Notas iniciais
Oi meninas!!!
Tudo bem?
Genteeee vou apresentar para vocês minha nova Beta que é a Mila. O nome dela ta na fic agora e ela ta me ajudando.
Esse cap ta bem legal.. acho q vcs vão gostar
Um beijooo
Leiam as notas finais!!!

Dimitri estava chato. Não, Dimitri estrava extremamente chato. Já passava de dois meses que estavamos de volta a Corte, e mesmo assim, meus dias eram fodidamente iguais. Eu passava grande parte do meu dia com Lissa, que foi exigência de Dimitri, para que ela tivesse sempre um olho em mim. Me pergunto as vezes, sobre o que ele pensa que vou fazer? As respostas eram obvias...Não comer regularmente, arrumar uma briga ou voltar a trabalhar.


Trabalhar? Ah sim, eu estava temporariamente indisponível. Essa foi a frase usada por Alberta, para me informar que eu não poderia trabalhar durante um tempo. Ordens de Belikov e Vasília Dragomir.


Eu passava o dia todo comendo ou lendo algum livro que Dimitri trazia para mim. Ele ultimamente me impressionava bastante com suas "surpresinhas" diárias. Um dia era um doce, no outro um livro, ou qualquer outra coisa, que ele considerasse para meu entreterimento, e principalmente que ele considerasse inofensiva. Dimitri estava me tratando como uma criança e eu estava cada dia mais, frustrada com isso.


Outro ponto para minha tremenda frustração, era o fato de ele não me tocar mais. Dimitri estava sempre inventando outras coisas ou me dizendo que isso não seria bom para o bebê. Coisa, que eu havia mostrado para ele e inclusive pedido para a Dra. Odesck informa-lo que isso, era só coisa da mente dele. Aproveitei e fiz um drama, dizendo que ele estava me matando de solidão.


Lembro-me como se fosse hoje, a sua cara de bobo.


–Você vai me matar de solidão — Cruzei os braços fortemente no peito, enquando me esparramava na cama de Dimitri. Havíamos acabado de voltar do escritório da médica.


–Não faz essa cara meu amor... — A cara de durão de Dimitri, mudou quando me viu emburrada. Me aproveitei disso.


–Você nem me deixa te tocar... — fiz bico e ele veio deitar ao meu lado na cama. A essa altura do campeonato, Dimitri sabia tirar os sapatos.


–Eu tenho medo que machuque o bebê... — sua mão foi instintivamente para minha barriga.


–Não é como se eu já tivesse super barriguda.. — fiz careta. Era a pura verdade. Eu mal tinha uma barriga e Dimitri inventava histórias. E sinceramente eu não via problemas para alguns amassos.


Como sempre, Dimitri suspirou.

–Você ainda me mata Roza... — ele suspirou alto, antes de me abraçar bem perto de seu peito. — Eu te amo...- ele começou a beijar minha orelha, passando calor pelo meu corpo. Minhas mãos foram para debaixo da sua blusa e ele arfou, enquanto puxava minhas pernas para entrelaçalas em volta da sua cintura, enquanto me beijava ferosmente. Eu havia conseguido tirar sua blusa já, e estava lutando frenéticamente contra o ziper de sua calça. Dimitri já havia tirado minha blusa também e estava se livrando mais rápido do que eu, das minhas calças. Eu arfei, quando seus lábios estavam em meu corpo. Estavamos somente de roupa íntima. Era tudo tão bom. Estávamos tão perto. Tudo isso, para Dimitri me soltar segundos depois, avisando que tinhamos compromisso cedo, no dia seguinte.


Sim, eu tinha sérios motivos para ficar frustrada.

E eu já estava pensando seriamente sobre deixa-lo dormir no sofá do quarto, mas nem tudo eram frustrações.


Dimitri estava se empolgando muito ultimamente, em seu papel de pai. Hoje pela manhã, antes de eu vir para o quarto de Lisa, Dimitri havia me dado um par de sapatinhos de lã azul, para bebê. Eu admito, que isso me pegou de surpresa, e toda a raíva momentânea que eu pudesse estar sentindo dele se evaporou naquele momento.


Seu olhar era sonhador e feliz, quando ele me entregou o pequeno pacote de uma loja.


–Você gosta? — Dimitri perguntou esperançoso, enquanto eu analisava os minúsculos sapatinhos.


–São lindos! — Disse, para logo depositar um beijo rápido em seus lábios. — Mas você acha que vai nascer um menino?


–Eu não sei... — ele admitiu sorrindo lindamente. — Mas não me importo muito com isso — ele me encarou — Só não sei, como vou conseguir cuidar de duas Rose na minha vida.


Eu ri e ele colocou suas mãos ao redor da minha cintura, me puxando para um longo beijo.


Fugi dos meus desvaneios e voltei para a realidade. Eu estava no quarto de Lisa, me trocando para o seu casamento. Ela havia resolvido adiar a cerimônia por mim causa. Eu estive muito mal durante o último mês e ela não queria muita atenção para nós nesse momento. Agradeci pelo seu gesto e me comprometi a ir sem falta ao seu casamento.


Dimitri também insistia nessa idéia. Para ele, eu não comparecer a cerimônia iria aumentar ainda mais a minha frágil reputação.


Toquei minha barriga, enquanto encarava o espelho. Ela já estava levemente pontuda. Eu estava grávida de três meses.


–Você está tão linda! — Lisa veio em minha direção. Ela já tinha o seu cabelo todo preso em um perfeito coque e estava esperando por seu vestido.


–Eu estou preocupada — Admitri, ainda sem encara-la. — Não tívemos muita sorte com Sidney e eu já não sei o que fazer... — virei para encara-la, que me olhava com olhos gentis — Ela esta crescendo cada dia mais — Apontei para minha pequena barriga.


–Vamos dar um jeito Rose... — Lisa pegou minhas mãos nas suas. — Eu nunca iria permitir algo acontecer com meu afilhado. — Lisa já estava usando a palavra afilhado com bastante frequência. Sim, Lisa foi a escolhida tanto por mim, quanto por Dimitri como madrinha de nosso bebê.


–Obrigada — agradeci a ela, apertando gentilmente suas mãos.


Logo fomos interrompidas por uma batida na porta. Era Mia e Jill. As duas estavam me olhando com curiosidade. Ainda era nova a idéia de eu grávida para as duas. Vamos pular essa parte.


–Olá Rose — elas disseram ao mesmo tempo. Jill se aproximou de mim para me abraçar, enquanto Mia olhava sem parar minha pequena barriga.


–Da para notar algo? — Perguntei aflita.


–Não se preocupe não Rose... — ela corrigiu meio corada. — Estou só meio boba ainda, só isso.


Eu não culpava Mia. Definitivamente eu mesma fiquei bem supresa com minha gravidez. Eu sempre fui muito contra crianças que eram filhos de guardiões. Minha mãe havia me abandonado quando eu ainda era pequena, e querendo ou não, só agora minha situação ficou um pouco melhor com meus pais. Quando eu quero dizer um pouco, eu me refiro a Janine que ainda estava firme em sua postura de durona.


–Eu vou no banheiro já volto... — comecei a andar em direção a porta. Quando a abri, tive uma surpresa não muito agradavel. Tasha Ozera, estava parada na porta, me encarando. Seus olhos rapidamente foram para todo o meu corpo, como se ela estivesse procurando por algo. Um alarme instantâneamente se acendeu em minha cabeça, e a idéia de alguém ter contado a ela sobre minha gravidez, não parecia tão impossível assim. Em um certo momento, ela pareceu achar o que procurava. Seus olhos foram para as minhas mãos, que estavam protetoramente paradas em cima da minha barriga.


–Você está grávida! — Tasha Ozera pronunciou isso como se fosse a coisa mais absurda do mundo. Em seu tom, eu podia notar nojo e fúria.


Eu não tive tempo para responder. Uma leve tontura, tomou conta do meu corpo, por completo. Minha respiração estava ofegante. Eu estava com medo de desmaiar.


Andreas chegou bem perto e segurou meu braço firmemente.

–Respira Rose... — ele dizia enquanto Paul, o outro guardião em serviço, estava me abanando.


Lisa chegou aos berros atrás de mim, junto com Mia e Jill, que olhavam espantadas para nós.


–Eu não consigo acreditar nisso! — Tasha voltou a falar e Andreas não esperou mais. Ele me pegou nos braços e começou a me levar para a cama de Lisa.


Quando eu já estava deitada, olhei para a porta e vi que Lisa tentava falar com Tasha, mas ela a estava ignorando, enquanto me lançava adagas pelos olhos.


–Chame Dimitri... — eu disse fracamente. Eu ainda estava muito assustada com a declaração de Tasha.


–Não se preocupe... — Tasha Ozera disse derrepente. — Eu mesma vou chama-lo.


E simples assim, ela saiu batendo a porta do quarto. Um tremendo pânico se juntou dentro de mim.


–Lisa pare ela — gritei tentando me levantar. Andreas me mantinha parada no lugar.


–Se acalme Rose.. — ela chegou perto de mim, apertando minhas mãos.


–Ela vai falar com Dimitri! — eu berrei — Pare ela!


Assumindo isso como suficiente, Lisa virou para os dois guardiões.

–Andreas! Paul! Parem a Sra. Tasha Ozera agora mesmo — seus olhos foram para mim e eu vi dor — Usem a força bruta se for preciso — Sua voz era afiada — Vão agora.


Os dois guardiões, sairam correndo pelos corredores. Eu estava rezando para que eles conseguissem parar Tasha. Eu temia o pior a essa altura dos acontecimentos.


Mia e Jill vieram para o meu lado, trazendo água para eu me acalmar. Lisa pegou minhas mãos e eu senti o que ela estava fazendo. Tentei interromper, mas era tão bom a sensação de cura, vindo dela.


Quando eu já estava me sentindo bem, Andreas abre a porta com um baque surdo. Todos os rostos se voltaram para ele.


–Eu não consegui impedir... — Andreas disse. Sua respiração era difícil — Ela esta lá falando com o Belikov... Está fazendo um tremendo escandalo... Todos estão em volta dela.


Os olhos de Andreas foram até os meus e eu vi agonia. Ele estava sentindo muito. Aquilo me enfezou e eu levantei da cama. Tasha Ozera iria pagar por isso.


–Aonde você vai? — Lisa perguntou, temendo o pior.


–Eu vou ter uma conversinha com Natasha Ozera — Disse, dando as costas e fechando a porta atrás de mim. Andreas seguiu ao meu lado. Antes de eu fechar a porta, ouvi Lisa ordenar a ele para me proteger.


Eu duvidará que seria eu que precisasse de proteção hoje.




Notas finais
N/B Oi gente linda do nayh, como vão?! Bem eu sou Mila sou a beta da Carol! ^^ ain' super feliz aquiii
Então o que acharão do cap? eu achei mara!!!
Comentem muito assim irão ver uma bela vingança no prox cap!!!
Beijos *-*