The Little Girl
29 When It's Time
Notas iniciais
Bem galero,acho q esse cap ta meio clichezinho...
Esses dias EU terminei com meu namorado e minha amiga me enfiou numa festa ¬-¬ ai vocs ja viram né
Então,se tiver algo errado...já sabem.
Nas minhas outras fics,meus leitores me add no msn e falam cmg numa boa,super amizade...aqui nao '-'
Voc snoa quer falar cmg é u.u? seria legal ter a opnao de vocs fora do nyah! sabe,muito legal.
Bem,enjoy o cap
Acordei com uma dor de cabeça terrível. Puxei um pouco mais de oxigênio para meus pulmões, mas sem sucesso, pois tinha dois malditos negócios dentro do meu nariz. Meu cérebro rapidamente se associou as lembranças de 7 anos atrás, mas eu rapidamente voltei à realidade.
Pera, então eu não morri?
Se eu não morri... A não.
Tentei arrancar o tubo de respiração de meu rosto, mas uma mão quente me impediu. Abri os olhos e me deparei com Dr.McDie parado do meu lado. É eu não morri e vim parar num leito de hospital. Merda.
-Na-na-ni-na-não. Nem pense em tirar esse tubo. Como você está? – Sem pensar, respondi:
-Minha filha... Ela... O que houve? –Comecei a me levantar da maca,mas ele me empurrou de volta
-Acalme-se senhorita Fernandes. Sua criança está bem — Suspirei de alivio, quase chorando. Malditos hormônios – Seu namorado te salvou a tempo.
-Você não contou a ele? Contou?
-Não... Mas não acho certo. Ele é o pai não é? Devia saber.
-Eu sei... Eu quero contar, só isso.
-Bem, de qualquer forma... Ele não saiu daqui desde que você chegou.
-E eu cheguei há exatamente quanto tempo? –Perguntei, enquanto ele subia a maca para eu ficar “sentada”. Ele suspirou pesadamente e me encarou:
- 3 dias — Ah, ta brincando que fiquei inconsciente por 3 malditos dias. Ouvimos 5 batidas insistentes na porta de vidro — Acho que ele quer falar contigo. –Ele disse,desligou meu aparelho de respiração,tirou as agulhas e o aparelho de mim e saiu,sem ao menos dizer quem era.
Como seu não soubesse quem era.Como se eu não sentisse o perfume dele de longe,visse seus olhos ,mesmo através do vidro que nos separava,se não visse seu cabelo preto bagunçado e esticado pra todos os lados do gel que eu mesma comprei pra ele,como se não ouvisse sua voz conversando de forma rápida com o medico.Era ele.O meu Billie.
-Entra – Eu disse, assim que o ouvi chamar. Espero que aquele medico não tenha dito nada pra ele.Ele entrou,e carregada um violão na capa em costas.Vestia uma camiseta(a MINHA CAMISETA) do Ramones,um casaco preto por cima,jeans negros,uma toquinha azul,e all star,meio coberto de neve.Ele estava sorrindo.
Preciso mesmo dizer que ele estava deslumbrante?
-Oi.. –eu disse, com a voz falhando. Eu sorri, mesmo sem querer. Ele pode me odiar, mas meu coração pertence a ele.
-Oi... –Ele disse, mas não se sentou. –Vejo que melhorou... Isso é bom.
-É... — Eu disse, meio sem graça. Senti meus lábios tremerem e senti uma vontade incontrolável de chorar. Eu o perdera pra sempre?
-Vamos,saia daí.Eles te deram alta.Vamos comer alguma porcaria. –Ele sorriu mais,e eu não pude deixar de sorrir.Tirou uma pequena malinha com algumas roupas quente pra mim.Me levantei,meio envergonhada por causa da roupa de hospital que estava usando e entrei no pequeno banheiro do quarto.Me troquei devagar,meio grogue ainda.Ah,me dêem um tempo acabei de acordar de um coma.
Sai do banheiro, e antes que ele abrisse a boca, eu disse:
-Estamos com as roupas trocadas –ri – Essa camiseta é minha – Eu disse, apontando a camiseta que ele usava. Ele riu e coçou a cabeça.
-Eu sei... Gosto do seu cheiro. –Ele virou o rosto e saiu do quarto, deixando a porta aberta pra mim. Passei por ela e o segui ate a frente do hospital. Entramos no carro e eu sem querer, respondi a uma pergunta silenciosa:
-Panquecas com manteiga e chocolate quente seria uma boa. –Ele assentiu, e ligou o radio. Bem, eu queria que ele tivesse feito isso. Ainda não estava preparada pra entrar no assunto “St. Jimmy”.Fomos ate uma lanchonete perto do hotel e ele fez nossos pedidos.Estava um tempo bastante nublado lá fora,eu torci para que nevasse.
-Olha, vou direto ao ponto. Eu sei que o seu passado é sombrio, turbulento e cheio de feridas,e sinto muito ter gritado com você...Mas naquele momento,eu...simplesmente perdi a cabeça de ciúmes.Pensar que alguém te tocou como eu te toco,que você amou alguém antes de mim...Era uma idéia quase insuportável.Eu...só não quero perder a minha garotinha.Agora,eu tenho certeza que VOCÊ é o amor da minha vida,a garota que eu estive esperando esses 40 anos...e que espera.Não posso te deixar partir,nem agora,nem nunca.Me perdoe por ser um idiota,me perdoe pelo meu ciúme,me p...
Antes que ele continuasse a falar, eu peguei seu rosto entre minhas mãos e o beijei como se fosse minha ultima noite na terra. Rompi o beijo no segundo que a garçonete trouxe nossos pedidos e olhou de canto pra mim.
-Billie... Ta tudo bem agora. Eu estou aqui, nós estamos aqui – eu me referia mais a mim e minha filha do que eu e ele. –E nunca vamos de abandonar. Ta bom? –Ele concordou com a cabeça, sorrindo. Virei-me pra frente, e comecei a comer.
Desculpa ai galera, mas eu tenho que alimentar 2 estômagos agora.
...
Depois que terminamos de comer, ele nos levou a um parque meio afastado da cidade,e eu ficamos balançando nos balanços.Parecíamos duas crianças.Uma hora,eu acabei soltando sem querer as mãos do balanço e cai pra frente.Então,o senhor Armstrong decidiu deitar em cima de mim:
-Billie... Sai... De... Cima... –Eu disse, meio sem ar. Estava nevando.
-Na-na-ni-na-não — Ele riu, e me beijou.
Cara, como eu sentia falta desse gostinho que só os lábios dele tinham. 3 dias sem tocá-los foi com certeza uma tortura. Ele rapidamente separou os lábios do meu e sentou, fazendo eu, de mal gosto,me sentar também.Ele tirou o violão preto da capa e começou a tocar When It’s Time pra mim.
Claro, foi lindo, mas não típico de Billie Joe Armstrong fazer isso.Quando terminou,ele me levantou e se ajoelhou na minha frente.
Ah, não.
-Beatriz Fernandez... Sei que não estamos juntos a muito tempo,mas eu sei,eu sinto que não suportaria te perder.Não sei se é o momento,ou a hora certa pra te pedir isso...mas eu preciso...Não suportaria te perder como quase te perdi 3 dias atrás...se eu não tivesse chegado a tempo...Sabe Deus lá onde você estaria agora...Bem,vou direto ao ponto...Aceitaria se casar comigo? –Ele, ainda com o violão a tiracolo, tirou uma caixinha preta do bolso,e abriu.Lá dentro,havia uma anel de prata,com um diamante de porte médio,verde-escuro...igualzinho a cor dos meus olhos.
-Ah Billie, seu completo idiota... É claro que eu aceito. -Ele sorriu, colocou a aliança no meu terceiro dedo da mão esquerda, me pegou no colo e me beijou.
Agora sim, eu finalmente estava em casa.
...
Não sei quanto tempo ficamos ali,apenas nos olhando.Eu estava feliz,finalmente.Era ali ao lugar que eu pertencia,junto a minha filha e meu...noivo?!É,acho que é isso.Voltamos ao hotel quando já eram 23:30 ,e Mike e Tre estavam no sofá,na mesma posição que eu os deixara.Eles estavam meio pálidos e com olheiras.Eu parei na soleira da porta,enquanto Billie adentrava no quarto e me indicava com o rosto.Eles se levantaram,e os três ficaram me olhando.Á essa altura,minha visão já estava turva de lagrimas:
-Mike... Tré... Eu... –Eu não terminei a frase, corri para os braços dos dois homens de olhos azuis a minha frente. Dessa vez, consegui engolir as lagrimas. Afastei-me depois de alguns minutos:
-Nunca... Mais... Faça... Isso... Conosco... Beatriz- Dessa vez a pausa foi maior, pois Mike olhou para minha mãe esquerda- Armstrong?!
-Billie,seu filho da mãe,já a pediu em casamento? –Disse,Tre,abraçando o amigo.Ele começaram a conversar e rir,e eu silenciosamente me retirei da sala e me tranquei no quarto.Disquei os números tão conhecido e esperei.
-Alo? –Disse uma voz sonolenta.
-Eu sei que isso não é hora pra ligar mais... Preciso da sua ajuda.
Fale com o autor