Apollyon seguia pelo terceiro céu até achar o portão, mas o que tinha lá não era um portal para o quarto céu e sim para o inferno. O demônio entrou e começou a ouvir diversos gritos na linguagem antiga dos anjos. Enquanto andava por lá um infernos chegou, este começou a atacar Apollyon sem mais nem menos.

“Seu imundo...” – Falou Apollyon sacando sua espada.

Apollyon traçou sua espada em um caminho especifico lançando pequenos fluxos de energia vinda de sua aura na direção do infernos e em seguida Apollyon pulou em direção do ser e começou a cortar o mesmo, assim continuou até fazer com que ele tenha o corpo separado em seis partes, sangue voava por toda o corpo de Apollyon.

“Não da nem o gosto... Alguém mais forte por aqui?!” – Exclama Apollyon.

No instante uma espécie de esqueleto aparece, o ser tinha um conjunto de duas foices nas mãos e usava uma grande armadura comparada a seu tamanho, tinha seis asas nas costas e dois grandes chifres.

“Ah... Belo Apollyon, meu anjo mais forte...” – Diz o esqueleto.

“Como sabe meu nome?...” – Pergunta Apollyon.

“Não me conheces? Sou eu, Deus... Aquele que você matou! Seu pai!” – Responde Deus.

“Ah... Bem, parece que no passado eu não te matei por completo... Vou fazer isso agora mesmo...” – Fala Apollyon.

Apollyon segue correndo até Deus e faz um corte na diagonal com sua espada cortando o homem no meio. Instantes depois este aparece atrás de Apollyon perfurando suas costas, o demônio anda para frente e faz um corte na horizontal direcionando-o na mão de Deus a cortando. Deus ao ver sua mão cortada recua e joga sua espada até Apollyon que segura-a com a mão e quebra-a no meio. Quando Apollyon olha a mão de Deus havia sido curada.

“Ah, parece que você não se lembra, então lhe direi meu nome... Chame-me de Suriel, meu melhor poder é a cura... Então acho que não irá conseguir me matar, foi por isso que você me aprisionou...” – Diz Suriel.

“Duvido muito” – Fala Apollyon sacando sua espada Qwazr.

“A espada Qwazr... Agora as coisas mudaram... Terei de me esforçar mais... Mas ainda acha que irá conseguir derrotar Deus nessa sua forma fraca?!” – Exclama o Deus.

“Sim. Deus.” – Disse o demônio com um leve sorriso no rosto.

Apollyon joga-se contra o corpo de Suriel com sua mais nova habilidade de controlar a gravidade pesou o corpo de Deus o fazendo ficar parado por uns segundos, nesse meio tempo o demônio arrancou a mão de Suriel que escapa antes que Apollyon cortasse seu braço.

“A... Agora minha mão direita foi inutilizada... Maldita espada... – Diz Suriel – Brincadeirinha” – Gargalha o Deus com sua mão voltando com um grande sorriso no rosto.

“Mas o que?!” – Exclama Apollyon.

“Nem mesmo algo como magica pode deter minha suprema cura!” – Grita o Deus avançando até Apollyon.

Suriel coloca-se na frente de Apollyon chocando suas duas espadas, os dois começaram a disputar numa velocidade onde um ser normal não conseguiria acompanhar. Suriel cortou os dedos restantes na mão esquerda de Apollyon e em seguida a mão, o Deus jogou-se para Apollyon girando com suas espadas cortando inúmeras vezes Apollyon que mal se defendia, no meio daquilo Suriel jogou sua terceira espada contra a cabeça de Apollyon, naquele momento a espada começou a se mover sozinha lutando contra Apollyon. Logo Suriel parava e começa a lutar também contra Apollyon enquanto sua espada também o fazia.

“Essa é a espada Mechanicher, ela tem vontade própria assim como uma personalidade, foi criada no oitavo – Opa, o que eu estava dizendo...” – Falou Suriel.

Logo Apollyon perde os dois braços para Suriel e Mechanicher e em seguida sua própria cabeça é decapitada.

“Nem você pode contra um Deus garoto...” – Diz Suriel.

Em seguida o Deus sai andando.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.