Notas iniciais
Meninas oláaaa
Mals a demora mas é que os capítulos ficaram parados com a Mila. Ela esta ausente esses dias e por isso demorei para postar. Segue o próximo cap pra vcs... Se eu demorar para responder os coments é que estou sozinhaaa! Não me matem
Beijooo *-*
N\B: ~correndo que nem louca e se arruma~ ou gente *sorriso amarelo* girl and boys desculpem a culpa foi minha, mais é que eu tivve MUITOS contra-tempos nesse feriadão! mais estou preparand uma parte de um cap maravilhoso para vocês meninas! Carol desculpa o sumiço, mais foi a ultima vez "PROMETO"
Agora segue mais um capitulo! ^^

Minha cabeça ainda dava voltas e mais voltas, tentando processar a conversa que eu havia tido com minha mãe, mais cedo. Aquelas palavras estavam assombrando meus pensamentos. Era mesmo possível um strigoi gerar uma criança? Mesmo que fosse possível, quando eu havia voltado a fazer amor com Dimitri, ele já não era mais um Strigoi.


Senti um arrepio, lembrando que chegamos bem perto quando eu estive na Sibéria, trancada em seu quarto, quando ele ainda era um strigoi. Só foram amassos,por que ele não quis mais que isso. Dimitri tentou me convencer a ser uma strigoi, usando o sexo diversas vezes como desculpa para seus atos insanos. Eu confesso, que estava bem perto de aceitar suas condições, quando cai em mim. Eu nunca poderia me tornar algo tão sombrio como um strigoi. Algo sem vida, sem amor. Dimitri me queria sim, e isso estava bem explicito em sua forma de tentar me transformar. Mas era algo como uma bela posse para sua coleção e não o amor da sua vida.


Voltando para minha realidade, encarei as costas de Dimitri, que estava jogando as nossas roupas frenéticamente dentro de duas malas pretas. Estavamos sozinhos no nosso quarto. Eu estava sentada na cama de braços cruzados, achando a idéia de fugir repugnante. Eu não fazia idéia de para onde íamos, mas quando Lissa passou por lá a minutos atrás, ela estava bem disposta a patrocinar nossa fuga. Ela e Abe.


Tivemos uma breve reunião em meu quarto, decidindo sobre meu futuro e de Dimitri. Como eu achei que fosse, não tive muito o que falar, meus pais e Dimitri, estavam resolvendo tudo. Eu também não insisti. Me sentia doente e incapaz, e com muito medo. O discurso de Tasha ainda circulava em minha cabeça


–Nós não podemos deixar Lissa e Christian aqui sozinhos! — Repeti pela vigéssima vez para Dimitri. Sim, eu estava com medo mas eu não podia esquecer que eles vinham primeiro.


–Nós já conversamos sobre isso... — ele suspirou alto, sem se virar. Dimitri estava perdendo a paciência comigo, percebi. Ele estava a algum tempo, tentando me convencer que isso era a decisão certa a tomar. Que Lissa, enquanto estivesse em proteção das wards estaria segura. Eu confiava nisso? De forma alguma. E cá entre nós, eu tinha motivos bem sérios.


–E para onde vamos? Posso saber? — Ergui uma sobrancelha desconfiada para ele. Dimitri, Abe e Janine estavam decidindo tudo sem eu saber. Ninguém ao menos pediu minha opinião.


–Para Baia. — Ele se virou para me encarar. Suas mãos ageis já tinham fechado as duas malas.


–Sibéria? — Perguntei incrédula. Não que eu não quisesse voltar lá. Ver Olena e as irmãs de Dimitri, fez meu coração se alegrar. Pessoas muito importantes para mim e que eu passei a amar, moravam lá. Mas eu também não poderia esquecer, o outro lado da moeda. Foi para lá que fui caçar Dimitri. Foi lá que ele passou meses sendo strigoi e era lá, que eu tinha certeza absoluta, que ele não queria voltar tão cedo.


–Vamos ficar na casa da minha família. — Dimitri veio em minha direção, depositando uma jeans e um casaco grosso branco em cima da cama. Também havia uma blusa de manga e um par de botas. — Lá será mais seguro para você. — Dimitri disse, enquanto tentava tirar meu vestido de madrinha. Ele estava tão preocupado comigo, que nem a idéia de voltar lá, o estava abalando.


–Mas você sabe... tem... — Eu comecei a protestar, mas Dimitri me parou. Ele havia conseguido puxar o ziper.


–Mas eu sei também, que minha família vai nos receber — Dimitri puxou meu vestido por cima da minha cabeça, se livrando totalmente dele. — E estaremos seguros com eles, pelo menos por enquanto.


Dimitri estava nervoso, mas quando seus olhos pararam em meu corpo quase nu, eu vi admiração e fome. Fazia um bom tempo que não fazíamos mais sexo e percebi, que isso não só me frustrava. Frustrava Dimitri. Aquilo era claro para mim.


Eu quase ri, quando o vi empurrar os pensamentos carnais para longe, enquanto colocava a blusa de mangas em mim. Dimitri tinha um controle um milhão de vezes melhor que o meu, mas estava na corda bamba, por causa dos recentes acontecimentos. Tentei também voltar ao modo negócios, mas era complicado, com suas mãos quentes na minha pele fria.


–Quando chegarmos em Baia você não me escapa. — Eu dei o aviso e Dimitri me olhou surpreso. Logo isso se transformou em um sorriso gigante. Ele havia entendido o meu recado.


–Não quero escapar... — ele deu de ombros. Ele falava sério? Havia parado com aquela greve imbecil?


–Está falando sério? — ergui uma sobrancelha. Dimitri estava colocando minhas calças. Como se para provar seu ponto, me olhou maliciosamente, para em seguida, morder a parte interna da minha coxa esquerda. Eu quase pulei da cama.


–Eu acredito em você. — Minha respiração estava difícil. Dimitri riu e eu me senti corar. Quando minhas calças já estavam no lugar, ele me puxou para levantar. Eu me sentia uma boneca de pano.


–É hora de ir amor... — Ele me beijou e eu comecei a queimar. O mundo poderia estar explodindo lá fora mas aqui estava quente. Bem quente. Quando ele me soltou, Dimitri olhou seu relógio de pulso. — Vamos ver Lissa. Já está para amanhecer.


Seguimos para o quarto de Lissa e Christian. Eu ia ao lado de Dimitri, que estava carregando nossas duas malas. Eu não estava mais protestando. Era em vão. Meus pais estavam com eles.


–Eu já consegui o voô — Disse Abe, entregando dois tickets para Dimitri — É para daqui a uma hora.


–Vocês tem que ir! — Foi a vez de Lissa falar. Ela estava tão nervosa quanto nós.


–Tem certeza disso? — Eu perguntei para a surpresa de todos. — Isso pode acabar com sua reputação por aqui Liz — peguei suas mãos nas minhas. — As pessoas vão começar a caçar coisas sobre nós e você é a principal suspeita de qualquer uma delas.


Ela deu de ombros. — Eu me viro Rose...Eu vou falar com Tatiana. — Ela me abraçou rapidamente. Eu ia começar a discutir com ela sobre Tatiana, mas meu pai interrompeu.


–Eu vejo vocês em três dias filha — Abe disse, depois de me abraçar. Eu pensei em pedir para ele não se envolver, mas percebi que era em vão. Assim como Dimitri, Abe estava decidido a me proteger. — Lembre-se que não está sozinha — Abe piscou para mim. Logo em seguida, fui abraçar Christian que mal me olhou e terminei na minha mãe.


–Tome cuidado. — Minha mãe tocou meu rosto. — Eu vou com Abe te ver — Ela me beijou na bochecha. Olhei para o lado e vi que Dimitri, estava impaciente na porta.


–Vamos Rose! — ele me puxou pela mão se seguimos até o portão, onde um taxi humano nos esperava. Lissa havia deixado ordens expressas que ninguém comentasse nada sobre a nossa saída no meio da "noite". Eu esperava que isso conseguisse ser mantido.


Milhões e milhões de pensamentos começaram a aparecer na minha mente. Dimitri apertou nossas mãos juntas, me puxando para perto dele. A imagem de uma velha senhora rechonchuda voltou a minha mente. Benta. Ela havia previsto isso. Ela havia me avisado. Toquei gentilmente minha barriga, enquanto repetia para mim mesma: "Eu vou cuidar de você meu bebê...nada de mal vai acontecer".

Notas finais
O que acharam???