The Loveful Fairy Tale

2 Capítulo 2 - A princesa merece o céu (capítulo a parte)


Notas iniciais
Finalmente um hentai de fato na história o/ Dessa vez eu conto a história da princesa de Smourborn, Camile D'Lacourt e o seu "padre particular" (hehehe...logo descobrirão o movito do particular! xD)o clérigo Davi! As histórias podem parecer paralelas mas no futuro ambos os personagens possuirão ligação ^^

Obrigada pelo review da outra! ^^/

A princesa herdeira da fortaleza de Smorbourn estava deitada em sua luxuosa cama de casal, de olhos fechados e com a respiração pesada. Camile sentia-se mal, mas todas as suas acompanhantes ao seu redor nada faziam ou sequer pareciam se preocupar. Estavam acostumadas ao fato da princesa ser extremamente hipocondríaca e de saúde frágil. Ela tinha o semblante pálido e os lábios rosa-esbranquiçados, mas seus olhos castanhos ainda estavam abertos, vigiando a conversa animada das suas damas de companhia.

Lentamente a porta dos seus aposentos se abriu e um homem de batina entrou em seu quarto. Davi era o clérigo mais jovem de todo o castelo e também o mais alegre e simpático, sorridente ele cumprimentou as jovens damas e elas logo em seguida sairam do quarto, após reverências exageradas e sorrisos largos. Apenas Camile não se mexeu.

-E como vai a minha paciente de hoje? — ele indagou com um sorriso sereno.

Camile retribuiu vagamente o sorriso:

-Sinto-me muito mal, padre Davi...acho que não durarei muitos dias.

-Não diga isso, princesa. — ele sentou-se a beira da sua cama, falando em tom mais baixo.- Sairemos dessa como já saímos todas as outras vezes.

-Apenas você me compreende, acredita em mim...todos os outros pensam que o meu mal estar é uma farsa. Eles não entendem que possuo um mal muito grande dentro de mim e não quero contaminar mais ninguém com esta dor horrível. — os olhos de Camile viraram-se para o nada, o cabelo estava preso em um gracioso coque que deixava o seu pescoço a mostra e ainda contava com fios ondulados e rebeldes colando-se a sua pele clara.

-Mas acho que hoje é seu dia de sorte, Camile. Estou certo de que tenho a solução para curá-la...- Davi sussurrou, inclinando-se mais na direção de Camile, ele tinha um sorrisinho iluminado no rosto, algo que fazia a princesa crer nas suas palavras. O clérigo sentiu a respiração dela acelerar por baixo da camisola branca e dos lençóis, então ele gentilmente puxou as cobertas da sua paciente. — Preciso saber como vai seu coração. — ele olhou as vestes dela, eram transparentes de tão brancas e ele podia notar os seios da sua paciente subindo e descendo a cada inspiração. Ele resolveu provocá-los e massageiou com o polegar os mamilos da princesa, jamais havia tentado algo tão ousado, mas Davi desejara por anos a princesa e naquele dia sentia-se motivado a fazer de tudo para possuir aquela que perturbava seus sonhos de padre.

Os seios de Camile entumesceram e ela ficou alerta, sentia-se estranhamente mais agitada e viva por dentro:

-Está tentando ouvir meu coração? — ela sorriu — Talvez já não haja um coração aí,padre. Me tornei uma morta viva e...e... ninguém mais percebeu...- Camile estremecia, Davi a ignorava e colocava suas mãos exatamente entre os seus seios em um espaço muito apertado. Ele não conseguia ouvir seus batimentos.

Por isso decidiu brincar ainda mais com Camile, ele mexia em seus seios. Davi puxou sem força seus mamilos para frente e ouviu um gemido da princesa.

-Assim não posso prosseguir, Camile, preciso saber o que está sentindo e o que a fez emitir...- e ele roçou os mamilos dela nas palmas de sua mão, fazendo-a abafar um gemido.-...este som. Por que está fazendo-o?

Camile ofegava bastante, estava com o corpo quente como febre, mas a parte mais quente era sem dúvida entre as suas pernas:

-Não sei! — ela procurou não olhá-lo diretamente- Sinto como se o fogo divino queimasse todo o meu ser e...acho que estou morrendo, padre...a morte começa entre as pernas? — ela indagou timidamente, sem dúvida era a jovem virgem mais meiga e pura que Davi já vira, isso o deixava com mais vontade de macular sua carne alva e sua inocência. Davi apoiou a mão no seu queixo e a olhou nos olhos, como um sério médico e a sua paciente em estágio terminal da doença:

-Camile, tire sua roupa para mim. Poderia fazer isso?

Ela era obediente também, levantou sua camisola branca até a coxa. Mas subitamente parou:

-Não,Davi... — e ambos se assustaram um segundo, era a primeira vez que ela deixava de formalidades e chamava-o pelo primeiro nome. — Eu não posso tirá-la -ela fechou os olhos com as mãos. — Nunca me vi sem elas...desde a minha infância, jamais as tirei. Pretendo continuar assim até me casar e meu marido, bem, ele também não me verá nua. Não posso me despir, Davi. Ninguém jamais me verá desta forma. — ela se acalmou e o olhou. — Nem mesmo você.

-Então você não me deixa alternativa, Camile. — Davi soltou o rosto dela e segurou sua camisola para rasgá-la. Prevendo isso, Camile se desvencilhou e se arrastou para o outro lado da cama. Mas Davi não desistiria tão fácil, ele a enlaçou pela cintura e a apertou contra sua batina. Camile sentiu algo quente em Davi também, era rijo e despertava a curiosidade na princesa febril. Davi a soltou e ela caiu na cama de costas para ele. Ele se despia lentamente, estava sem nada por baixo e seu corpo refletia a luz do sol fracamente. Seus braços, seu tórax e suas pernas bem torneadas encantavam Camille...ela não conseguia mais olhá-lo como o clérigo imaculado e santo. Agora era apenas Davi, um homem bonito demais para ser verdade, totalmente despido, a não ser por um crucifixo de madeira. Davi tinha mechas do cabelo negro sobre os olhos, estava começando a suar de excitação, mas sorria feliz para ela. Ele a quis por toda a vida e Camille nunca havia notado como isso era forte.

A princesa fugiu engatinhando pela cama, estava com os sentimentos confusos demais. Sabia que devia ceder, já que ele havia tocado-a de todas as formas libidinosas que ela conhecia, mas ela não permitiria que ele tirasse sua pureza assim tão fácil. Davi correu no encalço de Camille, mas parou ao notar que ela engatinhava com o corpo descoberto até a cintura. Ele sorria e ria alto, provocantemente, ao observar as nádegas de Camille moverem-se, completamente nuas, na desesperada fuga da princesa. Ele nunca a vira tremer tanto, nem mesmo nos piores dias de suas doenças.

Camille havia parado de costas para ele ao ouvir o riso, não queria encará-lo, tinha receio de permitir que ele a violasse. Camille suspirou e gemeu um "por favor, meu deus", relaxando o corpo e inclinando mais as nádegas na direção de Davi. Ela não suspeitava que ele pudesse quere-lás também e foi exatamente por esse descuido que Davi se aproximou, penetrando com rapidez e precisão o corpo de Camille. Ela gritou alto com a supresa, mas foi abafada por um beijo quente e intenso. Camille deliciava-se em descobrir o que era um beijo, enquanto Davi penetrava cada vez mais fundo entre suas nádegas com movimentos ligeiros. O clérigo buscou com a mão o sexo intocado dela e masturbou-a carinhosamente com os dedos. Ele sentia-se mais e mais excitado ao saber que fora o primeiro homem a desvirginá-la, a provar da sua pureza quase santa. Davi invejava Camille, apesar de livre para se casar e namorar os homens que quisesse, ela fazia questão de agir como uma clériga quando o padre de verdade era ele, ela era sagrada como uma santa. Mas estava entre os homens e ainda não havia ascendido para o céu. Estavam entrelaçados numa comunhão de corpos e ele não estaria mais só no seu inferno, pois haveria uma santa no meio daqueles pecadores.