The Line Between The Stars And The War

1 I-" Mudaram As Estações... Nada Mudou..."


Notas iniciais
Espero que gostem!

Ela se lembra de correr. Com os cascalhos e areias por de baixo de seus pés, a brisa entrando em contato com seu rosto e cabelos.

Ela queria fugir. Seu pai morreu, sua mãe se foi à muitos anos. E agora Fred.

Ele a deixou, ele tinha prometido que não iria.

Fred Weasley estava morto, e Carina Black estava desolada.

Mas, naquele momento, o que importava, era Harry. Seu amigo, praticamente irmão, afilhado de seu pai, estava para ser morto em qualquer instante.

As árvores da floresta proibida estavam, na opnião dela, de uma forma em especial mais apavorantes nos quesitos visuais que jamais esteve em todos os anos que ela estudou em Hogwarts.

Ela, de forma abrupta, parou. Caiu de joelhos. E chorou.

— Papai. — ela sussurrou, seus olhos acizentados fechando, e suas mãos delicadas entre seu rosto.

" Eu quero você, pai. Estou com saudades. Eu estou com medo." —ela pensou.

— Mãe.- ela falou mais alto, se lembrando por flashes da figura bonita de cabelos loiros como o Sol.

" Você é forte, Ca. Você só precisa de um motivo para ser. "- Nymphadora quem lhe disse isso, à quase 5 anos.

Nymphadora. Esse nome agora lhe causava saudades, um peito vazio, e lembranças de uma infância com uma garota de cabelos rosas mais velha.

Ela viu um brilho dourado, no meio das folhas caídas.

Chegou mais perto, curiosidade irradiando no peito à mil. Ela o tocou, o objeto.

A ampulheta, rompeu. De alguma forma, se sentiu sendo puxada, seus olhos se fecharam, e quando os abriu, não era mais uma tarde ensolarada. Era noite, a lua cheia brilhava.

Ouviu um uivo, e se sentiu zonza. Se sentou, e imediatamente o som de patas de cachorro correndo fez contato com seus ouvidos.

Ela o viu. Junto à ele, um veado.

"Eu morri?"— foi o que ela pensou.

Os olhos cinzas do cachorro de porte a encarou, e ela viu tudo turvo.

O veado se aproximou, mas, espere, não é mais um animal, e sim um homem de cabelos desarrumados, que disse:

— Ei! Ei! Não, não durma!- ele falou deanorteado, mas já era tarde, ela desmaiou nos braços de outro homem de cabelos negros encaracolados, mas antes, pensou:"Pai."

(...)

Ela acordou em um lugar branco, o cheiro de poções a embargava. Se sentiu tonta, e quase pulou da cama quando viu uma versão com menos rugas do falecido Albus Dumbledore.

— É, eu realmente morri. — ela disse, sua mão indo de encontro com sua testa. Ela ouviu uma risada, curta e fraca. Levantou os olhos e encarou os azuis por trás dos óculos de meia lua.

— Devo ousar perguntar... Quem é você?

Ela riu, aquela risada escandolosa que ela tinha para qualquer situação.

— Como assim, Professor? Você sabe exatamente quem sou.

Ela viu a confusão nos olhos dele.

Ela olhou para a enfermeira, ela a conhecia. Mas uma versão mais velha dela.

— Professor? Que ano é?

— 1977.- ele respondeu confuso e inseguro.

Ela se sentiu caindo emocionalmente, ela não estava morta, ela não estava sonhando quando viu seu pai e o melhor amigo dele. Ela estava 20 anos no passado.

—Professor, eu realmente acho que temos muito o que conversar.

Horas depois, o professor Dumbledore estava na frente dos alunos.

— Hoje, aconteceu algo fantástico e inusitado. Temos a visita de uma jovem do futuro, a senhorita Carina.

Ela sentiu os olhos em cima de si, e um sussurro da masa vermelho e dourado:

— Ela parece exatamente com você, Lene. -ela reconheceu aquele rosto. Alice, mãe de Neville. Ela viu uma figura ruiva de olhos verdes encara-la. E bem, do seu lado assustada com os olhos arregalados, estava Marlene, sua mãe.

— Acredito que vocês irão recebe-la com muita hostilidade. Sem estravagância, e sem enche-la de perguntas. A senhorita Carina me informou que sua casa é a Grifinória, portanto, é lá que ficará até arranjarmos uma forma dela voltar para seu tempo correto.

Ele a acenou com a cabeça em sinal de apoio.Se sentou na mesa da Grifinória, para seu desespero, do lado da mãe de Neville Longbotoom.

— Oi!-ela disse empolgada, quase saltitando. — Eu sou Alice, mas você já deve saber disso, já que sou sua madrinha.

— Me poupe, se poupe e nos poupe Alice. É óbivio que a Marlene me colocou de madrinha.-disse a ruiva. — Prazer, Lily.

— Oi...-foi a única palavra que ela disse.

—Você é minha filha? — Marlene não se contetou.

— Sou.- suspirou, se dando por vencida. — Prazer, Carina.

— Seu nome é lindo. — ela disse sorrindo largamente para mim.

— Bem, foi você que escolheu.- ela riu.

Um assobio ecoou pela mesa, e ela o conhecia. Seu coração palpitou.

— Pelo jeito agora eu tenho McKitten em dobro, hm? — ela olhou, e identificou o homem no qual sentia tanta falta. Estava mais jovem, seus cabelos eram curtos, e um brilho maroto era crescente em seus olhos cinzentos. Seu sorriso era largo e acompanhado por uma versão de olhos amendoados de Harry, e um menino com cicatrizes e cabelos tom de areia olhava para eles em desaprovação.

— Nunca teve uma, Black. Imagina duas.- sua mãe disse, com sorriso malicioso.

— Lene, meu amor, pare de ser rude e me deixe nos apresentar.- ele disse com um tom sacana. — Olá, little Lene. Sou Sirius, Sirius Black. E este aqui é Remus Lupin, aquele que não para de comer é Peter Pettigrew, e esse viado é James Potter. — Ele disse apontando para cada um deles, e no último bagunçou os cabelos do rapaz.

— Quantas vezes eu vou ter que dizer? É cervo!- ele disse com os olhos fechados.

— Bem, prazer.- ela falou rindo.

— Vem, você vai ficar em nosso dormitório. — Alice exclamou, batendo palminhas e Carina não pode deixar de rir.

"Mesmo com tantos motivos

pra deixar tudo como está

Nem desistir, nem tentar,

agora tanto faz...

Estamos indo de volta pra casa" — Cassia Eller.