The Last Storm (A Última Tempestade)
50 Capítulo 50 - Moderações
Notas iniciais
Tudo bem?
Me perdoem pela demora, mas eu estive bastante ocupada nos últimos dias.
Segue mais um cap pra vcs e espero que gostem.
Gostaria de agradecer a todos os comentarios... hoje tentarei começar a responder todos.
Cadê minhas recomendações??? :( Não estão gostando da fic???
Bom, aguardo os coments e as recomendações para continuar...
Um super beijo
Deixei Dimitri dormindo na cama, enquanto seguia para o banho. Enquanto a água descia por minhas costas nuas, eu começava a repassar a noite anterior em minha cabeça. Definitivamente, Dimitri havia superado todas as minhas expectativas. Ele havia finalmente me encontrado e o pior, era que parecia não ter se empenhado tanto para fazê-lo. Diferente de mim, que sai á passos leves da casa dos Belikov. A imagem de Laika também passou pela minha cabeça. Fazia pouco tempo que estávamos separadas, mas era impossível não sentir falta dela. Era quase como se algo tivesse sido arrancado de dentro de mim. A ausência da minha bebê, estava mexendo com os meus sentidos.
Ouvi a porta do banheiro sendo aberta e através do boxe nublado, reconheci as calças de moletom cinza, de Dimitri.
-Está acordado – Apontei, enquanto tentava me livrar da espuma de meus braços.
-Na verdade, estou pensando seriamente em tomar um banho. – O tom sensual de sua voz, me fez morder o lábio. Estávamos atrasados.
-Eu acho melhor deixarmos isso para depois – Comentei de olhos fechados, enquanto tentava enrola-lo. Dimitri permaneceu em silêncio por um longo tempo, até que resolveu abrir o boxe.- Hey camarada – Joguei água em seu rosto e ele recuou um pouco ,em cima do tapete no chão.
-Se a sua ideia é não me deixar tomar banho com você, vai ter que desistir de me encher de água – Dimitri apontou e eu ri da cena. Ele estava tentando limpar seu peito nu das gotas que eu provocara.
-Me desculpe amor – Fingi ingenuidade e Dimitri cerrou um pouco seus olhos, enquanto sorria maliciosamente. Quando ele deu um passo em minha direção, o parei com um aceno de mão –Não, não, não – Mexi minha cabeça. -Temos coisas a fazer agora e se bem te conheço, vamos sair daqui á muitas horas.
Dimitri apenas riu da minha tentativa frustrada, mas não se mexeu um centímetro sequer.
-Qual seu plano? – Dimitri encostou confortavelmente na parede fria e cruzou seus braços no peito, enquanto me observava terminar ali.
-Na verdade, eu esperava que você pudesse me ajudar – Desliguei o chuveiro e Dimitri suspirou atrás de mim. Puxei a toalha e tratei de cobrir meu corpo nu o mais rápido possível.
-O que você tem? – Dimitri empurrou suas ideias iniciais sobre nós e o chuveiro. Percebi.
-Eu tenho um endereço e mais algumas coisas – O empurrei para o lado, para que eu passasse. Dimitri me seguiu até o quarto e eu senti seus olhos fervendo em mim.
-Vamos começar pelo seu endereço – Ele apontou, enquanto sentava na cama. A visão era perfeita. Dimitri amarrou seu cabelo nervosamente, e sentou sob um de seus pés. Foi a minha vez de suspirar. Como se quer qualquer pessoa podia se negar a isso? Marido perfeito, pai da sua filha perfeita, te esperando seminu em uma cama de hotel de luxo em nada menos do que Las Vegas.
-Você também não está colaborando – Comentei enquanto ficava de costas e apertava firmemente, a toalha em volta do meu corpo.
Ouvi o som da gargalhada de Dimitri e eu tive a total certeza ali, que tudo estava perdido. Foi o tempo de eu abrir e fechar meus olhos, para que Dimitri me empurrasse contra o armário de madeira e começasse a me beijar. Soltei seu cabelo ao mesmo tempo, que ele soltou minha toalha.
-Eu acho melhor pararmos por aqui – Comentei entre beijos e Dimitri apertou meu quadril com força.
-Não há chance de eu parar Roza. – Dimitri mordeu minha orelha e me levantou no colo. Em passos longos e precisos, conseguimos alcançar a cama.
-Temos que pegar uma bandida – Apontei, enquanto o via tentar se livrar das calças. Acomodei-me nas almofadas, apenas o observando. Quando Dimitri estava totalmente nu, deitou sobre mim, com nossos membros apenas roçando.
-A única bandida que vou atrás nesse momento, é a que está embaixo de mim – Dimitri desceu com suas mãos até meus seios e eu arfei.
-Eu que sou a bandida agora? – Ri contra a pele do seu pescoço sensível.
Sua boca começou a descer na altura dos meus seios e eu mordi meus lábios, enquanto entrelaçava minhas pernas, ao redor do seu corpo. Dimitri se mexeu instintivamente contra mim e meu corpo ardeu em chamas.
-Talvez devêssemos deixar essa história de bandido e mocinho para depois – Segurei seu cabelo, enquanto ele chupava meus seios.
-Talvez – Ele respondeu vagamente e quando me senti na obrigação de comentar algo, fui interrompida com sua estocada com força dentro de mim. Soltei um gemido abafado, que logo foi interrompido por seus lábios nos meus.
Dimitri começou a se mover rápido e eu fechei os olhos, me deliciando com aquilo. Em um certo momento, quando estava próxima de atingir a liberação, Dimitri se distanciou um pouco para a minha surpresa e esticou minhas duas pernas, para que meus pés ficassem um de cala lado do seu ombro. Fiquei com uma parte do corpo, que não se encostava com a cama. Sem aviso prévio, voltou a me penetrar e eu tive que me segurar nos lençóis com força, para não voar dali.
-Está aperfeiçoando suas técnicas – Comentei com esforço, enquanto buscava por ar.
-Gosta? – Dimitri começou a acariciar minhas coxas internamente, aumentando ainda mais suas investidas dentro de mim. Dessa vez e eu me perdi. Gemi com força, quando a liberação me atingiu. Não demorou muito, para que Dimitri também se derramasse e deitasse em meu peito cansado.
-Eu realmente gostei disso – Comentei ofegante, enquanto acariciava seu cabelo. Dimitri também respirava com dificuldade.
-Eu também gostaria de testar outras teorias – Dimitri levantou seu rosto para o meu e eu vi uma gota suada, descer por sua testa, enquanto ele sorria.
-Estou super interessada em suas teorias – Toquei seu rosto. – Mas agora temos algo bastante sério para tratar. – Fiz uma careta e Dimitri me beijou.
-Vamos então – Dimitri foi para o lado e deitou de barriga pra cima. Encarei o teto.
-Podemos começar com o endereço. Ainda está bastante cedo e acredito que possamos sondar eles pelo elemento surpresa.
-Vamos primeiro ver onde fica essa casa – Dimitri se apoiou sob seu cotovelo, enquanto me analisava. – Depois pensamos melhor em uma forma de abordagem.
-Eu adoro a ideia de chegar invadindo – juntei minhas sobrancelhas, mas Dimitri me lançou um olhar exasperado.
-Você não vai chegar invadindo nada Roza...Vamos fazer tudo com calma e cautela. – Ele apontou e eu suspirei. – Tasha está em alerta e eu duvido que ela esteja realmente sozinha.
-Eu também acho que não está – Virei meu corpo, na mesma posição que ele. Dimitri me observou com cuidado. –Com toda a certeza, ela deve estar com seu novo namorado – Voltei a fazer uma careta e Dimitri sorriu.
-Se tivermos sorte, ela estará somente com ele. – Dimitri se aproximou com seu corpo – Eu acredito que ela tenha alguns seguidores.
-Eu também acho isso – Pensei por um momento. Dimitri começou a deslizar sua mão pelo meu corpo com cuidado. Um leve roçar. Arrepiei-me.
-Sabe Roza....Quando tudo isso acabar, vamos viajar para um lugar sozinhos – Dimitri me olhou de uma forma totalmente entregue, denunciando seu amor.
-Um tipo de lua-de-mel? – Arrisquei sorrindo.
-Um tipo lua-de-mel a dois e sozinhos. Bem longe daqui – Dimitri continuou em tom sonhador.
-Meio que já estamos vivendo a um bom tempo longe daqui – Virei os olhos, enquanto fingia ingenuidade.
-Não falo daquele tipo de viagem e você sabe muito bem disso – Dimitri fechou suas mãos no meu quadril e me aproximei mais dele.
-Eu sei meu amor – Beijei seu rosto. – Não vejo a hora de resolvermos tudo isso, para que possamos passar nosso tempo livres, ao invés de ficarmos fugindo de alguém o tempo todo.
-Qual lugar quer conhecer? – Dimitri me perguntou de repente.
-Eu não sei.... — Pensei por um momento. – Eu gostaria de conhecer a Grécia – Franzi o cenho, conforme parava realmente para pensar em algo para mim. Desde que conheci e me dediquei a vida de Lissa, era quase que inédito eu parar para pensar, em algo que realmente fosse para o meu benefício.
-E você? – O perguntei, gostando de conversar sobre isso.
-Eu gostaria de conhecer o Havaí – Dimitri franziu o cenho e eu sorri.
-Havaí? – Perguntei atônita. – Eu confesso que me pegou bastante desprevenida com isso.
-Só por que nasci em um país frio? – Dimitri fingiu constrangimento e eu ri mais ainda.
-Você não me convenceu ainda com isso – Comecei a deslizar minha mão pelo seu braço e Dimitri gemeu baixo.
-Não consegue me imaginar usando uma sunga e óculos escuros? – Dimitri ergueu uma sobrancelha desafiadora para mim.
-Na verdade, posso te imaginar sem nenhuma dessas coisas se você quiser – Não deixei que ele respondesse. Apenas o beijei.
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