The Life of One Vampire
6 Amor, é algo cruel para uns.
Notas iniciais
No dia seguinte...
Allyson só pensava em sua situação, se chateava por isso constantemente, mas a vida continua, era sábado. Teria um evento na escola, um teatro, e era obrigatório. Ambas fizeram como num dia normal, se vestiram comeram, se arrumaram. Por volta de 17h saíram de casa e foram, de carro, para a escola, entraram.
Como a peça só começaria em 1h Ally, Maria, Henry e Nate (amigos das meninas) foram para uma das salas. Henry, como em todo lugar, havia levado alguma bebida. Hoje estava com uma garrafa de vodka. Todos beberam, revezando.
– Por que vocês duas não foram à festa de ontem? –questionou Nate.
– Ele tem razão. Senti falta das minhas companhiras de bebida. –Henry acrescentou, junto a um sorriso de lado.
– Estávamos... Estávamos... –Ally não sabia o que dizer. Como iria explicar o que estava acontecendo? Nem Maria sabia a história inteira.
– Estávamos ocupadas. –Maria ajudou Ally.
– Com o que? –Henry era curioso.
– Houve um problema com minha família... Meu... Meu tio morreu ontem. –Pensou em algo rápido, e logo disse. – E Maria ficou para me dar apoio.
– Meus pêsames. –disse Nate.
– Sinto mundo, Ally. –ofereceu a garrafa a ela, e ela pegou, tomou um pouco.
Já eram quase 18h, eles tinham de ir para a peça. Eles foram, chegaram até uma parte do caminho quando Allyson viu Damon. Não queria vê-lo. Não naquele momento delicado.
– Meninos... Vão indo na frente, eu e Maria já alcançamos vocês...
Eles assentiram e foram. Ally e Maria voltaram para a sala.
– O que faço?!
– Fale com ele, Ally, é a melhor coisa que você pode fazer...
– Mas...
– Vá.
– Okay... –sem questionar, Allyson foi até a porta e já ia se dirigir até Damon, quando voltou para fazer uma pergunta à amiga. – Maria... –viu Maria no chão, sangue, e correu até ela.
– Ally... –disse ela, quase inconsciente.
– Não, não, não, não! –olhou o pescoço de Maria e seu corpo ferveu de raiva. Uma mordida. Mas não qualquer mordida, uma mordida de vampiro. As veias de Ally ficaram mais nítidas e seus olhos vermelhos, não havia consumido sangue hoje. Mas sem recitar mordeu seu pulso e fez Maria tomar seu sangue. – Beba, beba!
Maria ficou assustada.
– O que diabos... –não pode completar a frase.
Ally parou de dar sangue a Maria, o ferimento se curou, mas Ally ouviu um barulho. Levantou-se e caminhou até a origem dela. Quando se virou uma pessoa, de capuz preto, segurava a cabeça de Maria (Não arrancou a cabeça) e quebrou seu pescoço, e então desapareceu.
– NÃO! –correu até Maria. Não sabia o que fazer, não havia nada a ser feito. Então a colocou em cima da mesa e a esperou acordar.
Damon, que estava presente, ouviu os gritos e correu até lá, os olhos de Ally ainda estavam vermelhos, mas não por vontade de sangue, e sim por seu choro, por sua amiga. Quando viu Damon o abraçou sem recitar. Ele segurou a cabeça de Ally em seu ombro.
– Shhh... –era a única coisa que ele podia dizer naquele momento.
E enquanto isso, com os Mikaelsons.
Rebekah havia tentado se desculpar com Klaus. Ele enfiou uma adaga em seu coração.
– Está desculpada, sister. Até o próximo século. –a colocou no caixão e voltou para seus aposentos.
– Isso era mesmo necessário, Niklaus? Rebekah não precisava voltar para o caixão, já ficou quase dois séculos lá.
– Estou ciente, Elijah. Mas ela só iria sair quando me ocorrer.
– Você já tem a garota, já a manteve no caixão. Não há motivos para deixa lá, Nicklaus.
– Pare de me questionar, irmão. Se não será o próximo.
Elijah se manteve calado e se dirigiu a seu quarto. Era possível sentir a futura guerra que ocorreria com essa família. Por causa de uma garota, uma garota especial, e confusa.
Klaus, que queria recuperar seu amor tratou de segui lá e quando a viu abraçada com Damon Salvatore descobriu o motivo de tudo.
Tudo faz sentido agora. Ela me trocou por um idiota qualquer. –pensou Klaus
Ódio e raiva o consumiram. Seus olhos lacrimejaram e derramou algumas lagrimas. Não queria chamar atenção, mas sentia uma enorme vontade de gritar, quebrar algumas coisas e arrancar corações. Limpou seu rosto, e sumiu em velocidade de vampiro dali. Quando voltou para sua Mansão teve um ataque, um ataque de raiva. Começou a quebrar coisas, gritar. Elijah apareceu.
– O que está fazendo?! –questionou ele.
– Descontando minha raiva, Elijah. –a única coisa que Klaus sentia naquele momento era ódio. Quebrou a TV e subiu para seu quarto. Se trancou lá e depois daquele momento a casa entrou em silencio absoluto.
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