The Legendary Trainer
1 Chegada em Pallet
Notas iniciais
O vento soprava de forma prazerosa no rosto do rapaz que abria seus braços para recebe-lo com um enorme sorriso no rosto. Após um tempo sentindo esse vento o garoto enfim abre o olho, para mais uma vez sorrir, encarava agora a pacata cidade de Pallet, que abrigava o seu destino, o laboratório do professor Gary Carvalho.
Sem pensar duas vezes o garoto andava em direção a cidade, a cada lufada de ar, abria os, e foi em uma dessas lufadas de ar, que o garoto abriu os braços e girou sentindo todo o vento em sua volta, foi em um desses giros de olhos fechados que o garoto não viu uma garota correndo olhando para o chão, fazendo que com que os dois se chocassem indo os dois para o solo.
A menina havia ralado um pouco dos joelhos e da palma da mão, já o garoto caído com a bunda no chão, o que fez o mesmo aumentar o riso, a garota o olhava incrédulo por ele estar dando risada, mas o sorriso dele era contagiante logo ela também estava rindo com ele, o qual a ajuda a se levantar.
— Olá meu nome e Ember, e o seu? – Perguntou o garoto.
— Olá, meu nome e Blu – falou a garota batendo a roupa para tirar o pó.
— Blu de Blue? – perguntou o garoto a olhando.
— Não, apenas Blu sem o e no final – respondeu a garota.
— Nome diferente, gostei – falou o garoto coçando a cabeça.
— Que bom, mas você é novo por aqui não é? – perguntou a garoto o que fez o garoto abaixar a cabeça.
— Sim e não, meu avô, nasceu aqui e começou sua jornada aqui, assim como meu pai, mas infelizmente meu nascimento foi de certa forma muito complicado, e acabei morando desde que nasci muito longe daqui, mas sempre quis começar minha jornada por pallet, assim como eles – falou o garoto sorrindo.
— Hum, então creio que veio falar com o meu pai Gary Carvalho – falou a moça.
— Com certeza sim – falou o garoto sorrindo mais uma vez, começando a caminhar atrás da garota que o havia chamado.
— Vamos então vou lhe apresentar ao meu pai – falou a garota.
— Agradeceria muito – falou o garoto andando agora de costas, novamente olhando a acidade em volta.
— Me desculpa perguntar, mas quem era seu pai e seu avô – perguntou a menina.
— A sim, meu avô era Red Ketchum e meu pai e Ash Ketchum – respondeu o garoto, olhando para um bando de Pokémons pássaros que voavam ao horizonte, parou a se chocar com a garota de novo, mas dessa vez não havia caído.
— Está tudo bem? – perguntou o garoto.
— É impossível, você está mentido – falou a garota.
— E por que eu mentiria – falou Ember.
— Por que Ash Ketchum morreu a 18 anos atrás – falou a garota.
— Ah isso, bom tenho que falar que foi bem impressionante mesmo, mas posso confirmar que Ash e meu pai e está muito bem vivo, mas prefiro fazer isso dentro do laboratório de seu pai, se possível, pode me ajudar – falou o garoto agora um pouco mais sério.
— Vou te levar lá, mas não venha achando que vamos acreditar nisso, Ash foi um grande rival e depois amigo de meu pai, nunca tive padrinho, por que papai falou que ninguém ia substituir o lugar de Ash nesse lugar – falou a menina.
— Olha, eu sei que e difícil de acreditar, mas sério, podemos fazer isso dentro do laboratório, vou me sentir mais confortável – falou o garoto.
A menina não falou mais nada, somente seguiu novamente em direção ao laboratório, o qual agora havia sido construído um novo edifício no lugar do antigo, para satisfazer as evoluções tecnológicas pelo mundo, Ember logo percebeu que de alguma forma o sentimento era gigantesco pela menina, pois percebeu pequenas lagrimas que caiam no rosto da menina, coisa que ele não entendia muito bem, já que pelo o que seu pai falava nunca havia saído e tido contado com pallet de novo.
Não tardou a chegarem no laboratório do pai de Blu, foram atendidos rapidamente pela assistente do professor, que estranhou a menina estar limpando o rosto de um possível choro e acabou correndo para chamar o professor que não demorou a chegar todo preocupado com a filha.
— Blu está tudo bem? Dil falou que você estava com cara de choro – falou o homem que tinha seus 40 anos.
— Acho que a culpa e minha – fala o garoto levantando a mão, se fazendo presente na sala.
— Como assim, o que foi que você fez moleque – falou o professor com um cara brava.
— Eita, calma lá, eu te conto mas primeiro queria que fosse em particular, sua filha pode participar também – falou o rapaz com certo ar de conversa importante, que Gary percebeu e logo os chamou para sua sala, avisando para Dil que não deixasse ninguém entrar.
Então pode começar – falou o professor logo após todos estarem confortavelmente sentados. Logo ele viu o garoto pegar da mochila um Holo Caster de ultima geração e colocar em cima da mesa, ativando um pequeno desenho holográfico na mesa.
— Esse e o Holo2k – pergunta o professor atônito.
— Sim, comprei enquanto vinha para cá – falou o garoto.
— Mas isso não e vendido em Kanto, ainda não foi lançado por aqui – falou o professor.
— Eu vim de longe professor – falou o garoto.
— Certo, mas enfim, o que você tanto quer me mostrar e por que minha filha está nesse estado – falou o professor.
— Na verdade, sei não, ela só não gostou do que eu falei, mas não tinha nada de mais – falou o garoto e a menina o olha lhe encarando.
— Como não, olha o que você me falou, você não sabe como essa cidade sofreu, como meu pai sofreu por causa disso e você chega e fala que é mentira. – fala a garoto.
— Ei mentira nada, vocês que nunca souberam da verdade – falou o garoto se defendendo.
— Que verdade, do que vocês estão falando – perguntou o professor.
— Esse garoto, falou que e filho de Ash Ketchum – falou a menina olhando para o pai que agora olhava o garoto estático, mas logo uma feição de alivio se chegou no rosto do professor, o que a filha achou estranho.
— Pai, você não pode estar achando que ele está falando a verdade não é – falou a garoto com a voz alterada, já enchendo os olhos de lagrimas.
— Não sei, mas se for verdade explica muita coisa – fala o professor.
— Como assim explica muita coisa, não tem nada para explicar aqui, como vocês ousam, COMO VOCÊS OUSAM FALAR ISSO – gritou a menina se levantando.
— Já chega BLU, senta e escuta – gritou o homem de novo.
— Mas que droga pai – falou a garota com lagrimas nos olhos.
— Por que você chora assim por uma pessoa que você nunca conheceu – falou o garoto, mas um único barulho de um tapa se fez presente na sala, Blu havia acertado um tapa no rosto do garoto.
— Agora você foi longe demais Blu, peça desculpas – falou o professor.
— Não, ela está certa, eu só queria saber o porquê desse fanatismo – perguntou o garoto, mas quando a garota ia começar a falar o professor fez sinal para deixara para ele falar.
— Olha, quando eu comecei por treinador seu pai era meu rival, e um treinador oposto de mim, ele era gentil, esforçado e amava os Pokémon mais que ninguém, mas um tempo depois eu decidi me voltar para os estudos como meu avô que era vivo na época – falou o professor.
— Professor Oak carvalho, eu conheço as histórias de meu pai e você – falou o garoto.
— Sim, depois disso viramos grandes amigos, inseparáveis quando ele estava em Pallet, o que era bem difícil, meu avô me deu a honra de cuidar seus Pokémons e eu o fiz, melhorando ainda mais o nosso laço, então uma nova ameaça ao mundo surgiu, uma nova organização nasceu, tinha remanescentes de todas as organizações que Ash destruiu, assim que ele descobriu ele decidiu sair em viagem, após um briga com Serena, sua noiva na época ele teve que aceitar que ela fosse junto, eu também me ofereci para ir, mas ele não deixou, falou que precisava de alguém aqui, cuidando dos seus Pokémons e pronto para enviá-los quando fosse necessário – falava o professor.
— Team Black – falou o garoto, o professor acenou em confirmação e continuou.
— Exatamente, seu pai, era o campeão mais forte na época, havia ultrapassado seu pai Red, no qual ele descobriu ser filho a pouco tempo, seu para era respeitado em todas as regiões, e se tinha alguém que poderia colocar um fim naquilo era ele, mas a luta foi muito mais intensa, ninguém sabe ao certo como foi, por que ele não falava, mês seus Pokémons voltavam muito machucados para serem tratados, até o dia que ele, ele me ligou e pediu que eu cuidasse da tia Delia, na hora eu sabia que o que aconteceria a seguir não seria legal – falou o professor.
— E de fato não foi, papai lutou sozinho, e mesmo sendo forte da forma que ele era, quase foi sobrepujado, e num último ato de coragem, usando seus mais fortes Pokémons quase não foi capaz de deter, eu lembro de na TV ao longe a batalha que ocorria, seu pai explodiu junto com os membros da equipe Black, nunca encontraram seu corpo ou de Serena, juntamente dos Pokémons que estavam com eles, lembro-me de sair para ver os seus Pokémons no pátio, nunca vi nada mais triste de alguma forma aquilo pra mim confirmava que ele havia morrido – falava o professor.
— Mas algo mudou não é? – falou o garoto.
— Sim, Pokémons que tem forte vínculo acabam morrendo, quando seus mestres morrem, mas eles não e isso estava ficando mais estranho, até 3 anos depois quando eu escutei um rugido ao longe, era um Charizard, mas eu não sabia de onde vinha, quando olhei para o pátio os Pokémons do Ash, começaram a correr para fora em direção de onde vinha o rugido, tentei seguir e para, mas nada funcionava então pensei que era o que eles precisavam, pedi desculpa para seu pai mentalmente, e nunca mais vi os Pokémons dele novamente – falou o Professor.
— Enfim, não quero tomar muito o seu tempo, mas vou resumir, meu pai não morreu naquela explosão nem minha mãe, por algum motivo, maus pai falou que Arceus o salvou, mas ele ficou em como dois anos, em uma ilha pequena, minha mão tentou, mas nenhuma vez conseguiu sair da ilha, meu pai acordou então e tentou sair da ilha, mas nunca conseguiu, pelo menos não até eu nascer 3 anos depois da sua suposta morte, Arceus apareceu de novo, meu pai nunca revelou a conversa, a não ser duas coisas – falou o garoto.
— Agora tudo faz sentido, seu pai era aclamado como amigo dos lendários, título ganho por ajudar várias vezes os lendários e o respeito que os mesmos demostravam por ele depois, mas oque que ele revelou.
— Primeiro, a Team Black, não havia acabado e ela voltaria, e segundo eu havia nascido de certa forma especial já que eu poderia mexer livremente com aura –falou o garoto assustando o professor.
— Você está falando dos guardiões da aura – falou o professor.
— Sim e não, sim por que a aura e a mesma que emana deles, segundo meu pai, e não, por que ela não e azul, é vermelha – fala o garoto rodeando a mão com uma fina camada vermelha de aula – falou o garoto.
— Então você deve ser o último guardião, mas porque vermelha – perguntou o professor.
— Papai acha que na hora da explosão Arceus teve que usar um de seus poderes nele para salva-lo, e isso fez com que alguma coisa no DNA se modifica-se e passasse para mim, meu pai nunca liberou Aura, mas eu sim, desde meus 3 anos de idade, que foi quando Arceus apareceu de novo, nos mandou para outra vila, onde vivi todos esses aos treinando minha aura e seu controle com um professor – falou o garoto.
— Riley e seu Lucario? – Perguntou o professor estupefato.
— Sim, demorou mas enfim consegui completar o treinamento, ainda falta uma parte, mas ainda não consigo – falou o garoto.
— Por que você precisa se provar para os Pokémons o aceitarem, e achar sua aura correspondente, mas apenas os Lucarios podem- falou o professor.
— Sim – falou o garoto puxando um Pokebola e liberando um pequeno Riolu, que parecia estar dormindo, logo Ember o voltou para a Pokebola.
— Então já o encontrou – falou o professor.
— Uma semana atrás, assim que ele chocou, meu pai falou que havia chegado a hora e que eu devia partir para aprender com o mundo em como acabar com a Team Black – falou o garoto.
-E por que ele não volta a ação – perguntou o professor.
— Ele está fazendo tudo o que pode, mas quer se mantar em anonimato, por isso eu não tenho sobrenome ainda – falou o garoto.
— Entende, então você vai começar uma jornada Pokémon – falou o professor.
— Sim, nunca conheci nada para fora, dos lugares que eu morei – falou o garoto.
— Muita coisa mudou da época do seu pai para essa, mas tenho certeza que você vai gostar – falou o professor.
— Certo professor, depois eu volto então, mas no momento tem alguém querendo falar com você – falou o garoto fazendo uma ligação em seu Holo Caster, logo um rosto familiar para o garoto e o professor aparece sorrindo.
— Então tudo é verdade, eu sabia que não podia ser o que falavam – falou Gary feliz.
— É bom revelo também Gary – falou a voz através da imagem holográfica.
— Está na hora de eu ir e deixar vocês sozinhos, amanhã eu volto professor, vamos Blu e melhor deixar eles conversarem, vou responder tudo o que você quiser- falou o garoto já na porta chamando a garota que não tirava o olho do holograma.
Notas finais
Desde já agradeço.
Já Né
ItzSabia.
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