um churrasco na laje enquanto falando patrão. Mas fazer o que, eu tenho o Declan...

Presente. Diana P.O.V

Sou a primeira a acordar como sempre, vou ao quarto de Jeziel que ficar perto de mim. Eles está jogado na cama e os travesseiros estão no chão, bem, nada de tão ruim assim, ele podia dormir no chão.

Tomo meu café bem mais rápido que o habitual, quero ir ao banco e pegar o dinheiro que devo à Carter.

Entro no meu carro, estou com um sono do caramba, mas eu preciso trabalhar.

— LIGA O RÁDIO DIANA! Vamos ouvir uma musiquinha — Jezel surge de baixo do banco de trás. MEU DEUS QUE SUSTO! Dou um grito desesperado.

— MAS COMO VOCÊ ENTROU AQUI JEZIEL! PUTA QUE PARIU! — Eu grito, como ele conseguiu gente?

— Olha o palavrão menina! — Meu pai aparece numa nuvem de fumaça— Eu não ensinei isso pra você não?

— Você vivia falando palavrão! — falo indignada. Chego as portas, estavam todas fechadas. — Jeziel, me explique agora, como você entrou aqui?

Ele apenas dá de ombros e se senta no banco, já que ele estava no carpete.

— Eu apenas me aproximei da porta e ela abriu. Não fiz nada de mais.

— E como você soube que esse carro era meu? — pergunto?

— Eu não sabia, foi o destino! Agora coloca uma música ai logo! — ele diz.

Arhg. Ligo o rádio, estava tocando uma música naquela estação de músicas velhas, acho que era de 2016. Indico o destino que desejo no GPS do carro e ele vai. Existem carros bem mais modernos que vão aonde você quer apenas por ouvir um ‘’ vá para lá’’ e ele vai ao destino sem você nem pegar em nada, o carro do Dominnick é assim, eu, como sou pobre, ainda tenho que trocar as marchas e etc, sempre fui uma péssima em saber as partes do carro.

— This is how we do, yeah, chilling, laid back traight stuntin' ya we do it like that yhis is how we do, do do, This is how we do! — meu pai cantava e Jeziel tentava acompanhar.

Meu Deus, quantos anos fazem que essa música existe?

— Quando eu conheci sua mãe na festa do Declan, estava tocando essa música sabia? — meu ai pergunta depois volta a cantar o refrão.

— Sim pai, eu sabia, você sempre dizia isso e essa música tocava sempre no aniversário de casamento.

Ele ficou com o semblante triste.

— Uma pena que tivemos poucos anos para comemorar.

Engulo em seco.

— Vamos parar de falar sobre isso. — ordeno, estamos quase chegando.

— Como sua mãe morreu Diana? Eu não sei.. — Jeziel pergunta, quase sussurrando.

— EU JÁ DISSE! VAMOS ENCERRAR ESSE ASSUNTO! — Grito e nesse momento o carro para em frente ao banco. Não gosto de falar sobre a minha mãe. Não me sinto bem, eu não tenho esse direito?

— Vem Jeziel ,vamos conhecer a cidade. Voltamos depois Diana. — meu pai e o ex anjo saem cabisbaixos e me olham com tristeza.

Eu já vi esses olhares tantas vezes, que acostumei. Sinceramente, a porque as pessoa tem que morrer? E se morrer, porque a pessoa tem que ficar na cola dos vivos? Principalmente na minha cola? Aff

Vou ao banco, tiro mais ou menos mil e duzentas libras, acho que deve ser o suficiente. Depois vou trabalhar.

Eu amo ser enfermeira, gosto de poder ajudar as pessoas, pessoas. PESSOAS não espíritos que fizeram merda a vida toda.

Falei algo de mais?

Depois do trabalho, já era umas sete e meia. Clara estava cantando no chuveiro, Carter já tinha ido, porque precisava se preparar, mas deu o endereço para nós. Por sorte, tem mais de um banheiro nessa casa. Vou tomar meu banho, tenho que ficar bem bonita, afinal, á a noite do meu irmão.

Sabe, essa missão é muito pesada, mas eu gosto de saber que agora que tenho um contato maior com Carter, Steve e Clara, até Dominnick já foi legal, quando criança, ele inventava umas brincadeiras muito legais.

Escolhi alguma coisa bem legal pois queria causar boa impressão a todos. Uma blusa branca, calça preta, sapato prateado e bolsa combinando. Eu estou muito bonita, modéstia à parte.

Encontro Clara no corredor, ela está linda. Usando uma blusa dourada e um shorts e uma pulseira dourada que eu vu pedir emprestada depois

— Diana você está linda! Eu amei a sua bolsa! Depois me empresta?

— Claro e eu amei seu anel! Também quero emprestado! Podemos ir?

— Débora ainda não está pronta, Jimy está na cozinha fazendo um lanche e bem, eu acho que a Irina está numa reunião, o o Domi não vai, afinal, ele é chato. A Annabeth ia, mas quando soube que você iria desistiu, o Jeziel está esperando na garagem.

Débora chega descendo as escadas, ela está muito diferente da irmã, o cabelo curto foi lavado, uma calça jeans, blusa vermelha, all star e argolas prateadas.

— Estou pronta, podemos ir?

— Vamos logo mesmo, estamos em cima da hora! JIMY VAMOS LOGO— Grito.

— Já vou, já vou! — ele sai da cozinha dando a última mordida no sanduiche.

— Vamos, vamos logo! Estamos muito em cima da hora. Jimy, você vai no meu carro não é? Então vamos logo!

Jeziel estava esperando encostado na parede.

— Pessoal, eu não estou muito afim de ver duas pessoas lutando até a morte. Mas fazer o que.— diz ele tristonho.

Clara dá uma gargalhada e entra eu seu carro.

— Jeziel! Eles não vão lutar até a morte! É um esporte, estamos no século vinte e um e não na idade antiga.

Ele reprime os lábios e sussurra. ‘’ O que é um esporte?’’

Quando estamos quase saindo, quando um cara loiro começa a correr em nossa direção.

— ESPEREM POR MIM! VOCÊS ME ESQUECERAM! PAREM ESSE CARRO.

Opa, era Steve a gente esqueceu ele. Débora para o carro no meio da rua.

— Steve do céu, onde você estava? Eu te procurei em todos os lugares, pensei que você tinha ido com Carte!.

Steve estava curvando com as mãos no joelho e ofegava muito.

— Eu tava no porão arrumando meu piano, quando vi, vocês já tinham ido.

— ENTRÃO ENTRA LOGO SEU LERDO.ESTAMOS ATRASADOS! — Débora grita dando partida na moto.

Clara apenas rola os olhos.

— Nós desculpe Steve, deveríamos ter te chamado mais. Venha comigo.

Depois disso nos fomos o mais rápido possível. Eu, Jeziel e Jimy fomos atrás e depois Clara.

Ligo de novo o rádio, continuava naquela rádio de musica velha.

— Close! Uuuuuuh i want you CLOSE! Uuuh. — Jimy cantava.

Estou preocupada com meu pai, ele não aparece faz um tempão. Mesmo ele fazendo muita coisa errada. Ainda me preocupo.

☼TEMPO DEPOIS: Hora da luta☼

Já havia acontecido algumas lutas. Mas chegamos bem na hora que Carter ia lutar. Nossos lugares eram ótimos.

— Senhoras e senhores! — disse o locutor.— Agora, temos a luta mais importante! Quem vencer, vai para final pela disputa do troféu preso mínimo! E na direita pode entrar, o lutador duas vezes campeão nacional, que venha Jonh Magineeeee!

Um cara alto e moreno entrou. Ele é mal encarado e sua pele é cor de café. Será que Carter consegue?

— E na esquerda. Esse cara tem três troféus na carreira, está na busca do seu primeiro troféu nacional e já derrotou muitos veteranos! Carter Mackenzie Fodão!

Carter aparece. Também de cara fechada. Eu começo a gritar ‘’ Ele é o meu irmão! Meu irmãozinho super fodão!’’

A luta começa. Carter parece uma geleia, indo de um lado para o outro, socando a cara do outro. Eu não entendo muito de boxe, mas ele era bom gente.

— Isso Carter! Dá uma de direita! Isso garoto! — Débora grita ela está tão empolgada que derrubou refrigerante. Ele ficava dançando na cara do outro boxeador.

Quando eu pensei que ele ia ganhar. Ele leva um soco, e cai no chão! Um nocaute! MEU DEUS!

— Ah puta que pariu! Isso é um absurdo! — Jimy estão tão furioso que nem come nada.

— Nocaute é uma coisa ruim não é? — pergunto porque não faço ideia de como funciona o boxe.

— Nocaute é quando um m dos lutadores aplica um golpe que derruba seu adversário no chão, incapacitando-o de terminar o combate. Como aconteceu agora! Se o Carter não levantar ele vai perder a luta.

— Isso não pode acontecer! LEVANTA CARTER LEVANTA! — Steve berra, e milagrosamente, Carter levanta, um pouco atordoado e com o nariz sangrando, fico assustada, mas Clara disse que não é nada demais, Carter balança o rosto e vai continuar a luta.

— AE SIM MANINHO! ARREBENTA ESSE CARA DE MORCEGO! — Eu grito— CARTER! CARTER! CARTER!

Há um intervalo na luta, Carter e o cara de morcego vão beber agua e ouvir as ordens de seus técnicos, pelo que eu entendi, Carter precisa dar um nocaute no outro cara se não já era o sonho do troféu.

Após o intervalo, Carter parece ter voltado com muita força! Ele deu um monte de socos no cara de morcego, direito, gancho, sei lá, só sei que teve muita porrada! E adivinha.

ELE DEU UM NOCAUTE.

Ele meteu aquela luva esquerda na testa do cara de morcego e ele caiu durinho!

Todo mundo gritou e se abraçou. Eu abracei a Débora. A DÉBORA!

O cara de morcego não aguentou mais lutar.

Sabe o que isso significa.

Que o Carter ganhou!

Ele ficou ultra feliz é obvio, saiu o rinque e veio em nossa direção. Todos nós abraçamos ele mesmo ele estando suado, muito suado.

— Eu não acredito que você veio mesmo Diana!

Não consigo parar de sorrir e abraçar aquele cara suado e sujo de sangue. Eu estou cheia de orgulho!

— Porque eu não viria? Você arrasou. Ah, tenho um presente pra você. — Pego na bolsao envelope com o dinheiro que devia à ele. — Aqui, um presentinho, na verdade, não fiz nada mais que minha obrigação.

Ele pega o pacote e sorri.

— Obrigada Diana.

Steve abraça o irmão bem mais forte.

— Você foi demais! Cara, aquilo foi incrível, papai ficaria orgulhoso!

— Ah, com certeza ele ficaria.— Carter dá um sorriso triste e olha para o alto — PAI! EU VOU VENCER ESSE CAMPEONATO POR VOCÊ!EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ VENDO LÁ DE CIMA!

Na verdade, papai está mais perto do que imagina

— Viva ao Carter!— Débora grita.

— O CARTER É FODÃO! — Jeziel grita. E logo depois, todos gritam juntos

— O CARTER É FODÃO! O CARTER É FODÃO! O CARTER É FODÃO! O CARTER É FODÃO!

Eu danço feito louca com Clara, eu estou tão feliz. Algo que dentro para fora. Parece que meu coração vai explodir, e mesmo assim, eu quero me sentir isso mais vezes.

Notas finais
Gnt, agr eu vou dar o photopayler de todos os personagens q ainda não apareceram certo? Imaginem a Irina como a Débora Nascimento A Clara e Débora como a Sophie Lowe O Jimy como o Jim Howick O Steve como o Lucas Grabeel O Rick como o Colin Ferrell O Paolo como o Robin Van persie esqueci algum? Ahh, e os looks dos personagens que eu mesma fiz nesse site que é fácil e mt legal de usar Look Diana:http://www.polyvore.com/look_diana/set?id=207720280 Look Clara:http://www.polyvore.com/clara_look/set?id=207721311 Look Débora:http://www.polyvore.com/look_d%C3%A9bora/set?id=207728366
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.