The Last Survivor - Interativa

14 Etapas finais da sobrevivência.


Notas iniciais
Yoo. Estou aqui novamente, este capítulo acho que foi 1 que gostei de escrever, escrevi de uma maneira que o tempo passou rápido, até estranhei. Queria apenas falar que na parte que eu estou na fanfic, restam apenas 3 e está ficando bom, eu acho.

Sakichi POV — Day 9.

Estou me cansando de jogar. Eu não escolhi ter que matar outras pessoas e nem perder amigos. Eu não escolhi ser inútil a ponto de não poder proteger ninguém. Sempre tentei ser alguém invisível, mas o jogo online The Last Survivor me fez perceber que a minha estratégia de sobrevivência era boa, mas hoje, percebo que não adianta ter estratégia quando não se tem força.

Estava anoitecendo, hora de eu ir descansar, após um dia em que fugi de Finn pela desvantagem de ter Luna comigo. A verdade é que eu não queria arriscar o fato de poder perdê-la.

– Boa noite, Sakichi. — Luna me disse, eu respondi o mesmo.

– Boa noite, Luna. — E me preparei para descansar, para mais um dia de sobrevivência.

Pouco a pouco, eu começava a ver tudo de uma maneira diferente. Sentia falta de poder viver um Mundo normal, mas afinal, o que era normal? Meu nome era Sakichi? Eu tinha uma vida boa ou uma vida ruim? Eu era uma vergonha para quem eu me importava e um orgulho para jogadores que eu nem se quer sabia que existia? Minha vida era real ou era uma falsidade?

Luna POV — Day 10.

Eu não sabia mais que dia era, havia perdido conta. Sakichi andava diferente comigo, estava com medo de ele estar ficando louco com todo esse jogo. Quando Finn contou que ele havia matado alguém, que era o brasileiro, fiquei surpresa. Não pensava que Sakichi era capaz disso, mas aposto que havia sido por defesa própria.

Quando acordei, vi que ele já estava acordado, ele parecia estar chorando, mas não queria que eu ouvisse. Percebi que se ele não queria que eu soubesse que ele estava preocupado, era para eu não saber. Fingi não ter ouvido nada.

– Sakichi, está acordado? — Perguntei, ele deu uma rápida passada no rosto com a mão e respondeu.

– Estou sim, bom dia. — Foi o que ele disse.

Sophia POV — Day 10.

Acordei ouvindo gritos da Isabela.

– Sophia! Acorda! — Ao acordar, percebi que havia uma cobra dentro da parte da floresta em que estávamos, ela era grande, não sabia que tipo de cobra era. Na luz do dia, apareceu aquele animal.

– Isabela! O que aconteceu? — Perguntei, a cobra estava avançando sobre nós.

– Cuidado. — Ela pegou sua katana, na tentativa de matar a cobra, mas de repente, ela caiu no chão. Havia outra cobra atrás dela, logo me levantei.

– Isabela! Você... Está bem? — Perguntei, ela não me respondia. A segurei e comecei a carregá-la para longe da caverna, comecei a correr, as cobras estavam se afastando, cheguei em uma zona que parecia segura, era perto de uma praia, a mesma em que Makena havia ficado na primeira vez em que ataquei-a.

Isabela não respondia, ela estava com seus olhos fechados e estava fria. Começou a sair sangue de sua boca. A cobra que havia atacado-a era uma cobra venenosa.

Ela gritava de dor, ela parecia estar sofrendo, ela abriu os seus olhos, mas eles estavam quase fechando novamente.

– Mate-me, Sophia. Está doendo! — Isabela gemia de dor.

– Não posso... Não! — Respondi para ela, mas ela parecia sofrer muito.

– Por favor... Eu perdi. Vença... — Percebi que a sua katana ainda estava com ela, segurei a katana.

– Certo... Eu irei vencer, por você. Você lutou bem. — Falei para ela, seu sofrimento era grande. Não precisei matá-la, o veneno foi fatal e ela acabou morrendo. Minha dupla havia ido embora, por causa de um descuido na hora de escolher um abrigo.

Um helicóptero parou perto de mim, o homem chamado Peter desceu dele e jogou uma chave para mim.

– Liberte-se das algemas! Você está sozinha agora! — Ele gritou.

– Por que você fez esse jogo? — Perguntei, minha vontade era de matá-lo.

– Porque... Os humanos tem que saber sobre a verdadeira natureza deles. Nem que seja por apenas 1 minuto, você pensou em matar todos e sair viva, não? — Peter me perguntou, eu tive que confirmar.

– Sim.

– Então... Essa é a natureza de nós, humanos. Somos falsos, egoístas e só pensamos em nós e em mais ninguém. — Logo o helicóptero voltou a sobrevoar e eu me soltei das algemas, decidi deixar o corpo de Isabela em um lugar confortável, para ela descansar. Meu novo objetivo era vencer.

Finn POV — Day 10.

Acordei ouvindo barulho de um helicóptero, ou seja, alguém havia morrido e Peter foi entregar a chave. Restavam 4 pessoas apenas então. O jogo estava começando a ficar mais interessante.

Perto de mim, tinha os outros 3 participantes, que estavam querendo matar o quarto, que era eu. O grau de dificuldade do jogo estava grande, mas apenas para mim. Para os outros, devia estar fácil, se os 3 se aliassem contra mim, eu morreria e eles teriam que matar mais 1 deles e os outros 2 sairiam vivos, ou seja, as pessoas que tinham mais chances de sobreviver, era a dupla sobrevivente.

Mas eles teriam que ser espertos, não era mais um simples jogo. Com a morte desta pessoa que morreu, seja lá quem seja, o jogo pesará muito mais para a dupla dessa pessoa.

Sakichi POV — Day 10.

– Ei Luna, você também teve a impressão de ouvir um helicóptero? — Perguntei para Luna.

– Tive sim. Será que aconteceu algo? — Ela me perguntou, obviamente sim.

– Sim, mas não faço ideia do que pode ter sido. — Respondi.

Ela estava mais quieta do que o normal.

– Aconteceu algo? — Perguntei, ela ficou estranha do nada.

– Não sou eu que deveria te perguntar isso? — Ela segurou a minha mão que não estava algemada. — Pare de querer carregar o peso desse jogo sozinho! Se está com algum problema, conte-me, não precisa querer bancar o '' forte '', todos temos as nossas fraquezas, muito mais em um jogo como esse, entende?

Me encostei no ombro dela, para ela não ver o meu rosto. Novamente, aquele '' fenômeno '' chamado lágrimas estava escorrendo do meu olho.

– Sinto muito. Por favor, viva até o final. Eu não tenho razão para ficar neste jogo. — Comecei a falar. — Eu só quero fazer você sobreviver. Eu não quero perder pessoas importantes para mim, eu irei te proteger com a minha própria vida. Se você ganhar, você será a campeã Mundial, então... Fique viva.

– Certo. Mostre-me mais desse lado, sou a sua amiga, não tem problema isso. — Ela acariciou a minha cabeça. Estava feliz.

Notas finais
Bom, me despeço aqui mais uma vez de vocês! Nos vemos dia 31 e decidi postar no dia 1 para postar em todo dia ímpar, ok? Eu acho que quando a fanfic acabar vou ficar meio desanimado e já me perguntaram, pessoas que são meus amgs e tal, se vai ter continuação. Bom, tenho TRAUMA de continuação por causa de animes e tal, que as vezes estragam a 2ª temporada e tal, então não sei. Se eu tiver vontade e inspiração, eu faço, por mais que demore. Mas, se for o contrário, daí não terá, mas não sei ainda, pode acontecer tudo agora e tal. Quero terminar a fanfic até o final de janeiro, por isso estou adiantando bastante ela, estou treinando para um evento de anime que quero ir jogar um Yu-gi-oh de básico pra melhorar as '' mecânicas '' já que eu tinha dado uma pause em Yu-gi-oh. Enfim, até mais.