The Last Song

17 Capítulo 17


[...]

Depois que ele saiu, fui para o quarto. Quando peguei o celular vi uma foto minha com o Michel. Eu não tinha mexido nas fotos só se... droga! Liguei para ele – Gerard?

_ fala – a voz dele estava séria

_ preciso te explicar uma coisa

_ não precisa, Victória eu estou dirigindo, estou morrendo de dor de cabeça, deixa pra depois

_ G...

_ tchau – ele desligou, que droga.

[...]

_ tchau – desliguei, estava chegando em casa, não prestei atenção e quase bati num carro – FUCK!

_ O que aconteceu contigo? – Maria perguntou quando eu passei pela sala

_ nada, estou de ressaca

_ ressaca? Você bebeu ontem? – ops!

_ er... sim

_ Gerard Arthur Way! – ela falou cruzando os braços

_ estou subindo – fui para o quarto, tomei um banho e deitei. Iria ficar ali o dia todo, sem ver ninguém.

_ pai?

_ oi amor – sentei

_ está tudo bem?

_ aham, só estou com dor de cabeça – Sofia subiu na minha cama – que foi?

_ nada. Eu sonhei com a mamãe hoje. Acordei assustada e vim para cá, só que você não estava. Daí eu dormi aqui mesmo – ela sorriu

_ vem cá, eu te amo muito sabia? – abracei ela

_ Sabia, eu também amo você muito – ela me abraçou forte – pai, porque você não dormiu em casa? – ótimo, o que eu ia responder agora?

_ porque você é tão curiosa?

_ porque você nunca responder o que eu pergunto?

_ chega né! – ela riu

_ está bem, dessa vez você escapou... – ela me abraçou de novo.

Depois daquela conversa que teve com Sofia, dormi um pouco, até algum infeliz me acordar me ligando.

_ O que?

_ te acordei 22ko

_ vai pra puta que pariu Frank – eu odiava aquele nanico

_ olá para você também, eu estou muito bem obrigado, e ai... como foi a noite?

_ bem... dormi, dormi e dormi

_ você estava muito louco cara! Sério, você não foi para casa né?

_ não tá louco. Fui para a Vick

_ huuuum e ai?

_ e ai o que?

_ e ai doente como foi?

_ como foi o que?

_ Porra, você comeu ela ou não?

_ vai pra puta que te pariu, olha os termos que você usa para falar da Victória – o Frank me irrita

_ foi mal... como foi a transa de vocês?

_ não teve nada, e mesmo se tivesse eu não ia te contar como foi, é estranho.

_ então teve

_ não caralho

_ não xinga porra

_ vai a merda

_ obrigado. Vou desligar, tem um viado me ligando

_ você e seus machos – comecei a rir

_ vai tomar no cú, tchau viado

_ tchau pigmeu – desliguei, eu sabia que ele odiava ser chamado de pigmeu, mas foda-se vou voltar a dormir.

Algumas horas...

_ se você não acordar em 5 segundos vou tacar água gelada em você

_ Maria por favor

_ por favor o cacete, ninguém mandou beber. Anda levanta

_ não – me escondi debaixo do lençol, ela puxou – hey!

_ eu disse agora – ela estava com uma cara de dar medo

_ está bem – sentei na cama – que é?

_ o que é? – ela começou a tacar o travesseiro na minha cabeça – você acha que eu vou aceitar que você encheu a cara na boa? NO WAY!

_ Ai Maria! Chega! Desculpe.

_ é serio, se você chegar de ressaca aqui outra vez, eu me demito e te deixo sozinho.

_ NÃO! Desculpe, desculpe.

_ dessa passa, mas está avisado – ela cruzou os braços, estava séria

_ está bem, eu juro não fazer mais isso – ela me abraçou

_ você parece uma criança teimosa

_ mas eu sou uma criança inocente

_ quando você ficar inocente, o Frank cresce 1 metro em 3 dias, o mikey fica burro e a Sofia foge de casa

_ caraça

_ é serio. Eu te espero em 15 minutos lá embaixo, meio segundo a mais eu venho te buscar e vou te arrastar até a cozinha... pelos seus testículos – me assustei, ela sorriu e saiu do quarto, não pensei duas vezes em levantar e tomar meu banho.

Mais Tarde...

_ eu vou te ganhar-ar – Sofia estava jogando comigo jogo da memória. Nunca fui bom nisso.

_ droga – errei

_ ah! Ganhei – ela saiu correndo – Maria ganhei o papai – ela foi pra cozinha. Meu celular tocou

_ fala?

_ olá

_ olá – sorri, era Victória

_ está fazendo o que?

_ haaaaam nada – joguei a peça que estava na minha mão na caixa

_ eu quero sair, vamos sair

_ agora, do nada?

_ é, me busca daqui a... 20 minutos

_ ok, tchau

_ tchau gostoso – algo estava para acontecer

_ porque você quis vir para cá? – perguntei abrindo a porta

_ sei lá – ela riu

_ você hoje está e... – ela me agarrou e me beijou – uau

_ entendeu agora o porque que eu vim para cá?

_ quarto?

_ só se for agora – ela mordeu os lábios, peguei ela no colo e fomos para o quarto.

_ você provoca e depois foge

_ você que é apressado demais

_ seu irmão mala vai te ligar de novo

_ não

_ tem certeza que ninguém vai te ligar nem nada

_ tenho – Vick sorriu e me beijou. O beijo foi se aprofundando, eu já estava deitando ela na cama. Ela tirou minha blusa e arranhava minhas costas. Nós dois já estávamos quase sem a roupa quando ela parou – espera

_ não faz isso, por deus

_ eu preciso saber se alguém vai atrapalhar – ela ficou em silêncio por alguns segundos – ok, pode continuar – eu ri e continuei beijando ela. Comecei a beijar o pescoço dela, ela se arrepiou – você não presta – Victória puxou meu cabelo, já estávamos sem roupa, eu já estava sem o controle mental

_ eu não agüento mais – a beijei, ela me deitou – todo seu

_ shiu! Cala a boca – ela ia descendo o beijo devagar, me deixando ainda mais “nervoso” – você é muito apressado

_ e você enrola de mais, anda logo

_ só se você pedir, pedir não, implorar – Victória mordeu os lábios

_ haha, não vou fazer isso

_ então não terá nada que você está imaginando – ela começou a me tocar – ainda vai ficar com esse seu ego enorme?

_ você...

_ Implora! – ela continuou a me tocar, já não estava agüentando

_ ok! Por deus, chega de tortura – ela sorriu e me fez uma oral, já estava fora de mim, comecei a puxar o seu cabelo. Ela parou – qual é?

_ quer que eu fique nisso a noite toda? – ela sorriu, sentou sobre o meu membro e começou a se movimentar. Ela gemia algumas vezes baixo e outras alto. Eu apertava sua coxa e beijava seu pescoço dando alguns chupões. Ela começou a se movimentar com mais rapidez, ela já gemia alto. Alcançamos o ápice juntos, ela ofegante desabou no meu peito. Comecei a fazer carinho em sua cabeça, e ela passava a mão sobre meu peito. Dormimos assim abraçados.