The Lawyer
39 Porque não disseste antes
Notas iniciais
6 anos depois…
Annabeth
– Pai, eu sempre posso ir á festa ou não? – Liv inisitia. Eu estava no laptop a rever uns últimos detalhes num projecto. Percy estava sentado na poltrona a ler um jornal. Era sexta feira. Parker foi passar a noite a casa de um amigo, Liv andou a semana toda a pedir a Percy para a deixar sair á noite, Percy era muto protector com ela, o que fazia com que Liv ficasse um pouco exaltada, no entanto nunca discutiam um com o outro… porquê? Simples. Liv era minha filha o que não facilitava as coisas, e Percy acabava na maioria das vezes cendendo.
– Há lá rapazes? – Percy perguntou.
– Lógico pai é uma discoteca não um convento – Liv disse. Liv tinha agora 16 anos. O seu corpo havia mudado, desde alguns anos Liv crescera, no entanto continuava igual, possuía os mesmos cabelos lisos, no entanto aclararem tornando-os mais loiros.
– Então não. – Percy respondeu voltando a sua atenção novamente para o jornal.
– Va lá pai, eu chego a horas – ela implorou.
– Percy deixa-a ir, ela é bem comportada e responsável. – eu disse. Percy olhou para mim sério.
– Quem é que vai contigo? – ele falou voltando-se para Liv.
– Vai a Alice, o Tomás e mais alguns amigos do liceu. – ela admitiu. – Tomás e Alice também mudaram bastante. Tomás tornou-se bastante mais alto, os seus cabelos deixaram de ser bagunçados e tornaram-se lisos, no entanto Tomás metia gel para os tornar espetados, Alice tal como Liv ganhou mais corpo, tornou-se uma rapariga muito bonita (já antes o era), era esbelta, os seus cabelos também aclararam ficando um castanho caramelo. Ela namorava com o Mark, o rapazinho que ela gostava quando era pequena, ambos estudavam Biologia, já Tomás estudava Ciência de computação (informática). Liv quis seguir Economia, pois queria gerir os seus bens nas empresas herdadas pelo avô.

– Podes ir – Percy cedeu, e Liv abraçou-o – Mas tens de estar aqui ás 11 da noite está bem?
– Obrigado pai, vou já telefonar ao Tomás – ela correu para o quarto.
– É impressão minha ou ela está muito amiga do Tomás? – Percy arqueou as sobrancelhas. Liv admitiu á uns tempos ter uma queda por Tomás, eles eram melhores amigos, Tomás deixou de se “atirar” á Liv quando eles entraram para o 7º ano, Liv acabou por admitir que sentia falta daquelas insinuações que ele lhe dava quando eram novos, no entanto ela ganhou uma enorme amizade com ele, eles eram muito cúmplices um com o outro, há uns dias Alice acabou por descuidar-se dizendo a Liv que Tomás confessou a Mark que gostava dela, e Liv a partir daí admitiu que sentia um fraquinho por ele. Percy não lhe agradavamuito a ideia de velos assim tão proximos…
– Percy eles não são primos… eu sei que tu podes ser lento nestas coisas, mas sabes bem que eles sentem alguma cosa um pelo outro… — Percy gostava muito do sobrinho, apesar de não lhe agradar a proximidade entre a Liv e ele.
– Pronto já não digo mais nada – ele bufou e colocou a vista novamente no jornal. Eu fechei o laptop e coloquei-o em cima da mesa, levantei-me e fui para o seu colo.
– Desculpa Percy eu não devia te chamar lerdo – falei. Ele sorriu largou o jornal na mesa do lado, e rodeou-me com os braços. – Claro que desculpo, eu não consigo ficar chateado contigo… — ele sorriu de novo e me beijou-me. – O Parker sempre fica a dormir na casa do amigo? – Parker tinha 6 anos, e mesmo assim era um diabrete, ele e Liv davam-se bem, quando Parker não lhe pregava partidas. Parker era inteligente, no entanto não gostava de ler, ele era bastante travesso e Liv era o alvo dessas travessuras que ele fazia. Uma vez Parker descobriu na Internet a pegadinha da coca cola com mentos. Nesse dia Liv ficou fula com o irmão, resultado: Uma adolescente completamente encharcada em refrigerante pronta para iniciar 3º guerra mundial… mas davam-se bem na medida dos possíveis. Parker era quase um ano mais velho que Viola a menina da Tália. Eles eram muito parecidos um com o outro, eram muito enérgicos e irrequietos. Viola era muito bonita, possuíam longos cabelos negros e uns olhos dourados como ouro. Era a total fusão de Tália e Nico.
– Sim, a Sacha a mãe do Mike telefonou-me á pouco a perguntar se ele podia ficar lá a dormir e eu disse que sim. – e ele deu um sorriso malicioso.
– Então quer dizer que temos a noite só para nós – ele começou a beijar o meu pescoço – pelo menos até ás 11.
Eu gargalhei.
Olive
Peguei no telemóvel e liguei para o Tomás.
[Ligação de Telemóvel ; L – Liv x T – Tomás]
T – Ei sabidinha. – notei que pela sua voz ele estava feliz.
L – Hey cabeça de alga, então a festa de hoje á noite ainda se mantém de pé?
T – Claro, aliás, estávamos mesmo agora a sair, então o meu tio sempre te deixou vir? Se quiseres eu falo com ele.
L – Não é preciso cabeça de alga eu convenci o meu pai a deixar-me sair.
T – Ainda bem.
L – podes me vir buscar?
T – Sim eu levo o meu carro.
L – Optimo, eu vou-me arranjar no instantinho, xau cabeça de alga.
T – Xau sabidinha um beijo – eu corei.
L – Outro para ti.
Desliguei e fui directa ao armário, Coloquei um top preto, uma saia encarnada, e umas sandálias rasas. Quando terminei de me arranjar, coloquei uma maquilhagem leve (eu não gosto de parecer um palhaço com a cara besuntada de batom). Escovei o meu cabelo e saí do quarto. A minha mãe estava ao colo do meu pai a trocar beijos. Se eu fiquei incomodada? Não eles são um casal é normal que fizessem isso. No entanto quando o assunto dos beijos se inclinava para mim a historia era outra.
– Então estou bem? – O meu pai olhou para mim serio.
– Olive Chase Jackson – Quando ele dizia o meu nome completo, era sinal que eu estava feita — Que tamanho de saia é esse?
– Mãe — virei-me para ela – Podes disser ao pai que estamos no seculo 21.
– Percy é assim que os adolescentes se vestem hoje em dia.
– Annabeth os rapazes… — ele disse apontando para o nada.
– Pai eu sei defender-me ok? Além disso andei no karaté três anos os rapazes é que têm medo de mim não o contrario – falei. Ele olhou de novo para mim e depois para a minha mãe.
– Pronto, está bem… mas lembra-te tens spray pimenta na tua mala não tens?
– Pai – eu suspirei – tu compras-me um de mês a mês… e olha que eles não são baratos…
– Hey o spray pode ser caro, mas são misseros dólares…
– Onde estava essa atitude quando queria um telemóvel?– atirei. A minha mãe riu, ouvi a campainha a tocar. Abri Tomás sorriu. Ele estava vestido com umas jeans azuis, e uns ténis pretos. Usava um blazer preto e uma t-shit cinzenta por dentro, no rosto estavam os seus óculos, Tomás começou a usar os óculos aos 12 anos, ele não queria pois dizia que lhe podiam chamar de freek, mas no final eu disse-lhe que ele ficava mais bonito com os óculos, e realmente ficava.
Tomás.
Ouvi a campainha a tocar e fui abrir. Era o Mark.
– Oi – eu disse. – Entra, ele assentiu e passou a entrada.
– Então já estão prontos? – ele perguntou.
– Não a minha irmã ainda se está a arranjar. – falei – sabes como ela é lenta.
– Sou o quê? – uma voz ecoou descendo as escadas.
– Oi princesa – Mark chegou-se á frente e deu um beijo em Alice. Senti o telemóvel a vibrar, a tela do telemóvel mostrou a foto de uma menina loira de olhos cinza.
[Ligação de Telemóvel ; L – Liv x T – Tomás]
T – Ei sabidinha. – notei que pela sua voz ele estava feliz.
L – Hey cabeça de alga, então a festa de hoje á noite ainda se mantém de pé?
T – Claro, aliás, estávamos mesmo agora a sair, então o meu tio sempre te deixou vir? Se quiseres eu falo com ele.
L – Não é preciso cabeça de alga eu convenci o meu pai a deixar-me sair.
T – Ainda bem.
L – podes me vir buscar?
T – Sim eu levo o meu carro.
L – Optimo, eu vou-me arranjar no instantinho, xau cabeça de alga.
T – Xau sabidinha um beijo – eu corei.
L – Outro para ti.
Desliguei o telemóvel.
– Xau sabidinha um beijo – Alice imitou a minha voz.
– Sem comentário… — falei.
–Então vamos no meu carro ou no teu? – Mark perguntou.
– Fazemos assim levas a Alice contigo no teu carro, e eu vou buscar a Liv ok? – propus.
– O que tu queres sei eu… — Alice disse a sorrir.
– Bem vamos?
– Vamos não façamos a Liv esperar. – Alice voltou a atirar.
Ignorei, saímos de casa, Alice e Mark foram em direção ao Peugeot 206 vermelho que estava estacionado em frente á nossa casa. Eu fui á garagem entrei no meu volvo c30 azul. Tal como o meu tio eu desenvolvi uma paixão fanática pelo azul. Liguei a ingnição e fui ter a casa do meu tio.
Quando cheguei, estacionei em frente da moradia. Toquei á campainha, e veio-me abrir a garota mais bonita que já vira. Ela estava vestida com um top preto, uma saia vermelha e umas sandálias, usava o colar que tinha desde pequena.
– Hey – ela sorriu.
– oi –falei gaguejando –tu estás linda.
– Obrigado – ela riu, o sorriso mais bonito que já vira – Tu também. Anda entra.
Eu assenti, e fiz o que ela me pediu.
– Oi tio – falei quando os vi na sala – Oi tia.
– Oi Tomás – a minha tia falou. – Onde está a tua irmã?
– Ela foi com o Mark para a festa, eu disse que levava a Liv comigo e eles concordaram.
– Toma bem conta dela esta bem? – o meu tio pediu.
– Eu tomo tio, mas acho que os garotos é que têm de ter cuidado com ela – o meu tio sorriu. – Bem vamos?
– Claro – ela sorriu.
– Quero-te em casa no máximo até ás 11 – o meu tio falou.
– Sim pai. – ela falou rindo.
Saímos de casa, e fomos para o meu carro, Liv sorriu e entrou no carro.
– Bem onde é a festa?
– É no chicklet – ela sorriu. Fomos até ao bar que ficava no sul de Nova York. Quando chegá-mos fomos para dentro. Eu já tinha vindo aqui mais uns amigos. Avistá-mos o pessoal numa mesa la do funso. O meu grupo de amigos era o mesmo da Liv, apesar de ás vezes convidar-mos pessoal da nossa turma. O que eu não gostava pois sempre que Liv convida-a um rapaz da turma de estudo dela e ficava sempre agarrado a ela… o nosso pessoal era composto pelos nossos amigos: Lexi, Artur, Daniel que namorava com Ellin, o Garry e o Haymitch o gemeos, a Mary e a Miley, elas eram meias irmãs pois quando os seus pais se casaram elas tinham 3 anos, mas davam bastante bem… o Gonçalo, mas nós trata-mo-lo por Gonças e por ultimo a Teddy (não é um rapaz), faltava ainda o Ryan, Raven, Harvey e a Viki supos que os pais não os deixaram sair.
– Oi gente – Liv acenou.
– Então o teu pai deixou-te sair? – o Gonsas perguntou.
– Deixou – ela riu. As miudas jutaram-se a conversar, mas algumas fora para o bar juntamente com os rapazes. Liv ficou comigo bebendo um suco, pois não queriamos nos enbebar logo na primeira saida. Liv estava ao meu lado a sorrir quando tocou uma musica. O ritmo era um pouco estranho.
– Queres ir dançar? – ela perguntou bebendo o resto do sumo do copo.
– Eu não conheço este ritmo – falei.
– Nunca danças-te Kizomba? – ela perguntou.
– Já ouvi falar, mas nunca dancei…
– Anda! eu ensino-te! – ela puxou pela minha mãe até ao centro da pista. Ela aproximou-se de mim – Não te preocupes, isto dança-se agarrados um ao outro. – Ela sorriu e aproximou-se de mim. Ela colocou as mãos no meu pescoço e dando-me instruções, apanhei-lhe o jeito passados uns bons 20 minutos… Mesmo que a musica mudasse continuamos dançado agarrados, Liv olhou-me nos olhos, os seus olhos brilhavam ela sorriu.
– Podemos ir-nos sentar já estou cansada – ela admitiu sorrindo.
– Boa – eu ri – também estou cansado de dançar.
– Senta-mo-nos nos sofás almofadados do canto, Alice e Mark estavam a dançar enquanto os outros ainda continuavam no bar.
– Onde aprendeste a dançar assim?
– Uma colega minha é do Brasil e ensinou-me, é uma dança bastante legal – ela sorriu.
– Eu gostei. – sorri.
Conversámos e dançamos bastante. Quando olhei para o relogio marcavam as 11:00h.
– Liv temos de ir já são 11 – eu falei.
– É mas podes ficar se quiseres eu apanho um taxi – ela disse.
– Claro que não – neguei – eu prometi que cuidava de ti e, além disso, também quero ir para casa, a noite já deu o que tinha a dar.
– Tomás podes ficar se quiseres não venhas por obrigaçao – ela insistiu.
– Não o faço por obrigação, faço porque eu quero… — eu sorri tocando-lhe no rosto. Notei que as bochechas coraram.
– Vamos? – ela perguntou.
– Vamos – eu disse levantando-me e ela seguiu-me. Avisamos Alice e os outros de que íamos embora, para ser sincero acho que já estavam tão bebados que nem ligaram. Levei Liv a casa, quando chegámos ela virou-se para mim.
– Queres entrar? – ela perguntou.
– Acho melhor não os teus pais devem estar acordados e eu não quero incomodar… — respondi.
– As luzes estão apagadas, a minha mãe deve ter convencido o meu pai a ir dormir… — ela referiu. Eu acabei por aceitar. Quando entrá-mos as luzes estavam todas apagadas, Liv acendeu as luzes em cima da mesa estava um bilhete. Liv leu e sorriu, passou-me o bilhete a caligrafia era bonita…
“Liv
Convenci o teu pai a ir para a cama, pois por ele acampava na sala até tu chegares, claro que ele agora esta a dormir como uma pedra, não te esqueças de trancar a porta quando chegares…
Mãe”
– Queres um café? – ela perguntou.
– Pode ser – eu sorri, ela apareceu depois com duas chevanas na mão, entregando-me uma.
– Então como vai as aulas? – ela perguntou.
– Vão bem… tenho tido é alguns problemas em matemática – confessei.
– Se quiseres posso te dar explicações – ela sorriu.
– Farias isso?
– Claro que fazia – ela sorriu – Mas com uma condiçao…
– Qual?
– Eu precisso que me faças uma coisa no computador um dia destes – ela falou.
– Claro não tem problema… — eu disse. Ela sorriu, aquele sorriso era lindo… tudo nela era lindo, os lábios, o pescoço, o olhos…tudo. Eu levantei a palma da mão, roçando-a nas faces coradas dela. Sorrimos um para o outro, não sei quando começou, mas os nossos rostos começaram a aproximar-se. Eu hesitei, não queria força-la a nada, mas mesmo assim o desejo de poder sentir os lábios aumentou. Ela sorriu percebendo, colocou a mão da minha nuca, fazendo-me aproximar mais. “Ela queria… meu deus ela me queria” coloquei as mãos no seu rosto sentindo a pele macia do seu rosto. Os nossos lábios finalemente se tocaram, senti como se mil foguetes explodissem na mminha barriga. Ela era a miúda mais bonita que eu conheci, quando era criança era apenas uma quédinha, eu adorava provoca-la, quando cresci eu parei com as brincadeiras, Liv começou a ficar mais próxima de mim, foi aí que eu me apaixonei por ela, quando começamos a ter conversas de verdade… sem insultos, nem provocações, uma conversa de amigos… ela me contava coisas, que não contava a mais ninguém nem sequer a Alice, torná-mo-nos os melhores amigos desde então… no 9º ano eu percebi que gostava dela, amava-a do jeito cómico que ela atirava as coisas, o jeito simples que ela se vestia… ela era a minha menina dos olhos cinza, a minha sabidinha. Eu aí eu a senti, senti o nosso primeiro beijo de lingua. Quando nos afastá-mos ela parecia preocupada, eu notei o nervosismo dela. Ela olhou-me como se estivesse á espera da minha reação, eu sorri e ela sorriu um sorriso feliz e alivado. – Liv…er… eu – tentei falar.
– Tu o quê? – ela acresentou a sorri.
– Eu… não quero que te chateis e que deixes de falar comigo, mas eu tenho de disser-te uma coisa…
Ela ficou sorriu, ficando á espera que eu continuasse.
– Eu..er… desde do ano passado que tenho tentado disser-te algo, mas tinha medo que tu me odiasses depois, por isso nunca falei… — eu engoli o nervosismo — eu..er…eu… eu estou apaixonado por ti pronto já disse.
– Oquê? – ela sorriu.
– Olive Chase Jackson o que eu estou a tentar disser-te é que eu amo-te… eu apaixonei-me realmente por ti quando começamos a ficar amigos de verdade, desde aí eu penso em ti todos os dias… quando acordo, quando estou nas aulas, quando vou dormir… tu és a pessoa que eu penso a toda a hora… — ela olhou-me espantada.
– Tomás eu também gosto muito de ti – ela falou – mas…
– Mas não gostas da mesma maneira que eu gosto – eu completei.
– Não – ela corrigiu – Eu gosto muito de ti mas podias me ter dito antes – ela riu, saltou para cima de mim e me beijou. Foi o melhor momento da minha vida, eu tinha a garota que mais amava nos meus braços, eu amava essa garota…
– Então tu gostavas realmente de mim? – eu perguntei quando os nossos lábios se separam…
– No inicio tu chateavas-me mesmo, com as insinuações parvas, mas admito que desde os meus 9 anos eu te achava uma certa piada – eu soltei um sorriso triunfante – Quando acabaste com as tuas gracinhas, eu confesso que senti falta do meu humorista de meia tigela – ela riu remexendo lentamente na franja do meu cabelo – Mas eu me apaixonei de verdade quando tu começas-te a revelar um lado diferente – ela deu-me um selinho e continuou – um lado fofo, carinhoso, um lado que eu amei conhecer. – eu a beijei com tudo o que tinha, ela gargalhou caindo em cima de mim, as minhas costas embateram no sofá e demos uma gargalhada baixinha. – Eu te amo cabeça de alga
– Eu te amo também sabidinha… mais que tudo – ela sorriu, beijamos-nos mais uma vez, algo diferente naquele beijo, um beijo de desejo e tentação. As minhas mãos começaram a subir pelas suas ancas, levanto um pouco da sua blusa quando ela me travou e saiu de cima de mim…
– Desculpa… eu juro por tudo que não quis fazer nada de propósito – eu me apressei.
– Calma! Tomás – ela sorriu timidamente – eu é que sou…
– Shhh – eu calei com um beijo – Eu sei… eu também sou…
Ela sorriu, e voltou a beijar-me… caímos novamente em cima um do outro, Liv sorriu e começou a beijar-me lentamente, eu formava uma trilha de beijos pelo seu pescoço. Ela travou novamente, mas desta vez não saiu de cima de mim…
– Tomás? Queres mesmo fazer isto?
– Eu quero… mas eu também não te quero obrigar a nada, só fazes quando te sentires preparada – eu disse acariciando a sua bochecha…
– Eu quero… mas não aqui – ela levantou-se e estendeu-me a mão e eu sorri e agarrei-a. Ela sorriu me guiando ao seu quarto, mas antes trancou a fechadura da porta como a minha tia havia mandado. Eu já havia estados aqui algumas vezes a estudar, mais a Liv e a Alice… mas era raramente o fazia. O quarto era todo em tons de cinza, e preto (http://msalx.casa.abril.com.br/2013/03/15/1351/14.jpeg?1363368019). Liv trancou a porta e voltou para os meus braços. Eu beijei-a senti-me cair num colchão fofo. Quando nos separamos eu não resisti a comentar.
– Sabes nunca hei-de-me habituar ao quarto – ela riu – nunca me dizes-te porque é que o decidis-te decorar assim.
– Porque está mau?
– Não só que não faz o teu género, mas diz-me porque é que o decoras-te assim?
– Sabes a única cor que gosto é o azul – ela falou – Mas já reparaste na quantidade de azul presente nesta casa? – gargalhamos…
– O meu tio tem mesmo uma pamca por azul… é genético — ela voltou a rir… beijá-mo-nos novamente. Eu queria ir naturalmente sem pressões, apenas seguindo o caminho natural. Eu deitei-me por cima dela sem nunca tirar os seus lábios dos meus, eles eram doces, como se fossem chantilin. As mãos dela começaram a tirar o meu blezer, e o despiu. Eu sorri, Liv parecia mais calma, sem nervos, tal como eu entregou-se ao momento. Os meus dedos começaram a deslizar a alça da sua blusa, enquanto os meu lábios davam leves beijos no seu ombro. Ela dava longos suspiros ao meu ouvido, eu voltei aos seus lábios e começei a subir a sua blusa, revelando o seu soutien, mesmo assim eu não queria ir para o avancanlhaço, segurei a sua anca dando pequenos beijos pelo seu corpo, Ela coçou a subir a minha t-shirt, retirando-a com facilidade. Os olhos de Olive brilhavam com intensidade, uma intensidade fascinante. As minhas mão deslizaram para dentro da saia, mas ela parou.
– Desculpa – ela disse depois de afastar. Eu dei-lhe um sorriso.
– Não tens de pedir desculpa, se quiseres paramos… — eu aconselhei.
– Não – ela retorquiu calma – eu quero continuar, mas não sei… estou nervosa.
– Liv tu não tens de te senitr nervosa, para mim também é primeira vez, se quiseres continuar continuamos… mas se quiseres parar eu entendo.
– Eu quero continuar – ela aproximou-se de mim e me beijou, eu rapidamente correspondi, começamos novamente na fase dos beijos, e dos carinhos, as minhas mão voltaram a descer até á sua saia, Liv não se afastou, mas eu queria tornar isto mas fácil e delicado, aproximei-me do seu ouvido e sussurrei – Apenas relaxa, vamos fazer isto devagar… e vamos fazer isto juntos – ela sorriu e me beijou,as suas mãos desceram até ao botão das minhas calças Liv desapertou-o, eu puxei a bainha da sua saia, fazendo-a deslizar até os retirar, revelando as suas pernas – e que pernas – ela sorriu e começou a abrir o zipper das calças retirando-as e jogando-as para tras da cama… Voltá-mos ao braços um do outro , as suas mãos desciam pelas minhas costas, fazendo arranhões na zona da coluna. As minhas mãos voltaram a subir pela sua coluna encontrando o trinco do seu soutien. Antes do abrir olhei para Liv, ela sorriu e afirmou com a cabeça, dei-lhe mais um beijo e abri o fecho do soutien, ela corou mas não saiu do meu colo, apenas ficou olhando, eu acariciei os seus pomos. Eles não eram grandes mas eram perfeitos para mim, ela deu um gemido um pouco alto, mas eu abafei-o com um beijo. As minhas mãos trancaram a sua cintura, retirando a sua calcinha, mas parei…
– Liv eu não tenho camisinha – eu admiti. Ela riu.
– Não te preocupes eu estou tomando a pílula, lembra-te que eu gosto de estar sempre preparada – ela deu um sorriso tímido. Eu gargalhei e beijei-a mais uma vez, voltei ao que havia parado, retirei a sua calcinha. O Seu corpo nu era esbelto como uma escultura, era belo algo que dava vontade se apreciar todos os dias.
– Tu és linda – eu disse.
Ela sorriu e voltou a beijar-me… as suas mãos desceram até aos meus boxer — agora era eu que estava nervoso — mas não liguei, ela desceu os boxers pelas minhas pernas, e sorriu-me voltou rodear-me com os braços no meu pescoço, antes de o fazer eu olhei-a nos olhos, tudo o que ela fez foi sorrir. Então uni-me a ela, ela gemeu ao meu ouvido, e comecei a fazer movimentos lentos, olhei de novo para o rosto dela, não havia qualquer sinais de dor ou agonia…
– Continua – ela pediu olhando-me nos olhos. Eu assenti e continuei a ondular-me, a certa altura voz de Liv voltou ao meu ouvido.
– Mais rápido – eu aumentei ritmo, os meus lábios voltaram mas os de Liv que me beijou enquanto nos nos dançávamos a um ritmo estonteante, uma dança onde não havia cansaço. Eu agora tinha a menina mais linda do mundo, eu agora tinha o amor da minha vida…
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