The Last Storm (A Última Tempestade)
36 Capítulo 36 - Um Novo Recomeço
Notas iniciais
Tudo bem com vcs?
Primeiramente gostaria de saber o que estão achando da fic. Também gostaria de agradecer pelos coments. São realmente bem vindos.
Hoje li um post de uma das escritoras do site, onde ela comentava sobre leitores fantasmas de suas fics... Sei que bastante gente tá lendo a fic e portanto peço que se você estiver acompanhando, não deixe de comentar. A opinião de vocês é muito importante pra gente.
Outra coisa... Acabei de lançar uma outra fic, que se chama TERRA DAS SOMBRAS. Ia colocar o link aki, mas tentei no post passado e ficou meio desconfigurado.Portanto...por gentileza, acessem meu perfil que ela está la em minhas histórias.
Obrigada e boa leitura ;)
POV Adrian
Rose subiu as escadas para seu quarto, junto com Belikov. Me admirou o fato, de ela ter conseguido ficar de pé por tanto tempo assim e em um salto alto, como ela estava. Ela era dona de uma beleza natural, afrodisíaca e muito diferente da beleza das Moroi. Devo admitir que ela estava absurdamente linda, vestida de noiva. Sua barriga de grávida como se fosse possível, a deixava mais linda ainda. Alguns sentimentos que eu achava terem morrido, voltaram quando a vi descer aquelas escadas, ao lado de seu pai.
-Adrian? — A voz suave de Sidney me tirou dos meus pensamentos. Sidney e eu estávamos do lado de fora da casa dos Belikov.
-Sim? — Sorri para ela. Eu não cansava de admirar Sidney, tanto por sua beleza e delicadeza, como por sua bravura. Ela me lembrava um pouco de Rose e a cada minuto passado com ela, pude perceber que as duas pareciam em diversos aspectos. Seu olhar selvagem, era um deles.
-Você vai passar a noite aqui? — Sidney lançou um olhar rápido em direção a casa. Várias pessoas estavam dispersas no pequeno cômodo. A casa era confortável e os parentes de Belikov eram amistosos, mas nada se comparava aos palacetes em que eu estava acostumado.
-Eu ainda não sei... — Respondi com ar pensativo. — Preciso ver o que minha prima irá fazer. — pausei por um momento para encontrar seus olhos. — Vasília. — Ressaltei. Eu não sabia o quanto Sidney sabia de nós. Sua fama de ter medo de vampiros, já havia chegado aos meus ouvidos.
-Quer um cigarro? — Lhe ofereci, quando percebi seu desconforto retornar. Sidney escorregava como um sabão em minhas mãos. Eu não ligava. Já estava mais do que acostumado.
-Eu não fumo, obrigada — Sidney gesticulou com uma mão. Quando seu nariz enrrugou, eu decidi por guardar os cigarros no bolso novamente.
-Quer uma bebida? — Tentei outra vez.
Sidney pensou por um momento. Ela estava nitidamente me analisando.
-Tudo bem — Ela concordou, corando um pouco.
-Vou lá, buscar algo para beber. Espere só um momento. — Gesticulei para ela, antes de seguir em direção a entrada principal.
A sala de jantar estava pouco cheia. Alguns dos poucos convidados haviam ido embora, logo depois que Rose e Dimitri se ausentaram. Restavam apenas, algumas pessoas que eu desconhecia e nossos amigos.
Encotrei Lissa ao lado de Jill, próximas de uma estante de livros. Elas estavam conversando. Resolvi passar o mais longe dali. Eu não queria ter o desprazer de uma conversa chata com Jill. Eu e ela, tivemos um breve relacionamento, logo depois que Rose havia me deixado. Eu assumo, fiquei arrasado quando Rose terminou comigo. A idéia de não perdoa-la, ficou vagando em minha mente por algum tempo, até que comecei a sair com a Jill. Ela sem dúvida, era uma garota espetacular pra a idade dela, mas muito diferente de mim. Jill ainda tinha muito o que aprender. Graças a minha honestidade com ela recentemente, terminamos meio brigados. Jill agora me odiava e eu como sempre, resolvi ignorar isso.
-Adrian? — Christian Ozera estava me chamando.
-Sim, Ozera? — Não dei muita atenção para Christian. Eu estava procurando por alguma bebida, já que não tinhamos pessoas servindo nada de lado nenhum.
-O que está procurando? — Christian perguntou, curioso.
-Por uma bebida — Ironizei quando percebi seu interesse. -Sabe onde encontro algo parecido com o que você está bebendo? — Gesticulei para o copo de Christian. Eu reconhecia qualquer bebida alcoolica de longe.
-Tem uma garrafa aqui — Christian gesticulou para perto de nós, em uma mesa de madeira. — Dimitri deixou isso comigo. Disse que você talvez precisasse disso. — Ele segurou um sorriso.
-Ótimo. Agora o bonitão do Belikov me chama de bêbado. — Virei os olhos e Christian riu.
-Mê passa esse copo aqui e vá me buscar outro — Tirei o copo plástico da mão de Christian, o deixando de boca aberta.
-Hey! — Christian foi puxar o copo de novo da minha mão mas eu o segurei firme. Porém, na sua segunda tentativa ele escapou dos meus dedos, derrubando todo o líquido em alguém. Vasília.
-Oh meu Deus! — Ela nos encarou com um olhar aborrecido. Havíamos acabado de estragar seu vestido novo.
-Culpa do seu namorado — Dei de ombros. — Peça a ele que te dê outro.
-Você queria roubar o meu copo — Christian disse entredentes.
-Você disse bem...seu copo — Pisquei para ele — Sua responsabilidade. — Ergui os ombros desinteressadamente.
-Deixa pra lá.... — Lissa virou os olhos, exasperada. — Você não estava com Sidney? — Ela apontou.
A realidade me atingiu. Eu havia esquecido Sidney lá fora, quando resolvi ficar de papo com Christian Ozera.
-Aonde está a maldita garrafa mesmo? — Perguntei ansioso.
-Na mesa — Christian sorriu vitorioso, enquanto ia para perto de Lissa. — Cuidado para não derramar no vestido dela também.
Quando sai devolta para o sereno, Sidney já havia desistido de ficar de pé. Ela agora estava sentada em um balanço de uma árvore velha.
-Hey! — Ela me saudou quando me viu. — Você demorou um bocado
-Eu tive alguns contratempos — Respondi — Mas agora estou de volta — Lhe lancei meu sorriso galanteador.
Sidney ficou ainda mais vermelha.
-Eu vejo. — Disse, desviando o olhar de mim e parando nos copos que eu havia trazido. — Me diga uma coisa..... — Ela disse enquanto eu a oferecia um copo.
-Sim. — A incentivei
-É verdade que você está namorando Jill Dragomir? — Ela perguntou com um olhar inquisitor.
-Não estamos mais envolvidos. — Resolvi pelo método direto.
-E por que não? — Desde quando, ela resolveu começar a conversar? Já fazia um bom tempo que ela estava respondendo com meias palavras. Comecei a invejar os minutos atrás. Mulheres eram sempre mulheres.
-Por que somos muito diferentes — Respondi sem importância. — Entre outras coisas é claro.
-Entre que coisas? — Tive que me controlar minha frustração. As mulheres eram incrivelmente macias e lindas, mas quando resolviam abrir a boca para o interrogatório, era tão chato. Minhas mãos foram diretamente para o meu bolso pegar os cigarros, mas eu as parei no meio do processo. Eu precisava me controlar mais um pouco. Sidney estava me analisando atentamente.
-Entre coisas sem importância, agora — Sorri para ela. -E por que quer tanto saber? — Disse sem pensar. — Eu estou solteiro agora e é isso que importa. — Pisquei para ela. Sidney pareceu levar isso em consideração por um momento.
-Está certo... — Ela disse por fim. Notei que ela estava esfregando suas mãos pelos ombros nus de seu vestido.
-Você está com frio. — Constatei, franzindo o cenho. — Pegue isso aqui. — Tirei meu paletó grafite e depositei nos ombros dela.
-Não precisava. — Sidney protestou mas não recusou no final das contas.
-E você...Não tem um namorado? — Perguntei a ela que se encolheu um pouco no paletó.
-Eu não namoro. — Ela disse sem rodeios.
-Por que não quer ou por que não pode? — Me lembrei derrepente, da sua profissão de alquimista, quando ela virou um pouco e pude ver sua tatuagem dourada. Sidney, concerteza vivia uma vida que eu não queria viver.
-Um pouco das duas coisas. — Sim, ela era durona como Rose.
-Não encontrou o cara certo hum? — Me sentei ao lado dela, em outro balanço.
-Eu não acredito em contos de fada — Sidney, pela primeira vez sorriu de verdade naquela noite. Seus dentes eram perfeitamente brancos. Seu sorriso divino. Precisei me forçar a voltar ao assunto.
-Eu também não. — Fingi não ter ficado um pouco afetado por sua beleza. — Mas isso não necessariamente quer dizer que precisemos ficar sempre sozinhos. — Voltei a olhar para ela. Dessa vez, mas intensamente. — Temos que ter um pouco de diversão. — Sorri.
Seu sorriso sumiu, dando espaço para seu desconforto. Ela definitivamente, odiava assuntos pessoais. Resolvi não forçar mais, por enquanto.
-O que vai acontecer com eles? — Wow. Bela mudança de assunto.
-Eu realmente não sei.... — Não precisei pensar muito para saber de quem ela estava falando. — Lissa está otimista mas eu não sei... — fui sincero. O destino de Rose e Dimitri ainda eram incertos.
-Tatiana acha que eles são culpados, pelo desaparecimento da Ozera. — Ela constatou.
-Exatamente.... — Respondi cansado. De fato, aquele assunto me aborrecia mais do que ela ter casado com Belikov. — Minha tia está cega pelos falsos fatos dos outros.
-Eu soube... — Sidney concordou. — Eu temo por ela, sabia? — Sidney virou para me encarar e eu vi seu sorriso triste. — Eu gosto da Rose... de verdade.
-Eu também gosto.... — Respondi com o mesmo sorriso. — Por isso estamos tentando o máximo para salvar ela... salvar o bebê...
-Vocês também namoraram não é? — Fechei os olhos com força. Sidney agora sabia de todos os meus rolos extra curriculares e o pior, estava me ansalizando por eles.
-Foi passageiro. — Dei de ombros. — Já acabou como você pode ver... — Apontei para a casa. — Ela esta casada.
Sidney gargalhou diante minha cara de palhaço frustrado. Ela estava me surpreendendo ainda mais.
-Eu sei... Apenas falei para testar seu humor. — Ela sorriu lindamente.
-E está funcionando. — Ri um pouco, para logo em seguida levantar do balanço e estender minha mão para ela.
-E agora? — Sidney perguntou logo depois de pegar minha mão. Ela ainda estava falando de Rose.
-E agora nós esperamos o filho dela nascer... e enquanto isso. — Lancei a ela um sorriso singelo. — Nós a protegemos — Disse por fim.
Uma vento forte passou por nós.
-Quer entrar? — Perguntei a ela depois de um momento de silêncio. Estávamos perdidos em nossos próprios pensamentos e a temperatura estava baixando cada vez mais.
-Eu aceito. — Sidney se apressou na minha frente a seguir em direção a porta.
-Que seja... — virei os olhos e sorri, enquanto a acompanhava.
Notas finais
Ele tava meio sumidinho huahuauhuahua
Beijos ;)
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