The Lost Canvas mudando o curso
32 Coelho Sangrento... Curso Quase Normal do Destino
Notas iniciais
Recapitulando...
Shion: Sua forma do Abismo... – Com o olhar sobressaltado o fixa sob Blood, que apenas sorri ainda mais. – Como Blood? Se tomar essa forma o que ira mudar? Seu cosmo se compara a nós, os Cavaleiros de Ouro. – Fala gesticulando com as mãos querendo compreender tudo.
Blood: Shion nunca mostrei meu verdadeiro cosmo. – Diz sereno sorrindo, da forma que falou causara espanto não somente em Shion, mas em todos ali ate mesmo em Alice. – Tudo o que realizei... Salvar Asmita dos danos destrutivos ao se queimar o cosmo até o Oitavo Sentido... Derrotar o Oneiros com as almas de seus irmãos em conjunto com ele, sem tomar um dano... Sobreviver ao poder de Hades, apenas com alguns arranhões e parte da roupa destruída, além de ir para Atlântida auxiliar e proteger o Oricalco... – Dizia relatando tudo o que fizera ate o momento. – Shion... Nada mais usei do que somente 1% de todo o meu cosmo. – Dizia se se afastando do Ariano e para fora do Barco da Esperança.
Naquele momento toda a atenção estava voltada para Blood fora do barco, logo podia se sentir o cosmo dele se acender e elevar se tal maneira que deixava a todos ainda mais estarrecidos. Nisto todos viam uma aura densa e vermelha cobrir Blood, e conforme ele elevava seu cosmo aquela aura densa aumentava e atingia a altura de um prédio de seis andares. A aura sumia e conforme isso ocorria aqueles que estavam no barco começavam a ver orelhas de coelho surgir. Finalmente sumira aquela aura e todos podiam ver um coelho negro de olhos vermelhos trajando as mesmas roupas de Blood, aquele coelho era o próprio Blood com sua forma do Abismo. Yato como todos olhava assustado, mas por novamente ver aquela forma a ultima vez que vira fora na floresta da morte de Thanatos.

Blood, que estava de costas para o Barco da Esperança, se vira para olhar a todos ali. Ele ergue seus dois punhos na altura do peito e os fecha e abre algumas vezes, logo parando para olhar os rostos assombrados de todos.
Blood: Ora... Fazia tempo em que não ficava assim. – Dizia abaixando seus punhos, sua voz ficara mais grossa e mais intimidadora. – Não me olhem assim, sabem que jamais faria mal a vocês. – Diz em tom mais ameno aproximando sua face do barco. – Ora Shion... Não queria saber minha forma do Abismo hehe. – Diz relativamente próximo de Shion olhando-o bem de perto, permitindo que o Ariano visse bem de perto seu olho.
Shion: Devo dizer que é surpreendente e intimidante ao mesmo tempo esta sua forma. – Diz vendo Blood afastar do barco e indo em direção à porta.
Blood: He he, faria ate mesmo um exercito fugir do campo de batalha com esta forma. – Dizia gargalhando com o que falara. – Bem, esta na hora de abrir o nosso caminho. – Diz estando a um braço, o braço dele, de distancia da porta, assim ele começa a acender e elevar seu cosmo novamente. – Eu, por não ser mais humano, mas sim uma Chain imortal, que somente pode ser destruída por outra Chain, eu não possuo os limites que impedem os humanos de ascender para outro nível de cosmo que não seja o Sétimo ou Oitavo Sentido... – Diz erguendo seu punho. – Eu, Blood B-Rabbit, sou detentor do cosmo dos deuses... EU POSSUO O NONO SENTIDO! – Vocifera a ultima parte explodindo seu cosmo.
Com um único soco em meio aquele palavras que revelavam a verdade sobre seu cosmo para os Cavaleiros, Athena e Alice, Blood com todo seu cosmo e poder acabava de destruir o empecilho que não os permitia continuar a adentrar no Lost Canvas. Todos no barco com os olhos arregalados viam a cena sem nem ao menos acreditar que Blood fosse capaz de possuir aquele cosmo, contudo nem ao menos têm tempo de fazer um questionamento, pois Paradox começava a explicar.
Paradox: Blood já foi um humano... – Dizia solene vendo Blood mudar de forma e percebendo o questionamento estampado na face de todos, assim continua a falar. – Na dimensão onde é o Abismo existe o Mundo Humano de onde Blood nascera, são dois lugares interligados na mesma dimensão, onde o Abismo é considerado o local de castigo para todos aqueles que se afiliaram a uma Chain ilegalmente, exceto para os que fazem afiliação legalmente, contudo são poucos que utilizaram o método correto de contrato... – Diz direto. – Blood fora morto e jogado no Abismo, contudo aquele local tem uma “entidade” chamada de, a Vontade do Abismo, que o salvara e o transformara na Chain Blood Rabbit, acho ate irônico ele ter o nome da Chain exceto pelo “Rabbit”. – Revela contando o que fora e o que era agora Blood.
Blood: Graças a Paradox sou uma Chain independente, não preciso de contratante. – Profere chamando a atenção de todos para si, enquanto se aproximava de Paradox. – Não me lembro de minha vida humana, sou vazio de lembranças desta época. – Fala sorrindo lavando os braços para detrás da cabeça. – Agora vamos seguir em frente, ao final da guerra Paradox conta mais sobre mim, já que ele me conhece melhor do que qualquer um. – Diz soltando os braços detrás da cabeça.
Assim sendo, o Barco da Esperança segue em frente com os Cavaleiros e Athena, juntamente com Alice, Blood e Paradox. Paradox naquele momento sem que ninguém o notasse, se aproxima de Régulos o puxando para um canto afastado.
Régulos: O quer de mim Senhor Paradox? – Questiona olhando atento o homem mascarado.
Paradox: Vou lhe passar como se faz a “Exclamação de Athena”, pois Blood acabara se intrometendo no momento em que você, juntamente com Shion e seu Tio Sísifo, utilizariam a técnica para destruir a porta. – Diz vendo o jovem leão o olhar bobo. – Você precisa ter o conhecimento da técnica, pois vai utiliza-la, não me pergunte como e onde a usará menino. – Fala firme de forma que o outro entendesse.
Paradox, usando de seu poder, mostra na mente de Régulos como seria a execução da técnica. Régulos poderia sentir como era feito, ele não entendia como Paradox poderia fazer aquilo, a não ser que ele fosse muito mais poderoso do que dizia ser.
Em outro lugar, precisamente dizendo a Ilha Kanon, estava Defteros olhando seriamente o céu. Ele sentira que Sísifo momentos antes estava à beira da morte, mas algo o havia curado devido ao cosmo dele denunciar o fato.
Defteros: Então também não caíste, Sísifo. – Profere olhando o horizonte. – Deve ter sido aquela garota que Asmita me falara. – Diz saindo de onde estava e entrando em uma caverna.
Dentro daquela caverna em que Defteros entrara, ao fundo dela estava Dohko, que esta dormindo no calor do vulcão, eles estavam na Ilha Kanon. As armas ao sentirem a presença de Defteros onde Dohko estava partem em sua direção, contudo o Geminiano segura todas elas. Ali ele analisa a ferida causada por Hades em Dohko resolvendo então liberá-lo do cosmo negro, que cobria o seu coração o impedindo de acordar. Assim, Defteros retira um frasco contendo sangue, este sendo o Ikor de Athena, deste modo derrama um pouco em seus dedos e com um movimento acerta bem a ferida de Dohko tocando em seu coração. Ao fazer isso, ele desperta o Tigre adormecido em Dohko, que desnorteado, acorda acendendo seu cosmo com fúria fazendo a lava em seu redor se agitar, logo perguntado onde está, onde está Hades e se Tenma está bem. Defteros explica a situação para Dohko, que ele havia ficado inconsciente por cinco meses, sabendo do que estava ocorrendo, se prepara para ir ao Lost Canvas, mas Defteros diz que ele lá não mudara o resultado desta guerra, que é a derrota de Athena.
Dohko: O que disse? – Pasmo questiona Defteros. – Defteros, maldito! Por que disse essa besteira! – Exasperado vocifera para Defteros que lhe da às costas.
Defteros: Era exatamente o que eu queria te explicar Dohko. – Diz sorrindo de costas a ele enquanto falava. – Tens que levar isto ate a Estátua de Athena. – Diz mostrando o frasco para Dohko. – Esse frasco contém o Ikor de Athena, seu sangue divino. – Diz firme para Dohko.
Defteros explica que apesar de só o Grande Mestre saber os reais poderes daquele artefato, então da à missão para Dohko ao qual ele deve atravessar as 12 Casas e oferecer a Estátua de Athena no Santuário o sangue divino da deusa contido naquele frasco, assim esperando que lá ocorra um milagre. Dohko aceita a missão sem antes questionar Defteros o motivo de ele ter se omitido em ajuda-los naquela guerra, Defteros responde dizendo que estava esperando à hora certa, então surge a Armadura de Gêmeos em meio à lava. Defteros a veste e assim surge finalmente o Cavaleiro de Ouro da terceira casa: Gêmeos.
No Lost Canvas, o Barco da Esperança entrava finalmente a todo ímpeto para dentro seguindo em frente, contudo havia um problema ao invadir dentro do território inimigo, o poder de voar do barco acaba e ele despenca dos céus. O timão da embarcação não correspondia aos comandos de quem o guiava e logo o barco batia com violência em um mar de nuvens, que parecia guia-los agora.
Tenma olhava para frente com ambas às mãos apoiadas no parapeito do navio que ficava próxima a poupa. Parado lá não percebera a aproximação de Yato e Alice.
Yato: Como que é? Idiota... – Diz se aproximando. – Não acha que deveria ficar ao lado de Athena. – Diz ficando ao lado esquerdo de Tenma se apoiando também no parapeito. – Sendo a pessoa que mais deveria estar ao seu lado junto a Sísifo. – Diz recebendo de Tenma um pouco de vácuo.
Alice: Yato pare com isso, Sísifo quase que me morre e você vai ficar no ouvido do Tenma falando. – Ralha com Unicórnio que a olha feio. – Não me olhe assim menino... – Dizia ate ser interrompida por um chilique de Yato.
Yato: Não fale assim comigo Alice, você é ate mais nova do que a mim para ficar me tratando assim. – Diz irritado.
Alice: Mas parece que eu tenho mais cabeça que você, idiota! – Exclama revoltada com a atitude dele. – Alias escuta aqui Yato ate dado momento fica me olhando com desconfiança, não sou nenhuma pessoa duvidosa para este tipo de atitude que tem tomado comigo. – Diz apontando o dedo na cara de Yato. – Então segura às pontas ai, moleque, que pelo menos um de nós dois sabe se porta em uma situação nada acolhedora. – Diz agora furiosa. – Como Sasha se porta diante todos como Athena, você deve se portar como um cavaleiro e parar com essa sua desconfiança comigo, pois se não fosse eu me intrometer em tudo muitos cavaleiros estariam mortos, incluindo os Cavaleiros de Ouro, que era para ter apenas quatro vivo nesta altura da guerra. – Diz firme olhando nos olhos de Yato.
Yato: COMO?! – Grita assombrado o que chama a atenção de todos para eles.
Alice: Não me faça repetir Yato! Foi exatamente isso que você me escutou! – Diz exaltada e com o olhar em chamas nele. – Se não fosse por mim Sasha, melhor dizendo, Athena ficaria mais triste do que poderia estar com a perda dos cavaleiros, e não venha dizer em consolar, uma mulher não quer ser consolada, mas sim apoiada! Passar bem Yato! – Diz saindo de perto dele.
Yato: Alice... Eu... – Tenta dizer algo, mas já era tarde ela já havia se afastado e agora estava vermelho de vergonha vendo que todos o olhavam de maneira furiosa, inclusive Yuzuriha, que havia retirado sua mascara perto dele e de Tenma.
Blood: É Yato... Nunca vi Alice ficar tão brava com alguém. – Diz se aproximando deles, vendo Yato ficar branco. – Calma lá Yato, não lhe fazerei nada, fica tranquilo. – Diz levantando as mãos em sinal de amistoso. – Então me diga Yato como conheceu Tenma? Alice não quis me contar... – Questiona e relata a eles.
Yato conta a Blood como que conhecera Tenma e sobre como se sentia inferior por ele ter um laço forte de amizade com Sasha, por isso tinha ciúmes de ver ambos juntos, contudo com o tempo e se tornando companheiro de Tenma percebia e compreendia o que ele carregava nos ombros. Isso deixa Tenma surpreso com as palavras de Yato, que sorrindo fala que não perdera para ele, antes que continuassem conversando escutam um soldado, que grita dizendo que havia algo a frente deles. Aquilo se tratava de um arco, ao qual o barco estava de frente e começaria a passar por baixo, porém aquilo havia algumas inscrições que lida em voz alta dizia “Daqui em diante, deixe para trás todos os sentimentos e amor de tempos atrás”.
Blood lera a inscrição naquele arco e antes que passassem com o barco por baixo dele, ele se aproxima de Alice a puxando para seu lado.
Blood: Esta na hora de sairmos daqui... – Fala sussurrando no ouvido dela segurando-a pela cintura.
Antes que Alice fizesse algo Blood abrira a Hiperdimensão discretamente e a puxava para lá saindo de onde estavam, Paradox que havia sumido já fazia algum tempo. Na hiperdimensão, conhecido como o Caminho dos Deuses, Alice olhava abismada aquilo e não acreditava que Blood conseguia entrar e a proteger dos efeitos daquele local, que sem a proteção de um deus seu corpo e alma se tornariam o pó do pó.
Alice: O que fez Blood! – Exclama abraçando ele ainda surpreendida pela ação dele. – Temos que voltar! Eles precisam de nós! – Aflita dizia olhando para ele.
Blood: Alice deixa a historia seguir mesmo que pouco o seu curso, se interferirmos demais o rumo da historia vai se degenerar e mudar para sérios problemas, que nem mesmo você com seu poder irão resolver. – Firme em suas palavras diz a ela.
Alice se cala abraçando com mais força Blood, mesmo que deixasse seguir a historia ela teria que interferir nos pontos certos para não acabar com tudo, porém aquilo que ocorria agora com Sasha, Tenma e os Cavaleiros de Ouro a deixava angustiada.
Naquele momento o destino seguia o seu curso implacavelmente, ao passarem por aquele arco maldito, as palavras do mesmo começavam a se concretizar, deixando impotente Tenma que intendia agora as palavras escritas naquele arco, antes mesmo que ele sucumbisse a aquilo surge Yato que lhe segura o rosto e o impede que vire, explicando que ele, Yuzuriha e os outros, ao virarem para trás, foram petrificados e isso não deve acontecer com Tenma já que ele precisa avançar para junto de Athena. De repente, surge em meio às nuvens Caronte de Aqueronte, o Barqueiro do Inferno. Seguindo a historia Sasha, Tenma, Sage e Hakurei, e os 10 Cavaleiros de Ouro em pé seguem Caronte, que após um pequeno conflito com Tenma, os guia em seu barco pelo Lost Canvas e explicando como eles poderiam usar as escadas que levam aos templos, que são chamados Planetas e como os seus guardiões são tão fortes quanto os juízes. Assim explicado Caronte pede como pagamento os cabelos de Athena, pois não queria ser considerado um traidor e que se os cavaleiros e a deusa quisessem continuar até a outra margem teriam que lhe pagar. Todos se negam, porém Athena concorda e corta seus cabelos com uma adaga e os entrega ao barqueiro que, ao pegá-los, chama os anjos do Lost Canvas que pega e os leva para Hades e anuncia que o deus das trevas fará uma tinta com os cabelos da deusa e assim a desenhará, com isso ele não poderá matá-la, mas selará o poder da deusa, que agora não passará de uma menina normal.
Assim ocorria conforme devia Caronte sendo derrotado por Shion, que se vê surpreendido pelo barco que bate na costa daquele mar de nuvens, percebendo assim que Caronte cumprira o trato de levá-los a onde queriam.
Tudo seguia seu curso, Pandora rindo de Athena que tivera seu cosmo selado, Radamanthys tentando controlar o sangue de Hades em seu corpo sendo auxiliado por Sylphid de Basilisco e Valentine de Harpia tentando o acalma-lo, mostrando que os laços que tinham com o Juiz eram fortes fazendo o mesmo voltar a si. Todos os fatos do mangá ocorriam como seguiam, ate mesmo no Santuário onde Dohko acabara de chegar para cumprir o que lhe fora incumbido, lembrando no meio do caminho que ele fora salvo por um espectro, sendo este Kagaho, que o havia levado ate a Ilha Kanon para se recuperar. Dohko chegava às portas do salão do Patriarca, assustando ao abrir a porta e ver sangue e vários cadáveres de soldados espalhados pelo local.
Dohko não acreditava na destruição feita, porém é interrompido por uma gargalhada, surgia naquele local, dois espectros, Gordon e Queen, sendo estes os causadores da chacina naquele local sagrado. Ambos estavam ali para destruírem a sagrada armadura de Athena e explicam a Dohko que a armadura sempre os atrapalhara na guerra, por isso deveria ser destruída. Dito isso Queen começa a acender seu cosmo, contudo para se vendo pego de surpresa por uma voz de homem.
????: Como são desleais esses espectros. – Diz surgindo de uma pilastra.
O homem que surgia por um homem, que estava totalmente coberto por uma capa, sua face não podia ser vista exceto por apenas seu cabelo branco trançado jogado pelo ombro direito com um tipo de presilha lilás presa na ponta.
????: Cavaleiro de Libra siga em frente cuidarei destes sujeitos para ti. – Diz o homem para Dohko.
Gordon: Sujeitinho impertinente eu vou acabar com você. – Dizia o espectro.
O espectro acende e eleva seu cosmo e ataca aquele homem que surgia, em uma velocidade surpreendendo o homem joga a sua capa no rosto de Gordon, que pego de surpresa percebe que aquele sujeito havia escapado de seu golpe.
????: Fraco... – Dizia surgindo nas costas de Gordon.
O homem surgia sem sua capa atrás de Gordon que antes mesmo que agisse, o homem transpassava sua mão direita nas costas dele atingindo o ponto exato onde ficava o coração, o arrancando logo em seguida. Gordon cai morto no chão, Queen olhava sem reação para aquele homem misterioso que matara seu companheiro.
Queen: Maldito... – Diz apertando com força seus punhos.
????: Ande Libra, cumpra sua missão. – Dizia firme olhando profundamente para o cavaleiro.
Dohko olhava para aquele homem ainda mais por sua aparência, ele era exatamente igual à Blood quando o conhecera, exceto por algumas coisas que os diferenciava, seus cabelos eram loiros platinados quase brancos, seus olhos eram vermelhos, que parecia analisar seu cerne, e sua pele clara, se vestia como um aristocrata e carregava consigo um sabre em sua cintura.
????: O que esta esperando! – Exclama olhando com seriedade Dohko.
Dohko queria questionar quem era ele, mas sabia que aquele momento não era o melhor, assim parte em direção ao caminho que levaria ate o Templo de Athena onde estava a sua estátua.
Queen: Não permitirei! – Diz avançando em direção a Dohko.
Antes mesmo que Queen toca-se em Libra, o homem misterioso surge em sua frente e com um potente soco atinge o espectro, que é arremessado contra uma coluna que desmorona em cima do próprio.
????: Não deveria abaixar seus punhos contra o inimigo em sua frente. – Dizia olhando friamente onde o espectro cairá.
Já avançando no ultimo degrau que levava ao Templo de Athena estava Dohko que chegava, contudo era parado por Sylphid de Basilisco, que havia sido ordenado pelo próprio Radamanthys a ir para o Santuário. A luta entre Libra e Basilisco se inicia nos domínios de Hades, Pandora se banhava assistia tudo através de um espelho d’agua em sua sala de banho e divagava sobre Libra devido a não acreditar que ele estava vivo, portanto ordena que suas damas saiam. Sozinha agora, ela estava furiosa com a ousadia de Basilisco em considerar Radamanthys seu rei ao invés de ser Hades, contudo antes que ela dissesse algo a mais surge Hades no ressinto e a todo custo Pandora tenta esconder a sua nudez em frente ao seu senhor. Algumas palavras são trocadas entre eles sobre Basilisco.
No Santuário a luta de Basilisco e Libra continuavam, Dohko se via anestesiado pelo vento do espectro deixado surpreso Sylphid devido a ele ter sobrevivido ao seu vento venenoso. Assim o espectro avança contra Dohko, que tem dificuldades, contudo consegue se defender com facilidade deixando o espectro furioso ainda mais devido a ofendê-lo, dizendo que, ele se escondia embaixo das asas de Radamanthys. Furioso com tais palavras ataca Dohko com mais uma rajada de seu vento venenoso, contudo Dohko se defende e arranca o capacete do espectro, que tem um ferimento leve na testa que sangra isto após ter dito que seu ponto de vista é o certo e que os fracos não devem ter o direito de viver, e que pessoas que morrem sem sequer serem tocadas não tem valor algum. Dohko contra-ataca conseguindo se aproximar de Sylphid e o segurando em seus abraços, o que desestabiliza o espectro. O Cavaleiro de Libra comenta de um homem que também mantinha a distância de todos e que quase morrera sem ter a aproximação daqueles que o respeitavam, sendo este Albafica. E é isso que Dohko tenta oferecer a Sylphid, que novamente se enfurece, mas, antes de morrer pela força de Dohko que estava com seu cosmo nas alturas devido em que ao meio do confronto fizera que o sangue de Athena, mesmo que pouco, reagira com o cavaleiro, assim Sylphid sente o calor do corpo dele e morre serenamente entendendo o que Cavaleiro de Ouro quis dizer.
Dohko se dirige ate a estátua da deusa neste momento, agora ele entendia melhor o motivo de Defteros ter colocado o sangue de Athena em seu corpo, aquilo não fora para salva-lo, mas para garantir a proteção para que chegasse ate seu destino. Entretanto, do nada surge Kagaho em frente a estátua e isto enfurecerá Dohko se enfurece e ataca, contudo e colocado rapidamente no chão por Kagaho, mesmo embora naquela situação e questiona o motivo de tê-lo ajudado a viver, após a luta contra Hades na catedral. Kagaho responde que tudo aquilo fora por Hades, que havia o ordenado para que no final pudesse obter a armadura de Athena.
Kagaho: Dohko apressa-te e entregue a Estátua de Athena o sangue da deusa que tens em seu interior... Ou terei que arrebentá-lo? – Profere gélido acendendo e levando seu cosmo. – ESCOLHA! – Exclama firme, deixando Dohko encurralado.
Ainda no aposento de banho de Pandora, ela e Hades conversam sobre a presença e intervenção de Kagaho sobre pegar a armadura de Athena no Santuário. Pandora não confia em Kagaho para esta missão, contudo Hades demonstra plena confiança no espectro. No Santuário, Kagaho começa a lutar contra Dohko que se encontrava em estado lamentável.
Kagaho: Está repleto de feridas Libra... Eu o despedaçarei... Teu corpo! – Dizia acendendo e elevando seu cosmo e executando sua técnica. – Crucificação Ankh!
Aquela técnica de Kagaho dispara chamas negras contra Dohko, os feixes que foram disparados o acertam e atravessam a pele e a armadura o prendendo em uma labareda em forma de uma Cruz, como estacas feitas de chamas sendo duas nas pernas, acima e abaixo do joelho, e uma em cada braço e em cada ombro, crucificando-o vivo. Com Dohko preso Kagaho faz com que sua cruz de chamas com Dohko suba ficando, praticamente, colada no peito da estatua.
Kagaho: É o desejo do Senhor Hades a armadura de Athena. – Falava olhando para onde havia colocado Dohko. – Dohko... Em teu coração se encontra o Ikor de Athena. – Diz olhando-o de forma dura. – É manifesta-lo... DIANTE DA ESTÁTUA DE ATHENA! – Com aquilo ele ataca Dohko, fazendo com que o sangue do mesmo espirrar em contato com a estátua.
A Estátua da deusa, com o sangue de Dohko contendo o Ikor faz surgir à armadura de Athena, que logo se transforma em uma pequena estátua que pode ser levada nas mãos. De repente, Kagaho é preso por fortes correntes douradas, antes que o mesmo pegasse a armadura que se dirige para as suas mãos, ali surge Dohko que a pega, porém quando Kagaho iria se liberta e revidar surge um portal dimensional com Defteros dentro.
Defteros: Sinto muito... – Diz sorrindo ousado para Kagaho. – Mas esse jogo não é para o teu nível! – Diz provocativo para o espectro. – Faça-me o favor de dizer isto a Hades... – Diz continuando provocativo. – Diga que Defteros de Gêmeos e Dohko de Libra partirão para o Lost Canvas... – Diz começando a fechar a outra dimensão. – E que nesse momento será derrotado! – Exclama firme fechando por fim aquele caminho.
Defteros manda um recado para Hades através de Kagaho e assim se vai deixando para trás um espectro sem muito que fazer. Atrás de um pilar do templo de Athena, estando com seu cosmo oculto, estava o homem com a cara de Blood escondido olhando todo o ocorrido. Havia sido ele a prender Kagaho com aquelas correntes douradas.
????: Fiz o que pude meu irmão... – Pensa consigo triste. – Mesmo que embora não se lembre de mim fiz o necessário para ajuda-lo a cumprir seu desejo de rever suas memórias, espero que não queira vingança depois de recupera-las... Adeus e ate um dia, meu amado irmão Blood... –Pensa se despedindo.
Silenciosamente aquele homem se despedia abrindo um portal e sumindo logo após o atravessa-lo, fazendo com que sua existência nunca houvesse tocado aquele lugar. Aquele homem era Jillian, irmão mais novo de Blood, o que ele estaria fazendo ali, ninguém conseguiria saber e dificilmente no futuro seria descoberto, contudo nada escapa do traçar do destino.
Continua...
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